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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Câmara de Vereadores de Montes Claros fica uma semana inteira sem trabalhar

Por conta das comemorações do dia de Finados e do dia do Servidor Público, os serviços Parlamentares e Administrativos da Câmara de Vereadores de Montes Claros ficam inoperantes por uma semana inteira, entre os dias 2 a 6 de novembro. Pelo jeito, caso o cidadão montesclarense precisar do Legislativo durante esta semana, ele não logrará êxito. 

Lembrando que estes dias serão contados como trabalhados e nenhum funcionário ou vereador terá seu contra-cheque alterado por isto. Mas a população sim, terá um prejuízo. Enquanto isto, no mundo real, nenhuma Empresa do setor privado costuma liberar seus funcionários utilizando os mesmos parâmetros. #Faltadevergonha


http://177.101.38.2/index.php/component/k2/item/677-comunicado

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Defender o protecionismo é defender a escassez - defender o livre comércio é defender a abundância

Quanto mais barato e facilitado for o nosso acesso aos produtos que os estrangeiros gentilmente querem nos vender, maior será o nosso padrão de vida.

Quanto mais baratos forem os produtos estrangeiros importados, mais iremos ganhar com a abundância de bens e serviços acessíveis.

E, ao contrário do que os protecionistas acreditam, maior será a criação de empregos com salários maiores.

Comecemos pelo básico

Todos nós trabalhamos porque queremos trocar os frutos do nosso trabalho (dinheiro) por aqueles bens e serviços que ainda não temos ou dos quais necessitamos continuamente.  Trabalhamos e produzimos para que então possamos demandar bens e serviços.  Por isso, nossa produção representa, tautologicamente, nossa demanda.

Se as fronteiras do território dentro do qual você vive estão completamente abertas para todos os bens e serviços produzidos mundialmente, então você é uma pessoa de sorte: você está na privilegiada situação de ter os indivíduos mais talentosos do mundo trabalhando e produzindo para atender às suas demandas.

Mais ainda: esses indivíduos talentosos estão concorrendo acirradamente entre eles para fornecer a você as melhores ofertas. Sob este arranjo, por definição, o poder de compra do seu salário alcança sua máxima capacidade.

Todos aqueles que gostam de barganhas e de pechinchas adoram, intuitivamente, o livre comércio.

Por outro lado, se o governo fecha artificialmente as fronteiras do país para os produtos estrangeiros, então a população passa a viver sob um permanente estado de isolamento e autarquia.  Ao serem praticamente proibidas de utilizar os frutos do seu trabalho para adquirir aqueles bens e serviços que são produzidos com mais qualidade por estrangeiros, as pessoas acabam sendo obrigadas a desempenhar várias atividades nas quais não têm nenhuma habilidade.

Uma pessoa boa em informática acaba tendo de trabalhar como operário em uma siderurgia, pois seu governo restringe a importação de aço, que poderia ser adquirido mais barato de estrangeiros.  Engenheiros acabam virando operários de fábricas.

Estando isoladas da divisão mundial do trabalho, tais pessoas trabalham apenas para sobreviver, e não para desenvolver seus talentos.  Elas não podem trabalhar naquilo em que realmente são boas, pois a restrição ao livre comércio obriga os cidadãos a fazerem de tudo, inclusive aquilo de que não entendem.

Em países de economia aberta, as pessoas, exatamente por poderem adquirir bens e serviços fornecidos por estrangeiros que são melhores no suprimento destes, podem se concentrar naquilo em que realmente são boas.  Em países de economia fechada, as pessoas não têm essa opção.

Leia o restante aqui

Fonte: Mises

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Lula e Dilma pelo visto NUNCA trabalharam. Lula e Dilma são imprestáveis para um Mercado de Trabalho


Lula e Dilma pelo visto NUNCA trabalharam. Nenhuma Empresa teria coragem de os contratar para porem a mão na massa em alguma linha de produção. Não dá para confiar em pessoas deste tipo, pois faltam-lhes virtudes e qualidades. As Empresas são normalmente impecáveis e intransigente, elas não contratam gente sem qualificação, sem currículo e desprovida de suficiência.

Lula e Dilma não possuem técnica, não tem horas laborais em seus históricos, não têm experiência, não existe qualquer produto no Brasil que eles tenham desenvolvido ou ajudado a desenvolver. Eles não têm teses, não tem projeto, não tem cursos, não tiraram nem uma pedra do chão, nunca varreram um quintal. Se tirarem o dinheiro provindo do crime destes dois, eles invariavelmente se tornariam mendigos e passariam fome e miséria. Lula e Dilma nunca trabalharam e para piorar, nunca quiseram trabalhar, e como fim, eles ainda nem pensam em se tornar trabalhadores.

Não há empresas justas que os possam contratar. Lula e Dilma são velhos e pouco poderiam produzir, eles não teriam abertura mental ou física para aprender alguma profissão. Eles são apegados a mentiras, poderiam complicar o Ambiente de trabalho. São acostumados, muito acostumados a corrupções, portanto não teriam condições de trabalhar com dinheiro alheio. São preguiçosos, faladores, dispersos, dislexos e não cumpridores de normas, regimentos e horários. 

Lula e Dilma gostam muito de regalias, tem manias de ter escravos para fazerem suas atividades mais pesadas, como lavagem de roupa, carregar malas, engraxar sapatos, segurar guarda-sol e guarda-chuvas. São viciados em cargos políticos, daqueles que não estão ligado a qualquer produção que seja. Lula é declaradamente analfabeto, Dilma possui disfunção mental. Em um Concurso, em um teste de aptidão ou psicotécnico não passariam nem perto para se tornarem Candidatos a uma vaga de Emprego.

