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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

PSDB conquistou 14 prefeituras no 2º turno; PT perdeu nas 7 cidades que disputou

O segundo turno das eleições municipais mostrou crescimento do PSDB e queda do PT na conquista de prefeituras.

O desempenho petista no segundo turno confirmou a tendência de queda que já havia sido apontada no primeiro turno. O partido não elegeu nenhum dos sete candidatos com os quais disputou hoje (30). Na região do ABC, onde nasceu o partido, nenhum dos dois candidatos conseguiram vitória.

No Recife, única capital em que disputou a prefeitura no segundo turno, o PT viu o atual prefeito Geraldo Júlio (PSB) vencer João Paulo (PT) por uma grande margem de votos, quase 200 mil. Já na gaúcha Santa Maria, a disputa foi apertada: o petista Valdeci Oliveira perdeu para o tucano Pozzobom por apenas 226 votos.

Candidatos petistas também disputaram em Mauá (SP), Anápolis (GO), Juiz de Fora (MG) e Vitória da Conquista (BA).

Fonte: EBC

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Odebrecht: conta na Suíça abasteceu campanha de Serra

A Odebrecht apontou à Lava Jato os responsáveis pelo repasse de 23 milhões de reais pela empreiteira à campanha presidencial de José Serra na eleição de 2010, via caixa dois. Segundo a edição desta sexta-feira do jornal Folha de S. Paulo, parte do dinheiro foi transferida por meio de uma conta na Suíça.

O repasse no Brasil foi negociado com o ex-deputado federal Márcio Fortes (PSDB-RJ), próximo de Serra. No exterior, a negociação foi feita com o também ex-deputado federal Ronaldo Cezar Coelho (ex-PSDB e hoje no PSD), que era da coordenação política da campanha de Serra.

Fonte: Veja


quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Proposta de delação da Delta cita PMDB e PSDB

BRASÍLIA - O empresário Fernando Cavendish, dono da construtora Delta Engenharia, negocia um acordo de delação premiada no qual pretende detalhar supostos pagamentos de propinas a políticos do PMDB e do PSDB relacionados a obras nos governos de São Paulo, Rio e Goiás, além de estatais federais como o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e Petrobrás. O acordo de colaboração se dá no âmbito da Operação Saqueador, da qual o empresário foi alvo em junho deste ano.

Fonte: Estadão

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

PMDB abocanhou mais prefeituras, mas PSDB foi campeão de votos no país

Na análise rápida, o PMDB, legenda com o maior número de filiados do país, teve o melhor “placar” no primeiro turno das eleições municipais de 2016, realizado no último domingo (2). A sigla abocanhou 1.028 administrações locais, repetindo a posição das eleições de 2012, quando também figurava como o partido com o maior número de políticos em cadeiras nos Executivos municipais. Mas, o número de votos obtidos pelos peemedebistas vitoriosos na disputa majoritária revela que a legenda perdeu quase 10 milhões de eleitores na comparação com 2012.

No levantamento – ainda parcial, devido ao fato de o segundo turno ainda não ter sido realizado -, o PMDB ganhou menos de 7 milhões de votos, contra mais de 16 milhões na eleição anterior. O “campeão de votos” no domingo foi o PSDB, que já conquistou 793 prefeituras no primeiro turno, com o aval de aproximadamente 10,5 milhões de eleitores – quase 3 milhões somente na capital de São Paulo, onde o candidato tucano, João Doria, venceu já no primeiro turno.

Fonte: Gazeta do Povo

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Relator decide que PSDB vai concorrer isolado à Prefeitura de Pouso Alegre

O juiz da Corte Eleitoral, Virgilio de Almeida Barreto, decidiu, nesta terça-feira (20), que é válida a convenção feita pelo diretório municipal do Partido da Social Democradia Brasileira (PSDB) de Pouso Alegre para a escolha de candidato a prefeito. Com a decisão, o Partido está excluído da coligação “Em defesa de Pouso Alegre” (PTB / PDT / DEM / PR / PP / PPS / PSL / PT do B / SD) (candidato Rafael Simões) e vai concorrer de forma isolada (candidato Chico Rafael) para prefeito.

