Ao contrário de como acontece na maioria dos países, os EUA não usam dinheiro estatal para treinar seus atletas. Os norte-americanos possuem um fundo privado, o Team USA, onde os recursos são captados por meio de doações privadas para financiar o esporte no país. Além disso, milhares de atletas americanos recebem patrocínio individual de empresas privadas, que faturam milhões ao associar o nome do atleta com a marca.
Como não há recurso estatal, os atletas precisam trabalhar, isto é, possuir um ótimo desempenho para continuar recebendo os recursos privados. Afinal, ninguém vai doar dinheiro para um atleta que não consegue ter um bom empenho. Isso explica o sucesso dos EUA nos jogos Olímpicos e não é à toa que ganharam as Olimpíadas do Rio de Janeiro com 121 medalhas, quase o dobro do segundo colocado, o Reino Unido. Na história, já acumulam mais de 1000 medalhas de ouro.
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Fonte: Ilisp
O Corpo de Cristo vive na Terra, onde há liberdade para organizar a conduta humana. A Política deve estar ordenada à Fé. EuPolítico: Combate, palavras, notícias, idéias e anúncio.
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segunda-feira, 22 de agosto de 2016
terça-feira, 26 de julho de 2016
CRISE. Leilão de imóveis por inadimplência sextuplica no Paraná
Os efeitos da crise econômica contribuíram para elevar em mais de seis vezes o número de imóveis levados a leilão nos últimos quatro anos, no Paraná.
Dados da Associação Nacional dos Mutuários (ANM/PR) apontam que no primeiro semestre de 2016 a média mensal de imóveis leiloados devido à falta de pagamento das prestações do financiamento foi de 154 unidades, contra as 25 registradas em 2013. Em relação a 2015, quando a média mensal era de 116 imóveis, o crescimento foi de quase 33%.
No acumulado do ano, até junho, 925 imóveis foram levados a leilão no estado. O volume corresponde a 66% do total registrado durante todo o ano de 2015, quando 1.395 unidades foram leiloadas.
“A alta do desemprego e a perda de renda pelas famílias [reflexos diretos da crise] estão entre os principais fatores que tem levado ao aumento da inadimplência”, aponta Luiz Alberto Copetti, presidente da ANM/PR.
Outro ponto que também contribuiu para estes resultados, segundo ele, foi a facilidade para a obtenção do crédito imobiliário registrada nos últimos anos, o que fez com que muitas pessoas dessem “o pulo maior do que a perna” e não tomassem as devidas precauções em relação a ele.
“Muita gente não se dá conta de que com três prestações consecutivas em atraso o banco pode retomar o imóvel, de acordo com as regras da alienação fiduciária, e que esta retomada é muito rápida”, acrescenta o presidente.
Fonte: Gazeta do Povo
Dados da Associação Nacional dos Mutuários (ANM/PR) apontam que no primeiro semestre de 2016 a média mensal de imóveis leiloados devido à falta de pagamento das prestações do financiamento foi de 154 unidades, contra as 25 registradas em 2013. Em relação a 2015, quando a média mensal era de 116 imóveis, o crescimento foi de quase 33%.
No acumulado do ano, até junho, 925 imóveis foram levados a leilão no estado. O volume corresponde a 66% do total registrado durante todo o ano de 2015, quando 1.395 unidades foram leiloadas.
“A alta do desemprego e a perda de renda pelas famílias [reflexos diretos da crise] estão entre os principais fatores que tem levado ao aumento da inadimplência”, aponta Luiz Alberto Copetti, presidente da ANM/PR.
Outro ponto que também contribuiu para estes resultados, segundo ele, foi a facilidade para a obtenção do crédito imobiliário registrada nos últimos anos, o que fez com que muitas pessoas dessem “o pulo maior do que a perna” e não tomassem as devidas precauções em relação a ele.
“Muita gente não se dá conta de que com três prestações consecutivas em atraso o banco pode retomar o imóvel, de acordo com as regras da alienação fiduciária, e que esta retomada é muito rápida”, acrescenta o presidente.
Fonte: Gazeta do Povo
terça-feira, 19 de julho de 2016
90% dos brasileiros dizem que qualidade dos serviços públicos deveria ser melhor considerando o valor dos impostos
Sete em cada dez brasileiros concordam que a baixa qualidade dos serviços públicos se deve mais à má gestão dos recursos do que à falta deles. Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 81% dos brasileiros acreditam que o governo já arrecada muito e não precisa aumentar os impostos para melhorar os serviços públicos. Para 84% das pessoas, os impostos no Brasil são elevados ou muito elevados e 73% são contra o retorno da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Para 80% dos entrevistados, o governo deve reduzir as despesas atuais para diminuir os déficits orçamentários. Dos que acham que o governo deve manter os gastos, a primeira opção para estabilizar as contas públicas deve ser a privatização de bens.
Infografia: 8 em cada 10 brasileiros acreditam que os recursos públicos são mal utilizados"As pessoas percebem que o governo arrecada muito com tributos e que o que volta para a sociedade não é de qualidade. A população prefere que o governo melhore a eficiência do gasto público em vez de aumentar ou criar impostos. Aumentar a eficiência é possível, mas não é suficiente. Nesse momento, é importante promover um debate que informe à sociedade a situação das contas do governo e explique a necessidade de reformas urgentes, como a da Previdência", afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.
