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quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Parlamento paraguayo rechaza que Venezuela asuma presidencia de Mercosur
El Parlamento paraguayo manifestó su rechazo a que Venezuela asuma la presidencia pro témpore del Mercosur y a los “insultos” que el presidente de la nación caribeña, Nicolás Maduro, hizo contra su país, según un documento publicado hoy por el diputado opositor venezolano Luis Florido.
A través de su cuenta en la red social Twitter, Florido colgó un documento de la Cámara de Diputados de Paraguay, en el que se declara “apoyar las gestiones del Poder Ejecutivo a través de la Cancillería Nacional de desconocer la autoproclamación de la República Bolivariana de Venezuela a la presidencia pro témpore del Mercosur”.
En ese sentido, el documento que fue firmado por el presidente de la Comisión de Relaciones Exteriores del Parlamento Paraguayo, José María Ibañez Benítez, y por el secretario de esta delegación, Walter Harms, insta a los países miembros del Mercosur (Argentina, Brasil, Uruguay, Venezuela y Paraguay) “a definir una posición” sobre la situación de Venezuela.
De acuerdo con el documento, la legislación paraguaya considera que el país caribeño no puede asumir la presidencia del Mercosur debido a que la situación de los derechos humanos y “las restricciones de libertades individuales (…) generan inestabilidad social y democrática”.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Mercosul convoca nova reunião para debater Venezuela
Foi convocada uma reunião do Conselho do Mercado Comum (CMC) do Mercosul em Montevidéu no final de julho para debater o impasse a cerca da transferência da Presidência temporária do grupo para a Venezuela, que sofre forte oposição de Brasil, Argentina e Paraguai.
Para o chanceler do Uruguai, Rodolfo Nin Novoa, atualmente na liderança do organismo, existe um "grande problema". "Existe uma posição bastante firme de cada um dos países do Mercosul", acrescentou.
(...)
Entre os membros do Mercosul, o Paraguai é o maior crítico de Caracas. A Chancelaria paraguaia, inclusive, tenta debater a aplicação do Protocolo de Ushuaia, que prevê a suspensão de um país do bloco caso exista ruptura diplomática. Diante do tenso clima político na região, a Cúpula de Presidentes do Mercosul, que estava marcada para julho, chegou a ser cancelada.
Fonte: JB
Para o chanceler do Uruguai, Rodolfo Nin Novoa, atualmente na liderança do organismo, existe um "grande problema". "Existe uma posição bastante firme de cada um dos países do Mercosul", acrescentou.
(...)
Entre os membros do Mercosul, o Paraguai é o maior crítico de Caracas. A Chancelaria paraguaia, inclusive, tenta debater a aplicação do Protocolo de Ushuaia, que prevê a suspensão de um país do bloco caso exista ruptura diplomática. Diante do tenso clima político na região, a Cúpula de Presidentes do Mercosul, que estava marcada para julho, chegou a ser cancelada.
Fonte: JB
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Serra e FHC viajam ao Uruguai para impedir que Venezuela lidere Mercosul
O ministro das relações exteriores, José Serra, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso se reuniram na manhã desta terça com o presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, e o chanceler uruguaio, Rodolfo Nin Novoa, em Montevidéu. O encontro, segundo o jornal O Estado de S. Paulo, foi para pedir "mais tempo" antes de o país, que atualmente lidera o Mercosul, passar o posto para a Venezuela - o que estava previsto para acontecer no próximo dia 12.
A liderança do Mercosul funciona em esquema de rodízio e a presidência do bloco deveria ser transmitida neste segundo semestre ao país venezuelano. O principal temor dos integrantes do bloco é de que uma eventual presidência da Venezuela prejudique as negociações de um acordo comercial entre o bloco e a União Europeia, que se arrastam há vários anos. Além disso, a Venezuela é alvo de um pedido do Paraguai para aplicação da cláusula democrática, o que poderia resultar em sua suspensão.
A liderança do Mercosul funciona em esquema de rodízio e a presidência do bloco deveria ser transmitida neste segundo semestre ao país venezuelano. O principal temor dos integrantes do bloco é de que uma eventual presidência da Venezuela prejudique as negociações de um acordo comercial entre o bloco e a União Europeia, que se arrastam há vários anos. Além disso, a Venezuela é alvo de um pedido do Paraguai para aplicação da cláusula democrática, o que poderia resultar em sua suspensão.