Quando do registro de candidaturas para as eleições majoritárias em Pouso Alegre, o PSDB figurou em dois pedidos - um da coligação “Em defesa de Pouso Alegre” e outro como partido isolado. Isso ocorreu porque foram realizadas duas convenções, com escolhas diferentes: a conduzida pelo  diretório municipal, no dia 24 de julho de 2016, anulada pelo diretório nacional; e a da comissão interventora, por meio do diretório estadual, no dia 4 de agosto de 2016.

O diretório municipal impugnou o pedido de registro da coligação “Em defesa de Pouso Alegre”, ao argumento de que os atos praticados por ordem da direção nacional do PSDB não eram válidos, notadamente a escolha do candidato Rafael Tadeu Simões e a coligação com os demais partidos. Afirmou que a única convenção legitimamente realizada foi a que decidiu pelo candidato Francisco Rafael Gonçalves. O juiz da 227ª Zona Eleitoral de Pouso Alegre entendeu que o ato da Comissão Nacional que anulou a convenção do diretório municipal era válido e deferiu o registro da coligação.

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Fonte: TRE-MG

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Flexa Ribeiro acredita que 61 senadores devem votar favoravelmente ao impeachment

O senador Flexa Ribeiro (PSDB - PA) informou que líder do partido, o senador Cássio Cunha Lima (PB) fará as perguntas representando a bancada. Para Flexa, os senadores que defendem a presidente afastada, Dilma Rousseff, estão prolongando o sofrimento da população brasileira.


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

PF prende presidente do PSDB em Goiás

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 24, a Operação Decantação contra um grupo que teria desviado cerca de R$ 4,5 milhões em recursos federais a partir de uma empresa pública de Goiás. A ação, que contou com apoio do Ministério Público Federal e do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle, evitou um prejuízo de quase R$ 7 milhões. O presodente do PSDB em Goiás, Afrêni Gonçalves, e o presidente da Saneago, José Taveira Rocha – ex-secretário estadual da Fazenda de Goiás -, foram presos.

As sedes do PSDB e da Saneago foram alvo de buscas.
Cerca de 300 policiais federais cumprem 120 mandados judiciais, sendo 11 de prisão preventiva, quatro de prisão temporária, 21 de condução coercitiva e 67 de busca e apreensão na sede de empresas envolvidas e de um partido político, além de residências e outros endereços relacionados aos investigados.

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Fonte: Estadão

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Doria diz que vai cortar sete secretarias em SP se for eleito

O candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, João Doria, prometeu reduzir de 27 para 20 o número de secretarias na administração municipal caso seja eleito.

Questionado sobre quais pastas cortaria, ele mencionou cinco: LGBT, Mulheres, Igualdade Racial, Juventude e Pessoas com Deficiência. O objetivo seria corte de gastos. "Não vamos mudar as políticas [desses setores]. Só não teremos mais secretarias", explicou. Segundo o candidato, a ideia é agrupar em coordenações o que antes eram secretarias e ligá-las diretamente ao gabinete da Prefeitura.

Fonte: Estadão

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

TSE determina diligências para apurar denúncia contra a campanha de Aécio em 2014

A ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou, nesta quarta-feira (10), diligências para apurar irregularidades na prestação de contas da campanha presidencial de 2014 de Aécio Neves, senador por Minas Gerais e atual presidente do PSDB. A denúncia foi apresentada pela coligação Com a Força do Povo, liderada pelo PT.

Há suspeitas de que fornecedoras da campanha são fantasmas ou tinham capacidade incompatível com a produção apresentada. Em seu despacho, Maria Thereza orienta servidores do TSE a verificar informações sobre os funcionários das empresas citadas e descobrir se foram criadas apenas em 2014, ano eleitoral, para que servissem à campanha tucana. Após a obtenção das informações, o PSDB deverá ser chamado novamente para prestar esclarecimentos.

Fonte: Terça Livre

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Líder do PSDB vê ‘abuso’ em buscas da PF na casa de Gleisi


BRASÍLIA — O líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), definiu como "abuso" a realização de buscas pela Polícia Federal no apartamento funcional da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) na Operação Custo Brasil, um desdobramento da Lava-Jato. O ex-ministro Paulo Bernardo, casado com Gleisi, foi preso no local nesta quinta-feira. Cunha Lima afirma que somente o Supremo Tribunal Federa (STF) poderia ter determinado a busca no apartamento funcional da senadora, em Brasília, ainda que o marido morasse lá.