Fonte: Portal da Indústria
sexta-feira, 17 de junho de 2016
Argentina e Brasil devem buscar novos mercados, defende embaixador
A Argentina e o Brasil devem ser mais “agressivos” na busca de acordos de comércio com outras partes do mundo, disse nesta quinta-feira (16) o embaixador argentino em Brasília, Carlos Alfredo Magariños. Em audiência pública promovida pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), a pedido do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), o embaixador defendeu a rápida resolução de conflitos bilaterais e a elaboração de uma estratégia conjunta do Mercosul de inserção na economia internacional.
— Os países emergentes já representam mais da metade do Produto Interno Bruto global em paridade de poder de compra. Uma nova classe média global terá, em 2020, 3,2 bilhões de pessoas, das quais 54% na Ásia. Empresas de países emergentes estão alcançando liderança na economia mundial. Que lugar terão as empresas de Brasil e Argentina nesse processo? Creio que temos de pensar nos mercados que estão fora de nossa região — afirmou Magariños.
O embaixador citou o exemplo da China, que neste momento está empenhada em criar a Nova Rota da Seda, um conjunto de ferrovias e rotas de navegação que permitirá grande ampliação do comércio chinês com a Europa e a Ásia Central. Em sua opinião, Argentina e Brasil deveriam analisar como se integrar melhor à economia internacional.
Automóveis
Em relação ao comércio bilateral, Magariños disse que os dois países podem chegar “muito rapidamente” ao livre intercâmbio de automóveis, desde que sejam superadas “desconfianças” que existem dos dois lados. Para isso, ressaltou, deve-se buscar “nivelar o campo de jogo”, uma vez que existem diferenças entre os regimes tributários dos dois países, especialmente em função do programa Inovar Auto. Por outro lado, observou, será necessário garantir proteção ao setor de auto-peças da Argentina.
— Os países emergentes já representam mais da metade do Produto Interno Bruto global em paridade de poder de compra. Uma nova classe média global terá, em 2020, 3,2 bilhões de pessoas, das quais 54% na Ásia. Empresas de países emergentes estão alcançando liderança na economia mundial. Que lugar terão as empresas de Brasil e Argentina nesse processo? Creio que temos de pensar nos mercados que estão fora de nossa região — afirmou Magariños.
O embaixador citou o exemplo da China, que neste momento está empenhada em criar a Nova Rota da Seda, um conjunto de ferrovias e rotas de navegação que permitirá grande ampliação do comércio chinês com a Europa e a Ásia Central. Em sua opinião, Argentina e Brasil deveriam analisar como se integrar melhor à economia internacional.
Automóveis
Em relação ao comércio bilateral, Magariños disse que os dois países podem chegar “muito rapidamente” ao livre intercâmbio de automóveis, desde que sejam superadas “desconfianças” que existem dos dois lados. Para isso, ressaltou, deve-se buscar “nivelar o campo de jogo”, uma vez que existem diferenças entre os regimes tributários dos dois países, especialmente em função do programa Inovar Auto. Por outro lado, observou, será necessário garantir proteção ao setor de auto-peças da Argentina.
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Venezolanos se toman últimas latas de la emblemática cerveza Polar
Como ocurrió en su momento con productos como el papel higiénico, la leche o la pasta, esta semana pudo verse a muchos venezolanos comprando con apuro las que, por ahora y quien sabe por cuánto tiempo, serán las últimas latas y botellas de cervezas Polar, luego de que el viernes suspendió operaciones la cuarta y última planta de esa cervecería por falta de materia prima. Las otras tres plantas se paralizaron durante la semana.
La advertencia que hizo la empresa hace casi dos meses sobre los “niveles críticos” de abastecimiento de cebada malteada en sus galpones no movilizó al sistema de administración de dólares que controla el gobierno del presidente Nicolás Maduro, único autorizado para comprar y vender los dólares en Venezuela, señala en un informe del diario El Tiempo de Colombia, la corresponsal Valentina Lares Martiz.
A pesar de las decenas de solicitudes emitidas por la Cervecería Polar (cuyos productos cubren hasta el 80% del mercado cervecero del país), el Gobierno sigue sin dar acceso a los dólares para la importación de la cebada. Así que, hasta nuevo aviso, Venezuela se quedó sin cerveza ni malta.
“Hemos agotado también todas las opciones de endeudamiento con nuestros proveedores internacionales”, explicó la Polar en un comunicado fechado el 21 de abril, en el que pide al Gobierno que considere venderle las divisas al precio más alto del control cambiario –que actualmente maneja dos tasas– para destrabar la importación de la cebada y evitar suspender la producción.
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La advertencia que hizo la empresa hace casi dos meses sobre los “niveles críticos” de abastecimiento de cebada malteada en sus galpones no movilizó al sistema de administración de dólares que controla el gobierno del presidente Nicolás Maduro, único autorizado para comprar y vender los dólares en Venezuela, señala en un informe del diario El Tiempo de Colombia, la corresponsal Valentina Lares Martiz.
