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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Fé e Política. Carta aberta aos Bispos do Brasil

Em meio à grave crise política, econômica, institucional e, acima de tudo profundamente moral, nós, católicos, recorremos a cada membro do episcopado brasileiro, para que em cada Diocese haja uma posição clara e firme em relação aos graves danos que o Partido dos Trabalhadores (PT) causou à Igreja Católica e à nação brasileira nestas últimas décadas, especialmente nos últimos treze anos à frente do governo. Um partido que chegou aonde chegou com a conivência, a cumplicidade, a omissão (e até o favorecimento) de muitos bispos, seduzidos pela retórica do populismo e pela demagogia.

Desde o início, era preciso ter havido coragem para denunciar o PT como um partido revolucionário, de ideário socialista, aliado de governos comunistas e ditatoriais (especialmente Cuba), que emergiu com a bandeira da ética para chegar ao poder e depois dilapidar o estado brasileiro, aparelhando as instituições e implementando a agenda anti-vida e anti-família das fundações internacionais, a agenda abortista, etc. E tudo isso com a complacência do clero progressista da CNBB, e através de ONGs e pastorais atuando no seio da igreja, dos teólogos da libertação, e de toda sorte de infiltrados.

Faltou coragem a muitos bispos do Brasil, firmeza e fidelidade ao Magistério: ao não alertarem os fiéis do risco de excomunhão — e do risco à própria salvação — aos que apoiavam o PT (Catecismo, n. 2246: “Faz parte da missão da Igreja emitir o seu juízo moral também sobre as realidades que dizem respeito à ordem política, quando o exijam os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas”); ao não denunciarem o projeto de poder totalitário do Foro de São Paulo (que Lula fundou e implantou com Fidel Castro); e, ainda, ao não rejeitarem o projeto utópico da Pátria Grande socialista sendo construído pela UNASUL com a simpatia e apoio de vários bispos.

Hoje, os fatos expostos pela Operação Lava Jato estão escancarando ao mundo a verdadeira face do PT, seu modus operandi que em tudo contraria os princípios e valores cristãos e as diretrizes da Doutrina Social da Igreja. Por isso, urge que os bispos do Brasil, ainda em tempo, façam o mea culpa por terem permitido ao PT chegar aonde chegou, com as consequências calamitosas no campo político e econômico, mas sobretudo no campo moral e cultural.

Que sigam o exemplo de um Papa, S. João Paulo II, que teve a humildade de pedir perdão e rever posturas quando necessário. E que nesta Páscoa possamos à luz do Evangelho, “Caminho, Verdade e Vida”, ressuscitar como povo católico, verdadeiramente sal e luz para o Brasil, coração do Continente de Esperança.

Hermes Rodrigues Nery é coordenador do Movimento Legislação e Vida.

MOVIMENTO LEGISLAÇÃO E VIDA

Para assinar a Carta:
http://www.citizengo.org/pt-pt/pc/node:nid%5D-carta-aberta-aos-bispos-do-brasil

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Nota do Conselho Arquidiocesano de Leigos de Montes Claros sobre a situação da Saúde em Montes Claros

CONSELHO NACIONAL DO LAICATO DO BRASIL – CNLB
ARQUIDIOCESE DE MONTES CLAROS – COARLE

Não participem das obras estéreis das trevas; Pelo contrário denunciem tais obras (Ef 5, 11) 


Nós representantes do Conselho Arquidiocesano de Leigos (as) da Arquidiocese de Montes Claros que temos uma história marcada pela constante busca por justiça, indignados com os acontecimentos que estamos vivenciando no quadro político de Montes Claros, de modo especial com certas ações do executivo municipal que imaginando ser a Prefeitura uma empresa privada, age como se esta cidade fosse, apenas, mais uma de suas propriedades.

Não admite o diálogo e nem abre espaço aos clamores dos diversos segmentos da sociedade. Os Conselhos Paritários e o Sindicato dos servidores sentem-se impotentes diante de tal situação, pois qualquer proposta ou sugestão sugerida por estas organizações são, simplesmente, desrespeitadas.

domingo, 9 de junho de 2013

É dever cristão envolver-se com a política embora seja "muito suja", assegura o Papa

VATICANO, 07 Jun. 13 / 02:20 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco explicou nesta manhã que é um dever, uma obrigação do cristão, envolver-se com a política embora seja "muito suja", porque estando nesse âmbito se pode trabalhar pelo bem comum.

Assim o explicou o Santo Padre ao responder uma das perguntas feitas por um dos jovens que recebeu na Sala Paulo VI, no encontro de alunos e ex-alunos dos colégios jesuítas da Itália e Albânia com o Pontífice.

No encontro, Francisco decidiu não ler o discurso que tinha preparado para a ocasião e dialogar espontaneamente com os assistentes o que gerou um clima de maior alegria e festa.

Sobre o tema da participação dos leigos na esfera pública, o Papa explicou que "envolver-se na política é uma obrigação para um cristão. Nós não podemos fazer como Pilatos e lavar as mãos, não podemos".

"Devemos participar na vida política porque a política é uma das formas mais altas da caridade, porque busca o bem comum. E os leigos cristãos devem trabalhar na política", assegurou o Santo Padre ante os milhares de crianças e jovens presentes.

"Alguém me dirá: ‘mas não é fácil’. Tampouco é fácil chegar a ser sacerdote. Não são coisas fáceis porque a vida não é fácil. A política é muito suja, mas eu me pergunto: Por que é suja? Por que os cristãos não estão revestidos do espírito evangélico".

O Santo Padre assinalou também que "é fácil dizer ‘a culpa é dele’... mas e eu, o que faço? É um dever! Trabalhar pelo bem comum é dever de um cristão! E muitas vezes para trabalhar o caminho a seguir é a política".

Fonte: ACI Digital

Assista abaixo o vídeo com as falas do Papa:

segunda-feira, 29 de abril de 2013

CEFEP e CNLB promovem encontro de políticos católicos


Entre os dias 26 a 28 de abril de 2013, no Centro Cultural Missionário, (CCM), em Brasília, houve um encontro de políticos católicos. Participaram do evento cerca de 30 participantes entre vereadores e prefeitos católicos, eleitos, e candidatos não eleitos. O encontro foi promovido pelo Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (CEFEP) e do Conselho Nacional dos leigos do Brasil (CNLB).

“O objetivo do encontro foi reunir alunos e ex-alunos do CEFEP e do CNLB, para aprofundar sobre a consciência cristã diante do compromisso de um mandato eletivo. Para que, posteriormente, a experiência partilhada durante o encontro, seja levada para os diferentes regionais do Brasil”, explicou o secretário-executivo do CEFEP, padre José Ernanne Pinheiro. “O evento aconteceu num clima de reflexão madura e de oração. O trabalho se deu numa metodologia exigente, mas produtiva”, completou.

Durante a reunião, foi proposta uma Palestra sobre a Gaudium et Spes e a política, seguida da história e desafios da 5ª Semana Social Brasileira (SSB). Em seguida, houve um momento de partilha de experiências. Na parte da tarde, foram realizadas três oficinas, explicitando a bela experiência de mandato participativo, sobretudo em Guarapuava (PA), onde a vice-prefeita contou com um grande número de mulheres.

Uma segunda oficina tratou das fragilidades e desafios do legislativo municipal. Foram sugeridas audiências púbicas, e Comissões temáticas, mais acessíveis à participação do povo. A terceira oficina tratou do marketing político. Na última parte do encontro, foi feita uma reflexão sobre o texto votado na última Assembleia Geral da CNBB, chamado ‘Igreja e Eleições’.

Fonte: CNBB
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