— As investigações tem nosso apoio. Contudo, é preciso coibir e ficar atentos a abusos, porque um juiz de primeira instância não tem jurisdição para determinar buscas na casa de uma senadora. Pode até se admitir nas propriedades privadas, mas em uma residência oficial, em um apartamento funcional do Senado, só quem poderia autorizar é o Supremo Tribunal Federal — afirmou o tucano.

Fonte:  o Globo

terça-feira, 26 de abril de 2016

Apelos de Dilma à comunidade internacional são frustrados diante da legalidade do impeachment

A investida da presidente Dilma para vender à comunidade internacional a tese de “golpe” não tem surtido efeito. Apesar de declarações nesse sentido à imprensa estrangeira e aos apelos ao Mercosul e Unasul, a presidente não encontrou apoio na comunidade internacional contra o processomosaico que tramita contra ela no Congresso Nacional. Deputados do PSDB acreditam que a legalidade e a constitucionalidade do pedido de impeachment tornam as declarações da petista sem nenhuma credibilidade.

Em viagem aos Estados Unidos no fim da semana passada, Dilma falou em “quebra democrática” ao referir-se ao impeachment e, em entrevista na sexta-feira (22) em Nova Iorque, chegou a sugerir que Mercosul e Unasul avaliassem o processo contra ela. Não adiantou. Apesar da mobilização de países como Venezuela e Bolívia, a União das Nações Sul-Americanas, que se reuniu no fim de semana, não aprovou uma moção de repúdio ao processo de impedimento no Brasil.

Ao falar a repórteres brasileiros, Dilma se descreveu como “uma vítima, uma pessoa injustiçada” e voltou a falar em golpe. Ela afirmou que se “a quebra democrática” se concretizar no país, pedirá que o Mercosul e a Unasul analisem imediatamente o caso. O bloco comercial poderia, segundo ela, acionar a “cláusula democrática”, que prevê a suspensão de um país em caso de ruptura.

O deputado Luiz Carlos Hauly (PR) afirma que é de conhecimento mundial o que tem acontecido no Brasil. E, em sua avaliação, as nações sabem que o processo de impeachment contra Dilma é legítimo, constitucional, legal, transparente, ocorre dentro do parlamento brasileiro e obedece às regras do jogo democrático. “É por isso que ela não encontrou eco em lugar algum, a não ser nas nações com governos populistas e demagogos como o dela e do Lula”, aponta.

Fonte: PSDB

quinta-feira, 31 de março de 2016

Auditores teriam arrecadado R$ 4,3 milhões para campanha de Richa, aponta delator


A campanha à reeleição do governador Beto Richa (PSDB) pode ter recebido R$ 4,3 milhões do esquema de cobrança de propina descoberto dentro da Receita Estadual em Londrina. A informação, revelada pelo auditor - e delator - Luiz Antônio de Souza em depoimentos ao Ministério Público (MP), integra as investigações da segunda fase da Operação Publicano, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) na quarta-feira (10), e que, até agora, resultou na prisão de 48 pessoas suspeitas de participar da organização criminosa. De acordo com as investigações, as delegacias da Receita em Curitiba e em Londrina teriam contribuído com R$ 2 milhões e R$ 800 mil, respectivamente, junto à campanha de Richa. O restante do valor (R$ 1,5 milhão) teria sido arrecadado por auditores das demais delegacias do estado, localizadas em cidades como Maringá, Foz do Iguaçu e Ponta Grossa, por exemplo.

Fonte: http://cgn.uol.com.br/noticia/139661/auditores-teriam-arrecadado-r-43-milhoes-para-campanha-de-richa-aponta-delator

sexta-feira, 18 de março de 2016

Matarazzo deixa PSDB e dispara críticas contra Doria e Alckmin

SÃO PAULO – O vereador e pré-candidato à prefeitura de São Paulo, Andrea Matarazzo, entregou uma carta de desfiliação à executiva do PSDB nesta sexta-feira (18) depois que a legenda revogou a decisão do adiamento das prévias para definir o candidato da sigla à eleição para prefeito de São Paulo.

