Será que deu a louca no Lobão? Ele está com Affair com os Magos Intelectuais esquerdistas? Ele mudou de lado e foi vencido pelo cansaço? Precisa aparecer na Mídia? Será um agente duplo?
Antes de ler a carta eu achei que se tratava de mais uma armação dos jornalecos perseguidores, mas ao procurar notei a veracidade e mesmo não querendo aceitar a iniciativa deste grande guerreiro patriota, fui notando na escrita grande maturidade, inteligência, firmeza e singularidade. Todas as palavras de Lobão na carta o faz uma pessoa superior, daquela que olha de cima com os pés no chão, que não se distancia das melhores possibilidades de tornar o ambiente e a situação melhor. Ele é detentor de nobres iniciativas, poderia ele esquivar-se de escrever uma carta que o incomoda e o coloca em situação talvez de deméritos. Mas mesmo ele sabendo que suas palavras poderiam ser utilizadas contra si, foi então corajoso ao postar mais palavras de impacto e verídicas. Não sei qual a fé do Lobão, mas a inspiração de sua Carta foi totalmente Cristã. Pediu perdão pelos erros e conclamou aqueles a quem ele elogiou para um aberto debate e para um honroso propósito de se construir um País melhor.
Abaixo grifei na Carta alguns conceitos Cristãos em meio a vários outros também cristãos porém não grifados!
LEIA A CARTA
Carta Aberta para Caetano, Gil e Chico
Caros amigos ,
Decidi escrever uma carta aberta a vocês por inúmeros motivos, mas confesso que dentre todos esses tais motivos que me moveram ,estava lá ,para minha surpresa, no fundo do meu peito a me gritar, o maior e mais importante deles todos: O meu amor por vocês.
Não poderia haver momento mais emblemático, um domingo de Páscoa, me permitir( não sem alguma resistência) ser flagrado em minhas próprias contradições. Pois bem: na madrugada de hoje, tomei fôlego e sintonizei o programa do Serginho Groissmann no intuito(um tanto beligerante) de verificar as declarações do Caetano que vazaram na imprensa sobre as passeatas, a situação política etc e tal, imaginando colher não somente o que foi dito, mas como foi dito, gesticulado e contextualizado.
Até então, o clima era de afiar unhas e dentes. Contudo, algo muito possante tomou conta de mim, uma força estranha foi me conduzindo para áreas da minha memória afetiva e quando dei por mim, estava lá eu olhando para a TV inundado de carinho e amor , com um enorme sentimento de parentesco por aquelas duas figuras( Caetano e Gil) que há tantos anos venho me digladiando e divergindo. Essa tal força estranha também dragou uma outra figura, na tela ausente, para a ribalta do meu coração, o Chico .
E a partir daquele instante me vi numa tremenda sinuca de bico:
Se estou eu, lutando pela verdade dos fatos, por alguma razoabilidade nos gestos, por justiça, honestidade intelectual, tolerância e entendimento, cabe a mim adotar esse rigor, antes de mais nada, a mim mesmo e por isso mesmo venho a público pedir minhas desculpas por ter sido durante todos esses anos ,desonesto a diminuir o talento de vocês três por pura birra, competição, autoafirmação ou até, vá lá, uma discordância genuína quanto a princípios ideológicos ,políticos e metodológicos. Vocês três fazem parte, queira eu ou não, do meu DNA artístico e afetivo, do meu imaginário poético e são sim, artistas muito fora da curva ,tanto na excelência das canções com na criatividade ,na beleza e na inspiração de seus versos. Portanto, peço humildemente o perdão de vocês, Caetano ,Gil e Chico. Sendo assim, desde então, livre para vos amar, admirar e respeitar, voltemos à vaca fria, a esse momento grave de colapso de governo, de ódio generalizado entre os brasileiros.
Caetano, me corrija se eu estiver errado, mas ao observar seu posicionamento sobre as passeatas e os movimentos sociais notei na sua mímica (mais até no que você dizia)uma angústia cravada de dúvidas em relação a essa torrente de acontecimentos insólitos, surpreendentes a nos deixar atônitos e desnorteados. E havemos de acrescer de mais angústia ainda ao contabilizá-la, uma vez que o programa já havia sido gravado duas semanas antes! Ou seja, há priscas eras ,quando nossas preocupações ainda eram criancinhas de pré primário diante das atuais!
