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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Atos de Teodósio I. Cristianismo tornou-se religião de Estado do Império Romano em 380 d.C.

O decreto do imperador bizantino Teodósio 1º teve consequências abrangentes ao unir à Antiguidade clássica as raízes judaico-cristãs do continente europeu. Com bons e maus desdobramentos. Nº 3 da série "Os Europeus".

Até o Concílio de Niceia, no ano de 325 d.C., igrejas eram incendiadas, cristãos eram caçados e tinham seus bens confiscados. As perseguições se agravaram sobretudo sob o imperador Diocleciano (cerca de 245-316). Este pretendia reviver a velha cultura pagã, tornando-a religião de Estado. Porém sua política anticristã fracassou e foi abolida pelo sucessor, o imperador Constantino 1º (cerca de 285-337).
O aparato militar e administrativo funcionava bem no Império Romano. Um espaço econômico comum trouxera prosperidade. Os direitos civis concedidos a todas as pessoas que habitavam o território estatal romano promoviam a coesão – menos no tocante à prática da religião.

O Concílio de Niceia
No dia 19 de junho de 325, o imperador Constantino interferiu num conflito eclesiástico. Para pacificá-lo, ele convidou os bispos cristãos para um concílio em Niceia, nas proximidades da atual Istambul. A meta desse encontro, de que participaram mais de 300 representantes, não era a imposição do cristianismo como religião estatal, mas sim o estabelecimento de uma paz religiosa, a fim de estabilizar o Império Romano.
Após longos debates, Constantino 1º aceitou o consenso segundo o qual Deus e Jesus constituiriam uma mesma entidade. Com a assinatura dessa definição pelos religiosos presentes, teve fim a perseguição dos cristãos.
Porém notícias ainda melhores esperavam os adeptos da fé cristã. Pois em 27 de fevereiro de 380 o imperador bizantino Teodósio 1º (347-395) promulgou um decreto declarando o cristianismo religião de Estado e punindo o exercício de cultos pagãos.

"Cunctos populos"
A assinatura se deu em Tessalônica, na presença do imperador do Ocidente, Valentiniano 2º (371-392), e do meio-irmão e corregente Graciano (359-383).
Porém o texto do decreto "Cunctos populos" não confirmava apenas a posição privilegiada do cristianismo, como também a persecução aos adeptos de outras fés:

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Fé e Política. Decisão do CNJ esclarece: Crucifixo em prédios da Justiça não afeta Estado laico


REDAÇÃO CENTRAL, 23 Jun. 16 / 08:00 pm (ACI).- Após quatro anos, os crucifixos e símbolos religiosos agora podem ser recolocados nos prédios do Judiciário do Rio Grande do Sul. A decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), publicada neste mês, reforça que a presença de tais imagens nos tribunais não prejudica o Estado laico ou a liberdade religiosa.

“A presença de Crucifixo ou símbolos religiosos em um tribunal não exclui ou diminui a garantia dos que praticam outras crenças, também não afeta o Estado laico, porque não induz nenhum indivíduo a adotar qualquer tipo de religião, como também não fere o direito de quem quer seja”, afirma a decisão do Conselho, tendo como relator o Conselheiro Emmanoel Campelo.

Este caso teve início em fevereiro de 2012, quando foi protocolado um requerimento para retirada do Crucifixo e símbolos religiosos dos prédios da Justiça gaúcha, em recurso à decisão de dezembro de 2011. O pedido foi feito por Rede Feminista saúde, SOMOS – Comunicação, saúde e sexualidade, THEMIS – Assessoria Jurídica e Estudo de Gênero, Marcha de Mulheres, NUANCES – Grupo pela livre Orientação Sexual e Liga Brasileira de Lésbicas.

Em março de 2012, o Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) determinou, por unanimidade, a retirada de crucifixos e símbolos religiosos dos prédios da Justiça gaúcha.

Após esta determinação do TJ-RS, a Arquidiocese de Passo Fundo (RS) buscou reverter a situação no Conselho Nacional de Justiça. Também pediram a reconsideração da decisão a Associação dos Juristas Católicos (AJC) e pessoas físicas.