Em nota, Matarazzo afirmou que “diante dos acontecimentos nas prévias não me resta outra alternativa do que me desfiliar do partido depois de 25 anos”. Ele comparou o comportamento de uma parte do PSDB ao PT e criticou a suposta compra de votos e o uso de máquina pública nas prévias municipais.

Fonte: O Financista

quinta-feira, 10 de março de 2016

Senadores de PMDB e PSDB debatem crise e dizem que vão 'caminhar juntos'

Na noite de quarta-feira (9), após reunião do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), senadores do PMDB e a cúpula do PSDB, Eunício Oliveira (CE), líder peemedebista, afirmou que os dois partidos vão "caminhar juntos" em busca de alternativas para o país.

O encontro entre parlamentares de PMDB e PSDB aconteceu na casa do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). Aloysio Nunes (PSDB-SP), Aécio Neves (PSDB-MG) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PE) também participaram. Pela manhã, Renan e outros senadores do PMDB haviam se reunido com o ex-presidente Lula.

Fonte: JB

A Imagem não ficou boa para o País




terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Aécio muda estratégia de atuação política em relação ao governo

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), decidiu rever sua estratégia de atuação política no Congresso e adotará este ano uma linha mais propositiva em relação a 2015, quando se empenhou durante praticamente o ano inteiro no afastamento da presidente Dilma Rousseff. O tucano apresentará ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), uma agenda mínima de votações de interesse do partido na Casa.

Ainda assim, Aécio avaliza a ação de oposicionistas da Câmara de tentar desgastar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com cobranças por explicações e uma eventual convocação do petista para a CPI do Carf. E, por tabela, reacender o debate sobre a retirada de Dilma, conforme revelou a reportagem na segunda-feira, 15. A avaliação de aliados do tucano é de que o enfraquecimento de Lula o favorece num possível confronto direto numa disputa presidencial antecipada ou em 2018.

Incômodo

A nova estratégia de atuação do PSDB na Câmara não foi bem recebida por outros partidos da oposição na Casa. Demonstrando incômodo, líderes oposicionistas criticaram ontem a sinalização que tucanos vêm dando ao governo de apoio a reformas estruturantes, como a da Previdência Social.

"O governo do PT não merece qualquer condescendência, porque eles imaginam a economia de uma forma completamente distinta do que são os fundamentos da economia", reagiu o líder do DEM, Pauderney Avelino (AM). O deputado conta que só soube da nova estratégia do PSDB por meio da imprensa. Irritado, ele decidiu procurar os líderes do PSDB, PPS e SD e propor uma reunião hoje para discutir o assunto.

Fonte: Hojeemdia

Nota do Blog:

Aécio é um Político que para o Brasil é um ENGODO. Não oferece qualquer possibilidade de solução para a Nação, aguarda apenas a saída de um suposto opositor para tomar seu lugar. Em suas palavras e ações não existe Povo nem Nacionalidade. Existe apenas o Poder!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

TSE notifica Temer a apresentar defesa em processo eleitoral

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) notificou hoje (2) o vice-presidente da República, Michel Temer, sobre a decisão do tribunal, proferida em outubro do ano passado, que reabriu ação de investigação eleitoral em que o PSDB pleiteia a cassação de seu mandato e da presidenta Dilma Rousseff. O tribunal também emitiu mandado para citar a presidenta, mas não há confirmação se o documento foi recebido.

De acordo com a legislação, Dilma e Temer precisam ser notificados pessoalmente sobre o processo. Com a citação, os advogados da coligação de Dilma e Temer terão sete dias para apresentar defesa ao tribunal.

Em fevereiro do ano passado, a ministra Maria Thereza de Assis Moura arquivou o processo, por entender que não havia provas suficientes para o prosseguimento da ação.

No entanto, o TSE seguiu voto divergente do ministro Gilmar Mendes e aceitou recurso protocolado pela Coligação Muda Brasil, do candidato derrotado à Presidência da República Aécio Neves, do PSDB. A legenda alegou que há irregularidades fiscais na campanha relacionadas a doações de empresas investigadas na Operação Lava Jato.

No processo, o PT sustenta que todas as doações que o partido recebeu foram feitas estritamente dentro dos parâmetros legais e posteriormente declaradas à Justiça Eleitoral. As contas eleitorais da presidenta e de Temer  foram aprovadas por unanimidade pelo plenário do TSE, em dezembro de 2014.