A pesar de las decenas de solicitudes emitidas por la Cervecería Polar (cuyos productos cubren hasta el 80% del mercado cervecero del país), el Gobierno sigue sin dar acceso a los dólares para la importación de la cebada. Así que, hasta nuevo aviso, Venezuela se quedó sin cerveza ni malta.
“Hemos agotado también todas las opciones de endeudamiento con nuestros proveedores internacionales”, explicó la Polar en un comunicado fechado el 21 de abril, en el que pide al Gobierno que considere venderle las divisas al precio más alto del control cambiario –que actualmente maneja dos tasas– para destrabar la importación de la cebada y evitar suspender la producción.
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quarta-feira, 30 de março de 2016
Após governo Macri reduzir impostos e gastos estatais, inflação diminui na Argentina
Após adotar uma estratégia liberal de redução da impressão de dinheiro feita pelo estado – por meio da redução do principal motivo para que ela ocorra, os gastos do estado – e redução de impostos e burocracia para destravar setores importantes da economia argentina como a agropecuária e a mineração, o governo do presidente Maurício Macri começa a colher os primeiros frutos.
De acordo com os primeiros dados oficiais de inflação – manipulados por nove anos pelo governo da socialista Cristina Kirchner e trazidos novamente à realidade pelo governo Macri – colhidos na província de San Luis, a inflação segue alta – 2,7% em fevereiro – mas diminuiu drasticamente em comparação com dezembro (6,5% no mês) e janeiro (4,2% no mês). A inflação acumulada em 12 meses está em 36% – ainda acima da meta do governo Macri deste ano (25%) – mas o governo acredita que a mesma irá cair ainda mais no segundo semestre, alcançando a meta estipulada para este ano de ajuste na economia argentina.
Como informou o próprio Macri seguidas vezes em entrevistas, expondo sua visão liberal, “o principal culpado pela inflação é um governo que gasta mal e mais do que pode. A emissão de moeda pelo governo é a responsável pela inflação“. Como se vê, a solução dos problemas econômicos começa com o correto entendimento de suas causas.
Fonte: Ilisp
De acordo com os primeiros dados oficiais de inflação – manipulados por nove anos pelo governo da socialista Cristina Kirchner e trazidos novamente à realidade pelo governo Macri – colhidos na província de San Luis, a inflação segue alta – 2,7% em fevereiro – mas diminuiu drasticamente em comparação com dezembro (6,5% no mês) e janeiro (4,2% no mês). A inflação acumulada em 12 meses está em 36% – ainda acima da meta do governo Macri deste ano (25%) – mas o governo acredita que a mesma irá cair ainda mais no segundo semestre, alcançando a meta estipulada para este ano de ajuste na economia argentina.
Como informou o próprio Macri seguidas vezes em entrevistas, expondo sua visão liberal, “o principal culpado pela inflação é um governo que gasta mal e mais do que pode. A emissão de moeda pelo governo é a responsável pela inflação“. Como se vê, a solução dos problemas econômicos começa com o correto entendimento de suas causas.
Fonte: Ilisp
segunda-feira, 7 de março de 2016
Macri corta propagandas estatais e canal de esquerda argentino fecha as portas
O canal de esquerda argentino CN23 fechou as portas no último dia 1° de março. Após a posse de Macri e o corte de propagandas estatais, o canal não conseguiu se sustentar e demitiu nessa semana 136 de 160 dos seus funcionários, bem como cortou o seu sinal de transmissão.
O canal CN23 foi o que publicou a polêmica frase “La tienen adentro” (algo como “ela fud… eles”) logo após as urnas serem fechadas (e muito antes do resultado oficial) na reeleição da Cristina Kirchner em 2011.
Fonte: Ilisp
O canal CN23 foi o que publicou a polêmica frase “La tienen adentro” (algo como “ela fud… eles”) logo após as urnas serem fechadas (e muito antes do resultado oficial) na reeleição da Cristina Kirchner em 2011.
Fonte: Ilisp
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Argentina reduz impostos de carros e motos para impulsionar produção
O gabinete econômico do governo de Mauricio Macri anunciou nesta terça-feira (29) a redução de impostos sobre automóveis e motos "para favorecer a produção", informaram fontes oficiais.
O Ministério de Produção da Argentina diminuiu a taxa de impostos internos aos automóveis a 10% para os veículos que superem o valor de 350.000 pesos (cerca de R$ 102 mil) "com o objetivo de aumentar a produção e facilitar os investimentos no setor".
No caso dos carros de mais de 800.000 pesos (cerca de R$ 233 mil), a alíquota será de 20%, segundo detalha um comunicado da pasta de Produção.
Segundo o ministério, 99% da produção argentina de motos "não pagará impostos internos", pois passarão a tributar 10% somente as que superem os 65.000 pesos (cerca de R$ 18,9 mil).
Além disso, uma taxa impositiva de 10% será aplicada à produção de embarcações quando estas superarem o valor de 400.000 pesos (cerca de R$ 116 mil).