Retirada de símbolos religiosos é agressividade

No relatório sobre a decisão do CNJ, o Conselheiro Emmanoel Campelo considera que “a proibição ou retirada dos símbolos religiosos existentes em repartições públicas ou em salas de sessões de Tribunais responde à visão preconceituosa daqueles que pretendem apagar os vestígios de uma civilização cristã invocando a laicidade do Estado, quando, na verdade, professam um laicismo mais próximo do ateísmo do que da posição equilibrada da separação entre Igreja e Estado”.

“O ato de retirar um crucifixo do espaço público, que tradicionalmente e historicamente o ostentava, é ato de agressividade, intolerância religiosa e discriminatório, já que atende a uma minoria, que professa outras crenças, ignorando o caráter histórico do símbolo no Judiciário brasileiro”, acrescenta.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

O cidadão não pode depender do Estado

Uma grande treva surge num País onde os cidadãos se tornam dependentes do governo. O PT fez muito mal e ainda é uma ameaça. Temer não poderá seguir o mesmo estilo político!

Quanto mais INDEPENDENTES do Estado, melhor para as famílias. Os cidadãos em sua grande maioria têm capacidade de superar suas crises e dá solução para seus problemas. Quanto maior a ganância do estado, menor a liberdade do Povo! Nós Brasileiros temos que desestadualizar nossas mentes!

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Percentual de votos pelo impeachment foi maior nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste

A consolidação dos dados da votação da Câmara dos Deputados que autorizou o julgamento do impeachment da presidente Dilma Rousseff pelo Senado revelou concentrações de votos diferenciadas por regiões e estados, tanto a favor quanto contra o seguimento do pedido.

Nas regiões, por exemplo, a concentração percentual a favor do pedido de afastamento da presidente foi maior no Sudeste, Sul e Centro-Oeste e menor no Norte e Nordeste. As três primeiras dessas regiões tiveram 78,21% (SE), 80,51% (S) e 82,92% (CO) de votos favoráveis. No Norte e no Nordeste, 70,76% e 56,29%.

Já os votos contrários ficaram com 21,22% no Sudeste, 18,18% no Sul, 17,07% no Centro-Oeste, 26,15% no Norte e 40,39% no Nordeste.

Estados
Em relação aos estados, os votos contrários ao impeachment foram maiores na Bahia (59,46%), no Ceará (55%) e no Amapá (57,14%). No Piauí, dos dez votos, metade foi a favor e metade contra. Houve equilíbrio ainda no Maranhão, onde 55,56% votos foram a favor da autorização para julgamento da presidente e 44,44% foram contra.

Nos estados com maiores colégios eleitorais, as diferenças entre as posições foram maiores em São Paulo (81,43% sim e 18,57% não), Minas Gerais (77,36% sim e 22,64% não), Rio de Janeiro (75,56% sim e 24,44% não) e Rio Grande do Sul (73,33% sim e 26,67% não). Na Bahia, houve maioria pelo não (59,46%) em relação ao sim (40,54%).

Já nos estados com menores colégios eleitorais, portanto menos deputados votantes, as diferenças foram maiores em Rondônia (100% sim), Roraima (87,5% sim e 12,5% não) e Tocantins (75% sim e 25% não). No Amapá, 57,14% dos votos foram não e 42,86% sim. No Acre, meio a meio.

Fonte: Câmara Notícias

quarta-feira, 30 de março de 2016

Marcel Van Hattem quer que Presos indenizem Estado por estadia em Penitenciárias


Segundo o MEC, o custo de um preso no Brasil é de R$ 3.472. No Rio Grande do Sul, esse valor varia entre R$ 1.600 e R$ 2.000. Isso sem contar o valor destinado previamente para a segurança pública. O fato é que o crime é, além de custo social, um verdadeiro fardo econômico, ainda mais em um Estado com recursos escassos para os cidadãos que não cometem crimes.

Tendo em vista isso, o deputado Marcel Van Hattem, do PP gaúcho, protocolou um projeto de lei que prevê que presos acondicionados no sistema penitenciário paguem por sua passagem. Para o deputado "é preciso inverter a lógica opressora que maltrata o povo brasileiro honesto".

