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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Papa JOÃO PAULO II: um influente e poderoso Líder Político.

Posto aqui um vídeo do Canal Esquerdista (Progressista, Marxista, Socialista etc) que nesta veiculação usou de conteúdo verdadeiro para fazer xingamentos a SS João Paulo II. Ele foi duro sim com os comunistas da América Latina e fez muito bem, ele não deixou de ser duro também com qualquer um que fosse contra a doutrina da Igreja, que se colocaram contra a Dignidade Humana. Logo a interpretação recheada de 'mimimim' feita pelos jornalistas está toda errada.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Jesus seria um Capitalista? Será que Deus não divide as coisas de forma comum? Leia São Lucas, capítulo 19!

Eis aqui uma passagem Bíblica que atrapalha em muito as pregações do pessoal da Teologia da Libertação (Social-comunistas) - PT. Como podem perceber, Jesus nos presenteia com inúmeras palavras e contextos sobre diferenças práticas entre um comunista e um socialista. De que lado Jesus e sua doutrina estaria? 
Podemos nos perguntar: Jesus não gosta de pessoas ricas ou classe média? Jesus não gosta de riquezas e de posses? Ele é contra patrimônio privado? Nesta passagem abaixo se vê a presença totalitária do Estado ou a Liberdade individual? Deus é contra o rendimento de Juros e instituições financeiras (Bancos)? Seria Cristo favorável à preguiça de um indivíduo que deveria esta trabalhando e produzindo riquezas? Deus é contra a justiça que prega dar a quem se esforçou e retirar de quem nada fez (meritocracia)? Deus é contra Monarquia? Ele não é favorável a governos, lideres nacionais, primeiro-ministros e política? É contra a criação de leis e de constituição? 

Aqui na passagem bíblica podemos obter boas respostas. Confira!


São Lucas, 19

1.Jesus entrou em Jericó e ia atravessando a cidade.

2.Havia aí um homem muito rico chamado Zaqueu, chefe dos recebedores de impostos.

3.Ele procurava ver quem era Jesus, mas não o conseguia por causa da multidão, porque era de baixa estatura.

4.Ele correu adiante, subiu a um sicômoro para o ver, quando ele passasse por ali.

5.Chegando Jesus àquele lugar e levantando os olhos, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque é preciso que eu fique hoje em tua casa.

6.Ele desceu a toda a pressa e recebeu-o alegremente.

7.Vendo isto, todos murmuravam e diziam: Ele vai hospedar-se em casa de um pecador...

8.Zaqueu, entretanto, de pé diante do Senhor, disse-lhe: Senhor, vou dar a metade dos meus bens aos pobres e, se tiver defraudado alguém, restituirei o quádruplo.

9.Disse-lhe Jesus: Hoje entrou a salvação nesta casa, porquanto também este é filho de Abraão.

10.Pois o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido.

11.Ouviam-no falar. E como estava perto de Jerusalém, alguns se persuadiam de que o Reino de Deus se havia de manifestar brevemente; ele acrescentou esta parábola:

12.Um homem ilustre foi para um país distante, a fim de ser investido da realeza e depois regressar.

13.Chamou dez dos seus servos e deu-lhes dez minas, dizendo-lhes: Negociai até eu voltar.

14.Mas os homens daquela região odiavam-no e enviaram atrás dele embaixadores, para protestarem: Não queremos que ele reine sobre nós.

15.Quando, investido da dignidade real, voltou, mandou chamar os servos a quem confiara o dinheiro, a fim de saber quanto cada um tinha lucrado.

16.Veio o primeiro: Senhor, a tua mina rendeu dez outras minas.

17.Ele lhe disse: Muito bem, servo bom; porque foste fiel nas coisas pequenas, receberás o governo de dez cidades.

18.Veio o segundo: Senhor, a tua mina rendeu cinco outras minas.

19.Disse a este: Sê também tu governador de cinco cidades.

20.Veio também o outro: Senhor, aqui tens a tua mina, que guardei embrulhada num lenço;

21.pois tive medo de ti, por seres homem rigoroso, que tiras o que não puseste e ceifas o que não semeaste.