O decreto, que terá uma vigência de seis meses para analisar o comportamento do setor, será publicado nesta quarta-feira no Diário Oficial.
Fonte: G1
Nota do Blog:
Menos Estado, mais Mercado. Menos Socialismo, mais Capitalismo. Mais liberdade, mais incentivo, mais iniciativa privada.... A População e o Desenvolvimento agradecem!
O Ministério de Produção da Argentina diminuiu a taxa de impostos internos aos automóveis a 10% para os veículos que superem o valor de 350.000 pesos (cerca de R$ 102 mil) "com o objetivo de aumentar a produção e facilitar os investimentos no setor".
No caso dos carros de mais de 800.000 pesos (cerca de R$ 233 mil), a alíquota será de 20%, segundo detalha um comunicado da pasta de Produção.
Segundo o ministério, 99% da produção argentina de motos "não pagará impostos internos", pois passarão a tributar 10% somente as que superem os 65.000 pesos (cerca de R$ 18,9 mil).
Além disso, uma taxa impositiva de 10% será aplicada à produção de embarcações quando estas superarem o valor de 400.000 pesos (cerca de R$ 116 mil).
O decreto, que terá uma vigência de seis meses para analisar o comportamento do setor, será publicado nesta quarta-feira no Diário Oficial.
Fonte: G1
Nota do Blog:
Menos Estado, mais Mercado. Menos Socialismo, mais Capitalismo. Mais liberdade, mais incentivo, mais iniciativa privada.... A População e o Desenvolvimento agradecem!
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Aumentam perdas da indústria brasileira diante da concorrência chinesa
A concorrência dos produtos chineses está afetando cada vez mais as empresas brasileiras. Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 2.146 empresários de 15 setores mostra que 16% das indústrias perderam participação no mercado interno em função das importações da China. No levantamento anterior, feito em 2010, o percentual era menor, de 14%. Em 2006, primeiro ano em que foi feita a pesquisa, 13% diziam perder mercado.
A disputa também é acirrada no mercado internacional. Mais da metade das empresas exportadoras do Brasil concorrem com a China em outros países (54%) e o percentual das que deixaram de exportar em função da concorrência com o país aumentou de 7% para 11%. Em 2006, o número das que interromperam as exportações por causa da disputa foi bem menor, de 5%. As pequenas são as que mais sofrem. Das entrevistadas, 26% deixaram de exportar, contra 12% das médias e 7% das grandes.
Fonte: http://www.portaldaindustria.com.br/cni/imprensa/2015/09/1,70798/aumentam-perdas-da-industria-brasileira-diante-da-concorrencia-chinesa.html
A disputa também é acirrada no mercado internacional. Mais da metade das empresas exportadoras do Brasil concorrem com a China em outros países (54%) e o percentual das que deixaram de exportar em função da concorrência com o país aumentou de 7% para 11%. Em 2006, o número das que interromperam as exportações por causa da disputa foi bem menor, de 5%. As pequenas são as que mais sofrem. Das entrevistadas, 26% deixaram de exportar, contra 12% das médias e 7% das grandes.
Fonte: http://www.portaldaindustria.com.br/cni/imprensa/2015/09/1,70798/aumentam-perdas-da-industria-brasileira-diante-da-concorrencia-chinesa.html
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Famílias de baixa renda já sentem o peso da inflação que supera os 10%
“A inflação para as famílias de baixa renda ultrapassou a casa dos dois dígitos. Em 12 meses até julho, o índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-CI), que mede a evolução dos preços entre as famílias com ganhos de até R$ 2,1 mil mensais, atingiu 10,31%. É a primeira vez que o índice, calculado desde 2004 pela Fundação Getulio Vargas (FGV), rompe esse patamar.”
Fonte: psdb.org
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Sistema Econômico. Qual escolha do Estadista?
O que mantém uma nação rica é a clara opção pelo Capitalismo, não há outra forma. É a Acumulação de capital que possibilita um bom Depósito e Recursos financeiros do país. O que não faz mal a ninguém. Discursos contra o capitalismo são completamente desprovidos de conhecimentos e de verdade, sem ciência. Até o Socialismo que nos discursos inflamados, diz ter soluções contrárias, encontra no capitalismo uma forma de ganhar seu dinheiro, o terror é que os Ditadores socialistas que tanto dizem dividir as riquezas, tomam para si todo o acúmulo e todos os bens de capital, privando a sociedade de degustar dos frutos.
