O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, criticou o discurso do secretário de Estado norte-americano, John Kerry, afirmando que foi “tendencioso e contra Israel”.
Netanyahu considerou que seguiu na mesma linha da resolução das Nações Unidas, aprovada na semana passada.
“Devo expressar a minha profunda deceção em relação ao discurso de John Kerry. Um discurso que foi quase tão desequilibrado quanto a resolução anti-Israel aprovada na ONU, na semana passada. No discurso, extensivamente sobre a paz entre israelitas e palestinianos, o secretário Kerry limitou-se a adular a campanha incessante de terrorismo, travada pelos palestinianos contra o Estado judaico, há quase um século”, afirmou Netanyahu.
O primeiro-ministro de Israel afirmou, ainda, que o discurso do chefe da diplomacia dos Estados Unidos foi “obsessivamente sobre colonatos” e ignorou a origem do problema: “a oposição palestiniana a um Estado judaico”.
Esta quarta-feira, Telavive aprovou a construção de mais um edifício, para os colonos, na Jerusalém oriental.
Fonte: EuroNews
O Corpo de Cristo vive na Terra, onde há liberdade para organizar a conduta humana. A Política deve estar ordenada à Fé. EuPolítico: Combate, palavras, notícias, idéias e anúncio.
Mostrando postagens com marcador ONU. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ONU. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
ONU é ‘perda de tempo e dinheiro’, diz Trump
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou nesta quarta-feira as Nações Unidas, que acusa de desperdiçar seu potencial e ser incapaz de resolver os problemas globais. “A ONU tem um tremendo potencial, mas não aproveita este potencial”, disse Trump a jornalistas diante de sua residência de Mar-a-Lago, na Flórida.
“Quando vocês viram as Nações Unidas resolver problemas?! Não fazem isto. Eles causam problemas”, continuou Trump sobre a organização que surgiu após o término da Segunda Guerra Mundial. “Se aproveitasse seu potencial, seria algo grandioso, mas não faz isto e é uma perda de tempo e dinheiro”, concluiu.
Fonte: Veja
“Quando vocês viram as Nações Unidas resolver problemas?! Não fazem isto. Eles causam problemas”, continuou Trump sobre a organização que surgiu após o término da Segunda Guerra Mundial. “Se aproveitasse seu potencial, seria algo grandioso, mas não faz isto e é uma perda de tempo e dinheiro”, concluiu.
Fonte: Veja
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Em discurso na ONU, Brasil cobra referendo na Venezuela
GENEBRA - O Brasil pediu nesta terça-feira, 1º, a realização "sem demora" do processo de coleta de assinaturas para que referendo revogatório do mandato do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, possa ser realizado. O Itamaraty também cobra a "liberação imediata" de políticos presos no país.
Fonte: Estadão
Fonte: Estadão
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
ONU nega que tenha examinado admissibilidade da denúncia de Lula contra Moro
As Organizações das Nações Unidas (ONU) informou que a sua decisão relativa ao exame do caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi uma “formalidade” e que ainda não se pode considerar que a entidade considerou sua admissibilidade. Tal etapa apenas será realizada em 2017 ou mesmo em 2018. O julgamento completo do caso pode levar cinco anos.
Na quarta-feira, os advogados do ex-presidente anunciaram em um comunicado de imprensa que o pedido de abertura de processo para averiguar possível violação de garantias do petista pelo Estado brasileiro foi registrado pelo órgão. No comunicado, os advogados apontam que a ONU informa ainda que o governo Michel Temer tem dois meses para prestar “informações ou observações relevantes à questão da admissibilidade da comunicação”.
Fonte: Gazeta RN
Na quarta-feira, os advogados do ex-presidente anunciaram em um comunicado de imprensa que o pedido de abertura de processo para averiguar possível violação de garantias do petista pelo Estado brasileiro foi registrado pelo órgão. No comunicado, os advogados apontam que a ONU informa ainda que o governo Michel Temer tem dois meses para prestar “informações ou observações relevantes à questão da admissibilidade da comunicação”.
Fonte: Gazeta RN
A carta da ONU a Lula não é uma defesa do Lula, diz Professora Janaina Paschoal
"A carta da ONU ao ex-presidente Lula, na verdade, não constitui uma admissão da representação. Não houve juízo de valor sobre as alegações.