Fonte: Veja
terça-feira, 26 de abril de 2016
Apelos de Dilma à comunidade internacional são frustrados diante da legalidade do impeachment
A investida da presidente Dilma para vender à comunidade internacional a tese de “golpe” não tem surtido efeito. Apesar de declarações nesse sentido à imprensa estrangeira e aos apelos ao Mercosul e Unasul, a presidente não encontrou apoio na comunidade internacional contra o processomosaico que tramita contra ela no Congresso Nacional. Deputados do PSDB acreditam que a legalidade e a constitucionalidade do pedido de impeachment tornam as declarações da petista sem nenhuma credibilidade.
Em viagem aos Estados Unidos no fim da semana passada, Dilma falou em “quebra democrática” ao referir-se ao impeachment e, em entrevista na sexta-feira (22) em Nova Iorque, chegou a sugerir que Mercosul e Unasul avaliassem o processo contra ela. Não adiantou. Apesar da mobilização de países como Venezuela e Bolívia, a União das Nações Sul-Americanas, que se reuniu no fim de semana, não aprovou uma moção de repúdio ao processo de impedimento no Brasil.
Ao falar a repórteres brasileiros, Dilma se descreveu como “uma vítima, uma pessoa injustiçada” e voltou a falar em golpe. Ela afirmou que se “a quebra democrática” se concretizar no país, pedirá que o Mercosul e a Unasul analisem imediatamente o caso. O bloco comercial poderia, segundo ela, acionar a “cláusula democrática”, que prevê a suspensão de um país em caso de ruptura.
O deputado Luiz Carlos Hauly (PR) afirma que é de conhecimento mundial o que tem acontecido no Brasil. E, em sua avaliação, as nações sabem que o processo de impeachment contra Dilma é legítimo, constitucional, legal, transparente, ocorre dentro do parlamento brasileiro e obedece às regras do jogo democrático. “É por isso que ela não encontrou eco em lugar algum, a não ser nas nações com governos populistas e demagogos como o dela e do Lula”, aponta.
Fonte: PSDB
Em viagem aos Estados Unidos no fim da semana passada, Dilma falou em “quebra democrática” ao referir-se ao impeachment e, em entrevista na sexta-feira (22) em Nova Iorque, chegou a sugerir que Mercosul e Unasul avaliassem o processo contra ela. Não adiantou. Apesar da mobilização de países como Venezuela e Bolívia, a União das Nações Sul-Americanas, que se reuniu no fim de semana, não aprovou uma moção de repúdio ao processo de impedimento no Brasil.
Ao falar a repórteres brasileiros, Dilma se descreveu como “uma vítima, uma pessoa injustiçada” e voltou a falar em golpe. Ela afirmou que se “a quebra democrática” se concretizar no país, pedirá que o Mercosul e a Unasul analisem imediatamente o caso. O bloco comercial poderia, segundo ela, acionar a “cláusula democrática”, que prevê a suspensão de um país em caso de ruptura.
O deputado Luiz Carlos Hauly (PR) afirma que é de conhecimento mundial o que tem acontecido no Brasil. E, em sua avaliação, as nações sabem que o processo de impeachment contra Dilma é legítimo, constitucional, legal, transparente, ocorre dentro do parlamento brasileiro e obedece às regras do jogo democrático. “É por isso que ela não encontrou eco em lugar algum, a não ser nas nações com governos populistas e demagogos como o dela e do Lula”, aponta.
Fonte: PSDB
Deputado Marcelo Aro do PHS Mineiro protocola Nota de Repúdio no Parlasul
Um grupo de parlamentares sensatos acaba de protocolar na mesa diretora do Parlasul um nota de repúdio às declarações do presidente do parlamento, o argentino Jorge Taiana, de que há um "golpe" em curso no Brasil.