Como sinal de prostituição, os Socialistas lambuzam das riquezas capitalistas, mas não agem com a distribuição e liberdade deste sistema. Como egoístas, os socialistas acusam os capitalistas de fazerem aquilo que eles (socialistas) fazem mundo a fora. Não destroem as benesses capitalistas, mas não distribuem, não deixam livre o Mercado. Agem assim por causa do intuito totalitarista, não vislumbram que o Mercado tem que ser livre. Não sabem o papel do Estado numa economia. Um Estado grande empobrece a população, basta olhar para qualquer nação socialista e ver a imagem de um povo sofrido, cativo, pobre, doente, cansado, triste e prostituído.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Socialismo e retrocesso da civilização
Nas páginas 33—35 do meu livro Socialismo, cálculo econômico e função empresarial, faço uma análise do processo empreendedorial e explico como a divisão do conhecimento prático empreendedorial se aprofunda "verticalmente" e se expande "horizontalmente", processo esse que permite (e ao mesmo tempo requer) um aumento da população, que estimula a prosperidade e o bem-estar geral, e que ocasiona o progresso da civilização. Como indicado naquelas páginas, este processo de "verticalização" e "horizontalização" do conhecimento se baseia
1. na especialização da criatividade empreendedorial em campos cada vez mais específicos, com cada vez mais profundidade e detalhes;
2. no reconhecimento dos direitos de propriedade do empreendedor criativo, o que significa que ele tem o direito de manter para si os frutos de sua atividade criativa em cada uma destas áreas;
3. na troca livre e voluntária destes frutos gerados pela especialização de cada ser humano, uma troca que sempre será mutuamente benéfica para todos aqueles que participam do processo de mercado; e
4. no crescimento contínuo da população humana, o que torna possível "ocupar" e cultivar empreendedorialmente um crescente número de novas áreas de conhecimento criativo empreendedorial, o que enriquece a todos.
De acordo com esta análise, qualquer coisa que garanta a propriedade privada daquilo que cada indivíduo cria e contribui para o processo de produção, que defenda a posse pacífica daquilo que cada indivíduo cria ou descobre, e que facilite (ou não impeça) o processo de trocas voluntárias (os quais, por definição, sempre são mutuamente satisfatórios no sentido de que representam uma melhoria da situação de cada pessoa) irá gerar prosperidade, aumentar a população, e aprofundar o avanço quantitativo e qualitativo da civilização.
Da mesma forma, qualquer ataque à posse pacífica de bens e aos direitos de propriedade sobre estes bens; qualquer manipulação coerciva do livre processo de trocas voluntárias; em suma, qualquer intervenção estatal em uma economia de livre mercado sempre irá gerar efeitos indesejados, suprimir a iniciativa individual, corromper a moral e os hábitos de comportamento responsável, tornar o público imaturo, infantilizado e irresponsável, acelerar o declínio do tecido social, consumir a riqueza acumulada, e bloquear a expansão da população humana e o progresso da civilização, aumentando a pobreza geral.
Como ilustração, consideremos o processo de declínio e desaparecimento da clássica civilização romana. Embora suas características mais proeminentes possam ser facilmente extrapoladas para várias circunstâncias do nosso mundo contemporâneo, infelizmente a maioria das pessoas hoje já se esqueceu, ou ignora por completo, essa importante lição histórica; e, como resultado, elas são incapazes de ver os graves riscos que hoje nossa civilização enfrenta. Com efeito, como explico em detalhes em minhas aulas (e resumo em um vídeo gravado durante uma delas, sobre a queda do Império Romano [La Caída del Imperio Romano], o qual, para minha surpresa, já foi visto na internet por mais de 400 mil pessoas), e de acordo com estudos anteriores feitos por autores como Rostovtzeff (The Social and Economic History of the Roman Empire) e Mises (Ação Humana), "o que provocou a queda do império [romano] e a ruína de sua civilização não foram as invasões bárbaras, mas sim a desintegração dessa interdependência econômica".
Para ser mais exato, Roma foi vítima de um retrocesso na especialização e na divisão do processo comercial, uma vez que as autoridades políticas sistematicamente obstruíam ou impediam trocas voluntárias a preços de livre mercado. E faziam isso em meio a um aumento descontrolado nos subsídios, nos gastos públicos ("panem et circenses") e nos controles estatais sobre todos os preços de mercado. É fácil entender a lógica por trás destes eventos.
Começando especialmente no século III, a compra de votos e de popularidade levou à disseminação da distribuição de subsídios para a população adquirir alimentos ("panem"). Tais subsídios eram financiados com dinheiro de impostos, política essa conhecida como "annona". Além destes subsídios, havia também uma contínua organização dos mais esbanjadores e opulentos jogos públicos para divertir a população ("circenses"). Em decorrência deste arranjo, não apenas os agricultores italianos ficaram arruinados, como também a população de Roma não parou de crescer até chegar a quase 1 milhão de habitantes. (Por que trabalhar exaustivamente em sua terra se os seus produtos não poderão ser vendidos a preços lucrativos, dado que o estado os distribui praticamente de graça em Roma?).
Sendo assim, a medida mais racional para os agricultores italianos seria deixar o campo e se mudar para a cidade e viver do assistencialismo. Mas tal política tem seus inevitáveis custos, e tais custos não poderiam ser cobertos eternamente pelo dinheiro de impostos. Consequentemente, a solução criada pelo governo para continuar sua política foi a inflação — mais especificamente, a redução do conteúdo metálico das moedas. A consequência foi inescapável: uma queda incontrolável no poder de compra do dinheiro, isto é, um aumento descontrolado dos preços, ao qual as autoridades responderam decretando que os preços fossem congelados aos seus valores anteriores, além de imporem sentenças extremamente rigorosas aos "infratores".