22.Replicou-lhe ele: Servo mau, pelas tuas palavras te julgo. Sabias que sou rigoroso, que tiro o que não depositei e ceifo o que não semeei...

23.Por que, pois, não puseste o meu dinheiro num banco? Na minha volta, eu o teria retirado com juros.

24.E disse aos que estavam presentes: Tirai-lhe a mina, e dai-a ao que tem dez minas.

25.Replicaram-lhe: Senhor, este já tem dez minas!...

26.Eu vos declaro: a todo aquele que tiver, dar-se-lhe-á; mas, ao que não tiver, ser-lhe-á tirado até o que tem.

27.Quanto aos que me odeiam, e que não me quiseram por rei, trazei-os e massacrai-os na minha presença.


terça-feira, 12 de abril de 2016

Na Bíblia um exemplo de falsas preocupações com os Pobres. Judas, um socialista pai da Teologia da Libertação!

"Mas Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que o havia de trair, disse:
Por que não se vendeu este bálsamo por trezentos denários e não se deu aos pobres?
Dizia isso não porque ele se interessasse pelos pobres, mas porque era ladrão e, tendo a bolsa, furtava o que nela lançavam." Jo 12, 4-6

Não é de hoje que o povo sofrido é enganado por salteadores que se lançam como salvadores para aliviar as dores da sociedade. Judas como um bom comunista, insurgiu-se para salvar os Pobres e dá-lhes dinheiro para sustentar e tirá-los da fome ("Fome-zero"). Pura enganação, queria mesmo é fazer-se um senhor ditador dos sofridos, vejam que o mesmo que queria dar dinheiro aos pobres foi o aquele que vendeu um amigo por dinheiro (30 moedas) e entregou-o nas mãos de pessoas poderosas, criminosas e gananciosas. 

Eis o tipo cuidador dos pobres como o pessoal da Teologia da Libertação!



segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Campanha da Fraternidade, um desabafo sacerdotal.

Por Padre Cléber

Um texto longo, mas necessário. Peço que ninguém o mutile, nem o altere:Algumas notas sobre a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016: “Casa comum nossa responsabilidade”.



Este texto está assegurado pela a Constituição Federal, Artigo 5º ” IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença; ” e também pelo Código de Direito Canônico, cânon 212 § 2: “Os fiéis têm o direito de manifestar aos Pastores da Igreja as próprias necessidades, principalmente espirituais, e os próprios anseios.” e § 3: “De acordo com a ciência, a competência e o prestígio de que gozam, tem o direito e, às vezes, até o dever de manifestar aos Pastores sagrados a própria opinião sobre o que afeta o bem da Igreja e, ressalvando a integridade da fé e dos costumes e a reverência para com os Pastores, e levando em conta a utilidade comum e a dignidade das pessoas, dêem a conhecer essa sua opinião também aos outros fiéis.”

Portanto, escrevo aos leitores, certo de que entre eles, alguns de nossos bispos também o lerão. Já aviso de antemão que qualquer comentário pejorativo aos Senhores Bispos será sumariamente apagado, não porque alguns não o mereçam, mas porque o meu perfil não é um lugar para bate-bocas de comadres de vila. Uma coisa é discordar, outra fazer estrepolias de moleques. Quem discorda do que escrevo ou vê de forma diferente tenha a hombridade de o fazê-lo dentro da educação e polidez de gente civilizada e de usar seu nome próprio. Se discorda, coloque seus argumentos e iniciemos um debate.

Centenas de católicos escrevem-me diariamente sobre sua inquietação e perplexidade com mais uma Campanha da Fraternidade (CF). Discutir saneamento básico, esgoto e políticas da água dentro das igrejas parece-lhes – e parece-me – totalmente fora da realidade. Dentre as dezenas de razões para o rechaço a mais ouvida é que a CF tem o intuito de desviar o espírito da Quaresma para ocupar cátedras e púlpitos para uma pregação meramente social e política, quase sempre alinhada ao bom-mocismo do politicamente correto transformando a Igreja Católica em mais um ONG “engajada”. Atitude esta condenada pelo Papa Francisco….