Há pouco, ao mencionar a nota, o deputado Marcelo Aro (PHS-MG) pediu a palavra no encontro, que ocorre em Montevidéu, e disparou contra Taiana:
"Que vossa excelência retire imediatamente do site do Parlasul a sua declaração pessoal. Se o senhor quer fazer uma declaração pessoal, o senhor faça no seu site, no seu Facebook, no seu Twitter, e não no site deste parlamento. Isso é um desrespeito ao povo brasileiro e aos parlamentares brasileiros."
Taiana é Cristina Kirchner. Taiana é PT.
Fonte: O Antatonista
Há pouco, ao mencionar a nota, o deputado Marcelo Aro (PHS-MG) pediu a palavra no encontro, que ocorre em Montevidéu, e disparou contra Taiana:
"Que vossa excelência retire imediatamente do site do Parlasul a sua declaração pessoal. Se o senhor quer fazer uma declaração pessoal, o senhor faça no seu site, no seu Facebook, no seu Twitter, e não no site deste parlamento. Isso é um desrespeito ao povo brasileiro e aos parlamentares brasileiros."
Taiana é Cristina Kirchner. Taiana é PT.
Fonte: O Antatonista
quarta-feira, 30 de março de 2016
Marilena Chaui diz que Moro quer entregar pré-sal a estrangeiros e acabar com Mercosul; atacou também os manifestantes do dia 13
Por Reinaldo Azevedo
Leio na Folha o seguinte título: “Intelectuais e movimentos sociais fazem ato contra impeachmenht na USP”. Aí fui ler o texto. Os ditos intelectuais são notórios militantes petistas, como Marilena Chaui e André Singer, que já foi nada menos do que porta-voz de Lula. Que usem a universidade para se expressar, em vez de fazê-lo no próprio partido, eis uma evidência de caráter.
É como se um médico filiado ao PT decidisse se opor ao impedimento de Dilma na sala de cirurgia. Seria considerado um louco, um celerado. Mas na USP, especialmente na notória Fefelech, Deus nem chegou a nascer. Desde sempre, o capeta da impostura está no comando.
A gente vê as fotos, e lá estão os em tudo notórios de sempre, em círculo. Desta feita, nem mesmo as prefigurações que embalam o bolchevismo chulé das Mafaldinhas & Remelentos. Agora eles estavam lá reunidos para, pura e simplesmente, justificar o roubo.
Um amigo me perguntava ontem por que os intelectuais liberais ou não esquerdistas são muito menos ativos no proselitismo político. Aí eu respondi: “É uma questão de caráter”. Os pensadores que não são esbirros de partido, que não se comportam como “apparatchik”, têm vergonha na cara e se negam a subordinar a sua produção a um ente de razão. Já os esquerdistas fazem qualquer coisa. Querem ver?
Adivinhem se Marilena Chaui não estava lá dando suas vassouradas filosóficas… E ela fez uma grave acusação ao juiz Sergio Moro, que, espero, tome a decisão de levá-la a provar em juízo o que disse.
É bem verdade que a fala da doutora é de tal sorte aloprada que chego a desconfiar de que ela ainda esteja entre nós — se é que me entendem. Até dei alguns telefonemas para saber se ela anda exibindo sinais de degenerescência cerebral. Asseguram-me que continua a mesma de há 30 anos, se é que vocês me entendem de novo… Logo, Marilena está no seu normal possível. Ela explicou à plateia de Mafaldinhas & Remelentos por que o juiz Sergio Moro faz o que faz. Prestem atenção:
“Por que Moro tem tanto poder? Porque serve a dois objetivos: entregar o pré-sal para companhias norte-americanas de petróleo e enfraquecer o Mercosul”.
Leio na Folha o seguinte título: “Intelectuais e movimentos sociais fazem ato contra impeachmenht na USP”. Aí fui ler o texto. Os ditos intelectuais são notórios militantes petistas, como Marilena Chaui e André Singer, que já foi nada menos do que porta-voz de Lula. Que usem a universidade para se expressar, em vez de fazê-lo no próprio partido, eis uma evidência de caráter.
É como se um médico filiado ao PT decidisse se opor ao impedimento de Dilma na sala de cirurgia. Seria considerado um louco, um celerado. Mas na USP, especialmente na notória Fefelech, Deus nem chegou a nascer. Desde sempre, o capeta da impostura está no comando.
