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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Assessor de Temer pede demissão após ser envolvido em denúncias da Odebrecht

O assessor especial do gabinete da Presidência da República, José Yunes, enviou hoje (14) ao presidente Michel Temer carta na qual pede para ser afastado do cargo. No documento, Yunes classifica como “fantasiosa” a alegação de que teria recebido “em espécie” recursos financeiros a serem doados ao PMDB. O pedido de afastamento foi aceito pelo presidente.

Advogado, Yunes é amigo e conselheiro próximo de Temer. Na carta enviada ao presidente, ele se refere, em tom crítico, ao depoimento prestado pelo ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht, Cláudio Melo Filho – executivo que disse ter entregue dinheiro vivo ao assessor do presidente em 2014, em encontro que teve no escritório de Yunes.

Fonte: Istoé

Por que as delações da Odebrecht estão protegendo o PT?

Uma das grandes belezas da política está no fato de que quase todos os resultados obtidos resultam de escolhas. Mas também é muito belo notar que a política nos demonstra que, à medida que temos maturidade no “jogo” e nos eventos relacionados a ele, temos percepções cada vez mais diferentes, adquirindo capacidade de visualizar coisas que não havíamos visto antes.

Por exemplo, em relação à delação da Odebrecht havia muita gente de direita acreditando que isso iria “danificar todos os partidos”. Agora estamos observando que a expectativa, mais uma vez, era ingênua.

Não estou querendo dizer que Janaína Paschoal esteja entre estes ingênuos, mas responder a uma questão feita por ela no Twitter nos ajuda a responder aos ingênuos. Ela questionou: “Na nossa denúncia, pedindo o impeachment, mostramos a íntima relação entre Lula-Dilma-Marcelo Odebrecht. Onde estão as outras delações?”.

As outras delações estão por vir e seguirão o padrão desta que vimos: blindagem ao PT junto a denúncias lançadas contra adversários do partido, talvez algumas até em demasia. Mas por que isso? Por que a Odebrecht não é apenas uma empreiteira comprometida com a corrupção, mas com um projeto de poder totalitário que se ampara na corrupção. Logo, a corrupção neste caso ocorre em escala muito maior. A direita precisa começar a aprender a diferenciar os dois modelos de atuação, pois o segundo possui gravidade muito maior. Há uma diferença entre alguém que apenas rouba o teu país para alguém que rouba o Brasil a ponto de transformá-lo numa Venezuela, para, aí sim, roubar ainda mais e de modo monopolista.

Leia mais aqui

Fonte: Ceticismo Político

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Proposta de delação da Delta cita PMDB e PSDB

BRASÍLIA - O empresário Fernando Cavendish, dono da construtora Delta Engenharia, negocia um acordo de delação premiada no qual pretende detalhar supostos pagamentos de propinas a políticos do PMDB e do PSDB relacionados a obras nos governos de São Paulo, Rio e Goiás, além de estatais federais como o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e Petrobrás. O acordo de colaboração se dá no âmbito da Operação Saqueador, da qual o empresário foi alvo em junho deste ano.

Fonte: Estadão

sexta-feira, 22 de julho de 2016

João Santana e mulher dizem que receberam dinheiro de caixa dois de campanha de Dilma

O publicitário João Santana e a mulher dele, Mônica Moura, admitiram hoje em audiência com o juiz Sergio Moro que receberam dinheiro de caixa dois para a campanha eleitoral de Dilma Rousseff de 2010. O total chega a US$ 4 milhões.

A informação de que eles assumiriam o ilícito foi antecipada pela coluna em junho.

Mônica, que cuidava das finanças do casal, deu maiores detalhes. Segundo disse, depois que os trabalhos foram encerrados, a campanha não pagou tudo o que devia.

Por cerca de três anos, eles fizeram cobranças insistentes ao PT. Em 2013, foram chamados pelo então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que disse que enfim saldaria o débito. Vaccari orientou Mônica a procurar Zwi Skorniki, que tinha negócios com a Petrobras. Ele faria os pagamentos.

Ficou acertado que o débito seria saldado em dez parcelas, numa conta não declarada no exterior. Nove parcelas foram pagas. A última ficou pendurada.



Fonte: Fernando Francischine, Blog Fernando Moura Brasil

quinta-feira, 21 de julho de 2016

João Santana e Mônica Moura assinam acordo para iniciar delação premiada


O ex-marqueteiro do PT João Santana e sua mulher e sócia, a empresária Mônica Moura, assinaram termo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República (PGR), documento que firma o processo formal de delação premiada. O casal está preso em Curitiba há cinco meses, e devem fechar uma delação em dupla. No início de abril, Mônica tentou acordo individual, mas os termos não foram aceitos. A informação é do jornal O Globo.