Dizem os perplexos e inquietos que, para os promotores da CF 2016, é mais importante discutir sobre esgoto e água que tratar sobre a proteção da vida nascente e o pecado hediondo do aborto, mais importante cuidar do córrego sujo que do manancial de sangue dos milhares de cristãos, católicos ou não, perseguidos não só na Síria pelos muçulmanos, mais importante que banir e entregar à justiça canônica e civil sacerdotes pedófilos, mais importante que cuidar dos inúmeros casos e denúncias sobre a péssima formação sacerdotal e a corrompida doutrina instilada nalguns seminários e servida à mão-cheia nos púlpitos, mais importante que suspender sacerdotes que não temem desfilar com bandeiras partidárias e bonezinhos de sindicatos, partidos políticos e do MST, mais importante que se levantar contra a eugenia que se instala contra os prováveis e futuros microcéfalos, mais importante que limpar e sanear a PJ de todo a doutrina marxista que está às claras.

Quando um padre se levanta contra estas questões candentes ele é tachado de “não está em comunhão com a Igreja” ou, “não está em comunhão com a Diocese” ou “não está em comunhão com o presbitério”. Conversa fiada de que detêm o poder, mas não detêm a razão. Senhores… o mal e o pecado continuam ser mal e pecado mesmo que todos digam que não.

O que ocorre com tal padre, na melhor das hipóteses é ostracizado pelos colegas, na pior é suspenso do uso de ordens. VEREMOS o que lá vem para mim. Só não sei porque tantas pessoas falam dos padres e bispos bons que se calam… terão medo de quais represálias os assim chamados “bons” bispos? A não promoção à uma diocese “melhor”, à não promoção a algum arcebispado, um título cardinalício? Consultando minha consciência e os ditames da Santa Igreja a quem sirvo vejo-me na obrigação de esclarecer aos fiéis algumas coisas:

– Há uma dezena de anos atrás constatou-se que quem comandava as cordinhas da CNBB eram seus assessores, todos sem exceção alinhados ao socialismo- comuno-psolista-petista.

– Nos dias atuais já não se pode culpar os assessores uma vez que, com a clareza do sol do meio dia, até um cego vê o alinhamento majoritário dos bispos a todo esquerdismo militante. Basta recordar o episódio no ano de 2014 da morte do líder do PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, pranteado na página da CNBB pelo então Secretário Geral da CNBB, Dom Leonardo U. Steiner, como “Exemplo de cristão na política”. Para quem acompanhou o desenrolar do caso nas redes sociais viu as milhares de mensagens condenando tal pranto por defunto tão vil. Era muita vela pra pouco defunto. Plínio de Arruda Sampaio era defensor aguerrido do Aborto, do coletivismo, do estatismo comunista e de todas as mazelas intrínsecas ao comunismo já condenado pela Igreja. Para Dom Steiner era um modelo de cristão. Para os demais bispos… ficaram todos caladinhos e acovardados ou compactuaram com o cristianíssimo Dom Steiner, cuja noção de cristão deve ser algo sui generis. Dom Steiner, como todo bom democrata socialista mandou apagar das redes sociais todos as centenas de comentários que o denunciavam….A título de exemplo, a nota pranteadora de Dom Steiner ainda está lá no site da CNBB, limpinha de comentários (http://www.cnbb.org.br/index.php…).

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Uma quadrilha de criminosos que diz gostar de Pobres.


Vejam só, uma quadrilha rouba incansavelmente dinheiro da nação. A nação pára de desenvolver, começa a empobrecer, as indústrias diminuem o processo de produção, pessoas param de comprar, o dinheiro pára de circular, agricultores desaquecem a produção, a comida não chega as casas, a classe rica fica pobre, a pobre fica miserável, a miserável morre de fome. 

E mortos de fome ou doentes, não vão a escola, não vão trabalhar (porque não podem e porque não há emprego). Estando doentes, vão aos hospitais que lotados e sem investimento não atendem o moribundo que morre e deixa a família com a despesa e o choro de enterrar o defunto que terá que pagar o cemitério.