A gente vê as fotos, e lá estão os em tudo notórios de sempre, em círculo. Desta feita, nem mesmo as prefigurações que embalam o bolchevismo chulé das Mafaldinhas & Remelentos. Agora eles estavam lá reunidos para, pura e simplesmente, justificar o roubo.
Um amigo me perguntava ontem por que os intelectuais liberais ou não esquerdistas são muito menos ativos no proselitismo político. Aí eu respondi: “É uma questão de caráter”. Os pensadores que não são esbirros de partido, que não se comportam como “apparatchik”, têm vergonha na cara e se negam a subordinar a sua produção a um ente de razão. Já os esquerdistas fazem qualquer coisa. Querem ver?
Adivinhem se Marilena Chaui não estava lá dando suas vassouradas filosóficas… E ela fez uma grave acusação ao juiz Sergio Moro, que, espero, tome a decisão de levá-la a provar em juízo o que disse.
É bem verdade que a fala da doutora é de tal sorte aloprada que chego a desconfiar de que ela ainda esteja entre nós — se é que me entendem. Até dei alguns telefonemas para saber se ela anda exibindo sinais de degenerescência cerebral. Asseguram-me que continua a mesma de há 30 anos, se é que vocês me entendem de novo… Logo, Marilena está no seu normal possível. Ela explicou à plateia de Mafaldinhas & Remelentos por que o juiz Sergio Moro faz o que faz. Prestem atenção:
“Por que Moro tem tanto poder? Porque serve a dois objetivos: entregar o pré-sal para companhias norte-americanas de petróleo e enfraquecer o Mercosul”.
terça-feira, 22 de março de 2016
Impeachment pode suspender Brasil no Mercosul, diz Argentina
Buenos Aires - A chanceler argentina, Susana Malcorra, afirmou na tarde desta segunda-feira, 21, que o Mercosul pretende divulgar "o mais rápido possível" uma nota de apoio institucional ao governo brasileiro.
Questionada se o bloco cogita suspender o país em caso de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a ministra de Mauricio Macri respondeu que "poderia existir" uma desvinculação temporária, mas salientou que essa hipótese "ainda" não foi discutida com outros chanceleres. Uma reunião de emergência entre chanceleres está sendo organizada para tratar da crise brasileira.
"Há uma cláusula democrática no Mercosul e é preciso ver se algum dos requisitos existe e pode ser aplicado. Não estou segura de - e não discutimos ainda - quais seriam as condições. Não está, agora, em nossa agenda que se aplique uma desvinculação temporária de Brasil do Mercosul, mas poderia eventualmente existir", disse Malcorra.
Fonte: Exame
Questionada se o bloco cogita suspender o país em caso de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a ministra de Mauricio Macri respondeu que "poderia existir" uma desvinculação temporária, mas salientou que essa hipótese "ainda" não foi discutida com outros chanceleres. Uma reunião de emergência entre chanceleres está sendo organizada para tratar da crise brasileira.
"Há uma cláusula democrática no Mercosul e é preciso ver se algum dos requisitos existe e pode ser aplicado. Não estou segura de - e não discutimos ainda - quais seriam as condições. Não está, agora, em nossa agenda que se aplique uma desvinculação temporária de Brasil do Mercosul, mas poderia eventualmente existir", disse Malcorra.
Fonte: Exame
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Presidente da Argentina, Macri pediu a Cúpula do Mercosul a "imediata" libertação dos presos políticos na Venezuela
El presidente argentino, Mauricio Macri, pidió el lunes la "pronta liberación de los presos políticos en Venezuela", al iniciarse en Asunción una cumbre del Mercosur.
"Pido expresamente a todos los presidentes la pronta liberación de los presos políticos en Venezuela", dijo el presidente argentino en su estreno en la cumbre de la unión aduanera, a la que faltó el mandatario venezolano, Nicolás Maduro, por asuntos "internos", según el país anfitrión.
El país caribeño ha sido cuestionado por organizaciones de derechos humanos por la encarcelación de líderes políticos, cuyos estandartes son los opositores Leopoldo López y Antonio Ledezma, por supuestamente incitar a la violencia en el país.
