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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Urnas eletrônicas



Para obrigar o CIDADÃO a votar, o Governo exige o comprovante em PAPEL, com assinatura e documento com foto como garantia. Mas para guardar os votos eles EVITAM o PAPEL.

Ou seja, para cobrar do POVO tem que haver COMPROVANTE e GARANTIAS, mas para cobrar do GOVERNO, não existe DOCUMENTO nem GARANTIAS!

Deu pra entender que URNAS ELETRÔNICAS SÃO UMA FARSA?

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Rádio Senado exibe reportagem sobre o voto impresso

A Rádio Senado vai veicular nesta sexta-feira (11), às 18h, no programa Reportagem Especial, a reportagem "Imprimir ou não imprimir, eis a questão", dos jornalistas Maurício de Santi e Rodrigo Resende, com a colaboração dos jornalistas Larissa Bortoni e Adriano Kakazu, da Agência Senado. O tema da reportagem é o voto impresso no Brasil.

A urna eletrônica começou a ser adotada no Brasil na década de 1990 e está presente em todas as eleições realizadas no país. Desde o início da implementação do voto eletrônico, a possibilidade de fraude foi levantada por parlamentares e especialistas em tecnologia da informação.

Com o argumento de aumentar a integridade do voto e a inviolabilidade da urna, o Congresso Nacional aprovou, em setembro passado, a obrigação de a urna imprimir um registro do voto. Mas essa possibilidade foi vetada pela presidente Dilma Rousseff com o argumento de que a impressão do voto iria custar cerca de R$ 1,8 bilhão. O Congresso, por sua vez, em 18 de novembro, derrubou o veto. Agora, em 2018, o Tribunal Superior Eleitoral terá que implementar o voto impresso.



segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

CCJ deve decidir sobre fim da reeleição para presidente da República


A proposta de emenda à Constituição (PEC 113/2015) que trata da reforma política está na pauta da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) de quarta-feira (9). O texto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados. Os integrantes da CCJ ainda não chegaram a um entendimento sobre o fim da reeleição para os cargos de presidente da República, governador e prefeito.

Duas possibilidades foram sugeridas durante a reunião da comissão na última quarta-feira (2). O relator da PEC, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), recomendou acomodar o fim da reeleição junto com a obrigatoriedade de impressão dos votos e a abertura de uma “janela” para permissão da troca de partido, em uma proposta que reúna os pontos acordados entre Câmara e Senado. Isso tornaria a matéria pronta para ser promulgada.

Uma outra alternativa foi sugerida pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR). O peemedebista defendeu a manutenção de apenas dois temas na PEC pronta para promulgação: a “janela” partidária e a impressão do voto. O fim da reeleição seria tratado em uma proposta de emenda à Constituição exclusiva. O conflito entre as alternativas oferecidas por Lira e Jucá provocou impasse em torno da questão e levou ao adiamento da votação da PEC 113/2015.

Fonte: Agência Senado

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Argentina. Coligação de Cristina Kirchner tentou FRAUDAR mas perdeu as eleições.



Basta somar a quantidade de votos das Seções, o total não bate e em todas o Candidato Scioli 'ganharia'. Agora imaginem se fossem utilizadas apenas URNAS ELETRÔNICAS? Que estrago que iriam fazer! Seria como aqui no Brasil, onde uma ANTA 'ganhou' fraudulentamente  parecendo que foi realmente eleita.









quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Senado confirma derrubada de veto ao voto impresso


O Senado derrubou o veto ao voto impresso para conferência, previsto no projeto de lei da minirreforma eleitoral (PL 5735/13). Foram 56 votos contra e a 5 a favor do veto.

Na votação anterior, pela Câmara dos Deputados, 368 deputados foram contra e 50 a favor do veto.

A matéria será reinserida na Lei 13.165/15. O texto determina o uso do voto impresso nas urnas eleitorais para conferência pelo eleitor, sem contato manual, assim como para posterior auditoria. A regra entrará em vigor nas próximas eleições gerais, em 2018.

O veto ao voto impresso foi recomendado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) devido aos custos de sua implementação, calculados em R$ 1,8 bilhão para a aquisição de equipamentos e as despesas de custeio das eleições.