A quadrilha que começa a crise roubando é a mesma quadrilha que diz gostar dos pobres e diz ter em sua cultura a fórmula do desenvolvimento. Quem diz combater a miséria e a fome, são os mesmos que criam e aumentam a situação de fome e de miséria de uma Nação: A quadrilha esquerdista! 

terça-feira, 12 de maio de 2015

Ex-espião da União Soviética: Nós criamos a Teologia da Libertação


REDAÇÃO CENTRAL, 11 Mai. 15 / 05:56 pm (ACI).- Ion Mihai Pacepa foi general da polícia secreta da Romênia comunista antes de pedir demissão do seu cargo e fugir para os EUA no fim da década de 70. Considerado um dos maiores “detratores” de Moscou, Pacepa concedeu entrevista a ACI Digital e revelou a conexão entre a União Soviética e a Teologia da Libertação na América Latina.  A seguir, os principais trechos da sua entrevista:

Em geral, você poderia dizer que a expansão da Teologia da Libertação teve algum tipo de conexão com a União Soviética?
Sim. Soube que a KGB teve uma relação com a Teologia da Libertação através do general soviético Aleksandr Sakharovsky, chefe do serviço de inteligência estrangeiro (razvedka) da Romênia comunista, que foi conselheiro e meu chefe até 1956, quando foi nomeado chefe do serviço de espionagem soviética, o PGU1; Ele manteve o cargo durante 15 anos, um recorde sem precedentes.
Em 26 de outubro de 1959, Sakharovsky e seu novo chefe, Nikita Khrushchev, chegaram à Romênia para as chamadas “férias de seis dias de Khrushchev”. Ele nunca tinha tomado um período tão longo de férias no exterior, nem foi sua estadia na Romênia realmente umas férias.
Khrushchev queria ser reconhecido na história como o líder soviético que exportou o comunismo à América Central e à América do Sul. A Romênia era o único país latino no bloco soviético e Khrushchev queria envolver os “líderes latinos” na sua nova guerra de “libertação”.

Eu me investiguei sobre Sakharovsky, vi os seus escritos, mas não pude encontrar nenhuma informação relevante sobre sua figura. Por que?
Sakharovsky era uma imagem soviética dos anos quentes da Guerra Fria, quando os membros dos governos britânico e israelense ainda não conheciam a identidade dos líderes do Mossad e do MI-6. Mas, Sakharovsky desempenhou um papel extremamente importante na construção da história da Guerra Fria. Ele ocasionou a exportação do comunismo a Cuba (1958-1961); ele manipulou de maneira perversa a crise de Berlim (1958-1961) criou o Muro de Berlim; a crise dos mísseis cubanos (1962) e colocou o mundo na beira de uma guerra nuclear.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Campanha da Fraternidade 2015: Igreja e sociedade. Reforma Política.Isto nos ajudará?

Novamente venho aqui expressar dolorosamente que em plena Quarta-feira de cinzas, onde a alma humana fica atenta para ouvir a voz do Pastor, ocorre que surge alguns interlocutores que procuram de toda forma tapar a boca do Senhor e oferecem uma ecoada da voz de Lobos.

Cristãos que durante o feriadão não pularam carnaval, que fizeram seu retiro e que viveram tempo de oração fortíssimo, vão as igrejas receber as cinzas e ouvir o "Convertei e crede no evangelho". Cristãos que pularam bastante o carnaval, outros que se drogaram, prostituíram, de certa forma também vãos as igrejas neste dia para ouvir a mesma frase, mesmo que seja um desejo não explicitado, só da alma. Mas tristemente ouvem apenas as repetidas apelações da Campanha da fraternidade, que nada trás como exortação a CONVERSÃO.

As campanhas quase sempre trazem apelos políticos-sociais, que aparentemente são bonzinhos e até nos fazem chorar por causa de seus 'importantes temas'. Sem falar que este Tema nos tapam o ouvir, ver, sentir..., que nos impedem de viver o verdadeiro sentido das cinzas e da Quaresma, já que a campanha torna-se um verdadeiro cobertor sobre este tempo de conversão. Ela ainda com seus terríveis temas, nunca incomodam os verdadeiros lobos da sociedade.