Lula e Dilma são imprestáveis para um mercado de trabalho, são inaptos, improducentes, inativos economicamente e além de tudo arrogantes. Vejam que após suas saídas de cargos públicos, não houve qualquer tentativas de contratações em Empresas, nem mesmo aquelas que esteve ligados a Corrupção com eles.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

A Queda do PT não é a solução total. Não se acabam os problemas!

Temos como presente um grande número de políticos de linha socialista. Políticos que não entende os benefícios do capitalismo e da liberdade de mercado. No Brasil temo hoje uma política de perseguição ao Empresário, desde o micro até o grande Empreendedor. Veja como é difícil manter um Negócio! Há uma burocracia desnecessária para se criar uma empresa, o Governo torna-se um sócio majoritário que toma a maior parte do rendimento em taxas e impostos, um sócio que não produz mas que fica com o lucro, um verdadeiro parasita.

Existe ainda no Brasil na questão do comércio a danosa luta de classe criada pelo marxismo e mantido por muitos políticos. Há uma inimizade constante entre o Empregado e Empregador. Um comerciante pensa mil vezes antes de contratar um funcionário, só no último caso se faz contratações, porque é desvantajoso financeiramente e legalmente manter um empregado. O empregador é obrigado a dar ao governo impostos para manter funcionários e com isto é obrigado a pagar pouco ao funcionário. A legislação é contra o empregador e se veste de favorável ao empregado, no que na realidade é ruim para ambos. 

O governo através das leis tem ingerência nas empresas e com isto atrapalha o desenvolvimento e relacionamento empregatício. Ele empaca a liberdade de investimento e impõe medo nos diretores e nos investidores. Hoje é muito arriscado criar e manter um negócio. Aqueles que querem ter bonanças e riquezas não podem mais buscar seus instintos de negociadores, fazendeiros, comerciantes etc. Os verdadeiros ricos e prósperos financeiramente estão na Política (corrupção), são as pessoas de maiores patrimônios e estabilidade financeira. A legislação está favorável ao Político corrupto e desfavorável ao comerciante empregador. Assim sofre todo o mercado de forma abrangente e é esta uma das explicações desta crise cancerígena que corrói a Nação Brasileira!

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Câmara aprova texto-base do projeto que regulamenta terceirização


O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (8) o texto-base do Projeto de Lei 4330/04, que regulamenta os contratos de terceirização no setor privado e para as empresas públicas, de economia mista, suas subsidiárias e controladas na União, nos estados, no Distrito Federal e nos municípios. Foram 324 votos a favor do texto, 137 contra e 2 abstenções.

Um acordo de procedimentos entre os partidos deixou a votação dos destaques para a próxima terça-feira (14), quando pontos polêmicos deverão ser decididos em votações separadas.

O substitutivo apresentado pelo deputado Arthur Oliveira Maia (SD-BA), que relatou a matéria em Plenário em nome das comissões, manteve, por exemplo, a possibilidade de a terceirização ocorrer em relação a qualquer das atividades da empresa.

O texto não usa os termos atividade-fim ou atividade-meio, permitindo a terceirização de todos os setores de uma empresa. Os opositores do projeto argumentam que isso provocará a precarização dos direitos trabalhistas e dos salários.

Esse deve ser um dos pontos a serem debatidos por meio de destaques na próxima semana.

De acordo com o relator, o texto segue “uma linha média capaz de atender os trabalhadores, os empresários e a economia brasileira”, destacando que muito da precarização do trabalho terceirizado decorre da falta de uma regulamentação.

Fonte: Câmara Notícias

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Senadores ouvirão ministros sobre MPs das mudanças trabalhistas e previdenciárias


Os ministros de Trabalho, Manoel Dias, e da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, virão ao Senado nesta terça-feira (7) para esclarecer aos senadores as mudanças em direitos trabalhistas e previdenciários, previstas nas Medidas Provisórias 664/2014 e 665/2014. Eles serão ouvidos em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), a partir das 10h.

A iniciativa de trazer os ministros para tratar das mudanças foi do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). As duas MPs foram enviadas ao Congresso pelo Executivo no fim do ano passado como parte de um ajuste fiscal para impulsionar a economia do país. As medidas promovem restrições na concessão de benefícios sociais, como abono salarial, pensão por morte, seguro-desemprego, seguro-defeso, auxílio-doença e auxílio-reclusão e estão sendo analisadas por comissões mistas.

Regras previdenciárias

A MP 664/2014 muda as regras de direitos previdenciários como a concessão de pensão por morte e o auxílio-doença. Com a medida, a pensão por morte passou a só ser concedida ao cônjuge que comprove, no mínimo, dois anos de casamento ou união estável. Antes não havia exigência de período mínimo de relacionamento. Também passou a ser necessário comprovar 24 meses de contribuição para a Previdência.

Quanto ao auxílio-doença, o prazo para que o afastamento do trabalho gere direito ao benefício, pago pelo INSS, passou de 15 para 30 dias. Pela medida provisória, afastamentos de até 30 dias são de responsabilidade das empresas.

Direitos trabalhistas

Já a MP 665/2014 endurece as regras para a concessão do seguro-desemprego, do seguro-defeso para pescadores profissionais e do abono salarial. Entre as mudanças trazidas pelo texto está a adoção de um prazo de carência para acesso ao seguro-desemprego. Agora o trabalhador precisa ter, pelo menos, 18 meses de registro em carteira para pedir o benefício pela primeira vez. O prazo diminui para 12 meses no segundo pedido e só a partir da terceira vez se iguala ao prazo exigido anteriormente, de seis meses.

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