Fonte: Câmara Notícias

O custo do voto impresso. Estaria correta a estimativa de R$ 1,8 bilhão para implantação do voto impresso como alegado pelo TSE ?

Estaria correta a estimativa de R$ 1,8 bilhão para implantação do voto impresso como alegado pelo TSE para justificar o veto parcial à Lei nº 13.165/2015, aprovada pelo Congresso Nacional?

Essa estimativa de custo foi colocada mas não foi apresentado nenhum estudo completo que pudesse ser conferido de forma independente.

Refuta-se, a seguir, esse argumento de forma direta, estimando quanto poderia custar de fato a implantação do voto impresso, e de forma indireta, por uma análise conjuntural da postura do TSE.

1) Refutação Direta - Estimativa do Custo
A lei manda que a partir da eleição de 2018, durante o ato de votação dentro da cabine indevassável, o voto digital também seja impresso para ser apresentado para que o eleitor possa vê-lo através de um visor e possa confirmá-lo. Ainda, o voto impresso deve ser automaticamente guardado numa urna comum sem que o eleitor tenha contato manual com ele.

É um processo similar ao que foi testado pelo TSE em 2002, quando desenvolveu uma impressora especial para essas funções (visor, confirmação e depósito automático) que foi denominada como Módulo Impressor Externo - MIE.

As aproximadamente 500 mil urnas eletrônicas do TSE já possuem integrado os dispositivos necessários para a acoplagem do MIE (gancho de fixação, porta lógica e capacidade de alimentação), de maneira que nenhuma adaptação ou modificação precisaria ser feito nas urnas eletrônicas.

Como usa a alimentação elétrica da própria urna-e, o MIE possui um circuito de alimentação simples e não precisa ter embutido uma fonte de alimentação estável e custosa.

Assim, o custo para implantação do voto impresso seriam os seguintes:

a) Custo Inicial de compra de 500 mil MIE

O custo de um MIE não é maior que o custo de uma impressora de jato de tinta simples disponível no mercado. Como o volume a ser comprado pelo TSE é significativo, é de se esperar uma boa economia de escala.

Assim estima-se, com boa segurança, o custo unitário máximo de R$ 200,00, resultando num total máximo de R$ 100 milhões.

Câmara derruba veto a voto impresso; falta análise do Senado


A Câmara dos Deputados derrubou o veto ao voto impresso para conferência, previsto no projeto de lei da minirreforma eleitoral (PL 5735/13). Foram 368 deputados contra e 50 a favor do veto.
A matéria será votada ainda pelo Senado e precisará do voto contrário de 41 senadores para ser reinserida na Lei 13.165/15.
O texto determina o uso do voto impresso nas urnas eleitorais para conferência pelo eleitor, sem contato manual, assim como para posterior auditoria. A regra entrará em vigor nas próximas eleições gerais, em 2018.
O veto ao voto impresso foi recomendado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) devido aos custos de sua implementação, calculados em R$ 1,8 bilhão para a aquisição de equipamentos e as despesas de custeio das eleições.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Dilma veta doação eleitoral de empresas e voto impresso


A presidente Dilma Rousseff vetou nesta terça-feira a possibilidade de empresas fazerem doações eleitorais para partidos políticos e candidatos e também barrou a obrigatoriedade do voto impresso nas eleições. A petista sancionou a chamada minirreforma eleitoral, cuja votação foi concluída em setembro pelo Congresso Nacional. Com o veto, vale neste momento a decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) há cerca de duas semanas, quando a Corte impôs uma significativa mudança no sistema de arrecadação de campanhas eleitorais e partidos políticos ao considerar inconstitucional a possibilidade de empresas fazerem doações de dinheiro.

Voto impresso - Ao sancionar a minirreforma eleitoral, a presidente também derrubou a obrigatoriedade de a urna eletrônica imprimir o registro de cada voto do eleitor.

Fonte: Veja

Dilma parte para o escracho absoluto ao vetar voto impresso

Poucos acreditam nas urnas eletrônicas Smartmatic, utilizadas no Brasil e na Venezuela. Em ambos os países, criou-se a piada escrota de votações unicamente eletrônicas, nas quais o eleitor sequer pode visualizar um recibo. Quer dizer, algo sem o menor valor em termos de provas. Para que voto voltasse a ter uma real validade precisaríamos do retorno das urnas tradicionais de papel ou da utilização de urnas eletrônicas com um voto impresso a ser depositado na urna. Ambas seriam auditáveis.