Atualmente é a vítima que custeia a vida de seu algoz. E não apenas a sua passagem na prisão, mas também benefícios como bolsa para seus famíliares, de modo que o crime se tornou uma forma de investimento subsidiado pelo erário público. Em 2015, por exemplo, os deputados Catarina Paladini (PSB), Manuela D’Ávila (PC do B), Pedro Ruas (PSOL), Miriam Marroni (PT) e Jeferson Fernandes (PT), subscreveram um proposta que implementava o passe livre para apenados do semiaberto. A coisa pegou mal e o projeto em questão foi arquivado.

Fonte: Sulconnection

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Argentina reduz impostos de carros e motos para impulsionar produção

O gabinete econômico do governo de Mauricio Macri anunciou nesta terça-feira (29) a redução de impostos sobre automóveis e motos "para favorecer a produção", informaram fontes oficiais.

O Ministério de Produção da Argentina diminuiu a taxa de impostos internos aos automóveis a 10% para os veículos que superem o valor de 350.000 pesos (cerca de R$ 102 mil) "com o objetivo de aumentar a produção e facilitar os investimentos no setor".

No caso dos carros de mais de 800.000 pesos (cerca de R$ 233 mil), a alíquota será de 20%, segundo detalha um comunicado da pasta de Produção.

Segundo o ministério, 99% da produção argentina de motos "não pagará impostos internos", pois passarão a tributar 10% somente as que superem os 65.000 pesos (cerca de R$ 18,9 mil).
Além disso, uma taxa impositiva de 10% será aplicada à produção de embarcações quando estas superarem o valor de 400.000 pesos (cerca de R$ 116 mil).

O decreto, que terá uma vigência de seis meses para analisar o comportamento do setor, será publicado nesta quarta-feira no Diário Oficial.

Fonte: G1

Nota do Blog:

Menos Estado, mais Mercado. Menos Socialismo, mais Capitalismo. Mais liberdade, mais incentivo, mais iniciativa privada.... A População e o Desenvolvimento agradecem!

sábado, 11 de abril de 2015

O Estado não deve tomar a liberdade do Povo. Ele deve ocupar o mínimo das atividades, sem deixar que outros venham tomar o seu lugar.


Torna-se um governo medonho, chato e antipático aquele que invade a privacidade das empresas e da vida de seus cidadãos. Um governo não pode usar as forças do Estado para definir como as Empresas irão trabalhar, tomando as ações exclusivas do Mercado de negócios. Não pode exigir o rigor de sua política, não pode exigir que escolas sejam alinhada às suas ideologias sem se pautar pelo ensino. Não pode oprimir e sufocar iniciativas privadas, afim de que sejam dependentes do Estado. Não pode determinar leis segundo sentimentalismo, para assim cometer crimes e atitudes insanas contra aqueles que matem a Tradição da sociedade civil.

Não pode desmerecer trabalhos já experimentados da agricultura e submeter os Agricultores a dementes agrupados em Conselhos populares que nada entendem de plantio e agronegócios. Não pode alterar os entendimentos e parâmetros religiosos, confirmando-os com os desejos do Estado. Não pode cercear o Jornalismo, afim de que sejam apenas repetidores de latidos estatais. Não pode tomar dos Pais de famílias a criação e educação dos filhos. Não pode limitar a liberdade individual, não pode deter em suas mãos o direito a Vida.

O Estado tem que se posicionar naquilo que é seu mister. Deve ocupar o mínimo das atividades possíveis, sem deixar que outros venham tomar o seu lugar. O Estado fazendo o mínimo, já é muito, pois suas atribuições não são pequenas e requer preocupações e engenharia meticulosa. Deve deter-se em ser apenas Estado, para assim prover a liberdade do individuo, do mercado, da religião e da sociedade. O Estado deve proteger o Povo de toda invasão inimiga, daqueles que queiram atrapalhar a liberdade e o desenvolvimento da nação.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Kirchner reaparece defendendo estatizações na Argentina


A presidente argentina, Cristina Kirchner, defendeu nesta terça-feira o modelo de estatizações e incentivo à indústria promovido por seu governo, ao reaparecer em público em um ato patronal, após vários dias afastada por uma infecção intestinal.