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

FHC diz que há evidências para impeachment de Dilma


“Você desrespeitar reiteradamente a Lei de Responsabilidade Fiscal tendo em vista benefícios eleitorais, porque houve abundância de uso de recursos para uso em programas sociais em ano de eleição, é uma razão consistente”, disse FHC. Ele disse ainda que entende o impeachment como um processo jurídico-político e que um presidente só pode ser tirado no meio do mandato se houver “clima político”.

Aécio Neves pediu “serenidade” neste momento, mas disse que há justificativa jurídica para que o processo de impeachment corra no Congresso. “Existe um pleno Estado de Direito, os pilares básicos para que essa proposta fosse colocada em votação existem e nós temos que ter a serenidade para discuti-la”. Aécio frisou que a petista “deve ter todo direito à defesa”, mas afirmou que no PSDB há um “sentimento convergente” de que existem razões para a saída de Dilma da Presidência da República.


Nota do Blog

Vejam como as Manifestações são frutíferas, até os PSDBistas que são os verdadeiros advogados do PT mudaram o discurso. Antes falavam que impeachment era incabível, agora dizem que há 'evidências' e 'sentimento convergente'!

terça-feira, 17 de novembro de 2015

“Números miseráveis”, análise do ITV

Os resultados da Pnad divulgados na sexta-feira (13) mostram o último suspiro de um ciclo que se exauriu. Revelam avanços tímidos, os limites do modelo petista de distribuição de renda e os imensos desafios que ainda persistem para que o Brasil se torne uma nação que ofereça condições de vida realmente dignas a todos os seus cidadãos.
Em linhas gerais, a pesquisa de domicílios feita anualmente pelo IBGE exibiu a exaustão de algumas conquistas recentes da sociedade brasileira. Felizmente, mais uma vez, a desigualdade diminuiu e a proporção de pobres e miseráveis também caiu, como parte de um ciclo virtuoso iniciado desde a estabilização da economia, com o Plano Real.
As notícias boas, porém, se esvaem aí. A pesquisa foi feita em setembro de 2014, na
véspera das eleições presidenciais, quando o governo ainda se desdobrava para dar ares de normalidade ao país e mantinha os incentivos econômicos e as ações sociais artificialmente intactas. Sabemos o que aconteceu de lá para cá…
Um primeiro sinal de que a Pnad recém-divulgada é um retrato já amarelado na parede está na constatação de que, já no ano passado, a desigualdade de renda aumentou na região Sudeste, o centro nervoso do país. O que se observou nesta parte do Brasil em 2014 se estendeu ao país todo nos meses seguintes, e com muito mais ímpeto destruidor.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

