O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, criticou o discurso do secretário de Estado norte-americano, John Kerry, afirmando que foi “tendencioso e contra Israel”.
Netanyahu considerou que seguiu na mesma linha da resolução das Nações Unidas, aprovada na semana passada.
“Devo expressar a minha profunda deceção em relação ao discurso de John Kerry. Um discurso que foi quase tão desequilibrado quanto a resolução anti-Israel aprovada na ONU, na semana passada. No discurso, extensivamente sobre a paz entre israelitas e palestinianos, o secretário Kerry limitou-se a adular a campanha incessante de terrorismo, travada pelos palestinianos contra o Estado judaico, há quase um século”, afirmou Netanyahu.
O primeiro-ministro de Israel afirmou, ainda, que o discurso do chefe da diplomacia dos Estados Unidos foi “obsessivamente sobre colonatos” e ignorou a origem do problema: “a oposição palestiniana a um Estado judaico”.
Esta quarta-feira, Telavive aprovou a construção de mais um edifício, para os colonos, na Jerusalém oriental.
Fonte: EuroNews
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Israel suspende relação com Unesco após voto sobre Jerusalém
O ministro da Educação de Israel, Naftali Bennett, decidiu hoje (14) suspender todas as parcerias de cooperação com a Unesco, um dia após uma votação sobre um local sagrado em Jerusalém. As informações são da Agência Ansa.
"Não haverá mais encontros com representantes da Unesco ou participações de Israel em conferências internacionais", informou o governo, citado pelo jornal Maariv. "Não terá nenhuma cooperação com organizações profissionais que fornecem suporte ao terrorismo", criticou o Ministério, acusando os muçulmanos de atos de terroristas.
Ontem, os países-membros da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) votaram uma resolução que critica Israel por restringir o acesso de muçulmanos a um local sagrado para o Islã e para o Judaísmo. Trata-se do Monte do Templo, chamado de Al-Haram ash-Sharif pelos muçulmanos.
De acordo com Israel, a resolução da Unesco é uma afronta ao "vínculo milenar entre os judeus e o local". Por sua vez, a Autoridade Nacional Palestina (ANP), liderada por Mahmoud Abbas, disse que a resolução da Unesco é uma "mensagem clara para Israel colocar um fim às ocupações e reconhecer o Estado palestino, com Jerusalém como capital e os locais sagrados para cristãos e muçulmanos", disse o porta-voz do governo, Nabil Abu Rudeina.
A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, defendeu a resolução e disse que o patrimônio de Jerusalém é "indivisível" e "toda comunidade tem o direito ao explícito reconhecimento da sua história e da sua ligação com a cidade. Negar, esconder ou querer cancelar qualquer tradição, seja ela judaica, cristã ou muçulmana, significa colocar em perigo a integridade do lugar, vai contra os motivos que justificam a sua inscrição na lista de patrimônio mundial", criticou.
Fonte: EBC
"Não haverá mais encontros com representantes da Unesco ou participações de Israel em conferências internacionais", informou o governo, citado pelo jornal Maariv. "Não terá nenhuma cooperação com organizações profissionais que fornecem suporte ao terrorismo", criticou o Ministério, acusando os muçulmanos de atos de terroristas.
Ontem, os países-membros da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) votaram uma resolução que critica Israel por restringir o acesso de muçulmanos a um local sagrado para o Islã e para o Judaísmo. Trata-se do Monte do Templo, chamado de Al-Haram ash-Sharif pelos muçulmanos.
De acordo com Israel, a resolução da Unesco é uma afronta ao "vínculo milenar entre os judeus e o local". Por sua vez, a Autoridade Nacional Palestina (ANP), liderada por Mahmoud Abbas, disse que a resolução da Unesco é uma "mensagem clara para Israel colocar um fim às ocupações e reconhecer o Estado palestino, com Jerusalém como capital e os locais sagrados para cristãos e muçulmanos", disse o porta-voz do governo, Nabil Abu Rudeina.
