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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Príncipe Imperial participa de encontro com Jovens em Ribeirão Preto

Evento reuniu jovens que defendem a monarquia; Dom Bertrand Maria José de Orleans e Bragança também visitou a região.

Por Juliana Rangel - Jornal A Cidade - 11/12/2014

Dom Bertrand, com a juventude, pelas ruas de Ribeirão Preto


Sua realeza

Ribeirão Preto recebeu ontem a visita de um príncipe da família real. O trineto de Dom Pedro II, Dom Bertrand Maria José de Orleans e Bragança (centro da foto), esteve na cidade para um encontro com jovens que defendem a monarquia. Ele também quis conhecer o Centro Cultural Palace. O segundo na linha de sucessão do trono também passou por Sertãozinho, onde gravou um programa sobre agronegócios para o Canal do Boi.

Em defesa

Agronegócio é um dos temas de suas palestras, ministradas por todo o Brasil. “Defendo o direito de propriedade, a agricultura, mostro o quanto o Brasil tem ganhado com o agronegócio num momento em que uma crise econômica atinge o mundo e o Brasil só não tem maiores problemas graças ao agronegócio”, disse Dom Bertrand. Ele é autor do livro “Psicose Ambientalista”, polêmico por criticar a atuação de ambientalistas no País.

Indo bem

Sobre o seu livro, o príncipe comemorou o sucesso de vendas. Lançado em 2012, a obra técnica já está na quarta edição, com 25 mil cópias vendidas. “Por ser um livro técnico, tem que se considerar que a média de venda é de 2 mil exemplares e já vendemos 10 vezes mais. Um sucesso não meu e sim dos brasileiros, que se interessam pelo assunto”, disse à coluna.


Fonte: Blog Monarquia Já

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Encontro Monárquico Sul Brasileiro discute temas ligados a História, a Tradição e ao Futuro do Brasil


Mais de 100 pessoas estiveram presentes ao Encontro Monárquico Sul Brasileiro, no sábado, 08 de novembro, no salão Season do Hotel Bourbon Convention, em Curitiba. Monarquistas de diversas partes do Brasil - inúmeros jovens e muitos decanos -, autoridades do Paraná e membros da sociedade local discutiram temas ligados a História, a tradição e ao futuro do Brasil.

Às 9h45, Dr. Mozart Heitor França, distinto advogado curitibano e presidente da Frente Dom Pedro II, pormotora do evento, deu boas vindas aos participantes. Tomou a palavra, na sequência, a Professora Clotilde Germiniani, que discorreu sobre os ilustres monarquistas, membros de entidades cívicas e culturais, falecidos no último período, elucidando seus contributos ao Estado do Paraná e ao Brasil.

O Visconde de Guarapuava, grande homem do Império - verdadeiro exemplo de político, foi relembrado pelo Excelentíssimo Procurador de Justiça (1989-1992), Dr. Luiz Chemim Guimarães. O palestrante referiu que Antônio de Sá Camargo, Barão, depois Visconde de Guarapuava (1807 - 1896) foi Chefe Superior da Guarda Nacional no Paraná, deputado e vice-presidente da mesma Província, estruturador da cidade de Palmeira e de outras vilas dos Campos Gerais, sendo também um dos maiores beneméritos de entidades assitenciais e culturais da região. Ajudou a construir, entre outras instituições, a Biblioteca Pública do Paraná e a Santa Casa de Misericórdia.  Como grande prova de civismo e amor à Pátria, o Visconde ajudou, inclusive, a financiar as tropas brasileiras durante a Guerra do Paraguai.

Leia o restante aqui

Fonte: Blog Monarquia Já

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Homem é condenado por ameaçar príncipe Harry

príncipe Harry
"LONDRES - Um britânico que entrou em uma delegacia de polícia ameaçando matar o príncipe Harry por causa de seu papel no exército foi sentenciado a três anos de prisão por um tribunal de Londres.

Ashraf Islam, nascido Mark David Townley, um homem de 31 anos de Belfast que se converteu ao islamismo, foi preso imediatamente após proferir estas ameaças em 23 de maio de 2013.

