O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta quinta-feira a Operação Métis, que levou à prisão policiais legislativos do Senado Federal suspeitos de atuar em contraespionagem para blindar a Operação Lava-Jato. Em decisão monocrática, Zavascki determinou que o caso sai da Justiça Federal em Brasília e seja remetido ao STF.
Fonte: Veja
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quinta-feira, 27 de outubro de 2016
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
PF solta diretor da Polícia Legislativa do Senado Federal
A Polícia Federal soltou na noite desta terça-feira o diretor da Polícia Legislativa do Senado Pedro Ricardo Carvalho de Araújo, preso na última sexta-feira na Operação Métis acusado de atrapalhar as investigações da operação Lava Jato. Segundo a PF, Carvalho deixou a carceragem em Brasília perto da meia noite.
Além do diretor da Polícia Legislativa, outros três policiais também foram presos temporariamente na última sexta. Os oficiais são suspeitos de atuar em um suposto esquema de contrainteligência executado para favorecer senadores alvo das investigações da PF.
Fonte: Veja
Além do diretor da Polícia Legislativa, outros três policiais também foram presos temporariamente na última sexta. Os oficiais são suspeitos de atuar em um suposto esquema de contrainteligência executado para favorecer senadores alvo das investigações da PF.
Fonte: Veja
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Após prisão, agentes da Polícia do Senado começam a delatar parlamentares
Menos de 12 horas depois de efetuadas as prisões de policiais do Senado, ao menos um deles já começou a delatar ações em benefício de senadores, a maioria alvo da Operação Lava-Jato. Na sexta-feira (21/10) pela manhã, a Polícia Federal desencadeou a Operação Métis, bateu às portas do Congresso Nacional e prendeu quatro integrantes da Polícia do Senado, incluindo o diretor-geral, Pedro Ricardo de Araújo, ligado ao ex-senador José Sarney (PMDB-AP) e ao presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL).
A suspeita é de que servidores do Legislativo faziam varreduras, em busca de aparelhos de escutas, em endereços funcionais ou particulares de Sarney, de Lobão Filho (PMDB-MA), de Glesi Hoffmann (PT-PR) e de Fernando Collor (PTC-AL). O objetivo era descobrir e eliminar escutas eventualmente instaladas; obstruir a Operação Lava-Jato; e “satisfazer interesses particulares”, de acordo com os investigadores. Ontem, Renan criticou a ação: “As instituições, assim como o Senado, devem guardar os limites de suas atribuições legais”.
Fonte: Correio Brasiliense
A suspeita é de que servidores do Legislativo faziam varreduras, em busca de aparelhos de escutas, em endereços funcionais ou particulares de Sarney, de Lobão Filho (PMDB-MA), de Glesi Hoffmann (PT-PR) e de Fernando Collor (PTC-AL). O objetivo era descobrir e eliminar escutas eventualmente instaladas; obstruir a Operação Lava-Jato; e “satisfazer interesses particulares”, de acordo com os investigadores. Ontem, Renan criticou a ação: “As instituições, assim como o Senado, devem guardar os limites de suas atribuições legais”.
Fonte: Correio Brasiliense
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Policiais do Senado rastrearam escutas para Gleisi e Lobão Filho
Os senadores Lobão Filho (PMDB-MA) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), investigados na Operação Lava-Jato, utilizaram os serviços de contrainteligência da polícia legislativa do Senado para rastrear eventuais escutas em imóveis particulares, segundo investigação da Operação Métis, deflagrada na manhã desta sexta-feira.
Quatro policiais do Senado, responsáveis pela varredura, foram presos sob suspeita de obstruir a Operação Lava-Jato. “A deliberada utilização de um equipamento sofisticado, de propriedade do Senado Federal, utilizando recursos públicos, passagens aéreas custeadas pelo Erário e servidores concursados, em escritórios ou residências particulares, não possui outro objetivo senão o de embaraçar a investigação de infração penal que envolve organização criminosa”, diz um documento da investigação.
Fonte: Veja
Quatro policiais do Senado, responsáveis pela varredura, foram presos sob suspeita de obstruir a Operação Lava-Jato. “A deliberada utilização de um equipamento sofisticado, de propriedade do Senado Federal, utilizando recursos públicos, passagens aéreas custeadas pelo Erário e servidores concursados, em escritórios ou residências particulares, não possui outro objetivo senão o de embaraçar a investigação de infração penal que envolve organização criminosa”, diz um documento da investigação.
Fonte: Veja
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