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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Márcio Pacheco acolhe denúncia de pais de alunos do Colégio Pedro II

"É preciso fazer um debate com RESPONSABILIDADE." Deputado Márcio Pacheco acolhe denúncia de pais de alunos do Colégio Pedro II que criticam a decisão da reitoria de acabar com a distinção de uniformes para alunos e alunas. #UmDebatecomResponsabilidade #IdeologiadeGêneroNÃO


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Presidente da Colômbia mente ao dizer que não promove a ideologia de gênero, denunciam

Em declarações à imprensa, o mandatário afirmou na quinta-feira, 11 de agosto, que “o Ministério de Educação e o Governo nacional não implementaram, nem promoveram ou promoverão a ideologia de gênero”.

Esta ideologia promove a homossexualidade e o lesbianismo; e considera que o sexo é uma construção social e não um fato natural ou biológico.

Santos fez esta declaração depois de se reunir com o Arcebispo de Bogotá, Cardeal Rubén Salazar, o Núncio Apostólico na Colômbia, Dom Ettore Balestero, e o Bispo Militar, Dom Fabio Suescún.

A Deputada Ángela Hernández, uma das maiores críticas dos manuais elaborados pelo Ministério de Educação, disse ao Grupo ACI que o Presidente Santos “está mentindo. Hoje, quando com contundência foram mostradas as cartilhas, foram denunciados e milhares de pessoas saíram às ruas, o governo apareceu para dizer que tais cartilhas não existem e que ignoram que é a ideologia de gênero”.

“Lamentamos não ter um Presidente a favor da família, com a atitude de reconhecer que houve um erro no Ministério de Educação que pode ser corrigido, evitando que a ideologia de gênero seja imposta e respeitando o direito que os pais têm de educar os seus filhos”, acrescentou.

Leia mais aqui

Fonte: ACI Digital

terça-feira, 30 de junho de 2015

Nota dos Bispos do Regional Sul 3 sobre riscos da ideologia de gênero


Brasília (RV) - Os bispos do regional Sul 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que abrange o estado do Rio Grande do Sul, emitiram nota em que destacam os riscos da inclusão da ideologia de gênero nos planos estadual e municipal de educação. O texto afirma que é necessário cautela sobre a questão de gênero no plano de educação, uma vez que “a ideologia de gênero sustenta que a pessoa humana é sexualmente indefinida e indefinível”.

Segundo os bispos do regional, “como consequência da questão de gênero, promove-se a desvalorização da família em favor da liberdade individual, desconsidera-se a maternidade natural e o matrimônio, e desprezam-se os valores religiosos”.

Confira a íntegra do texto:

Nota do regional Sul 3 sobre riscos da introdução da Ideologia de Gênero nos Planos Estadual e Municipais de Educação

O Congresso Nacional aprovou recentemente o Plano Nacional de Educação. Os Estados e Municípios terão até o dia 24 de junho para aprovarem os próprios planos para que as metas estabelecidas nacionalmente sejam monitoradas e cumpridas localmente. A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul e as Câmaras Municipais estão se preparando para aprovar o Plano Estadual e os Planos Municipais de Educação. O futuro de nosso povo depende da qualidade da educação oferecida às nossas crianças e adolescentes.

Nesse contexto, queremos ressaltar a importância de debatermos e nos acautelarmos sobre a questão de gênero no âmbito do Plano Estadual de Educação e dos Planos Municipais de Educação. Há quem pretenda assegurar e promover a diversidade de gênero, propondo consolidar políticas públicas que defendam a igualdade e identidade de gênero.

Ora, a ideologia de gênero sustenta que a pessoa humana é sexualmente indefinida e indefinível. Elimina-se a ideia de que os seres humanos se dividem em homem e mulher. Para além das evidências anatômicas, entendem que esta não é uma determinação fixa da natureza, mas resultado de uma cultura ou de uma época. Para a ideologia de gênero o “natural” não é tido como valor humano e é preciso superar até mesmo a distinção da natureza masculina e feminina das pessoas. Com o intuito de superar discriminações, desconsideram-se as diferenças. Acusa-se que as explicações naturais são formulações ideológicas para manter determinada posição social. Como consequência da questão de gênero, promove-se a desvalorização da família em favor da liberdade individual, desconsidera-se a maternidade natural e o matrimônio, e desprezam-se os valores religiosos.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Ideologia de Gênero em Montes Claros-MG. Veja como foi a votação, veja fotos e relatos.