"Meu governo e o de Néstor Kirchner (marido e ex-presidente falecido) foram a etapa mais florescente do crescimento, e a fonte do financiamento foi o Estado com empresas recuperadas", disse a presidente durante a convenção anual da Câmara da Construção, em sua primeira aparição pública desde 30 de outubro.

Diante de centenas de empresários da indústria da construção, Kirchner destacou que "as obras de infraestrutura puderam ser realizadas com a poupança dos argentinos nos fundos de aposentadorias estatizados em 2009, o que reverteu sua privatização nos anos 90".

Leia mais aqui

Fonte: Notícias Yahoo

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Eleições 2014. Deputados Estaduais eleitos em Minas Gerais

Minas para Todos (PT/PROS/PMDB/PRB – 22 vagas)
Paulo Guedes PT – 164.040 (1,59%)
Elismar Prado PT – 86.515 (0,84%)
João Magalhães PMDB – 79.375 (0,77%)
Marília Campos PT – 78.780 (0,76%)
Durval Ângelo PT – 76.670 (0,74%)
Rogério Correia PT – 72.409 (0,70%)
Gilberto Abramo PRB – 70.648 (0,68%)
Ulysses Gomes PT – 69.029 (0,67%)
Carlos Henrique PRB – 65.769 (0,64%)
Rosângela Reis PROS – 58.725 (0,57%)
Sávio Souza Cruz PMDB – 58.651 (0,57%)
Adalclever Lopes PMDB – 58.157 (0,56%)
Celise Laviola PMDB – 57.476 (0,56%)
Ivair Nogueira PMDB – 53.708 (0,52%)
Paulo Lamac PT – 50.593 (0,49%)
Dr. Jean Freire PT – 50.371 (0,49%)
Tadeuzinho PMDB – 47.521 (0,46%)
André Quintão PT – 46.962 (0,45%)
Cristiano Silveira PT – 46.727 (0,45%)
Iran Barbosa PMDB – 46.312 (0,45%)
Pastor Vanderlei Miranda PMDB – 45.774 (0,44%)
Cabo Júlio PMDB – 44.360 (0,43%)

A Voz de Minas (DEM/PSDB/PP/PSD/PPS – 21 vagas)
Gil Pereira PP – 104.665 (1,01%)
Dr. Wilson Batista PSD – 97.256 (0,94%)
Dalmo Ribeiro PSDB – 93.828 (0,91%)
Antônio Jorge PPS – 93.032 (0,90%)
Antônio Carlos Arantes PSDB – 90.932 (0,88%)
Cássio Soares PSD – 90.609 (0,88%)
Neilando Pimenta PP – 86.223 (0,83%)
Mourão PSDB – 85.397 (0,83%)
Ione Pinheiro DEM – 81.956 (0,79%)
João Vigor Xavier da Itatiaia PSDB – 81.154 (0,79%)
Duarte PSD – 75.661 (0,73%)
Gustavo Valadares PSDB – 67.019 (0,65%)
Fábio Cherem PSD – 65.777 (0,64%)
Thiago Cota PPS – 65.742 (0,64%)
Luiz Humberto Carneiro PSDB – 65.301 (0,63%)
Felipe Attiê PP – 64.597 (0,62%)
João Leite PSDB – 63.618 (0,62%)
Fabiano Tolentino PPS – 62.776 (0,61%)
Gustavo Corrêa DEM – 60.376 (0,58%)
Tito Torres PSDB – 58.670 (0,57%)
Lafayette Andrada PSDB – 58.086 (0,56%)

Minas Avança (PDT/PV – 8 vagas)
Deputado Sargento Rodrigues PDT – 98.820 (0,96%)
Tiago Ulisses PV – 90.563 (0,88%)
Dr. Hely PV – 79.836 (0,77%)
Alencar da Silveira Jr. PDT – 79.389 (0,77%)
Agostinho Patrus Filho PV – 74.229 (0,72%)
Inácio Franco PV – 58.620 (0,57%)
Nozinho PDT – 55.589 (0,54%)
Carlos Pimenta PDT – 47.868 (0,46%)