A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, defendeu a resolução e disse que o patrimônio de Jerusalém é "indivisível" e "toda comunidade tem o direito ao explícito reconhecimento da sua história e da sua ligação com a cidade. Negar, esconder ou querer cancelar qualquer tradição, seja ela judaica, cristã ou muçulmana, significa colocar em perigo a integridade do lugar, vai contra os motivos que justificam a sua inscrição na lista de patrimônio mundial", criticou.
Fonte: EBC
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Morre, aos 93 anos, o ex-presidente de Israel Shimon Peres
Morreu na madrugada desta quarta-feira (28), aos 93 anos, o ex-presidente e ex-primeiro-ministro Shimon Peres, uma das figuras políticas mais importantes da história de Israel, vencedor do Nobel da Paz de 1994 por seus esforços para a resolução do conflito com os palestinos.
O estado de saúde de Peres se deteriorou seriamente no início do mês, quando foi vítima de um derrame no dia 13 de setembro. Ele estava internado num hospital em Tel Aviv havia duas semanas, e sua situação era acompanhada com apreensão em Israel.
Fonte: Terra Notícias
O estado de saúde de Peres se deteriorou seriamente no início do mês, quando foi vítima de um derrame no dia 13 de setembro. Ele estava internado num hospital em Tel Aviv havia duas semanas, e sua situação era acompanhada com apreensão em Israel.
Fonte: Terra Notícias
segunda-feira, 18 de abril de 2016
Ministro sueco renuncia após comparar Israel com nazismo
Copenhague - O ministro da Habitação sueco, o ecologista Mehmet Kaplan, apresentou nesta segunda-feira sua renúncia depois que foram divulgadas antigas declarações nas quais comparava o tratamento de Israel aos palestinos com o sofrido pelos judeus por parte dos nazistas.
As afirmações, feitas em um debate gravado por uma televisão local em 2009 e reveladas ontem por um jornal, se unem à polêmica originada na semana passada quando foram revelados os contatos de Kaplan com uma organização islamita e sua participação em um jantar ao qual compareceram membros de um grupo de extrema direita turco.
Fonte: Exame
As afirmações, feitas em um debate gravado por uma televisão local em 2009 e reveladas ontem por um jornal, se unem à polêmica originada na semana passada quando foram revelados os contatos de Kaplan com uma organização islamita e sua participação em um jantar ao qual compareceram membros de um grupo de extrema direita turco.
Fonte: Exame
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Israel pressiona Brasil para aceitar embaixador ligado a assentamentos
A relutância do governo brasileiro em aceitar a indicação do embaixador israelense ligado aos assentamentos em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia, Dani Dayan, gerou uma crise diplomática entre os dois países e a preocupação no governo israelense de que a disputa possa encorajar ativismo pró-Palestina e contra o país.
A indicação, há quatro meses, do empresário de origem argentina naturalizado israelense, um antigo líder do movimento de assentamentos judaicos, não foi bem vista pelo governo brasileiro, que tem como parte da sua política externa o apoio à criação de um estado palestino. Assim como a maior parte das potências internacionais, o Brasil considera os assentamentos judaicos em terras palestinas ilegais.
O embaixador anterior de Israel em Brasília, Reda Mansour, deixou o país na semana passada e o governo israelense afirmou neste domingo (27) que o Brasil arrisca degradar o relacionamento bilateral se Dayan não for autorizado a sucedê-lo. "O Estado de Israel deixará o nível de relacionamento diplomático com o Brasil a um nível secundário se o apontamento de Dani Dayan não for confirmado", afirmou a vice-ministra de Relações Exteriores Tzipi Hotovely ao canal de tevê Channel 10, acrescentando que Dayan é o único indicado. Ela afirmou ainda que o governo de Israel fará lobby através da comunidade judaica no Brasil, pessoas próximas à presidente Dilma Rousseff e apelos diretos do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu.
Leia mais aqui
Fonte: G1
A indicação, há quatro meses, do empresário de origem argentina naturalizado israelense, um antigo líder do movimento de assentamentos judaicos, não foi bem vista pelo governo brasileiro, que tem como parte da sua política externa o apoio à criação de um estado palestino. Assim como a maior parte das potências internacionais, o Brasil considera os assentamentos judaicos em terras palestinas ilegais.