E a grande preocupação atual é o fato de todos nós sermos forçados a concordar sem a menor sombra de dúvida que esse governo já não vigora mais como tal , que ele mesmo se deliquesceu no esplendor duvidoso de sua ruína moral, arrastado para a seara da pura e simples criminalidade e que será necessário de agora em diante muita serenidade ,sabedoria e união de todos nós para recomeçar tudo de novo.
O Corpo de Cristo vive na Terra, onde há liberdade para organizar a conduta humana. A Política deve estar ordenada à Fé. EuPolítico: Combate, palavras, notícias, idéias e anúncio.
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segunda-feira, 28 de março de 2016
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Honras ao Mérito. Qual Mérito?
Nunca na história deste país se procurou tanto honrar e congratular aos indivíduos imerecidos. O mérito virou ao avesso. Quem lutou bravamente na Escola, Trabalho, Seminário tornou-se um inútil. Quem cedo acordou e renunciou descansos para alavancar a carreira não colherá nada nesta nação. Exatamente nos ambientes onde se constrói o mérito, amparado na conduta do indivíduo e em seus mestres, é onde está ideologizado, está emburrecido e preguiçoso. Não se dá mérito a quem usa de sua capacidade, mas a quem é hospedeiro.
Temos hoje dois ícones da bestialidade condecorada via ‘coitadismo’, via sentimentalismo e coisas afins, temos hoje o Lula, a quem o Brasil não deveria dar nenhuma honra, ao mesmo tempo, Lula é aquele a quem a Justiça deveria tomar o que ele usurpou. E a Sra. Dilma que não deveria nem ser apresentada a Nação como candidata, das suas incapacidades não se precisa falar nada. Duas criaturas sem qualquer formação ou condições quaisquer, mas que recebem às custas de gente trabalhadora e honrada. Com isto, toma de quem tem e dá a quem não vale um vintém.
Policiais dão a vida para proteger e são debochados pela Autoridade política. Bandidos que em nada contribuem, somente destroem, entorpecem e roubam são avaliados como vítimas e tem seus direitos garantidos como se apenas estes e outros do tipo fossem humanos. Nunca na história deste país, ser corrupto valeu tanto a pena, mudando a frase de que O Crime compensa! Na verdade nunca compensou, mas nesta gestão atual está compensando, quem sabe com estas Eleições as coisas possam mudar e trazer a Meritocracia de volta.
Temos hoje dois ícones da bestialidade condecorada via ‘coitadismo’, via sentimentalismo e coisas afins, temos hoje o Lula, a quem o Brasil não deveria dar nenhuma honra, ao mesmo tempo, Lula é aquele a quem a Justiça deveria tomar o que ele usurpou. E a Sra. Dilma que não deveria nem ser apresentada a Nação como candidata, das suas incapacidades não se precisa falar nada. Duas criaturas sem qualquer formação ou condições quaisquer, mas que recebem às custas de gente trabalhadora e honrada. Com isto, toma de quem tem e dá a quem não vale um vintém.
Policiais dão a vida para proteger e são debochados pela Autoridade política. Bandidos que em nada contribuem, somente destroem, entorpecem e roubam são avaliados como vítimas e tem seus direitos garantidos como se apenas estes e outros do tipo fossem humanos. Nunca na história deste país, ser corrupto valeu tanto a pena, mudando a frase de que O Crime compensa! Na verdade nunca compensou, mas nesta gestão atual está compensando, quem sabe com estas Eleições as coisas possam mudar e trazer a Meritocracia de volta.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Imperador Dom Pedro II: Exemplo de Governante
A Revista de História da Biblioteca Nacional, ano 9, nº 101, de fevereiro de 2014 - periódico da Biblioteca Nacional (órgão criado e estruturado pela Monarquia e administrado atualmente pela república) - na sessão Almanaque, página 85, cita:
"O bolso furado do imperador
Em tempos de escolher governantes, é bom estar atento às relações que os homens públicos mantêm com o dinheiro do povo. Um exemplo a ser lembrado é o de D. Pedro II. O imperador esteve no trono brasileiro por quase 50 anos, e nunca aceitou aumento na sua dotação, isto é, o salário. Pouco depois de ser coroado, ainda com 14 anos, tratou de extinguir cargos públicos que considerava inúteis (por exemplo, a Guarda Imperial, depois recriada, já na República, com o nome de Dragões da Independência). Além de pagar do próprio bolso estudos de brasileiros no exterior - que foram estudar arte, medicina e engenharia, com a condição de retornar ao Brasil e aplicar aqui seus conhecimentos - doava recorrentemente parte do salário a obras de caridade (ou para gastos de guerra). Pagava também viagens pelo país, e fazia empréstimos para viajar para o exterior. Quando morreu, exilado, em 1891, não havia amealhado fortuna. Ao contrário, deixou dívidas.