Em total desrespeito pelos direitos humanos (tanto que a questão já deveria ter sido levada ao Tribunal de Haia), o Brasil tem mantido urnas eletrônicas há vários pleitos. Pois neste ano o Congresso resolveu corrigir esta aberração ao exigir que o voto passasse a ser impresso. O que Dilma faz? Veta a proposta já aprovada com uma desculpa canalha, conforme mostra o Antagonista:

Dilma Rousseff vetou a adoção do voto impresso que havia sido aprovada pela Câmara. A petista alegou que a implantação do sistema de conferência de votos associado a urnas eletrônicas custaria R$ 1,8 bilhão para as próximas eleições.

Se não fosse o custo, Dilma arrumaria outro motivo para evitar dar mais transparência à votação eletrônica.

A desculpa de “aumento de custo de R$ 1,8 bilhão” é uma ofensa. É cuspe na cara do povo mesmo. Esse valor não dá aquilo que o governo gasta com publicidade estatal nos meios de comunicação. Na verdade, com sua atitude Dilma mostra que o PT está morrendo de medo de disputar as eleições de 2016 sem as urnas unicamente eletrônicas.

Precisamos exigir que o Congresso derrube mais essa afronta de Dilma, que já ultrapassou todos os limites da falta de dignidade.

Fonte: Luciano Ayan

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

A urna eletrônica é segura? Vítor Nósseis, Presidente do PSC acredita que não.

Por Vítor Nósseis

A urna eletrônica foi questionada pelo PSC, desde antes da sua implantação, na votação do referendo para o desarmamento. Medida proposta e defendida com unhas e dentes pelo PT e seus apaniguados para submeterem a nação brasileira ao seu arbítrio, nos moldes da União Soviética, de triste memória. A expectativa, frustrada pelo resultado contra o desarmamento mostrou que o povo brasileiro não é bobo. A partir disso, este partido que de trabalhador não tem nada, só o rótulo, não tem economizado esforços para levar-nos a uma situação, que possam chegar ao poder arbitrário e discricionário, e que não tenham que respeitar nem responder aos poderes da República, podendo assim, implantar aqui uma ditadura do proletariado.

A urna eletrônica se tornou, nesse momento, no supremo instrumento, único talvez que possa, fraudulentamente, garantir-lhes a vitória. As evidências estão aí: vaias retumbantes onde quer que vá a candidata, a economia se esboroando vertiginosamente, o aparelhamento não só dos poderes do estado, mas principalmente das pesquisas eleitorais e dos meios de comunicação de massa, escrita, falada e televisionada, e por fim a falta d'água.

A urna eletrônica é espetacular: as normas técnicas norte americanas excluíram-na em 2007, foi proibida na Holanda em 2008, abandonada no Paraguai, também em 2008, declarada inconstitucional na Alemanha em 2009. Porque será que os "inteligentinhos" do Brasil ainda continuam a usá-la?

Que Deus nos ajude!

Vítor Nósseis é presidente nacional do Partido Social Cristão

Fonte: http://www.psc.org.br/partido-social-cristao/cronicas-do-presidente/3225-nosso-presidente-alerta-sobre-a-seguranca-das-urnas-eletronicas

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Comissão vai debater voto impresso nas eleições de 2014. Veja entrevista com Engenheiros sobre insegurança nas Urnas eletrônicas.

Tércio Ribas Torres



A reintrodução do voto impresso a partir das eleições de 2014 estará em debate na terça-feira (15), a partir das 8h15, na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). A realização da audiência pública atende a requerimento do senador João Capiberibe (PSB-AP).
Para o debate, estão convidados os professores de Ciências da Computação da Universidade de Brasília (UnB) Diego Aranha e Pedro de Rezende. O moderador do Fórum do Voto Seguro na Internet, Amílcar Brunazo Filho, também está convidado para a audiência.

O encontro vai permitir o debate do projeto de lei do Senado (PLS) 68/2010, do ex-senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que revoga a previsão legal da impressão do voto do eleitor a partir de 2014. O comprovante  de votação seria conferido e colocado, de forma automática e sigilosa, dentro da urna para auditoria posterior.