A imposição deste controle de preços levou a desabastecimentos e a uma ampla escassez (uma vez que, aos baixos preços estipulados pelo governo, não mais era lucrativo produzir ou buscar soluções criativas para os problemas da escassez; ao mesmo tempo, o consumismo e o desperdício estavam sendo artificialmente estimulados). As cidades rapidamente começaram a ficar sem estoques, e a população começou a voltar para o campo e a viver em autarquia em condições muito mais penosas, em regime de mera subsistência, um regime que gerou as bases para o que mais tarde viria a ser o feudalismo.
Este processo de retrocesso da civilização (ou descivilização), o qual surgiu da ideologia demagógica socialista — típica do estado assistencialista e do intervencionismo estatal na economia —, pode ser ilustrada de uma maneira graficamente simples pela inversão da explicação do gráfico da página 34 do meu livro supracitado, Socialismo, cálculo econômico e função empresarial, no qual descrevo o processo por meio do qual a divisão do trabalho (ou melhor, a especialização do conhecimento) se aprofunda e consequentemente a civilização avança.
Comecemos pelo estágio representado pela linha superior do gráfico (T1), o qual reflete o nível avançado de desenvolvimento espontaneamente alcançado pelo processo de mercado romano no início do século I, o qual, como demonstrou o estudioso Peter Temin ("The Economy of the Early Roman Empire" Journal of Economic Perspectives, vol. 20, no. 1, winter 2006, pp. 133?151), era caracterizado por um notável grau de respeito legal e institucional pela propriedade privada (o direito romano), e pela especialização e difusão das trocas voluntárias em todos os setores e mercados (particularmente no mercado de trabalho, uma vez que, como Temin demonstrou, o efeito da escravidão foi muito mais modesto do que sempre se acreditou até hoje). Como resultado, a economia romana daquele período alcançou um nível de prosperidade, desenvolvimento econômico, urbanização e cultura que só voltaria a ser visto no mundo em meados do século XVIII.
Leia mais aqui
Fonte: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1408
quarta-feira, 30 de julho de 2014
PT, Dilma e Banco Santander. Parece que no Brasil já reside o Império comunista. Não se pode fazer análise de Mercado por ocasião das Eleições.
Cada Candidato ou Partido tem seus meios, métodos e formas diferentes de governar, isto é lógico e compreensível. Estando na Administração de uma Nação, um Ente administrador rumará os dias do País segundo seus prognósticos e visões, portanto o Estado se tornará a cara de seu governante maior. Em uma corrida eleitoral, havendo vias possíveis de um ou outro Candidato ganhar, a Economia sofrerá alterações e poderá andar por caminhos diferentes. Muita coisa mudará e ficará condicionada ao perfil dos que pleiteiam democraticamente ao cargo. Diante destas variantes, é natural se fazer análises para os diversos setores do País, pois existem governos que são mais dados a Educação, outros ao Comércio Externo e outros a Ideologias nefastas.
E como pelos últimos anos o PT não trouxe boas vereadas nem para o Mercado ou qualquer coisa que seja, apenas para o Foro de São Paulo (dinheiro para Cuba etc), pode-se perguntar: O que há de errado um Analista Econômico apontar que a possibilidade de continuismo do PT seja ruim? Se Ciência e ponderações deste Analista o permitiu dizer isto, o que ele haveria dizer? o Analista é uma pessoa estatizada? cometeu algum crime eleitoral? os que possuem cérebro agora não podem ser o que são? estamos vivendo em uma Ditadura que nos força ao silêncio?
"É lamentável e inadmissível" diz Dilma sobre carta do Santander. Como assim? veja a verdade em meio o povo dado a mentiras: 'não admitir, inadmissível', este povo do PT não admite o contrário, como muitos já sabem. É inadmissível criticar? é inadmissível dizer a verdade? alguém explica isto? é Ditadura ou não é?
"Vou ter uma atitude clara e prudente (em relação ao Santander)" Ditou a Presidente. Será quem vai agir claramente, a Presidente ou a Candidata? Penso eu que a Dilma estando no Cargo de presidente, qual já deveria ter abandonado para se encarregar para pedir (comprar não) votos, não poderá fazer absolutamente nada em respeito a fala do Consultor. Ele não atacou a moral do cargo administrativo dela e nem a pessoa dela. O que ele fez em seu direito constitucional, foi alertar seus Clientes quem o mantem no emprego, que o Mercado pode alterar negativamente, e isto está entre as liberdades legais de qualquer Brasileiro. Já como Candidata, Dilma que não largou o osso do Planalto, deve e pode sim pedir maiores explicações ao Banco e ao Analista de Mercado. Caso ele tenha condições legais e morais para se defender, ela não poderá fazer nada, pois são dados obtidos cientificamente no andar das Eleições, assim Dilma querendo ou não.