"En los estados parte de Mercosur no puede haber lugar a persecuciones ideológicas", continuó Macri.
"Pido expresamente a todos los presidentes la pronta liberación de los presos políticos en Venezuela", dijo el presidente argentino en su estreno en la cumbre de la unión aduanera, a la que faltó el mandatario venezolano, Nicolás Maduro, por asuntos "internos", según el país anfitrión.
El país caribeño ha sido cuestionado por organizaciones de derechos humanos por la encarcelación de líderes políticos, cuyos estandartes son los opositores Leopoldo López y Antonio Ledezma, por supuestamente incitar a la violencia en el país.
"En los estados parte de Mercosur no puede haber lugar a persecuciones ideológicas", continuó Macri.
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Jefe de Gabinete de Macri: “Lo que ocurre en Venezuela rompe espíritu democrático”
El jefe de Gabinete del futuro Gobierno de Mauricio Macri, Marcos Peña, sostuvo en varias entrevistas publicadas este domingo que “lo que ocurre en Venezuela rompe con el espíritu democrático” y avanzó algunas de las líneas con las que el nuevo Ejecutivo argentino buscará impulsar la debilitada economía del país. El próximo jefe de ministros dijo que “un liderazgo del siglo XXI para la región” incluye “hacer lo que corresponde”, en referencia a la postura planteada por Mauricio Macri de invocar la cláusula democrática del Mercosur contra Venezuela, en la próxima cumbre del bloque.
“Hace pocos días mataron a un dirigente opositor. Lo que ocurre en Venezuela rompe con el espíritu democrático en lo que hace a los Derechos Humanos, el respeto a los opositores, la intervención de fuerzas armadas en el Gobierno; es el deber de la Argentina plantear eso”, recalcó.
Fonte: http://elperiodicovenezolano.com/jefe-de-gabinete-de-macri-lo-que-ocurre-en-venezuela-rompe-espiritu-democratico/
“Hace pocos días mataron a un dirigente opositor. Lo que ocurre en Venezuela rompe con el espíritu democrático en lo que hace a los Derechos Humanos, el respeto a los opositores, la intervención de fuerzas armadas en el Gobierno; es el deber de la Argentina plantear eso”, recalcó.
Fonte: http://elperiodicovenezolano.com/jefe-de-gabinete-de-macri-lo-que-ocurre-en-venezuela-rompe-espiritu-democratico/
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Rafael Correa preocupado por la posición de Macri sobre Venezuela
El presidente de Ecuador, Rafael Correa, consideró “muy preocupante” la posición del presidente electo de Argentina, Mauricio Macri, quien anunció que pedirá aplicar a Venezuela la cláusula democrática de Mercosur por “persecución a opositores”.
“Es muy preocupante. Es claramente una interferencia en los asuntos internos de Venezuela”, aseguró este martes en rueda de prensa el mandatario, cuyo país es miembro asociado del bloque.
“No cabría en el caso venezolano, porque alguien esté de acuerdo o en desacuerdo con el proceso venezolano, aplicar una cláusula democrática”, agregó.
El presidente electo de Argentina anunció el lunes que invocará la cláusula democrática de Mercosur por “los abusos y la persecución a los opositores en Venezuela”, en referencia sobre todo al dirigente de Voluntad Popular, Leopoldo López, en prisión desde hace más de un año y medio por su supuesta responsabilidad en la violencia en las protestas contra el presidente Nicolás Maduro.
Esa cláusula contempla la exclusión momentánea de un miembro de Mercosur si hay una alteración del orden democrático.
“Es muy preocupante. Es claramente una interferencia en los asuntos internos de Venezuela”, aseguró este martes en rueda de prensa el mandatario, cuyo país es miembro asociado del bloque.
“No cabría en el caso venezolano, porque alguien esté de acuerdo o en desacuerdo con el proceso venezolano, aplicar una cláusula democrática”, agregó.
El presidente electo de Argentina anunció el lunes que invocará la cláusula democrática de Mercosur por “los abusos y la persecución a los opositores en Venezuela”, en referencia sobre todo al dirigente de Voluntad Popular, Leopoldo López, en prisión desde hace más de un año y medio por su supuesta responsabilidad en la violencia en las protestas contra el presidente Nicolás Maduro.
