Os membros do Comitê de Inteligência da House of Representatives discordam disso, ao ponto de terem liberado nesta semana um relatório de quatro páginas sobre uma investigação de dois anos que aponta que Snowden danificou a segurança nacional dos EUA.
“A grande maioria dos documentos que ele roubou não tem nada a ver com programas impactando os interesses de privacidade individual”, afirma o Comitê. “Em vez disso, eles estão ligados a programas das áreas militar, de defesa e inteligência e são de grande interesse para os adversários dos EUA.”
Segundo o Comitê, Rússia, China, Irã e terroristas poderiam acessar as informações liberadas por Snowden para fazer mal aos EUA.
Fonte: IDGNow
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sexta-feira, 16 de setembro de 2016
Bispos pedem ao governo de Obama pelo fim da "perseguição jurídica" às freiras que rechaçaram mandato abortista
WASHINGTON DC, 14 Set. 16 / 04:00 pm (ACI).- Alguns peritos legais assinalam nestes dias que o governo dos Estados Unidos tem a oportunidade de pôr um fim na “perseguição jurídica” às Irmãzinhas dos Pobres (Little Sisters of the Poor), algo que deveria aproveitar.
No dia 16 de maio deste ano, a Suprema Corte desse país determinou, de forma unânime, que o governo não pode multar a Congregação de religiosas por não ceder ante o mandato abortista da administração do presidente Barack Obama.
"Em um país dedicado à liberdade religiosa, o conflito entre Igreja e o Estado deve ser evitado. E uma vez iniciado, deve terminar logo e afetuosamente", declarou o advogado da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) aos Centros de Serviços de Medicare e Medicaid (CMS) em 9 de setembro.
Acrescentou que "agora está explicado, com muita claridade, como o governo pode conseguir suas políticas a longo prazo sem obrigar aqueles que têm sinceras objeções religiosas”.
A lei de saúde, aprovada em 2010, ordenou que o "cuidado preventivo" devia ser coberto em todos os planos de saúde. Nos regulamentos estabelecidos dois anos depois, o Sistema de Saúde e Serviços Sociais dos Estados Unidos (HHS) interpretou que todas as empresas e instituições deviam subministrar cobertura na área da saúde aos seus funcionários, incluindo anticoncepcionais, esterilizações e pílulas abortivas.
Em seguida, o governo anunciou um processo para que as organizações sem fins de lucro optem por não seguir o mandato, mas muitos grupos –incluindo as dioceses e as Irmãzinhas dos Pobres–, disseram que o suposto convênio ainda os obrigava a violar suas crenças religiosas. Mais de 300 organizações denunciaram o governo por aquele mandato.
A alegação por escrito das Irmãzinhas e outros demandantes como a Arquidiocese de Washington e o Bispo de Pittsburgh, Dom David Zubik, foi recebida pela Suprema Corte o 2015.
Depois de receber os relatórios, a Corte devolveu o caso em maio aos Tribunais de Primeira Instância e disse que tanto as religiosas como o governo deviam encontrar uma solução.
Segundo a USCCB “a solução existe”. “Apenas há um caminho para um acordo sobre o assunto e é que as Irmãzinhas e outras organizações sem fins de lucro elaborem as modificações ao mandato”, afirmaram.
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