A Votação do PME para o Município de Montes Claros ficou marcada para uma Reunião extraordinária, datada para o dia de hoje (24/06/2015) visto que era o prazo final estipulado pelo Governo Federal. Já as 8hs da manhã, o novo Plenário da Câmara Municipal estava lotado de cidadãos interessados no resultado da votação. Era visível que entre os que se faziam presentes, o número dos que interessavam pela rejeição da Ideologia de Gênero era superior, quase 90%. E como era de se esperar, havia um pequeno grupo negativamente se manifestando, gente da Esquerda, de grupos patrocinados com pão e mortadela para instituir a intranquilidade e badernismo. 

Já no início, o grupo favorável a Ideologia de Gênero iniciou o que se esperava, gritando e se movimentando, querendo talvez amedrontar os presentes. Para conter e dar início a reunião, o Presidente pediu por várias vezes a ordem, no que não foi ouvido, teve que solicitar o Policiamento que pacificamente colocou ordem e assim, a Reunião começou a ser realizada, isto já era umas 9hs e 30min.

Nem todos os vereadores manifestaram sua posição no púlpito. Alguns entre o que se esperava, teceram críticas e elogios ao Executivo, alguns destes adiantavam sua posição quanto a Ideologia de Gênero, já que ela somente seria tratada em votação posterior como Emenda. O Vereador Claudio Prates, pediu que a votação tivesse caráter de urgência, no que foi aceito pela maioria. Após o PME ter sido votado, o Presidente colocou em votação a primeira emenda, de autoria do Vereador Andre Ricardo, emenda esta que alterava alguns termos no qual tratava da Ideologia de Gênero. Foi retirado este termo que estava maldosamente inserido no 'cuidado' com a evasão escolar, como descriminação racial, sexual etc. O Vereador Andre, ampliou as razões de discriminação, atendendo aos reais desejos da População, sem deixar brechas para a inserção obrigatória do homossexualismo.

Ao votar a Emenda, os vereadores destacaram a preocupação de se defender a Família. Houveram belas palavras. Vereadores com cunho experimentado na vida não admitiram que fossem utilizados por interesses malditos. Mesmo com diferenças entre os membros, neste tocante, a maioria se posicionou de acordo com a moral e sem politiquismo. 


Emenda

Foram marcantes com a palavra e com a atitude, entre os que se manifestaram, foram notório: Wanderley Ferreira de Oliveira, Waldiney da Silva, Valcir Soares Silva, Rodrigo Maia de Oliveira,Sérgio Pereira dos Santos, Ladislau Ronaldo Ferreira,José Geraldo Cardoso,Domingos Edmilson Magalhães,Fábio Neves Nunes, Antônio Silveira de Sá, Fernando Antônio Dias de Andrade, Cláudio Ribeiro Prates e André Ricardo Alves Martins . A Ideologia de Gênero foi vencida. 

Dezessete vereadores a favor da Emenda que retirava este termo maldito dos Documentos municipais. Apenas um vereador votou pela danosa Ideologia, o Eduardo Madureira (PT). Antes de se posicionar, ele fez questão de falar de suas qualidades de católicos como coordenador paroquial e de pastorais, membro de conselhos, ter tido o casamento celebrado pelo arcebispo entre outros. Entretanto, não valeu suas credenciais católicas na hora de votar, votou pelo Partido dos Trabalhadores que terroristicamente impõe na Nação tão grave proposta. Estranho que ele tentou defender a insanidade, dizendo que o PME federal foi criado por conferências estaduais e municipais, querendo dizer que o próprio povo criou tal aberração. Faltou a ele olhar para a Galeria da Câmara e deixar seus olhos desmentirem sua fala, pois perguntaria-se: Como a maioria criou uma desgraça como esta e estava ali manifestando contra?

Dezessete homens bravos e abençoados, que naquele momento deixaram-se usar por Deus para não fazer perder a Família montesclarense. Parabéns senhores vereadores. Veja fotos abaixo:




Lixo distribuído pelo pessoal de Esquerda dentro da Câmara

terça-feira, 23 de junho de 2015

Senhores Vereadores da cidade de Montes Claros-MG, os Montesclarenses são contra a Ideologia de Gênero.