O embaixador anterior de Israel em Brasília, Reda Mansour, deixou o país na semana passada e o governo israelense afirmou neste domingo (27) que o Brasil arrisca degradar o relacionamento bilateral se Dayan não for autorizado a sucedê-lo. "O Estado de Israel deixará o nível de relacionamento diplomático com o Brasil a um nível secundário se o apontamento de Dani Dayan não for confirmado", afirmou a vice-ministra de Relações Exteriores Tzipi Hotovely ao canal de tevê Channel 10, acrescentando que Dayan é o único indicado. Ela afirmou ainda que o governo de Israel fará lobby através da comunidade judaica no Brasil, pessoas próximas à presidente Dilma Rousseff e apelos diretos do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu.
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Fonte: G1
terça-feira, 17 de março de 2015
A um dia de eleição, Israel tem disputa acirrada entre Netanyahu e Herzog
As últimas pesquisas divulgadas antes das eleições desta terça-feira (17/03) demonstram que os votos dos eleitores israelenses se dividirão entre 11 partidos médios e pequenos e que, após a revelação dos resultados, provavelmente não se saberá quem será o próximo primeiro-ministro do país.
Os dois principais candidatos do pleito, o trabalhista Itzhak Herzog e o direitista Benjamin Netanyahu, aparecem com 20,8% e 17,5% das preferências, respectivamente. Como terceira força política das eleições em Israel, desponta, com 10,8% dos votos, a coligação árabe-judaica, que, pela primeira vez, agrupou em uma legenda só todos os partidos árabes, além de grupos esquerdistas que incluem cidadãos judeus.
O partido Likud, liderado pelo atual premiê, Benjamin Netanyahu, no poder desde 2009, contaria com apenas 21 das 120 cadeiras no Knesset, o Parlamento israelense. Para compor uma coligação governamental Netanyahu precisa do apoio de pelo menos 61 deputados.
Já para o Campo Sionista, coligação de centro-esquerda liderada pelo líder do Partido Trabalhista, Itzhak Herzog, as pesquisas preveem 25 cadeiras. Esta vantagem poderia garantir a Herzog a prioridade para tentar formar uma coalizão governamental e buscar o apoio de pelo menos 36 deputados para obter uma base parlamentar.
Leia mais aqui
Fonte: Opera Mundi
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Uma Esquerda insensível. Brasileiros esquerdistas apoiam Terrorismo do Estado Islâmico com silêncio.
Ouçam este Vereador, percebam o alto nível de sua fala. Ele sabe o que diz!
Neste vídeo abaixo, vê-se uma aula verdadeira. Informações que não se vê nas Escolas.
Neste vídeo abaixo, vê-se uma aula verdadeira. Informações que não se vê nas Escolas.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Hamas ainda prejudica o governo palestino, diz premiê
A Autoridade Palestina está preparando o terreno para uma conferência de doadores no Cairo em outubro com o objetivo de angariar bilhões de dólares para a reconstrução da Faixa de Gaza, disse o primeiro-ministro do país, Rami Hamdallah, nesta quarta-feira. Segundo ele, no entanto, o governo tem sido prejudicado pelo Hamas, grupo islâmico que controla a região de Gaza e cuja popularidade aumentou após sete semanas de confronto com Israel.
Em uma entrevista em seu gabinete na cidade de Ramallah, na Cisjordânia, Hamdallah disse que os problemas com o Hamas só pioraram desde o conflito com israelenses, um embate que não foi aprovado pelo governo central palestino. Ele afirmou que os potenciais doadores internacionais para a reconstrução de Gaza poderão ser dissuadidos pela preocupação com a extensão do controle do Hamas sobre o território - e, consequentemente, sobre o apoio enviado - a não ser que o governo possa tranquilizá-los.