Se você ler o texto base da Campanha deste ano de 2015, verá na terceira parte, mais especificamente em '2.7. Participação na Reforma Política', onde diz:


'A Igreja Católica integra a “Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas”. Participou ativamente dos debates que definiram os termos deste projeto, que inclui:  A proibição de financiamento de candidatos por empresas (pessoas jurídicas) e implantação do financiamento democrático, público e de pessoas físicas, ambos limitados;'

Se deixarmos enganar por isto, iremos entender que a tal campanha vai ajudar o sistema político brasileiro, vai revolucionar e a partir disto, o Brasil se tornará um novo país, um verdadeiro paraíso. 

Só que não. Há uma maldade no texto que procura uma substituição de palavras, claramente escondendo o seu desejo principal. Uma linguagem de cunho esquerdista e de nenhuma fé católica. A Tal reforma Política que querem implantar através da enganação dos fiéis, pedindo que todos assinem, eles querem servir de base para o Partido dos Trabalhadores. É interessante que estas campanhas nunca incomodam ou criticam o PT nem os partidos congêneres. O esquerdismo se sente totalmente cômodo quando se lança uma destas campanhas. Engraçado que se fala tanto de política nas campanhas, mas nunca se refere a possíveis erros do Lula nem da Dilma, esquisito não. Será que este bando de corruptos não erram ou a campanha é viciada?



O mesmo projeto de "eleições limpas.... Reforma Política” apoiado pela Campanha da Fraternidade que quer acabar com a corrupção no Brasil é e foi projetada pelo PT, aqui no site do PT  http://www.pt.org.br/reformapolitica/ é possível encontrar o Projeto. Mas como assim? O PT que está atolado na corrupção quer acabar com a roubalheira? Ou os Bispos abram os olhos ou ficará mais feio ainda, querendo dar ao povo uma dose de enganação mais potente do que já tem tomado. 

Querem implantar o conhecido bolivarianismo no Brasil,saiba mais aqui:







Confira este outro link com maiores análises: 

Campanha da Fraternidade 2015 e Reforma Política.


E isto com a assinatura de fiéis católicos, mas o pior com a animação de nossos padres e bispos, que sabiamente ou de forma ignorada apoiam esta desgraça no nosso país. O que ajudará a tornar aqui um Inferno comunista. Penso que estes pastores serão cobrados severamente por Deus.


Há uma clara negociação da fé. Porém uma fé sem nenhum valor, uma submissão aos desejos do poder humano. Este pessoal do PT com a ajuda da CNBB submete a igreja ao poder corrupto do Partido. Isto não é novidade para nós que sabemos que um conjunto de gente desprezível, procura assanhadamente submeter a constituição e a moral católica aos desejos da carne. Colocam-nos abaixo do aborto, homossexualismo, desonras. Onde provocam perseguições as famílias, aos policiais e a todos os valores conquistados por séculos através de homens de honra.

Definitivamente a Igreja e seus lideres não devem se submeter aos desejos da carne, aos desejos pecaminosos. O Servo de Deus deve beijar os pés do pecador, deve descer até as suas dores, até onde estiver caído, mas nunca se deixar levar pelos desejos imundos, nunca mudar a doutrina santa, nunca se corromper dizendo que está cumprindo uma ação de caridade. Caridade não é se submeter aos desejos do pecador, mas sim lavar seus pés, beijá-los e carregá-lo para uma conversão.



Aqui a imagem da Campanha poderia dizer-nos "Eu vim para servir" e poderia acrescentar, "Segue-me" ou “Vá e não peques mais". Infelizmente parou no sentido de Igreja subserviente, serva dos desejos imundos.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

O PT já não é mais católico como antes


Por um tempo, eu e muitos mal informados fomos enganados por vários líderes que nos ensinavam que católicos eram os petistas e bastando ser petista para já automaticamente ser católico, havia uma imagem de certa sincronia. A carta de filiação partidária parecia substituir o batistério.

Não havia Fé e Política, mas fé e PT. E como o PT não estava no Poder, suas falas eram amáveis, amigáveis, construtivas, acolhedoras e humildes. Quase sempre pela partilha e em prol do Pobre. Dava até vontade de chorar ao ver um petista pregando nas reuniões, colocando-nos contra os brancos, ricos, estudados etc.