Sr. Vereador

Venho manifestar através deste, o pedido para que Vossa Senhoria rejeite veementemente a introdução da Ideologia de Gênero no Plano Municipal de Educação. Notamos que na página 144 do referido Plano, há uma referência a uma certa preocupação no tocante a evasão escolar. Como se não pudéssemos perceber, algum funcionário público da área Política de Educação, insiste em dizer que a Escola deve acolher a Ideologia de Gênero em meio aos Ensinos e Matérias e pesquisas científicas.

Clique aqui para acessar o link que leva ao Documento PME no site da Secretaria de Educação da Prefeitura de Montes Claros-MG.

Mas tal preocupação cria meios apenas para que tire o pouco de tranquilidade que ainda existe nas escolas. Esta traquinagem, não colaborará em nada com o avanço do Ensino público. Ela não melhorará em nada com a diminuição da Evasão escolar. Os alunos que desistem do Estudo, não o fazem por causa de questões sexuais. Portanto, se a questão sexual não cria nem aumenta a evasão escolar, torna-se inepto ou descartável inserir este trecho no PME.

Esta tentativa de inserir tal ideologia já foi barrada pelo Congresso Nacional, mas estranhamente o MEC que sem consultar as Famílias brasileiras e de forma desrespeitosa, está inserindo nos Planos de Educação Municipais.
Peço que crie ou vote pela Emenda que trata da retirada deste termo "Identidade de Gênero". No que se nota, o restante do Plano é uma necessidade do Município.

Sr. Vereador, Rejeite a inserção da Ideologia de Gênero no PME.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Discursos do Dep. Federal PROFESSOR VICTÓRIO GALLI sobre a Ideologia de Gênero


Alerta sobre a inclusão nos planos de educação municipais e estaduais de dispositivo acerca da chamada ideologia de gênero.



O SR. PRESIDENTE (Carlos Manato) - Convido à tribuna o Professor Victório Galli, de Mato Grosso. S.Exa. tem 5 minutos na tribuna.

O SR. PROFESSOR VICTÓRIO GALLI (Bloco/PSC-MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, já trouxe aqui minha reflexão para esta Casa e para o povo brasileiro de que sou contra a adoção conjunta por casais do mesmo sexo, e expliquei o meu ponto de vista.

Hoje, Sras. e Srs. Parlamentares, venho alertar todas as Assembleias Legislativas, Estaduais e Distrital, assim como também as Câmaras de Vereadores Municipais, para a chamada ideologia de gênero, expressãosuavizada, mas que pode trazer grandes consequências para as nossas crianças nas escolas.

O Plano Nacional de Educação — PNE, Lei nº13.005, de 2014, sancionado no ano passado, prevê metas para a educação básica até a pós-graduação, para serem atingidas nos próximos 10 anos pelos Estados, Distrito Federal e Municípios. Até aí, tudo bem! Mas, inserida no contexto dessas metas, estava a tal ideologia de gênero. Porém, após amplo debate aqui no Congresso Nacional, foi retirada da redação e sancionada sem a menção de tal ideologia.

O Plano Nacional de Educação determina que os Estados, o Distrito Federal e os Municípios elaborem seus próprios planos de educação, para que suas metas sejam monitoradas e cumpridas, e estipulou um prazo até 24 de junho de 2015 para suas respectivas aprovações. 

Ideologia de Gênero desmascarada pela ciência.

A “Teoria de Gênero” sofreu um grande golpe em 2012. O Conselho Nórdico de Ministros, (uma comissão internacional de formada por representantes dos governos da Noruega, Suécia, Dinamarca e Islândia, Iceland) decidiu encerrar Instituto de Gênero Nórdico (NIKK).

Mobilização das lideranças da Igreja no Paraná contra a adoção da Ideologia de gênero


Curitiba, 29 de maio de 2015


Aos senhores Arce/Bispos

Aos Coordenadores Diocesanos da Ação Evangelizadora (CDAEs)

Aos Presbíteros párocos, vigários, reitores de seminários e outros

Aos Coordenadores (as) e Assessores (as) de Pastorais, Movimentos e Organismos

Aos fiéis leigos



Objeto: Mobilização das lideranças da Igreja no Paraná contra a adoção da Ideologia de gênero


Recentemente, após várias votações dos parlamentares brasileiros e contínuos protestos por parte da Igreja, de ativistas pró-família e cidadãos brasileiros de todos os estados, foram excluídos os pontos que introduziam a chamada “identidade de gênero ou ideologia de gênero” no Plano Nacional da Educação (PNE).