"Nós não estamos controlando Gaza até este momento. Estamos fazendo nosso melhor para integrar todos os Ministérios, todas as instituições. Nós estamos lidando com dificuldades. Estamos falando aqui de sete anos de separação", lembrou o premiê, referindo-se à captura de Gaza pelo Hamas em 2007 e sua cisão com o Fatah, a facção política que domina a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).
Leia mais aqui
Fonte: Hoje em Dia
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Papa Francisco e Shimon Peres novamente juntos, no Vaticano
Cidade do Vaticano (RV) – Na próxima quinta-feira, 4 de setembro, o Papa Francisco receberá no Vaticano o ex-Presidente israelense Shimon Peres. A Audiência deverá se realizar na Casa Santa Marta, às 9h45min, após a Missa matutina celebrada na capela, informou a Sala de Imprensa da Santa Sé.
Em 8 de junho passado, no histórico encontro de oração pela paz convocado pelo Papa Francisco, Shimon Peres, na condição de Presidente de Israel, reuniu-se nos Jardins Vaticanos também com o Presidente Palestino, Abu Mazen e o Patriarca de Constantinopla Bartolomeu I.
Durante o voo de volta da Coréia, o Papa foi questionado pelos jornalistas se a iniciativa pela paz havia fracassado, devido à explosão de violência que se seguiu em Gaza após o encontro. Francisco respondeu que “absolutamente não foi um fracasso” e explicou:
“Foi aberta a porta da oração. Diz-se: ‘Deve-se rezar’. Trata-se de um dom: a paz é um dom, um dom que se merece com o nosso trabalho, mas é um dom. Há que dizer à humanidade que, juntamente com o caminho da negociação – que é importante –, do diálogo – que é importante –, há também o da oração. Tudo certo! Depois chegou o que chegou; mas isso é conjuntural. Ao contrário, aquele encontro não era conjuntural; é um passo fundamental do comportamento humano: a oração. Agora, a fumaça das bombas, das guerras não deixa ver a porta, mas a porta ficou aberta desde então. E, dado que eu creio em Deus, creio que o Senhor olha para aquela porta, e olha para quantos rezam e todos aqueles que Lhe pedirem para Ele nos ajudar”. (JE)
Fonte: Radio Vaticano
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Brasil é chamado de 'Anão diplomático' por Israelenses. Brasileiros sabem que não há diplomacia alguma!
'Governo brasileiro disse que ação de Israel em Gaza é desproporcional.Porta-voz respondeu com referência à goleada que Brasil sofreu na Copa. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, rebateu em entrevista ao Jornal Nacional, exibida na noite desta quinta-feira (24), as críticas feitas pelo governo brasileiro de uso "desproporcional" da força israelense na Faixa de Gaza.
Ele ironizou a declaração do Brasil e fez referência à derrota sofrida pela seleção brasileira por 7 a 1 em partida contra a Alemanha na semifinal da Copa. "A resposta de Israel é perfeitamente proporcional de acordo com a lei internacional. Isso não é futebol. No futebol, quando um jogo termina em empate, você acha proporcional e quando é 7 a 1 é desproporcional. Lamento dizer, mas não é assim na vida real e sob a lei internacional", disse Palmor.
Na quarta (23), em nota oficial, o governo brasileiro classificou de "inaceitável" a escalada da violência na Faixa de Gaza e informou que chamou o embaixador em Tel Aviv "para consulta".
A medida diplomática de convocar um embaixador é excepcional e tomada quando o governo quer demonstrar o descontentamento e avalia que a situação no outro país é de extrema gravidade.
Nesta quinta, o jornal "The Jerusalem Post" publicou reportagem na qual Yigal Palmor questiona a retirada do embaixador e chama o Brasil de "anão diplomático".
Em reação, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Luiz Alberto Figueiredo, afirmou que, se existe algum "anão diplomático", o Brasil não é um deles. Em entrevista à TV Globo, Yigal Palmor afirmou ainda que desproporcional seria deixar "centenas de pessoas mortas nas ruas de Israel".'
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Milhares marcham em Marselha, na França, em apoio à Israel
"Milhares de pessoas foram às ruas de Marselha, no sul da França, neste domingo para mostrar seu apoio a Israel, na primeira passeata desse tipo no país desde o início dos recentes combates em Gaza, disseram os organizadores.