Em D. Pedro II, de José Murilo de Carvalho"
Fonte: Monarquia Já
"O bolso furado do imperador
Em tempos de escolher governantes, é bom estar atento às relações que os homens públicos mantêm com o dinheiro do povo. Um exemplo a ser lembrado é o de D. Pedro II. O imperador esteve no trono brasileiro por quase 50 anos, e nunca aceitou aumento na sua dotação, isto é, o salário. Pouco depois de ser coroado, ainda com 14 anos, tratou de extinguir cargos públicos que considerava inúteis (por exemplo, a Guarda Imperial, depois recriada, já na República, com o nome de Dragões da Independência). Além de pagar do próprio bolso estudos de brasileiros no exterior - que foram estudar arte, medicina e engenharia, com a condição de retornar ao Brasil e aplicar aqui seus conhecimentos - doava recorrentemente parte do salário a obras de caridade (ou para gastos de guerra). Pagava também viagens pelo país, e fazia empréstimos para viajar para o exterior. Quando morreu, exilado, em 1891, não havia amealhado fortuna. Ao contrário, deixou dívidas.
Em D. Pedro II, de José Murilo de Carvalho"
Fonte: Monarquia Já
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
"Os políticos devem agir com honradez, integridade e amor pela vida" Bento XVI
Cidade do Vaticano (RV) - A intenção geral do Papa para este mês de setembro é: “Para que os políticos atuem sempre com honradez, integridade e amor pela vida e a verdade”.
O trinômio “honradez, integridade e verdade” representa uma espécie de arco-íris: cada elemento tem sua especificidade. A honradez ou honestidade é a capacidade de ter um coração transparente. A integridade é a coerência do início ao fim, em todos os dias da semana. A verdade é o valor que está presente na integridade e na honestidade; é a capacidade de voar bem alto. Eis porque este trinômio se completa entre si.
O cristão deve dar sua contribuição específica à política e, de modo geral, à vida social. A sua contribuição mais importante é a coerência de vida, acompanhada do desejo de ter sempre ideais nobres e visar o bem comum. Claro, isto requer sacrifício, qualidade, honradez e, sobretudo, empenho pessoal na vida de cada dia.
Os cristãos, segundo o Papa, não devem ter medo, nem fugir da realidade e tampouco fechar seus corações. Mas, devem ser capazes de inserir-se na história e na vida política. A precariedade, em tempos de crise, torna-nos particularmente frágeis, agitados e um sentido de rebelião, especialmente entre os jovens em alguns países. Os problemas dos jovens purificam e, ao mesmo tempo, fecundam a política. Eis porque a política deve responder ao drama da realidade juvenil. (MT)
Fonte: Rádio Vaticano
O trinômio “honradez, integridade e verdade” representa uma espécie de arco-íris: cada elemento tem sua especificidade. A honradez ou honestidade é a capacidade de ter um coração transparente. A integridade é a coerência do início ao fim, em todos os dias da semana. A verdade é o valor que está presente na integridade e na honestidade; é a capacidade de voar bem alto. Eis porque este trinômio se completa entre si.
O cristão deve dar sua contribuição específica à política e, de modo geral, à vida social. A sua contribuição mais importante é a coerência de vida, acompanhada do desejo de ter sempre ideais nobres e visar o bem comum. Claro, isto requer sacrifício, qualidade, honradez e, sobretudo, empenho pessoal na vida de cada dia.
Os cristãos, segundo o Papa, não devem ter medo, nem fugir da realidade e tampouco fechar seus corações. Mas, devem ser capazes de inserir-se na história e na vida política. A precariedade, em tempos de crise, torna-nos particularmente frágeis, agitados e um sentido de rebelião, especialmente entre os jovens em alguns países. Os problemas dos jovens purificam e, ao mesmo tempo, fecundam a política. Eis porque a política deve responder ao drama da realidade juvenil. (MT)
Fonte: Rádio Vaticano
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