O casal foi transferido para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba a pedido dos advogados da dupla e com a anuência do Ministério Público, com o objetivo de facilitar as conversas com seus defensores. O acordo ainda está em fase de negociação, o que significa que os dois ainda não prestaram qualquer depoimento aos procuradores. Nesta quinta-feira, os dois estarão pela primeira vez de frente com o juiz da 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba, Sérgio Moro, que determinou a prisão do casal.

Fonte: Diário de Pernambuco

Lula acabou

Lula vai ser preso. O PT vai implodir.

Se havia alguma dúvida sobre isso, agora não há mais: a delação premiada de João Santana aniquila a ORCRIM.

Como disse O Globo, Dona Xepa já havia tentado fechar um acordo com a PGR. Ela confessou ter arrecadado 10 milhões de reais em propina para a campanha de Dilma Rousseff. Os pagamentos foram negociados por Guido Mantega, Antonio Palocci e João Vaccari Neto.

Ela confessou também que o grupo JBS contribuiu com caixa 2 para a campanha de 2014 pagando diretamente uma dívida de Dilma Rousseff com a gráfica Focal.

Nada disso, porém, convenceu a PGR a aceitar a delação dos marqueteiros do PT.

O termo de confidencialidade assinado com os procuradores revela que Feira e Dona Xepa resolveram abrir o jogo.

O alvo não é apenas Dilma Rousseff. O alvo é Lula, é o PT.

Fonte: O Antagonista

terça-feira, 19 de julho de 2016

Empresário diz que ex-Eletronuclear o ameaçou para 'não ser incluído' em delação

São Paulo - Um dos sócios da Engevix, o empresário José Antunes Sobrinho afirmou em 'colaboração espontânea' com o Ministério Público Federal do Rio que o ex-superintendente de Gerenciamento de Empreendimentos Luiz Manuel Amaral Messias pediu para não ser incluído em uma eventual delação premiada do empreiteiro. José Antunes Sobrinho prestou depoimento em 13 de julho à força-tarefa da Operação Pripyat, desdobramento da 16ª fase da Operação Lava Jato, a Radioatividade, deflagrada em julho de 2015.

Fonte: EM

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Madrinha de bateria recebeu "mensalinho" de ex-tesoureiro do PT, diz delator

Um dos delatores da Operação Lava-Jato, o ex-vereador do PT em Americana (SP) Alexandre Romano, o Chambinho, entregou à Procuradoria da República recibos de depósitos — realizados a pedido do ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira — para a madrinha de bateria da escola de samba Sociedade Recreativa e Beneficente Estado Maior da Restinga, Viviane da Silva Rodrigues. Entre 2010 e 2012, a madrinha teria recebido R$ 61,7 mil em 18 parcelas.

Fonte: ZH

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Veja a lista dos políticos citados por Sérgio Machado

Michel Temer (PMDB), presidente interino
Gabriel Chalita (PDT-SP), secretário municipal de Educação de São Paulo
Aécio Neves (PSDB-MG), senador
Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado
Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), ministro do Turismo
Romero Jucá (PMDB-RR), senador
Jader Barbalho (PMDB-PA), senador
Edison Lobão (PMDB-MA), senador
Valdir Raupp (PMDB-RO), senador
José Sarney (PMDB), ex-presidente
Sarney Filho (PV), ministro do Meio Ambiente
Heráclito Fortes (PSB-PI), deputado federal
Sérgio Guerra (PSDB-PE, morto), ex-senador
José Agripino Maia (DEM-RN), senador
Felipe Maia (DEM-RN), deputado federal
Cândido Vacarezza (PT-SP), deputado federal
Luiz Sérgio (PT-RJ), deputado federal
Jandira Feghali (PCdoB-RJ), deputada federal
Francisco Dornelles (PP-RJ), governador do Rio
Garibaldi Alves (PMDB-RN), ex-senador
Walter Alves (PMDB-RN), deputado federal
Jorge Bittar (PT-RJ), ex-deputado
Ideli Salvatti (PT-SC), ex-ministra
Edson Santos (PT-RJ), ex-ministro
Teotônio Vilela Filho (PSDB), ex-governador

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Delator diz que ex-ministro das Cidades Marcio Fortes recebeu propina de R$ 1 mi

O empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, afirmou em delação premiada que o ex-ministro das Cidades do Governo Lula Marcio Fortes recebeu R$ 1 milhão de um esquema que resultou na contratação da agência de publicidade Propeg, em 2010.

Segundo o delator, outro ex-ministro da pasta, Mário Negromonte – hoje conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia -, sucessor de Fortes, e o ex-deputado e ex-líder do PP na Câmara Pedro Corrêa teriam recebido valor equivalente a 10% do contrato de publicidade.