No entanto, precisamos nos mobilizar para que a mesma rejeição aconteça nos processos legislativos estadual e municipais.

O Estado do Paraná e seus 399 municípios devem aprovar seus Planos de Educação até dia 24 de junho.

Diante disso, precisamos, com urgência, atuando a dimensão profética de nossa fé, alertar os Deputados e Vereadores sobre o perigo da ideologia de gênero, a fim de que atuem com firmeza na rejeição desse ataque frontal à família.

A ideologia do gênero surge como uma antropologia alternativa, quer à judaico-cristã, quer à das culturas tradicionais não ocidentais.


Alguns pontos sobre a Identidade de Gênero ou Ideologia de Gênero[1]

Essa ideologia contrasta frontalmente com a antropologia cristão por opor-se à visão bíblica e cristã da pessoa e da sexualidade humana.

A ideologia extingue o conceito de sexo, de corpo sexuado, e no lugar desses conceitos adota a palavra “gênero”. A fé cristã nos ensina que a dimensão sexuada, a masculinidade ou feminilidade, é constitutiva da pessoa, é o seu modo de ser, não um simples atributo.

Segundo essa ideologia a criança nasce sem um sexo definido e, por isso, não deve ser considerada do sexo masculino ou sexo feminino. O aluno menino ou menina, é chamado apenas de criança, porque cada um deve decidir quando crescer se será homem ou mulher. A fé cristã afirma que a diferenciação sexual correspondente ao desígnio divino sobre a criação, em toda a sua beleza e plenitude: «Ele os criou homem e mulher» (Gn 1,27).

Ideologia de gênero: A Ideologia de Gênero nos Planos Municipais de Educação - Padre Paulo Ricardo


O perigo está mais próximo do que você imagina. O plano para introduzir a Ideologia de Gênero nas escolas saiu do Congresso Nacional e está nas Câmaras Municipais de todo o país, bem perto da sua casa. Afinal, o que está acontecendo? Como agir diante dessa nova ameaça à família brasileira? Entenda já os riscos e saiba o que fazer.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Igreja faz apelo contra ideologia de gênero nas escolas


A Igreja entrou para valer nos últimos dias no debate dos planos municipais de educação. Padres foram orientados por carta do secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, bispo auxiliar do DF.

Ele alertou que os planos estavam em finalização sem a participação dos pais e da própria Igreja, o que, segundo ele, fazia-se necessário para tentar barrar a ideologia de gênero nas escolas.

Fonte: http://colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br/2015/05/31/igreja-faz-apelo-contra-ideologia-de-genero-nas-escolas/

Campinas-SP. Ideologia de gênero entra na pauta da Câmara

O vereador Campos Filho (DEM) apresentou nesta segunda-feira proposta para que seja incluída na Lei Orgânica do Município (LOM) a proibição da adoção do conceito chamado de ideologia de gênero nas escolas de Campinas. O veto deve constar no Plano Municipal de Educação da cidade.

Segundo ele, esse movimento ressalta que a criança nasce sem um sexo definido. Ou seja, não deve ser considerada do sexo masculino ou feminino. A definição virá depois, sendo que a decisão se dará após a escolha da pessoa. “É um atentado à família e aos preceitos cristãos”, segundo ele.

O democrata disse que o Congresso havia retirado esta ideologia do Plano Nacional de Educação (PNE) em 2014, mas neste ano voltou a incluí-la quando foi aprovada a lei 13005/2014, que aprovou o PNE. Ele já recebeu o apoio de alguns vereadores como Jorge Schneider (PTB) e Paulo Galtério. “É mais um daqueles absurdos nos quais uma minoria tenta impor um pensamento particular os demais. Não podemos permitir que uma maioria se veja obrigada a aceitar determinadas condutas impostas por uma minoria só porque ela se organizou para colocar isso em um plano”, ressaltou o vereador Paulo Galtério (PSB).

Fonte: http://blogs.band.com.br/blogdarose/2015/04/28/ideologia-de-genero-entra-na-pauta-da-camara/
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