‘Mas que rompimento? Não tenho aliança com o PSDB’, rebate Eduardo Cunha

BRASÍLIA — O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), rebateu nesta quarta-feira, 11, as manobras do PSDB para que se afaste do comando da Casa. Cunha alega que não houve “rompimento” com os tucanos simplesmente porque nunca houve aliança com eles.  “Se ganhei (a disputa pela Presidência da Câmara) com a maioria dos parlamentares no primeiro turno sem o PSDB e sem o governo, efetivamente algum apoio devo ter (...) Cada um tem o direito de se posicionar como quer. Respeito a posição do PSDB, mas não concordo com ela e pronto.”
Cunha afirma estar trabalhando com a verdade e que não se preocupa em fazer balanço sobre a repercussão de suas recentes declarações: “Não altera uma vírgula na minha rotina a posição do PSDB.”
Quanto ao seu parecer sobre processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, Cunha foi categórico: “O juízo da decisão me pertence. Não tenho prazo determinado para fazê-lo e jamais o farei sob pressão.”
O presidente da Câmara reafirmou, porém, que deverá anunciar parecer ainda este mês.
LEIA A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA DO EDUARDO CUNHA
IMPRENSA — Presidente, sobre o posicionamento do PSDB sobre o senhor no processo de cassação?
EDUARDO CUNHA — Veja bem, o PSDB não me apoiou na minha eleição de presidente. PSDB, aliás, teve um candidato que foi o Júlio Delgado, que está investigado na Lava Jato por ter recebido recursos de um delator, o Ricardo Pessoa, que está em inquérito e tudo, esse foi quem o PSDB apoiou na campanha. Cada um tem o direito de se posicionar como quer, não me cabe comentar, criticar. Não vou tecer comentários. Cada um tem todo o livre arbítrio para se posicionar como quer.
IMPRENSA — Aliados do senhor disseram que o senhor ficou bastante irritado ontem à noite?
EDUARDO CUNHA — Estou irritado? (risos). Sou uma pessoa de bem com a vida, não fico irritado assim tão fácil, não.
IMPRENSA — Mas não desagradou ao senhor essa postura (do PSDB) de chamar a imprensa...
EDUARDO CUNHA — Não, não. Cada um tem o direito de se posicionar isso é da democracia. Eles têm o direito de se posicionar como quiserem. Não tenho que criticar, comentar. Não vou falar nada. Não vou estabelecer crítica. Se eu tiver que criticar cada um que ficar contra mim, também vou ter que aplaudir cada um que ficar ao meu favor. Acho que isso é da política: cada um se posiciona. Tem gente que está meio ao contrário, outros dão declarações a favor, isso é da política. O PSDB não votou em mim na eleição. Vocês têm que entender o seguinte: ganhei no primeiro turno a eleição para presidente da Câmara sem governo e sem o PSDB. Contra o governo e contra o PSDB, essa que é a verdade. Para mim, se eu ganhei com a maioria dos parlamentares no primeiro turno sem o PSDB e sem o governo, efetivamente algum apoio devo ter.
IMPRENSA — Mas ao longo desse ano o PSDB foi um dos partidos que apoiou ao senhor, sem fazer críticas, inclusive...
EDUARDO CUNHA — Não é questão de fazer crítica. O PSDB tratei, como continuarei tratando, com a deferência de um partido relevante que tem uma oposição política, que é o principal contraponto político, no mérito, contra o governo. Tratei com a deferência que tem que tratar e com a igualdade, dei as oportunidades iguais de trato igual. Se o PSDB entendeu que deve ter essa posição, então não vejo por quê. Já tive atritos tão maiores com o PT do que esse que o PSDB está tendo comigo. Acho que isso é normal, cada um tem o direito de se posicionar como quer. Respeito a posição do PSDB, mas não concordo com ela e pronto.
IMPRENSA — Esse posicionamento aproxima o senhor do governo?
EDUARDO CUNHA — Esse posicionamento do PSDB ou de qualquer outro não me aproxima e nem me distancia de ninguém. Vou continuar exatamente da mesma forma que estou atuando. Leia mais aqui

Fonte: PortalEduardoCunha

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Aécio critica cortes em sete programas sociais do governo


O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), criticou a decisão do governo Dilma Rousseff de cortar recursos de sete programas sociais: Minha Casa Melhor , Farmácia Popular, Fies, Ciências sem Fronteiras, Pronatec, Água para todos e aquisição de alimentos, conforme reportagem de O Globo publicada na edição de domingo (18). O tucano disse que Dilma não teve coragem de vir a público explicar os cortes de programas inflados para sua reeleição à Presidência.

“Lamentavelmente, o que ocorre no Brasil, hoje, prova o uso meramente eleitoral de programas sociais que poderiam auxiliar as famílias brasileiras. Mesmo com o corte drástico de pelo menos sete programas essenciais para a população, ainda falta à presidente coragem para vir a público assumir a responsabilidade de seu governo pela conta que a sociedade está tendo que pagar”, criticou Aécio em sua página nas redes sociais.

Comunismo
“Essa é sempre a ameaça dos regimes totalitários e populistas. Quando esses regimes se enfraquecem, e em nossa região temos vários exemplos, particularmente o da Venezuela, começam com esse discurso divisionista do “nós contra eles” e “elites contra pobres”, buscando gerar mais conflitos para se agarrar ao poder. E são os supostos beneficiários desses regimes, os mais pobres, que pagam mais caro pela incompetência da gestão econômica: desemprego, inflação, desabastecimento. São coisas que vemos em alto grau na Venezuela, mas que também começam a ocorrer no Brasil”, disse Aécio.

Fonte: GazetadoPovo
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