A delação de Bené foi homologada na semana passada pelo Superior Tribunal de Justiça, no âmbito da Operação Acrônimo – investigação da Polícia Federal que atribui crime de corrupção ao governador de Minas Fernando Pimentel (PT), ex-ministro do Desenvolvimento do governo Dilma.

Fonte: Istoé

quarta-feira, 27 de abril de 2016

"Uma linha de investigação aponta Lula no comando"

Um dos condutores da Operação Lava Jato, o procurador regional da República Carlos Fernando dos Santos Lima evita fazer juízos definitivos, mas não esconde a convicção a que chegou a força-tarefa que investiga o esquema de corrupção que corroeu a Petrobras. “Há uma linha de investigação que aponta Lula na cadeia de comando”, afirma nesta entrevista a ÉPOCA. Negociador-chefe dos acordos de delação premiada, Carlos Fernando não tem boas notícias para quem ainda busca esse entendimento: como já se sabe quase tudo sobre o caso, há cada vez menos espaço para novos delatores; quem quiser reduzir sua pena terá de contar algo muito valioso aos investigadores. “Precisamos punir as pessoas, não é possível fazer acordo com todo mundo”, diz Carlos Fernando. “Vai ter de trazer uma coisa muito extraordinária.”

Fonte: Época

sexta-feira, 18 de março de 2016

Presidente não está "imune" às investigações, diz Janot


Berna - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou nesta quinta-feira, 17, que "ninguém está imune" a uma investigação ao ressaltar que vai examinar as suspeitas de que a presidente Dilma Rousseff teria agido para obstruir a Justiça.

"Nosso trabalho é republicano. Não há pessoa fora de investigação", declarou nesta quinta-feira, 17, em Berna, na Suíça.

O procurador já havia apontado nessa direção na quarta-feira em Paris diante de novo conteúdo da delação premiada do senador Delcídio Amaral revelado pelo site da revista Veja. Agora, seus assessores indicam que a possibilidade foi reforçada com a divulgação do telefonema entre a presidente Dilma e o ex-presidente e o ministro da Casa Civil, Luiz Inácio Lula da Silva.

Janot voltou a repetir o termo "republicanamente" ao ser questionado sobre o andamento das investigações da Operação Lava Jato.

"Temos que analisar o que temos, analisar o que está nas delações premiadas e ai, tecnicamente, vamos tomar uma decisão. Não há uma decisão de instaurar e nem de arquivar. Nós vivemos em uma república e ninguém está nem acima e nem abaixo da lei. Todos devem ser tratados republicanamente", disse.

Fonte: Exame

terça-feira, 15 de março de 2016

Delcídio cita Gleisi Hoffmann e Humberto Costa na sua delação


No acordo firmado com a Procuradoria-Geral da República para colaborar com as investigações, Delcídio avaliou que "se deve dar atenção especial" para o período no qual a Senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-ministra-chefe da Casa Civil de Dilma Rousseff, foi diretora financeira de Itaipu, quando vários negócios envolvendo obras teriam passado pelas suas mãos. 

No documento de delação, Delcídio também alega que o senador Humberto Costa (PT-PE) "agiu com desenvoltura" na Refinaria de Suape (PE). "Ele foi parceiro, entre outras empresas, da White Martins, que sempre contribuiu decisivamente para suas campanhas", afirmou.

Fonte: UOL

Delcídio diz que Aécio atuou para maquiar dados do Banco Rural na CPI dos Correios

Em sua delação premiada, o ex-líder do governo no Senado, Delcídio Amaral, foi muito além do esquema de corrupção na Petrobrás e disse que o senador Aécio Neves (PSDB) atuou para maquiar as contas do Banco Rural durante CPI Mista dos Correios. Presidida por Delcídio em 2005, a comissão investigou o mensalão, esquema que utilizava as empresas do empresário Marcos Valério para lavagem de dinheiro. Além disso, o delator também disse ter ouvido que o tucano mantém conta no paraíso fiscal de Liechtenstein.

O delator admitiu ter “segurado a barra” para que não viesse à tona a movimentação financeira das empresas de Marcos Valério no Banco Rural que “atingiriam em cheio” o atual presidente do PSDB e seus aliados, como o deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP). Segundo Delcídio o tema foi tratado na sede do governo mineiro, por volta de 2005 e 2006, quando Aécio governava o Estado e ainda lhe teria oferecido o avião do governo de Minas para ir ao Rio, o que foi aceito pelo senador.