Cerca de 2 mil manifestantes pró-Israel, carregando bandeiras francesas e israelenses, foram separados pela polícia de choque de algumas dezenas de manifestantes pró-palestinos que gritavam frases contra Israel no antigo porto de Marselha, no centro da cidade mediterrânea.
"Estamos aqui para mostrar a nossa solidariedade para com Israel, que tem sido atacado e tem o direito de se defender", disse William Labi, chefe do órgão que coordena congregações judaicas em Marselha, à Reuters. A passeata também foi organizada pelo grupo CRIF, que une a comunidade."
Leia o restante aqui
Fonte: Terra Notícias
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Rodrigo Constantino. Marketing geopolítico: a disputa é pelo coração das pessoas
Centenas de mortos na Palestina com a presença terrestre de Israel na Faixa de Gaza, após os terroristas do Hamas ignorarem a trégua. Quem pode defender Israel quando imagens de inocentes mortos em seus ataques ganham as páginas de todos os jornais e as telas das TVs mundo afora?
Luiz Felipe Pondé, em sua coluna de hoje, toca em um ponto fundamental para esse debate: o marketing geopolítico. Israel está preocupado em proteger sua população, sempre sob a ameaça de terroristas que simplesmente não admitem sua existência. Não está preocupado em fazer marketing, propaganda na mídia. Isso acaba sendo monopólio do lado de lá, dos palestinos e da esquerda anti-judaica.
Foi como na “Primavera Árabe”, que encantou a intelligentsia ocidental, que adorava falar do “despertar democrático” do mundo islâmico em cafés seguros do próprio Ocidente. O resultado prático nada teve a ver com toda aquela ilusão vendida pela imprensa ocidental, dominada pela esquerda.
Hamas finge querer a paz e lutar apenas pelo direito de um Estado Palestino. Balela. Mas há quem acredite, pois os terroristas palestinos contam com amplo apoio dos (de)formadores de opinião ocidentais. Israel precisa ser pintado como o grande vilão, poderoso aliado do próprio Satã, os Estados Unidos.
Um país com 8 milhões de habitantes, com território nada fértil, em um regime democrático, em meio a inúmeros países ditatoriais com grupos terroristas que desejam nada menos do que sua destruição: mas Israel é o Golias contra o pobre Davi. Tudo marketing. Diz Pondé:
terça-feira, 15 de julho de 2014
O Hamas quer atacar seus contrários. O Hamas se ramifica dentro da Esquerda mundial!
"Após os ataques, o Hamas declarou que todos os israelenses são alvos legítimos de seus ataques." A Esquerda Politica nada diz contra isto. Os socialistas adoram ver coisas assim. Este povo apoia os sanguinários terroristas.... há um alinhamento mundial de forças esquerdistas. Em vários países eles estão infiltrados, em várias regiões possuem Poder, eles não abrem mão nem de uma cadeira de vereador. São influentes, usam a massa de manobra do povo que sofre para ampliarem o Poder e fazerem sofrer mais ainda.
Usam discursos bondosos e se fazem salvadores das Nações, pregam a implantação de um mundo perfeito, nem que custe o sangue de inocentes. Querem expulsar do mundo tudo que seja contra seu totalitarismo. Odeiam o Capitalismo, odeiam o Cristianismo, odeiam o Judaísmo, odeiam a Família, odeiam a Liberdade, odeiam os Héteros.
Onde tem um Terrorista, tem uma veia da ideologia socialista! Estão por toda parte, para enfrentá-los, devemos nos armar com a Palavra de Deus, com a Verdade, com a Ciência, com a Espada, com as devidas Armas bélicas e com a união de todos por uma única causa.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Papa convida presidentes da Palestina e Israel a rezarem com ele, no Vaticano, em favor da paz
Belém (RV) - Ao término da Santa Missa, na Praça da Manjedoura, diante da Basílica da Natividade, em Belém, o Santo Padre passou a rezar, na manhã deste domingo, a oração pós-pascal do Regina Coeli, com a multidão presente.