Na justificativa do projeto, o autor, atualmente deputado federal, argumenta que uma série de testes da Justiça Eleitoral mostrou que a mudança provoca vários problemas como aumento das filas para votação, mais votos nulos e brancos, maior número de urnas com defeito, inclusive devido ao processamento da impressão do voto, e aumento do quantitativo de eleitores com dificuldade para finalizar o voto.

Fonte: Agência Senado

Entrevista com o Professor Pedro Rzente e o Engenheiro Amilca Brunazzo sobre a insegurança das Urnas eletrônicas brasileiras



Parte 2

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Mais de um milhão de eleitores voltarão às urnas em Minas nas cidades: Contagem, Juiz de Fora, Montes Claros e Uberaba


Os municípios mineiros que terão segundo turno são Contagem, Juiz de Fora, Montes Claros e Uberaba, totalizando 1.279.655 eleitores que voltarão às urnas no dia 28 de outubro. De acordo com o Calendário Eleitoral, a propaganda eleitoral nas ruas já está autorizada partir de hoje nessas cidades, a partir das 17 horas.

Em todo o Estado, nesse primeiro turno, 12.562.386  eleitores votaram (83,64% do eleitorado) elegendo 853 prefeitos e  8.440 vereadores (foto). Pela primeira vez, nenhuma urna de lona com votação manual foi utilizada no processo, em Minas e apenas 158 urnas eletrônicas foram substituídas de um total de 44.740 urnas. Essa também foi a eleição em que a totalização, no primeiro turno, terminou mais cedo: às 20h32 em Belo Horizonte e, em Minas, o último município a ser totalizado foi Montezuma, às 23h18.

Na Capital, o candidato do PSB, Márcio Lacerda, da Coligação “BH Segue em Frente”, foi eleito com 676.215 votos (52,69%). No Estado, o prefeito eleito mais jovem (43,71% dos votos) é Antônio Pinheiro Neto (Pinheirinho), do PP, que tem 21 anos e assumirá a Prefeitura de Ibirité (Região Metropolitana). O prefeito eleito mais velho é Jair Toledo Paiva, do PMDB de Paiva (Zona da Mata), que tem 87 anos (49,36% dos votos).

Fonte: TRE-MG

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Resultado das eleições na cidade de Conquista-MG poderá ser conhecido na Justiça.

Na cidade de Conquista-MG a confusão eleitoral não foi pequena, problemas nas Urnas eletrônicas podem levar definição da eleição somente na Justiça. Matéria do G1:


"O resultado das eleições em Conquista, no Triângulo Mineiro, pode ir parar na Justiça. Na cidade, que tem quase cinco mil eleitores, mudanças de última hora geraram confusão. Segundo os moradores, na hora da votar algumas urnas exibiam a foto e o nome de um candidato a prefeito que havia desistido da disputa e, em outras, aparecia o nome e a foto da filha dele, que o substituiu, confundindo assim muitos eleitores."

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Quase 300 cidades usarão impressão digital para reconhecer eleitores


De acordo com TSE, aproximadamente 7,7 milhões de eleitores serão reconhecidos por tecnologia biométrica para coibir fraudes

No próximo domingo 7,7 milhões de brasileiros serão reconhecidos durante as eleições em 299 municípios pela biometria, tecnologia que identifica as pessoas pelas impressões digitais. A expectativa do TSE é que até 2018 todos os eleitores do País votem usando esse sistema.

A biometria pode abrir caminho para uma nova organização do sistema eleitoral no País, tornando o processo ainda mais seguro e fácil, conforme Leonardo Barreto, cientista político da Universidade de Brasília (UnB). Para ele, será possível, por exemplo, o eleitor votar em qualquer seção eleitoral.

 “Ainda não há nenhuma posição do TSE nessa direção, mas uma das possibilidades que a biometria traz é a reorganização de todo o sistema de votação, com a eliminação da necessidade de os eleitores comparecerem a zonas e seções eleitorais específicas. Com a biometria, você pode votar em qualquer lugar, porque haverá um banco de dados disponível em todos os lugares [de votação]”, explicou.

Segundo Barreto, embora uma das possíveis consequências seja a maior comodidade para o eleitor, que poderá escolher onde votar, o principal ganho é o aumento da segurança do processo.