A carta noticia o número que a petição recebeu, bem como a política de publicidade adotada pelo órgão. Trata-se de um andamento normal.
Em várias entrevistas, a Professora Maristela Basso destacou a irrelevância jurídica da carta remetida pela ONU ao ex-presidente Lula."
A carta noticia o número que a petição recebeu, bem como a política de publicidade adotada pelo órgão. Trata-se de um andamento normal.
Em várias entrevistas, a Professora Maristela Basso destacou a irrelevância jurídica da carta remetida pela ONU ao ex-presidente Lula."
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Israel suspende relação com Unesco após voto sobre Jerusalém
O ministro da Educação de Israel, Naftali Bennett, decidiu hoje (14) suspender todas as parcerias de cooperação com a Unesco, um dia após uma votação sobre um local sagrado em Jerusalém. As informações são da Agência Ansa.
"Não haverá mais encontros com representantes da Unesco ou participações de Israel em conferências internacionais", informou o governo, citado pelo jornal Maariv. "Não terá nenhuma cooperação com organizações profissionais que fornecem suporte ao terrorismo", criticou o Ministério, acusando os muçulmanos de atos de terroristas.
Ontem, os países-membros da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) votaram uma resolução que critica Israel por restringir o acesso de muçulmanos a um local sagrado para o Islã e para o Judaísmo. Trata-se do Monte do Templo, chamado de Al-Haram ash-Sharif pelos muçulmanos.
De acordo com Israel, a resolução da Unesco é uma afronta ao "vínculo milenar entre os judeus e o local". Por sua vez, a Autoridade Nacional Palestina (ANP), liderada por Mahmoud Abbas, disse que a resolução da Unesco é uma "mensagem clara para Israel colocar um fim às ocupações e reconhecer o Estado palestino, com Jerusalém como capital e os locais sagrados para cristãos e muçulmanos", disse o porta-voz do governo, Nabil Abu Rudeina.
A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, defendeu a resolução e disse que o patrimônio de Jerusalém é "indivisível" e "toda comunidade tem o direito ao explícito reconhecimento da sua história e da sua ligação com a cidade. Negar, esconder ou querer cancelar qualquer tradição, seja ela judaica, cristã ou muçulmana, significa colocar em perigo a integridade do lugar, vai contra os motivos que justificam a sua inscrição na lista de patrimônio mundial", criticou.
Fonte: EBC
"Não haverá mais encontros com representantes da Unesco ou participações de Israel em conferências internacionais", informou o governo, citado pelo jornal Maariv. "Não terá nenhuma cooperação com organizações profissionais que fornecem suporte ao terrorismo", criticou o Ministério, acusando os muçulmanos de atos de terroristas.
Ontem, os países-membros da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) votaram uma resolução que critica Israel por restringir o acesso de muçulmanos a um local sagrado para o Islã e para o Judaísmo. Trata-se do Monte do Templo, chamado de Al-Haram ash-Sharif pelos muçulmanos.
De acordo com Israel, a resolução da Unesco é uma afronta ao "vínculo milenar entre os judeus e o local". Por sua vez, a Autoridade Nacional Palestina (ANP), liderada por Mahmoud Abbas, disse que a resolução da Unesco é uma "mensagem clara para Israel colocar um fim às ocupações e reconhecer o Estado palestino, com Jerusalém como capital e os locais sagrados para cristãos e muçulmanos", disse o porta-voz do governo, Nabil Abu Rudeina.
A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, defendeu a resolução e disse que o patrimônio de Jerusalém é "indivisível" e "toda comunidade tem o direito ao explícito reconhecimento da sua história e da sua ligação com a cidade. Negar, esconder ou querer cancelar qualquer tradição, seja ela judaica, cristã ou muçulmana, significa colocar em perigo a integridade do lugar, vai contra os motivos que justificam a sua inscrição na lista de patrimônio mundial", criticou.
Fonte: EBC
sexta-feira, 29 de julho de 2016
Juízes repudiam denúncia feita por Lula na ONU contra Sergio Moro
A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) considerou que a denúncia feita pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva junto à Organização das Nações Unida contra o juiz Sergio Moro é uma tentativa de paralisar o trabalho da Justiça brasileira.
"A AMB reitera sua preocupação, externada em diversas oportunidades, frente às manobras para intimidar a atividade desempenhada pelos juízes brasileiros. O juiz Sergio Moro é exemplo e tem sido alvo recorrente de grande pressão por sua importante atuação", diz nota de repúdio.