Se Dilma melhorar nas pesquisas (Deus que me livre!), irá mal ao extremo todo o Brasil. Se Dilma ganhar, perderão TODOS os Brasileiros. Tudo deixará de ser proveitoso, pode fechar as portas! Vai ser pior que a Boate Kiss! Não haverá uma boa economia, comércio, agricultura, indústria, educação, esporte, ciencia, turismo, segurança etc. Com excessão da corrupção, prostituição, tráfico de drogas, cubanismo, totalitarismo, doutrinação nas escolas, homossexualismo... estas excessões serãos as que irão avançar neste governo desprovido de mentes brilhantes.
Fonte: https://www.pt.org.br/atitude-do-santander-e-inadmissivel-diz-dilma/
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Os Negros e o Brasil das Cotas. Onde enterraram a Meritocracia?
O Brasil no Governo Lulo-dilmo-petista vai longe, bem longe da organização administrativa que foi aprendida pela Humanidade durante séculos de história. Quase tudo que o Mundo corporativo aprendeu e avançou para rumar ao crescimento e desenvolvimento da sociedade, vê-se neste governo uma tal destruição que enche os olhos de tristeza, é como destruir uma Universidade com um incêndio criminoso, é como destruir um Laboratório, é como derrubar um Templo milenar.
Entre tantos abonados pela natureza ou pelo esforço e mérito, o governo insiste em bonificar aqueles que lhes pertencem ideologicamente ou quem seus olhos de deuses titânicos mais convier. Para ele, Meritocracia não possui valor algum, nada da história ou fatos mais interessam, nada de métodos, postulados, ciências, debates, teses e ponderações são considerados. O que vale é a apelação ao sentimentalismo, o classicismo e o 'amor aos pobres'. A falácia segundo o Governo é negada, mesmo ele falando demais sobre isto. Os Esquerdistas que sustentam a luta contra a meritocracia são intocáveis, eles sempre possuem bons modos e amam a todos, menos aqueles que não se submetem a eles.
Entre certas classes bonificadas pelo estilo 'bão de mais' do Governo, encontramos os donos das cotas, hoje os negros, já está no forno as cotas para gays. Tais negros (pertença do Governo) agora são melhores que todos os negros de antes e melhores que todos os brancos de sempre. Porquê são melhores? Mérito nem sempre, mas sim pela cor. São bons, melhores, top por terem a cor da pele diferente. Mas os negros são bons em alguma coisa? lógico que sim, porém nem sempre, como os não-negros nem sempre são bons em algumas coisas. Porém com estas cotas petistas o que se lê é: sempre negros, sempre melhores.
Não seria uma criação de um 'apartheid'? Mas não se pode nem perguntar, se não cairíamos numa negrofobia, racismo ou sei lá o quê! Não seria um desrespeito a capacidade do homem negro? esquece, não se pode questionar este governo sensível!
Então creio que com isto o negro está sendo agora acusado (pelos socialistas do governo) de ser incompetente! Ele está sendo tratado como um coitado que não precisa mostrar sua aptidão, está sendo retirado do páreo, não está tendo a chance da disputa, não porá a mão no troféu da vitória. O negro cotista não precisa estudar a mesma quantidade de horas que um não negro estuda. Precisa apenas declarar que é negro!
Ao contratar um Professor, o neo contratado não tem necessidade saber lecionar, basta ser negro para ter a vaga. Para atuar como Locutor, não necessitaria da prerrogativa de uma voz clara e boa dicção, somente ser negro. Nesta entoada, não poderemos mais escolher o Bom Médico, qual sempre fazemos e indicamos aos familiares e amigos, deveremos indicar (por ordem judicial) o médico negro ou então seremos contra o governo cotista, racista que é contra a MERITOCRACIA!
Significado de Meritocracia
s.f. Predominância dos que possuem méritos (numa sociedade, numa organização, num grupo, num trabalho ou ofício etc); predomínio das pessoas que são mais competentes e eficientes.
Modo de seleção cujos preceitos se baseiam nos méritos pessoais daqueles que participam.
Método que consiste na atribuição de recompensa aos que possuem méritos.
(Etm. mérito + o + cracia)
Fonte: http://www.dicio.com.br/meritocracia/
O que é meritocracia?
A palavra meritocracia vem do latim mereo que significa obter, merecer e pode ser definida como forma de atuação baseada no mérito, na qual as posições hierárquicas e outras recompensas são conquistadas pelos colaboradores que atingem os resultados esperados e apresentam no dia a dia de trabalho as competências de liderança, técnicas e estratégicas estabelecidas previamente pelas organizações. São muitas as empresas que hoje aplicam critérios meritocráticos em seus sistemas de reconhecimento, recompensa e gestão de carreira, ou seja, que têm como objetivo valorizar e reter os colaboradores que realmente fazem a diferença nos negócios, que garantem os resultados e o crescimento constante da organização.