Esa cláusula contempla la exclusión momentánea de un miembro de Mercosur si hay una alteración del orden democrático.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Parlasul reúne-se hoje, em Montevidéu, para discutir Orçamento e Malvinas
| Parlamento do Mercosul reúne-se em sua sede, em Montevidéu (Uruguai). |
Nesta segunda-feira (10), a partir das 9h30, em Montevidéu (Uruguai), será realizada a 32ª sessão plenária do Parlamento do Mercosul (Parlasul), que é composta por parlamentares da Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Os representantes vão discutir e votar assuntos como o orçamento de 2015, os convênios entre o Parlasul e a Organização Latinoamericana de Energia (Olade) e com a Corte Penal Internacional.
Malvinas
Às 14 horas, está prevista sessão extraordinária sobre as Ilhas Malvinas. A reunião contará com a presença dos ministros de Relações Exteriores do Uruguai, Luis Almagro; e de Relações Exteriores e do Comércio Internacional da Argentina.
Fonte: Câmara Notícias
Nota do Eu Político:
Não se deve estranhar se as Determinações do Parlasul forem idênticas e fiéis as Legislações provindas do Narco Foro de São Paulo.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Seis presidentes e príncipe de Astúrias confirmam presença na posse de Cartes
Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A três dias da cerimônia de posse do presidente eleito do Paraguai, Horacio Cartes, seis presidentes da República e o príncipe de Astúrias, Felipe de Borbón, confirmaram presença na solenidade no próximo dia 15, em Assunção, capital do país. As autoridades paraguaias informaram que deverão comparecer à cerimônia os presidentes Dilma Rousseff, Cristina Kirchner (Argentina), José Pepe Mujica (Uruguai), Sebastián Piñera (Chile), Ollanta Humala (Peru) e Ma Ying-jeou (Taiwan).
A expectativa dos negociadores latino-americanos é que a posse de Cartes encerre 14 meses de impasse envolvendo o Paraguai e os países da região. O Paraguai foi suspenso do Mercosul e da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) em junho de 2012, porque os líderes regionais discordaram da forma como foi conduzido o processo de impeachment do então presidente Fernando Lugo.
Para os líderes latino-americanos, houve o rompimento da ordem democrática na forma como Lugo foi destituído do poder. Porém, as autoridades do Paraguai e o presidente que assumiu o governo, Federico Franco, negaram transgressão da ordem e violação da Constituição.
A Unasul anunciou, no último dia 9, que o fim da suspensão do Paraguai do bloco ocorrerá no momento em que Cartes assumir o governo. Como a Unasul é integrada por todos os países do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Venezuela), especialistas acreditam que o mesmo ocorrerá com o grupo.
A Unasul é formada pelos seguintes países: Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Chile, Guiana e Suriname. São países observadores o Panamá e o México.
*Com informações da agência pública de notícias do Paraguai, Ipparaguay
Edição: Graça Adjuto
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A três dias da cerimônia de posse do presidente eleito do Paraguai, Horacio Cartes, seis presidentes da República e o príncipe de Astúrias, Felipe de Borbón, confirmaram presença na solenidade no próximo dia 15, em Assunção, capital do país. As autoridades paraguaias informaram que deverão comparecer à cerimônia os presidentes Dilma Rousseff, Cristina Kirchner (Argentina), José Pepe Mujica (Uruguai), Sebastián Piñera (Chile), Ollanta Humala (Peru) e Ma Ying-jeou (Taiwan).
A expectativa dos negociadores latino-americanos é que a posse de Cartes encerre 14 meses de impasse envolvendo o Paraguai e os países da região. O Paraguai foi suspenso do Mercosul e da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) em junho de 2012, porque os líderes regionais discordaram da forma como foi conduzido o processo de impeachment do então presidente Fernando Lugo.
Para os líderes latino-americanos, houve o rompimento da ordem democrática na forma como Lugo foi destituído do poder. Porém, as autoridades do Paraguai e o presidente que assumiu o governo, Federico Franco, negaram transgressão da ordem e violação da Constituição.