Ele havia acabado de chegar em Londres vindo da Tailândia via Hong Kong, segundo a polícia.

Após dar entrada num hotel de Hounslow (oeste de Londres), dirigiu-se à delegacia de polícia local, onde disse a um policial que tinha a intenção de matar o príncipe Harry no dia seguinte."

Leia mais aqui

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Comunistas do MST e Via Campesina no Vaticano – Mensagem de D. Bertrand de Orléans e Bragança ao Papa Francisco


O Príncipe D. Bertrand de Orléans e Bragança, Príncipe da Casa Imperial do Brasil e bisneto da Princesa Isabel, enviou no dia 08/02 uma mensagem ao Papa Francisco mostrando a perplexidade de inúmeros brasileiros diante da acolhida que a Santa Sé deu recentemente ao MST e à Via Campesina. Clique aqui e veja a íntegra do documento, publicado no site Paz no Campo. Ou leia o texto todo abaixo:


Quo vadis, Domine?
Reverente e filial Mensagem
a Sua Santidade o Papa Francisco
do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança

Movimentos que combatem obstinadamente a propriedade privada, inclusive por meio de ações violentas, são convidados a participar de reuniões em importantes organismos da Santa Sé e um deles é recebido pelo Pontífice.

Dirijo-me a Vossa Santidade em meu duplo caráter de Príncipe da Casa Imperial do Brasil e ativo participante da vida pública de meu País, para lhe externar uma grave preocupação concernente à causa católica no Brasil e na América do Sul em geral.

É bem conhecido dos brasileiros o fato de que foi a instâncias do Papa Leão XIII, e apesar dos previsíveis inconvenientes políticos que daí adviriam, que minha bisavó, a Princesa Isabel, regente do Império, assinou a 13 de maio de 1888 a Lei Áurea, abolindo definitivamente a escravatura no Brasil. Custou-lhe o trono, mas valeu-lhe passar à História como A Redentora, e receber das mãos do Papa a Rosa de Ouro, em recompensa pela sua abnegação em favor da harmonia social e dos direitos dos mais desvalidos.

Movido pelo mesmo senso de justiça e devotamento ao bem comum de meus antepassados, honro-me em ter dado início e animado durante 10 anos a campanha Paz no Campo1, a qual promove a harmonia social no agro brasileiro. Tarefa tanto mais imperiosa quanto, nas últimas décadas, o meio rural do País vem sendo notoriamente conturbado por uma sequência de invasões de terra, assaltos, destruição de plantações, desapropriações confiscatórias, exigências ambientalistas descabidas e insegurança jurídica.

No cerne dessa agitação agrária — que é o principal empecilho para o pleno desenvolvimento da agricultura e pecuária brasileiras, responsáveis por 37% dos empregos no Brasil2 e por cerca de metade os novos empregos criados no primeiro semestre de 20133 — encontram-se o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra, mais conhecido pela sua sigla MST, e a organização internacional La Via Campesina.

[1] Dirigente nacional do MST aproveita-se de seminário convocado por organismo da Santa Sé como tribuna para insuflar a luta de classes.

Por isso, foi com consternação que tomei conhecimento do convite enviado pela Academia Pontifícia de Ciências ao Sr. João Pedro Stédile, coordenador nacional do MST e representante da Via Campesina, para participar como observador de um seminário organizado pela referida Academia, em Roma, no dia 5 de dezembro de 2013, sobre A emergência das pessoas socialmente excluídas, com as despesas de viagem pagas pelo Vaticano, segundo declarou o próprio favorecido.

Essa consternação difundiu-se nos mais variados meios católicos, pois, como era previsível, o conhecido agitador do MST aproveitou-se do evento como tribuna para promover, uma vez mais, seus princípios errôneos e falsas soluções, ambos baseados na premissa marxista da luta de classes e na utopia de uma sociedade coletivista.