Avante Minas (PTB/SD – 4 vagas)
Braúlio Braz PTB – 93.652 (0,91%
Arlen Santiago PTB – 91.081 (0,88%
Dilzon Melo PTB – 78.309 (0,76%
Missionário Márcio Santiago PTB – 76.456 (0,74%

Partido da República (PR – 4 vagas)
Léo Portela – 54.600 (0,53%)
Arnaldo – 44.153 (0,43%)
Deiró Marra – 44.138 (0,43%)
Gustavo Santana – 43.826 (0,42%)

Minas Melhor (PSC/PTC/PSL – 3 vagas)
Douglas Melo da Musirama PSC – 55.585 (0,54%)
Noraldino Júnior PSC – 51.869 (0,50%)
Anselmo José Domingos PTC – 42.861 (0,41%)

Minas quer Mudança (PSB/PPL/PRTB – 3 vagas)
Leandro Genaró PSB – 127.868 (1,24%)
Wander Borges PSB – 67.072 (0,65%)
Lerin PSB – 36.916 (0,36%)

Partido Comunista do Brasil (PC do B – 3 vagas)
Mário Henrique Caixa – 130.590 (1,26%)
Ricardo Faria – 44.757 (0,43%)
Celinho do Sinttrocel – (36.344 0,35%)

Partido Trabalhista do Brasil (PT do B – 3 vagas)
Bosco – 72.535 (0,70%)
Emidinho Madeira – 66.018 (0,64%)
Fábio Avelar – 40.909 (0,40%)

Uma Só Minas (PTN/PSDC – 3 vagas)
Arlete Magalhães PTN – 56.772 (0,55%)
Roberto Andrade PTN – 54.888 (0,53%)
Glaycon Franco PTN – 52.516 (0,51%)

Sou + Minas (PRP/PEN/PHS – 2 vagas)
Fred Costa PEN – 70.823 (0,69%)
Dirceu Ribeiro PHS – 25.394 (0,25%)

Partido da Mobilização Nacional (PMN – 1 vaga)
Isauro Calais PMN 51.568 (0,50%)

Fonte: http://aconteceunovale.com.br/portal/?p=41260#sthash.MjfnlC8w.dpuf

Eleições 2014. Deputados Federais eleitos em Minas Gerais

A vez de Minas (DEM / PSDB / PP / PR /PSD – 21 vagas)
Rodrigo de Castro: PSDB – 292.796 (2,9%)
Misael Varella DEM – DEM – 257.750 (2,55%)
Odelmo Leão PP – 179.650 (1,78%)
Jaiminho Martins PSD – 158.907 (1,57%)
Toninho Pinheiro PP – 148.227 (1,47%)
Domingos Sávio PSDB – 143.900 (1,42%)
Marcus Pestana PSDB – 131.683 (1,30%)
Eduardo Barbosa PSDB – 130.451 (1,29%)
Dimas Fabiano PP – 129.089 (1,28%)
Bilac Pinto PR – 123.374 (1,22%)
Luiz Fernando PP – 117.516 (1,16%)
Marcos Montes PSD – 116.158 (1,15%)
Diego Andrade PSD – 114.235 (1,13%)
Zé Silva – DEM – 109.812 (1,09%)
Carlos Melles DEM – 107.904 (1,07%)
Renzo Braz PP – 106.376 (1,05%)
Paulo Abi-Ackel PSDB – 104.812 (1,04%)
Caio Narcio PSDB – 101.036 (1,00%)
Lincoln Portela PR – 98.801 (0,98%)
Aelton Freitas PR – 91.083 (0,90%)
Bonifácio Andrada PSDB – 83.609 (0,83%)