A Unasul anunciou, no último dia 9, que o fim da suspensão do Paraguai do bloco ocorrerá no momento em que Cartes assumir o governo. Como a Unasul é integrada por todos os países do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Venezuela), especialistas acreditam que o mesmo ocorrerá com o grupo.
A Unasul é formada pelos seguintes países: Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Chile, Guiana e Suriname. São países observadores o Panamá e o México.
*Com informações da agência pública de notícias do Paraguai, Ipparaguay
Edição: Graça Adjuto
Fonte: EBC
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Ditador venezuelano Hugo Chávez vem ao Brasil
O integrante do Foro de São Paulo (FSP) e Ditador Comunista Hugo Chávez, vem ao Brasil para assinar as documentações necessárias para se incluir no Mercado Sul-americano (MERCOSUL). A partir desta assinatura final e cumprimento de regimes comerciais e legais, a Venezuela será integrante do MERCOSUL e obterá vantagens comerciais a nível multilateral entre os quatro países membros que são: Brasil, Argentina, Uruguai e o recém expulso Paraguai.
Está havendo uma perda dupla com a inserção da Venezuela, não pelo país chegar a ser membro comercial e econômico apenas, isto deveria acontecer mesmo. Mas pela forma ideológica qual se encaminhou tudo isto. Primeiro a turma comunista expulsa o Paraguai por eles terem impeachimado o Fernando Lugo que fez um mal governou, agindo assim, os comunistas (Dilma, Cristina e Mujica) interferem na legislação Paraguai fazendo ingerência e ferindo uma nação e seu Povo. Fica muito feio e desonroso expulsar uma nação inteira por causa ideologicamente de um só homem, colega de comunismo e de terrorismo. Segundo por da mesma forma ideológica, fazerem convite de um só homem (Hugo Chávez) a ser membro de um Mercado que não foi criado por ideologias comunistas. Este convite não é feito pensando no povo venezuelano, mas somente no fortalecimento dos membros do nefasto foro comunista e terrorista.
Entrando Chávez neste Bloco econômico, entrarão suas atitudes funestas, imorais e deselegantes. Entrará pela porta da frente um arsenal contra a humanidade, contra a moral e contra a Democracia. Entra no Bloco todo apoio ao tráfico de drogas e atentados a homens de bem, rasgam-se novamente as leis e os bons costumes. Estão trazendo o ódio comunista, um ódio de terem sido bandeados, expulsos de outros continentes para agora instalarem e crescerem aqui na América Latina.
Nunca na história desta região houve-se tanto assassinato terrorista sem prisões para os assassinos, nunca houve tanta perseguição a família, aos militares. Nunca houve tantas mentiras divulgadas como verdade, nunca houve tanta enganação, injustiças, corrupção, morte de inocentes, roubos de direitos, desvirtuamento do Judiciário, Juízes iníquos. Nunca houve tanto fortalecimento e institucionalização do tráfico. Nunca se deu tanto valor a prostituição e nunca houve tanta perseguição a Igreja. Eis o que faz o Comunismo, instalado aqui via Foro de São Paulo, que agora dominam o MERCOSUL.
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| Charge, do Blog o Mascate. |
Entrando Chávez neste Bloco econômico, entrarão suas atitudes funestas, imorais e deselegantes. Entrará pela porta da frente um arsenal contra a humanidade, contra a moral e contra a Democracia. Entra no Bloco todo apoio ao tráfico de drogas e atentados a homens de bem, rasgam-se novamente as leis e os bons costumes. Estão trazendo o ódio comunista, um ódio de terem sido bandeados, expulsos de outros continentes para agora instalarem e crescerem aqui na América Latina.
Nunca na história desta região houve-se tanto assassinato terrorista sem prisões para os assassinos, nunca houve tanta perseguição a família, aos militares. Nunca houve tantas mentiras divulgadas como verdade, nunca houve tanta enganação, injustiças, corrupção, morte de inocentes, roubos de direitos, desvirtuamento do Judiciário, Juízes iníquos. Nunca houve tanto fortalecimento e institucionalização do tráfico. Nunca se deu tanto valor a prostituição e nunca houve tanta perseguição a Igreja. Eis o que faz o Comunismo, instalado aqui via Foro de São Paulo, que agora dominam o MERCOSUL.
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