Mas... tudo mudou, as escamas caíram e a luz brilhou. A Fé não se deixou curvar nem se aliançou a propósitos do inferno. O PT ficou milionário, poderoso, influente e mostrou a que veio. Hoje vemos a ligação de Fé(zes) e PT e não Fé e Política. Quem vê os Petistas, não consegue ver aquela simbiose petista-católica, mas uma ligação servil ao Pai da Mentira, ao Demônio. 

O PT e alguns líderes da Igreja enganaram a muitos, mas se sabe que desde muito tempo, existiu profetas que não se deixaram enganar. Lembra-se agora das palavras do Padre Leo: "Para ser Católico como o Sr. Luiz Inácio (Lula), é melhor ir para o Inferno"

O PT e seus Membros na verdade nunca foram Católicos. Enganaram a muitos, e outros tantos os deixaram quando viram suas máscaras cairem. Se você ainda está petendo com o petê, saia agora mesmo, venha conciliar a verdadeira fé com a verdadeira política.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Os perigos da teologia marxista da libertação

VATICANO, 05 Dez. 09 / 11:22 am (ACI).- O Papa Bento XVI advertiu sobre os perigos da teologia marxista da libertação e alentou os fiéis a superarem suas graves conseqüências em meio das comunidades eclesiásticas, como a rebelião e o desacordo, à luz da instrução Libertatis nuntius que cumpre 25 anos de publicação e que foi redigida quando ele era Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.

Ao receber ao meio-dia de hoje ao grupo de Bispos do Brasil da região Sul 3 e Sul 4 em visita ad limina, o Santo Padre recordou que "em agosto passado se cumpriram 25 anos da Instrução Libertatis nuntius da Congregação para a Doutrina da Fé, sobre alguns aspectos da teologia da libertação, que sublinha o perigo que comportava a aceitação acrítica, realizada por alguns teólogos, de tese e metodologias provenientes do marxismo".

Bento XVI advertiu, depois de ter refletido sobre o papel das universidades católicas, que as seqüelas da teologia marxista da libertação "mais ou menos visíveis de rebelião, divisão, desacordo, ofensa, anarquia, ainda se fazem sentir, criando em suas comunidades diocesanas um grande sofrimento e grave perda de forças vivas".

Por essa razão, o Santo Padre exortou "aos que de algum modo se sintam atraídos, envolvidos e afetados no íntimo por certos princípios enganosos da teologia da libertação, que se confrontem novamente com a referida Instrução, acolhendo a luz benigna que a mesma oferece com mão estendida".

Bento XVI recordou também que "a regra suprema de fé da Igreja provém efetivamente da unidade que o Espírito estabeleceu entre a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, em uma reciprocidade tal que não podem subsistir de maneira independente", como explica na encíclica Fides et Rateio o Papa João Paulo II.

"Que no âmbito dos entes e as comunidades eclesiásticas, o perdão devotado e acolhido em nome e por amor da Santíssima Trindade, que adoramos em nossos corações, ponha fim às tribulações da querida Igreja que peregrina nas Terras da Santa Cruz", respirou.

A Instrução Libertatis nuntius foi publicada em 6 de agosto de 1984, depois da autorização do Papa João Paulo II, para que o então Cardeal Ratzinger, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, para que procedesse com a publicação.

O objetivo da instrução, explica o mesmo texto, é "atrair a atenção dos pastores, dos teólogos e de todos os fiéis, sobre as separações e os riscos de separação, ruinosos para a fé e para a vida cristã, que implicam certas formas de teologia da libertação que recorrem, de modo insuficientemente crítico, a conceitos tomados de diversas correntes do pensamento marxista".

O chamado texto explica "a certeza de que as graves separações ideológicas" da teologia marxista da libertação "conduzem indevidamente a trair a causa dos pobres". Entre outras coisas, a instrução também adverte que a análise marxista da realidade "arrasta as ‘teologias da libertação’ a aceitar um conjunto de posições incompatíveis com a visão cristã do homem".


Fonte: ACI 
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