Antes da oração, o Santo Padre foi muito aplaudido e causou grande comoção quando fez o seguinte convite ao Presidente de Israel e ao Presidente da Palestina:
“Neste Lugar, onde nasceu o Príncipe da Paz, desejo fazer um convite ao senhor, Presidente Mahmoud Abbas, e ao senhor, Presidente Shimon Peres, a elevarem, junto comigo, uma intensa oração, a fim de implorar de Deus o dom da paz. Ofereço a minha casa, no Vaticano, para hospedar este encontro de oração. Construir a paz é difícil, mas viver sem paz é um tormento! Todos os homens e mulheres desta Terra e do mundo inteiro nos pedem para apresentar a Deus seu ardente desejo de paz.”.
A seguir, na sua breve alocução mariana, o Papa dirigiu seu pensamento a Maria Santíssima, que aqui, em Belém, deu à luz o seu filho Jesus. A Virgem, mais do que ninguém, contemplou Deus no rosto humano de Jesus. Ajudada por São José, ela o envolveu em panos e o reclinou em uma manjedoura. Por isso, o Papa recorreu à sua proteção e fez o seguinte ato de consagração:
“A Ela confiamos este território e todos aqueles que nele habitam, para que possam viver na justiça, na paz e na fraternidade. Confiamos também os peregrinos que vêm aqui haurir nas fontes da fé cristã. Velai, ó Maria, pelas famílias, os jovens, os idosos; velai por aqueles que perderam a fé e a esperança; confortai os doentes, os encarcerados e os atribulados; sustentai os Pastores e toda a comunidade eclesial para que sejam «sal e luz» nesta Terra bendita”.
Contemplando a Sagrada Família aqui, em Belém, o Bispo de Roma dirigiu seu pensamento espontâneo a Nazaré, onde espera poder ir, se Deus quiser, na próxima ocasião. Da Praça da Manjedoura, o Papa enviou ainda seu abraço fraterno aos fiéis cristãos, que vivem na Galileia, expressando seu apreço pela criação, em Nazaré, do Centro Internacional para a Família.
Por fim, o Pontífice confiou à Virgem Santa os destinos da humanidade, para que, no mundo, possam se abrir horizontes novos e promissores de fraternidade, solidariedade e paz.
Ao término da oração pascal do Regina Coeli, o Papa Francisco se dirigiu ao vizinho Convento dos Franciscanos, situado ao lado da Basílica da Natividade, em Belém, onde almoçou com algumas famílias e indigentes.
Em seguida, fez uma visita privada à Gruta da Natividade, em Belém, onde, sob o altar, há uma estrela de prata com a escrita em latim: “Aqui, Jesus Cristo nasceu da Virgem Maria”.
Enfim, o Bispo de Roma visitou ainda o vizinho Centro Fênix, de assistência aos refugiados, e saudou um numeroso grupo de crianças dos Campos de Refugiados do território palestino. (MT)
Fonte: http://pt.radiovaticana.va/news/2014/05/25/papa_convida_presidentes_da_palestina_e_israel_a_rezarem_com_ele,_no/bra-802128
ACI Digital
O Papa Francisco se reunirá no dia 8 de junho com os presidentes de Israel e Palestina no Vaticano
Vaticano, 29 Mai. 14 / 03:36 pm (ACI).- A Sala de Imprensa da Santa Sé informou hoje que o Papa Francisco se reunirá com o Presidente de Israel, Shimon Peres, e o da Palestina, Mahmoud Abbas, no próximo dia 8 de junho no Vaticano.
Em um comunicado divulgado hoje, destaca-se que este “encontro de oração pela paz” será no dia 8 de junho (domingo de Pentecostes) e que “a data foi aceita pelas partes”.
Durante a sua viagem à Terra Santa, o Papa Francisco convidou ambos os mandatários a rezar com ele pela paz, e para isso, ofereceu a sua casa no Vaticano. O convite foi aceito rapidamente pelos dois presidentes.
