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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Pelo menos 10 candidatos às eleições municipais foram mortos desde junho

As eleições deste ano estão entre as mais violentas já registradas nas últimas décadas no país. Em nove meses, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelo menos 20 pré-candidatos ou candidatos ao pleito municipal já foram assassinados no Brasil. De junho para cá, são no mínimo dez homicídios e 27 atentados a políticos, a maioria envolvendo armas de fogo, conforme levantamento do Hoje em Dia.

O caso mais recente, que chocou o país, ocorreu na última quarta-feira durante uma carreata em Itumbiara, no Sul de Goiás. O candidato a prefeito José Gomes da Rocha (PTB), o Zé Gomes, e cabo da Polícia Militar, Vanilson João Pereira, foram mortos a tiros.

Fonte: Hoje em dia

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Papa Francisco: Silêncio e oração em Auschwitz


Assim que passou pelo portão, o Papa, vestido de branco, baixou o rosto.
Na primeira paragem, o pátio para onde eram chamados os condenados à morte, Francisco fechou os olhos e rezou durante dez minutos.

Continuou em silêncio, cabisbaixo e solitário.
Foi quase sempre assim que, o chefe da Igreja católica seguiu pelas instalações do campo nazi, esta manhã. Ao longe, um grupo de cardeais e bispos segue-lhe os passos. Depois seguem os jornalistas que captavam ao pormenor todas as ações de Francisco:
A vela que depositou no Muro da Morte, local de homenagem aos milhares de judeus que ali foram mortos pelos nazis, a visita ao bloco 11 - onde havia celas subterrâneas- no qual o Papa estendeu o braço e benzeu dez sobreviventes de Auschwitz entre eles uma mulher, de 101 anos, que por estes dias acolhe um jovem que está na Polónia, a participar nas Jornadas Mundiais da Juventude. O pequeno grupo foi, aliás, o único com quem Francisco trocou algumas palavras.

Sem discursos nem paragens para falar à comunicação social, a visita prosseguiu.
Francisco manteve o silêncio. As palavras que ficam para a história desta visita não foram ditas, mas escritas. O líder da igreja católica deixou uma mensagem pessoal no livro de honra do campo de concentração de Auschwitz.

Ao fim de uma hora e meia o Papa saiu como entrou. Passou sozinho por baixo do portão de ferro no qual se lê "O Trabalho liberta".

Fonte: TSF
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