Na denúncia apresentada, Lula afirma que o Moro está agindo com parcialidade. Para os advogados do ex-presidente, o juiz federal perdeu a imparcialidade para julgar Lula, e já formou a convicção de que ele é culpado dos fatos que lhe são imputados, o que viola o Pacto de Direitos Políticos e Civis adotado pela ONU. Os argumentos são semelhantes aos expostos na Exceção de Suspeição contra Moro que protocolaram no início de julho.
Em defesa do magistrado, a AMB afirmou que a corte internacional não deve ser utilizada para constranger o andamento de quaisquer investigações em curso no país. "O Brasil possui órgãos constituídos de controle interno e externo para acompanhar o trabalho desempenhado pela magistratura. É inadmissível a utilização de quaisquer outros meios, que não os legais e constitucionalmente estabelecidos, para tentar inibir o trabalho de agentes públicos no desempenho de suas funções", diz a entidade.
Fonte: Conjur
"A AMB reitera sua preocupação, externada em diversas oportunidades, frente às manobras para intimidar a atividade desempenhada pelos juízes brasileiros. O juiz Sergio Moro é exemplo e tem sido alvo recorrente de grande pressão por sua importante atuação", diz nota de repúdio.
Na denúncia apresentada, Lula afirma que o Moro está agindo com parcialidade. Para os advogados do ex-presidente, o juiz federal perdeu a imparcialidade para julgar Lula, e já formou a convicção de que ele é culpado dos fatos que lhe são imputados, o que viola o Pacto de Direitos Políticos e Civis adotado pela ONU. Os argumentos são semelhantes aos expostos na Exceção de Suspeição contra Moro que protocolaram no início de julho.
Em defesa do magistrado, a AMB afirmou que a corte internacional não deve ser utilizada para constranger o andamento de quaisquer investigações em curso no país. "O Brasil possui órgãos constituídos de controle interno e externo para acompanhar o trabalho desempenhado pela magistratura. É inadmissível a utilização de quaisquer outros meios, que não os legais e constitucionalmente estabelecidos, para tentar inibir o trabalho de agentes públicos no desempenho de suas funções", diz a entidade.
Fonte: Conjur
Lula faz queixa na ONU contra Moro por violação de direitos humanos
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou nesta quinta-feira uma petição perante a Comissão de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra para denunciar "abusos de poder" contra ele. O anúncio foi feito pelos advogados do petista em Londres. Lula, presidente de 2003 a 2010, é suspeito de se beneficiar da rede de corrupção em torno da Petrobras, um caso investigado pelo juiz Sergio Moro, no âmbito da Operação Lava-Jato.
Fonte: ZH
Fonte: ZH
segunda-feira, 25 de julho de 2016
¡Clarito! Varias ONG acusan a Maduro de ocultar crisis a la ONU
Según las cifras presentadas esta semana por el Gobierno de Nicolás Maduro a la Organización de Naciones Unidas (ONU), Venezuela podría ser un “punto de referencia y de orgullo en América Latina” en materia de inclusión social.
Según el informe presentado, la nación sudamericana es un país donde apenas cinco de cada 100 habitantes es pobre extremo, donde nueve de cada 10 comen tres veces al día, donde se han construido 17.800 nuevos centros de salud desde 1999 y más de un millón de casas en menos de un lustro.
Este alentador panorama figura en el informe, de 83 páginas, que voluntariamente las autoridades venezolanas presentaron al organismo internacional, relacionado con el Desarrollo Sustentable, que es la segunda fase de los famosos Objetivos del Milenio que los países del orbe se comprometieron a alcanzar para 2015.
La situación dibujada por el Ejecutivo venezolano seguramente dificultará a la ONU entender por qué en el primer semestre del año se registraron 419 saqueos o intentos de saqueos a comercios, o 3.507 protestas, o el porqué de las largas colas de personas en los mercados y farmacias. No obstante, organizaciones civiles como Transparencia Venezuela, la Asociación Venezolana de Educación Sexual (Avesa), la Coalición de Organizaciones por el Derecho a la Salud y la Vida (Codevida) se lo aclararon, al aseverar que las afirmaciones de las autoridades no se compaginan con la realidad.
En un contra informe las agrupaciones acusaron al Gobierno de presentar un reporte “incompleto y sesgado”, pues “no ofrece información oficial actualizada que refleje la situación real del país”.