Fonte: ACI Digital
quarta-feira, 14 de maio de 2014
terça-feira, 15 de abril de 2014
ONU quer que israelenses e palestinos mantenham conversações de paz
| Ban Ki-moon. Foto: ONU/Eskinder Debebe |
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu a israelenses e palestinos que continuem engajados, de forma construtiva, nos esforços para a criação de dois Estados independentes.
O porta-voz de Ban, Stephane Dujarric, afirmou que o chefe da ONU discutiu o assunto, por telefone, com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu e com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, durante o fim de semana.
Acordo de Paz
Dujarric disse que o motivo da ligação foi debater os esforços contínuos e tentar estender as negociações na direção de um acordo de paz final entre Israel e Palestina.
Os dois lados retomaram o diálogo em agosto do ano passado depois dos esforços feitos pelo secretário de Estado americano, John Kerry.
As negociações diretas entre israelenses e palestinos foram interrompidas em setembro de 2010, depois que o governo de Tel Aviv se recusou a prorrogar o congelamento das construções de novos assentamentos em territórios palestinos.
Nas conversas separadas com Netanyahu e com Abbas, Ban expressou também esperança de que os dois líderes possam aproveitar a abertura criada pelos esforços americanos e encontrem uma forma de alcançar a solução de dois Estados.
Fonte: http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2014/04/onu-quer-que-israelenses-e-palestinos-mantenham-conversacoes-de-paz/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter#.U0xGEqinxhk
segunda-feira, 6 de maio de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
Papa Francisco recebeu Shimon Peres, Presidente do Estado de Israel: Paz na Terra Santa e na Síria
O Santo Padre recebeu em Audiência na manhã desta terça-feira, no Palácio Apostólico, o Presidente de Israel Shimon Peres, que sucessivamente encontrou o Secretário de Estado, Tarcisio Bertone, acompanhado do Secretário para as Relações com os Estados, Dom Dominique Mamberti.
Durante os encontros tratou-se da realidade político-social do Médio Oriente, onde perdura uma situação de conflito. Deseja-se uma retoma nas negociações entre israelitas e palestinianos, para que, com decisões corajosas e a disponibilidade de ambas as partes, e o apoio da comunidade internacional, se possa chegar a um acordo que respeite as legítimas aspirações dos dois Povos e assim contribuir para a paz e à estabilidade na região. Foram tratadas ainda questões relativas à cidade de Jerusalém e defendida uma solução pacífica, que privilegie a reconciliação e o diálogo para a grave situação na Síria. As relações entre o Estado de Israel e a Santa Sé e entre as Autoridades estatais e as comunidades católicas locais também fizeram parte das conversações. Foram também elogiados os notáveis progressos feitos pela Comissão bilateral de trabalho, empenhada na elaboração de um Acordo sobre questões de interesse comum, para o qual se deseja uma pronta conclusão.
O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, confirmou o convite de Peres ao Papa Francisco para visitar Israel assim que possível.
Entretanto a cidade de Assis prepara-se para a chegada do Presidente israelita Shimon Peres nesta quarta feira, 1º de maio onde lhe será conferido o título de cidadão honorário da cidade. A cerimónia será no salão do Sacro Convento às 10h15. O Presidente será recebido pelo custódio do convento, Frei Mauro Gambetti, da comunidade franciscana conventual, pelo bispo de Assis, Dom Domenico Sorrentino, pela presidente da região da Umbria, Catiusca Marini, e o prefeito da cidade, Claudio Ricci.“Shimon Peres é o nono prémio Nobel da paz que visita a Basílica de São Francisco”, declarou Frei Enzo Fortunato, diretor de comunicação do Sacro Convento de Assis. Antes dele, foram Lech Walesa (18 janeiro1981), Dalai Lama (26 outubro 1986), Madre Teresa di Calcutá (26 outubro 1986), Yasser Arafat (6 abril 1990), Betty Williams (24 setembro 1995), Carlos Felipe Ximenes Belo (15 junho 1997), Mikhail Gorbachev (15 março 2008) e Mohamed El Baradei (17 novembro 2009).
(R.S.)
Fonte: News.va
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