Fonte: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/carreira-em-geracoes/2013/02/18/o-que-e-meritocracia/
Meritocracia
Meritocracia (do latim meritum, "mérito" e do sufixo grego antigo κρατία (-cracía), "poder")1 é um sistema de gestão que considera o mérito, como aptidão, a razão principal para se atingir posição de topo. As posições hierárquicas são conquistadas, em tese, com base no merecimento e entre os valores associados estão educação, moral, aptidão específica para determinada atividade. Constitui-se uma forma ou método de seleção e, num sentido mais amplo, pode ser considerada uma ideologia governativa.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Meritocracia
terça-feira, 3 de junho de 2014
A população desocupada no total do Brasil somou 7 milhões de pessoas no primeiro trimestre de 2014
A taxa de desocupação no Brasil ficou em 7,1% no primeiro trimestre de 2014, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesta terça-feira, 3. O resultado é menor do que o verificado em igual trimestre de 2013, quando a taxa de desemprego foi de 8,0%. No quarto trimestre de 2013, entretanto, a taxa tinha sido de 6,2%.
A população desocupada no total do Brasil somou 7,0 milhões de pessoas no primeiro trimestre de 2014, montante maior que o verificado no trimestre imediatamente anterior, quando totalizava 6,1 milhões de indivíduos. No primeiro trimestre de 2013, a população desocupada havia somado 7,8 milhões.
Leia mais aqui
Nota do Blog
É provável que queiram impedir que a Verdade seja disseminada. É verdade que o Governo tentou impedir que a verdade colhida pelo Instituto de pesquisa fosse colocada a público. Mas de alguma forma a Verdade que não se submete a coberturas grotescas, se faz aparecer. O PT declara (não demonstra) que não há desemprego, tratando isto com informações sem qualidades. Em meio a Bolsas e Manipulações, a mentira petista não se sustenta. Há sim desemprego no Brasil e está crescendo.
A população desocupada no total do Brasil somou 7,0 milhões de pessoas no primeiro trimestre de 2014, montante maior que o verificado no trimestre imediatamente anterior, quando totalizava 6,1 milhões de indivíduos. No primeiro trimestre de 2013, a população desocupada havia somado 7,8 milhões.
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Nota do Blog
É provável que queiram impedir que a Verdade seja disseminada. É verdade que o Governo tentou impedir que a verdade colhida pelo Instituto de pesquisa fosse colocada a público. Mas de alguma forma a Verdade que não se submete a coberturas grotescas, se faz aparecer. O PT declara (não demonstra) que não há desemprego, tratando isto com informações sem qualidades. Em meio a Bolsas e Manipulações, a mentira petista não se sustenta. Há sim desemprego no Brasil e está crescendo.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Depois de calote, OGX pode pedir falência, diz Bloomberg
A OGX, empresa de exploração de petróleo do ex-bilionário Eike Batista, cogita deixar de lado a alternativa de pedir recuperação judicial (a antiga concordata) e optar pela falência. Segundo fontes ouvidas pela Bloomberg, a empresa estuda a possibilidade de fazer o pedido dentro de um mês. A reportagem apurou que o pedido pode ser feito no Rio de Janeiro, onde a empresa está sediada.
A alternativa que vinha sendo considerada pelo mercado até o momento era a de recuperação judicial, que ocorre quando uma empresa busca proteção judiciária para reestruturar sua dívida com credores e continuar operando. Já no caso de falência, todos os ativos da empresa são liquidados.
Fonte: Veja
Nota do Blog:
Vem as claras e abaixo o estilo 'capitalista' do Socialismo. Parceria Estado-Privado do PT que não sabe administrar.
A alternativa que vinha sendo considerada pelo mercado até o momento era a de recuperação judicial, que ocorre quando uma empresa busca proteção judiciária para reestruturar sua dívida com credores e continuar operando. Já no caso de falência, todos os ativos da empresa são liquidados.
Fonte: Veja
Nota do Blog:
Vem as claras e abaixo o estilo 'capitalista' do Socialismo. Parceria Estado-Privado do PT que não sabe administrar.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Balança comercial tem pior resultado semestral desde 1995
por RENATA AGOSTINI
A balança comercial brasileira, que mostra a diferença entre as importações e as exportações do país, registrou superavit de US$ 2,4 bilhões em junho, o triplo do verificado no mesmo mês do ano passado.
Apesar do resultado positivo no mês, o saldo comercial no semestre ficou negativo em US$ 3 bilhões, o mais baixo desde 1995, quando registrou deficit de US$ 4,2 bilhões.
Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (1º) pelo Ministério do Desenvolvimento.
Segundo o governo, a conta foi fortemente influenciada pelo déficit nas transações de petróleo e derivados.
As exportações e importações desses produtos acumulavam saldo negativo de US$ 11 bilhões no acumulado dos cinco primeiros meses
Fonte: Folha.
A balança comercial brasileira, que mostra a diferença entre as importações e as exportações do país, registrou superavit de US$ 2,4 bilhões em junho, o triplo do verificado no mesmo mês do ano passado.
Apesar do resultado positivo no mês, o saldo comercial no semestre ficou negativo em US$ 3 bilhões, o mais baixo desde 1995, quando registrou deficit de US$ 4,2 bilhões.
Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (1º) pelo Ministério do Desenvolvimento.
Segundo o governo, a conta foi fortemente influenciada pelo déficit nas transações de petróleo e derivados.
As exportações e importações desses produtos acumulavam saldo negativo de US$ 11 bilhões no acumulado dos cinco primeiros meses
Fonte: Folha.
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