Ciertamente el grueso del informe del Estado está sustentado en datos previos a la abrupta caída de los precios del petróleo que comenzó a finales de 2014, es más, solamente al hablar de la construcción de viviendas, del presupuesto del Ministerio de Salud y de la matrícula universitaria, las autoridades ofrecieron datos de 2015, los demás indicadores registrados en el informe recogen datos de 2014, 2013, 2012, 2011 e incluso 2006.
Fonte: EPMundo
Según el informe presentado, la nación sudamericana es un país donde apenas cinco de cada 100 habitantes es pobre extremo, donde nueve de cada 10 comen tres veces al día, donde se han construido 17.800 nuevos centros de salud desde 1999 y más de un millón de casas en menos de un lustro.
Este alentador panorama figura en el informe, de 83 páginas, que voluntariamente las autoridades venezolanas presentaron al organismo internacional, relacionado con el Desarrollo Sustentable, que es la segunda fase de los famosos Objetivos del Milenio que los países del orbe se comprometieron a alcanzar para 2015.
La situación dibujada por el Ejecutivo venezolano seguramente dificultará a la ONU entender por qué en el primer semestre del año se registraron 419 saqueos o intentos de saqueos a comercios, o 3.507 protestas, o el porqué de las largas colas de personas en los mercados y farmacias. No obstante, organizaciones civiles como Transparencia Venezuela, la Asociación Venezolana de Educación Sexual (Avesa), la Coalición de Organizaciones por el Derecho a la Salud y la Vida (Codevida) se lo aclararon, al aseverar que las afirmaciones de las autoridades no se compaginan con la realidad.
En un contra informe las agrupaciones acusaron al Gobierno de presentar un reporte “incompleto y sesgado”, pues “no ofrece información oficial actualizada que refleje la situación real del país”.
Ciertamente el grueso del informe del Estado está sustentado en datos previos a la abrupta caída de los precios del petróleo que comenzó a finales de 2014, es más, solamente al hablar de la construcción de viviendas, del presupuesto del Ministerio de Salud y de la matrícula universitaria, las autoridades ofrecieron datos de 2015, los demás indicadores registrados en el informe recogen datos de 2014, 2013, 2012, 2011 e incluso 2006.
Fonte: EPMundo
segunda-feira, 9 de junho de 2014
terça-feira, 15 de abril de 2014
ONU quer que israelenses e palestinos mantenham conversações de paz
| Ban Ki-moon. Foto: ONU/Eskinder Debebe |
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu a israelenses e palestinos que continuem engajados, de forma construtiva, nos esforços para a criação de dois Estados independentes.
O porta-voz de Ban, Stephane Dujarric, afirmou que o chefe da ONU discutiu o assunto, por telefone, com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu e com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, durante o fim de semana.
Acordo de Paz
Dujarric disse que o motivo da ligação foi debater os esforços contínuos e tentar estender as negociações na direção de um acordo de paz final entre Israel e Palestina.
Os dois lados retomaram o diálogo em agosto do ano passado depois dos esforços feitos pelo secretário de Estado americano, John Kerry.
As negociações diretas entre israelenses e palestinos foram interrompidas em setembro de 2010, depois que o governo de Tel Aviv se recusou a prorrogar o congelamento das construções de novos assentamentos em territórios palestinos.
Nas conversas separadas com Netanyahu e com Abbas, Ban expressou também esperança de que os dois líderes possam aproveitar a abertura criada pelos esforços americanos e encontrem uma forma de alcançar a solução de dois Estados.
Fonte: http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2014/04/onu-quer-que-israelenses-e-palestinos-mantenham-conversacoes-de-paz/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter#.U0xGEqinxhk
Brasil, 50 mil mortos por ano e Dilma nada faz.
O Brasil já não se importa mais em sair nas estatísticas negativas quando comparada com os demais países do planeta, desta vez foi com relação à violência, o Escritório das Nações Unidas Sobre Drogas e Crimes, (UNODC) laçou na semana passada o relatório global sobre homicídios nele informa que em 2012 aconteceram 50.108 assassinatos no Brasil e no mundo 437.000, correspondendo a 11,46% a participação brasileira, enquanto a nossa população corresponde a 2,8% da terra.
Leia o restante aqui
Fonte: Foco
Assinar:
Postagens (Atom)