Fonte: Estadão

Gravações flagram ministro da Educação (!!!) tentando subornar Delcídio para evitar delação premiada



Ex-chefe da Casa Civil do governo Dilma, atual titular da pasta da Educação e um dos ministros mais próximos da presidente, Mercadante prometeu dinheiro e ajuda para que Delcídio deixasse a prisão e escapasse do processo de cassação de mandato no Senado. Em contrapartida, pede a Delcídio que não "desestabilize tudo" com sua delação. O ministro não tratou diretamente com o senador, que já estava sob a custódia da polícia, mas com um assessor da estrita confiança de Delcídio, José Eduardo Marzagão. Os dois se reuniram duas vezes no gabinete de Mercadante no ministério. As conversas foram gravadas por Marzagão e entregues à Procuradoria-Geral da República por Delcídio, que, em depoimento formal, disse que o ministro agira a mando de Dilma. Com essa observação, acusou o ministro e a presidente de tentar comprar o silêncio de uma testemunha, obstruindo o trabalho da Justiça.

Algumas falas

Mercadante propõe bico fechado:
“Eu acho que ele devia esperar, não fazer nenhum movimento precipitado, ele já fez um movimento errado, deixar baixar a poeira, ele vai sair, a confusão é muito grande. Aí… entendeu?
Mercadante faz ameaça velada:
“Pra ele não ser um agente que desestabilize tudo. Porque senão vai sobrar uma responsabilidade pra ele monumental, entendeu?
Mercadante cita Renan Calheiros
O ministro promete procurar o presidente do Senado para armar um plano de modo a fazer com que o Senado voltasse atrás na decisão, tomada em plenário, ratificando a ordem de prisão de Delcídio expedida pelo Supremo.
“Porque eu posso tentar ajudar nisso aí no Senado. Vou tentar conversar com o Renan e ponderar a ele de construir uma, entendeu, uma moção…”
Mercadante oferece ajuda financeira quando é informado da falta de dinheiro da família:
“Isso aí também a gente pode ver no que é que a gente pode ajudar, na coisa de advogado, essa coisa. Não sei. Pô, Marzagão, você tem que dizer no que é que eu possa ajudar. Eu só to aqui pra ajudar. Veja o que que eu posso ajudar.”
Mercadante cita Bruno Dantas
Diz que advogados de confiança, como o ministro do TCU Bruno Dantas, ex-advogado-geral do Senado, ajudariam a elaborar uma tese jurídica que permitisse à Casa defender o senador no STF.
“O cara, pô, fodido, acuado, arrebentado, sangrando… eu vou fazer o seguinte: eu vou conversar com alguns advogados que eu confio. Acho que vou chamar o Bruno Dantas pra conversar, que foi advogado-geral da União muito tempo… do Senado, ou algum consultor do Senado que pense juridicamente se o Senado tem alguma providência pra interferir. Inclusive alegar o seguinte: nós queremos que ele se defenda, de um processo aqui pi, pi, pi…”
Mercadante faz outra ameaça velada (ou mostra que petistas podem queimar o arquivo):
“Eu imagino que ele está completamente sozinho, fica ruim para a segurança dele.”
Margazão diz que Renan e José Sarney xingaram Dilma ao telefone:
“O senhor [Mercadante] é a terceira pessoa [que presta solidariedade]. No dia do acontecido, ligou o Renan e o Sarney para a Maika. Mais nada. E disseram barbaridades, chamaram a presidente de filha da puta.”

Fontes: Veja, Blog Felipe Moura Brasil

quinta-feira, 3 de março de 2016

Dilma se cala sobre Delcídio e faz reunião no Planalto

A presidente Dilma Rousseff ainda não decidiu como vai se pronunciar sobre os termos do acordo de colaboração premiada negociado pelo senador Delcídio do Amaral (PT-MS), que prometeu ao Ministério Público Federal revelar detalhes de como ela e o ex-presidente Lula estão envolvidos em episódios do escândalo do petrolão. Apreensiva, Dilma está reunida com ministros no Palácio do Planalto desde que terminou pela manhã a cerimônia de posse dos novos ministros da Justiça, da Controladoria-Geral da União e da Advocacia-Geral da União.

Fonte: Veja

Suposta delação de Delcídio repercute na Câmara

A suposta delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) divulgada pela revista Istoé nesta quinta-feira (03) repercutiu na Câmara dos Deputados. Na matéria, Delcídio teria citado o ex-presidente Lula e acusado a presidente Dilma Rousseff de interferir na Operação Lava Jato.

O líder do Democratas, deputado Pauderney Avelino (AM), afirmou que delação do ex-líder do governo no Senado mostra que ele não agia sozinho. "Sempre se presumiu que o Delcídio não estava agindo sozinho, isso vai ficar claro quando a delação dele vier a público. E já diz, pelo que a gente já leu, que há envolvimento da presidente [Dilma] com relação à nomeação de ministros, para beneficiar eventualmente réus na Lava Jato e envolvimento em Pasadena. Ele conhece muito o que aconteceu nos bastidores, portanto, o que acreditamos é que essa delação do Delcídio está mais uma vez colocando a crise e a Lava Jato no colo da presidente Dilma e abraça Lula definitivamente".

Fonte: Câmara Notícias
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