Com efeito, apenas dois dias após o simpósio realizado nas dependências da Santa Sé, o Sr. João Pedro Stédile proferiu uma palestra para os militantes da ultra-esquerda altermundialista italiana, num antigo teatro de Roma por eles ocupado. Na palestra, reproduzida pela Agência de Notícias Adista4, ele faz apologia de seus métodos ilegais. Segundo disse, “a estrada das mudanças pela via institucional parece decisivamente bloqueada”; e até gabou-se de que “tudo o que o MST tem conquistado no decurso de seus 30 anos de vida é devido à prática das ocupações de massa”, ou seja, da violação sistemática da propriedade privada no meio rural.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Comunicado do Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, chefe da Casa Imperial do Brasil

É com o espírito carregado de graves apreensões que venho considerando os mais recentes acontecimentos de nossa vida pública. As instituições são desrespeitadas, a insegurança jurídica aumenta, a faculdade de opinar vai sendo ameaçada, insuflam-se conflitos entre brasileiros, sobre as forças dinâmicas da Nação se abatem legislações cada vez mais sufocantes e até nossa diplomacia – outrora reconhecida por seu equilíbrio e subtileza – é vilipendiada.

Aumenta, dia a dia, em considerável parte de nossa população – afável, ordeira e laboriosa – o sentimento de inconformidade e rejeição ante os crescentes desmandos de algumas de nossas mais altas autoridades, obstinadamente comprometidas com metas ideológicas avessas ao sentir da alma cristã de nosso povo.
O País assiste nestes dias, estupefato e incrédulo, ao que algumas vozes ponderadas já não hesitam em qualificar de um moderno tráfico de escravos ideológicos.

A classe médica e considerável parte da população vê com aversão a vinda (“importação”!) para o nosso País de médicos cubanos como “solução” para um sistema estatal de saúde em boa medida falido, devido ao descaso do próprio governo.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Todo covarde tem medo da liberdade -, dispara Dom João de Orleans e Bragança.

Por Milena Fischer

João Príncipe, como era chamado entre os surfistas no Rio de Janeiro, onde mora, é um monarca à brasileira. Simples, devoto da natureza.

A frase sobre os covardes foi dita depois de ter ouvido Julio Saguier, presidente do jornal La Nación, no Fórum da Liberdade.

Ele não se referia a Saguier, mas àqueles que cerceiam a liberdade de imprensa, tema da palestra. Apartidário e crítico da situação política do país, Dom João não poupa o Congresso Nacional:

– É um absurdo ter o Marco Feliciano na Comissão de Direitos Humanos, e o que dizer do José Genoíno e do João Paulo Cunha, na Comissão de Constituição e Justiça, e do Lobão Filho na Comissão Mista de Orçamento? Damos o galinheiro para as raposas cuidarem.

Bisneto da Princesa Isabel e trineto de D. Pedro II, Dom João chegou domingo passado a Porto Alegre e ficou até quarta-feira.

Do aeroporto, foi para uma churrascaria, e, na noite seguinte, jantou uma parrillada. No almoço de terça- feira, abriu mão da carne e serviu- se de salada e sushi no buffet. Pele bronzeada e sorriso largo, o príncipe surfa há 40 anos:

- Eu me criei na turma do Evandro Mesquita.

Estudou zootecnia, teve que interromper o curso para ajudar o pai na propriedade rural em Paraty. Fotógrafo, viajou ao Xingu pela primeira vez em 1978 e nunca mais deixou de excursionar pelo país, especialmente pelo Norte. As viagens renderam 12 livros, o mais recente lançado no ano passado, além de uma série de exposições pelo país.

Mas o que faz um príncipe em um Brasil sem monarquia?

- A alma de um príncipe é servir o país, ter respeito pela nação. Acompanho todos os movimentos da política e da sociedade brasileiras. Minha família sempre foi simples, nossa educação valoriza a humildade.

Bem-humorado, João Príncipe relembra a infância de um descendente de imperador:

- Na escola, eu tinha que saber tudo sobre história do Brasil.

Fonte: ClicRBS
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