“Sem dúvida esta nova organização eliminaria uma fonte de coronelismo político. Com o nível de detalhamento que existe hoje, sabendo-se exatamente onde cada pessoa confirma sua escolha, há candidatos que pressionam eleitores a garantir determinado número de votos nas seções onde estão cadastrados. Sem a estipulação de zonas e seções, perde-se esse tipo de controle”, disse.

O uso da biometria para identificação dos eleitores foi implementado de forma pioneira nas eleições municipais de 2008 nas cidades de Colorado do Oeste (RO), Fátima do Sul (MS) e São João Batista (SC). Em 2010, o sistema foi utilizado por mais de 1,1 milhão de eleitores de 60 municípios em 23 estados.

*Com informações da Agência Brasil 

Fonte: IDG Now

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Biometria nas Eleições. O que é isto?


11 - O que é biometria?

A biometria é uma tecnologia que permite identificar uma pessoa por suas características biológicas únicas, ou seja, elementos corporais que tenham diferenças particulares como a íris, a retina, a impressão digital, a voz, o formato do rosto e o formato da mão.
  • o uso de qualquer instrumento mecânico que portar ou lhe for fornecido pela Mesa Receptora de Votos;
  • o uso do sistema de áudio, quando disponível na urna, sem prejuízo do sigilo do voto;
  • o uso da marca de identificação da tecla número 5 da urna.

12 - O que é o voto biométrico?

É a utilização da impressão digital, uma característica biológica única, na identificação de cada eleitor no momento da votação.

13 - Quais são as vantagens da utilização do sistema biométrico?

Por meio desse sistema, o País terá a votação mais informatizada e mais segura, já que não haverá dúvidas quanto à identidade de cada eleitor. Dessa forma, o cadastramento biométrico excluirá a possibilidade de uma pessoa votar por outra, tornando inviável a fraude ao procedimento de votação.

14 - Pode ocorrer que o sistema biométrico não "reconheça" o eleitor?

No dia da votação, após a apresentação dos documentos pelo eleitor, sua identidade será ratificada por meio do reconhecimento biométrico de sua impressão digital. No caso do não reconhecimento pelo sistema biométrico, os mesários terão outros recursos para fazer valer o voto do eleitor brasileiro: a confirmação pela foto, pelos dados constantes no título eleitoral, ou outros procedimentos previstos na lei.

15 - Qual é a expectativa para a implantação da biometria em todo o país?

A expectativa é de que, em oito anos, todos os estados do País tenham urnas com leitores biométricos.

16 - Onde a biometria será usada nas eleições deste ano?

301 municípios já possuem cadastramento com normativo para utilização da biometria nas eleições 2012.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

"Sistema eleitoral via urna eletrônica é uma farsa" Dep. Chiarelli

O Deputado Federal Fernando Chiarelli (PDT-SP) diz que o sistema eleitoral brasileiro através da urna eletrônica é uma fraude, uma mentira.


"Eu denuncio, que os programas já estão preparados para criar quem vai ganhar e quem vai perder a eleição." Dep. Chiarelli

Urna Eletrônica, insegurança e falhas. Uma ferramenta Comunista

Abaixo veremos uma reportagem do justTV que aborda com termos jurídicos e técnicos acerca das falhas do equipamento Urna Eletrônica Brasileira. Vê-se casos e amostras de material comprobatório sobre a ineficácia moral deste equipamento. Ela está roupada de fatos que mais afirmam a manipulação dos resultados eleitorais. A Justiça brasileira e o MPE fazem vista grossa e não levam a sério as denúncias feitas pela população ofendida.


Em tempos de um Governo Comunista e participante do Foro de São Paulo, como a Dilma e PT, torna-se uma ferramenta grandiosa nas mãos deste povo inescrupuloso. A ânsia de continuísmo no poder, os mobilizará para não permitirem resultados diferentes nas eleições democráticas. Acompanhem o vídeo.



A Empresa responsável pelo equipamento Urna Eletrônica, Diebold foi acusada de fraudes econômicas. Veja matéria aqui.

SERÁ QUE DILMA FOI ELEITA MESMO...? EIS A DÚVIDA.DESCOBERTO QUE VÁRIAS URNAS ELETRÔNICAS BRASILEIRAS COM FALHAS...SERÁ PROPOSITAL?
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