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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Ah, se fosse o Trump...

Por Rodrigo Constantino

No filme Tempo de Matar, de 1996, a cena mais marcante é quando o advogado, personagem de Matthew McConaughey, pede para que os jurados fechem os olhos e passa, então, a contar em detalhes o caso da garotinha que foi estuprada. Somente ao fim ele diz: “Agora imaginem que ela é branca”. Jogada de mestre, já que o estupro tinha ocorrido no sul racista dos Estados Unidos, com uma vítima negra.

O símbolo da Justiça tem os olhos vendados justamente para buscar a imparcialidade, não enxergar quem está sendo julgado, mas sim seus atos. Claro que isso é quase impossível na prática, mas deve ser um ideal sempre em mente. E, se naquela época e lugar a “raça” era um fator de preconceito, hoje é inegável que a visão ideológica prejudica qualquer isenção.

Não pode haver sombra de dúvida de que a imprensa em geral adota um duplo padrão, julgando com muito mais severidade os atos equivocados quando cometidos por um republicano em vez de um democrata. Há um viés ideológico evidente na mídia, que tende a aliviar a barra da esquerda e pegar pesado com os conservadores. Não é preciso abraçar teorias conspiratórias: a maioria dos jornalistas é de esquerda mesmo, e o viés vem naturalmente.

Leia mais aqui

Fonte: Gazeta do Povo

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

PMDB abocanhou mais prefeituras, mas PSDB foi campeão de votos no país

Na análise rápida, o PMDB, legenda com o maior número de filiados do país, teve o melhor “placar” no primeiro turno das eleições municipais de 2016, realizado no último domingo (2). A sigla abocanhou 1.028 administrações locais, repetindo a posição das eleições de 2012, quando também figurava como o partido com o maior número de políticos em cadeiras nos Executivos municipais. Mas, o número de votos obtidos pelos peemedebistas vitoriosos na disputa majoritária revela que a legenda perdeu quase 10 milhões de eleitores na comparação com 2012.

No levantamento – ainda parcial, devido ao fato de o segundo turno ainda não ter sido realizado -, o PMDB ganhou menos de 7 milhões de votos, contra mais de 16 milhões na eleição anterior. O “campeão de votos” no domingo foi o PSDB, que já conquistou 793 prefeituras no primeiro turno, com o aval de aproximadamente 10,5 milhões de eleitores – quase 3 milhões somente na capital de São Paulo, onde o candidato tucano, João Doria, venceu já no primeiro turno.

Fonte: Gazeta do Povo

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

O PT foi superado por nove partidos que elegeram, ontem, mais prefeitos do que ele

Por Ricardo Noblat

Estava escrito
                                         
Previsível o discurso com o qual o PT pretende explicar a esmagadora derrota colhida ontem. Como ele poderia ter ganhado depois de submetido ao “bombardeio seletivo de falsas denúncias” promovido nos últimos dois anos pela Lava Jato? Ele só, não. Nenhum partido em iguais condições alcançaria resultado diferente. O que o PT não dirá jamais é que a culpa pelo que aconteceu é dele e de mais ninguém.

Faltaram milhões de votos para que o PT vencesse. E faltou PT para disputá-los. O partido concorreu às prefeituras com 989 candidatos, quase 44% a menos do que há quatro anos.  Sua companhia foi rejeitada por partidos tradicionalmente aliados dele. Em 220 cidades, candidatos do PT concorreram sozinhos. Somente em São Paulo, 36 dos prefeitos eleitos em 2012 abandonaram o partido para tentar se reeleger por outros.

O desempenho do PT nestas eleições foi o pior desde 1996 quando ele venceu em nove das 93 cidades do país com mais de 200 mil eleitores. Hoje, o PT ainda governa 13 dessas cidades. Governava 17 em 2013, mas quatro dos seus prefeitos desertaram. Em 2012, o PT elegeu quatro prefeitos de capitais. Ontem, apenas um, o de Rio Branco, no Acre, que trocou o vermelho do partido pelo laranja e escondeu a estrela.

Leia o restante aqui

Fonte: Blog do Ricardo Noblat

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Para cientista político, estratégia de plebiscito não é eficaz

Após o julgamento final da presidente afastada, Dilma Rousseff, o Brasil deve dar início a um novo ciclo político. A repórter Glauciene Lara conversou com o cientista político André César sobre o processo de impeachment e o que pode vir depois dele. Confira neste vídeo da TV Senado.




Fonte: Agência Senado

segunda-feira, 28 de março de 2016

O plano de Eduardo Cunha para destruir Dilma Rousseff

Eduardo Cunha tem um plano para destruir Dilma Rousseff.

O plano tem dois pontos, segundo Lauro Jardim:

1 - O impeachment será votado em 17 de abril, um domingo, "o que poderá fazer lotar as ruas Brasil afora, além de Brasília, claro".

2 - Eduardo Cunha fará "a chamada nominal dos deputados do Sul para o Norte, de modo que quando chegar nas áreas mais favoráveis ao governo o voto contra já será em torno de 75%".

Fonte: O Antagonista

quarta-feira, 23 de março de 2016

Na Semana Santa, Guerra Santa é deflagrada por blogueiros pagos

Segundo o comentarista da Jovem Pan, Cláudio Tognolli, as novas vítimas dos blogueiros pagos pelo governo são o editor de Época, Diego Escosteguy e o cantor Lobão. Bastaram alguns tweetspara a Guerra Santa ser deflagrada em meio a Semana Santa. Clique no vídeo e confira o comentário.

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