Minas Pra Você (PT / PMDB / PC do B / PROS / PRB – 18 vagas)
Reginaldo Lopes PT – 307.555 (3,04%)
Odair Cunha PT – 201.781 (2,00%)
Gabriel Guimarães PT – 199.386 (1,97%)
Weliton Prado PT – 186.093 (1,84%)
Patrus Ananias PT – 147.157 (1,46%)
George Hilton PRB – 146.783 (1,45%)
Mauro Lopes PMDB – 129.758 (1,28%)
Newton Cardoso Jr, PMDB – 128.480 (1,27%)
Leonardo Quintão PMDB – 118.293 (1,17%)
Leonardo Monteiro PT – 115.177 (1,14%)
Padre João PT – 112.622 (1,11 %)
Saraiva Felipe PMDB – 111.233 (1,10%)
Miguel Correa PT – 93.450 (0,92%)
Rodrigo Pacheco PMDB – 92.724 (0,92%)
Margarida Salomão PT – 78.971 (0,78%)
Laudívio Carvalho PMDB – 78.761 (0,78%)
Jô Moraes PC do B – 67.650 (0,67%)
Adelmo Leao PT – 57.915 (0,57%)

Minas Quer Mudança (PSB / PPL / PRTB – 3 vagas)
Stefano Aguiar PSB – 144.153 (1,43%)
Julio Delgado PSB – 86.244 (0,85%)
Tenente Lúcio PSB – 67.459 (0,67%)

+ Minas ( PT do B / PRP / PHS / PEN – 3 vagas)
Luis Tibe PT do B – 114.714 (1,14%)
Marcelo Aro PHS – 87.111 (0,86%)
Marcelo Alvaro Antonio PRP – 60.382 (0,60%)

Minas Segue em Frente (PPS / PV / PDT – 3 vagas)
Sub-Tenente Gonzaga PDT – 93.971 (0,93%)
Mario Heringer PDT – 90.327 (0,89%)
Fabinho Ramalho PV – 83.514 (0,83%)

Minas Melhor (Vagas: 2)
Raquel Muniz PSC – 96.019 (0,95%)
Brunny PTC – 44.561 (0,44%)
Unidos Por Minas (PTB / PMN – 2 vagas)
Eros Biondini PTB – 79.042 (1,77%)
Dâmina Pereira PMN – 52.674 (0,52%)

Uma só Minas (PTN / PSDC – 1 vaga)
Delegado Edson Moreira PTN – 49.391 (0,49%)

Fonte: Aconteceu no Vale

Eleições 2014. Lista de Senadores Eleitos

UF Senador 
DF Reguffe (PDT)
ES Rose de Freitas (PMDB)
PR Álvaro Dias (PSDB)
MS Simone Tebet (PMDB)
RJ Romário (PSB)
PA Paulo Rocha (PT)
SC Dário (PMBD)
SP José Serra (PSDB)
GO Ronaldo Caiado (DEM)
PE Fernando Bezerra Coelho (PSB)
MG Antonio Anastasia (PSDB)
PB José Maranhão (PMDB)
TO Kátia Abreu (PMDB)
AM Omar Aziz (PSD)
RO Acir Gurgacz (PDT)
CE Tasso Jereissati (PSDB)
RS Lasier Martins (PDT)
PI Elmano - O veín trabalhador (PTB)
AP Davi Alcolumbre (DEM)
SE Maria do Carmo (DEM)
RR Telmário Mota (PDT)
RN Fátima (PT)
MA Roberto Rocha (PSB)
MT Wellington Fagundes (PR)
BA Otto Alencar (PSD)
AL Collor (PTB)
AC Gladson Cameli (PP)

Fonte: Conjur

Eleições 2014. Lista de Governadores Eleitos e em disputa de Segundo turno.

UF Governador
ES Paulo Hartung (PMDB)
PR Beto Richa (PSDB)
DF 2º turno: Rollemberg (PSB) X Jofran Frejat (PR)
RS 2º turno: José Ivo Sartori (PMDB) X Tarso Genro (PT)
MS 2º turno: Delcídio Amaral (PT) X Reinaldo Azambuja (PSDB)
AP 2º turno: Waldez (PDT) X Camilo Capiberibe (PSB)
SP Geraldo Alckmin (PSDB)
SC Raimundo Colombo (PSD)
GO 2º turno: Marconi Perillo (PSDB) X Iris Rezende (PMDB)
PE Paulo Câmara (PSB)
RO 2º turno: Confucio Moura (PMDB) X Expedito Júnior (PSDB)
MA Flavio Dino (PC do B)
TO 2º turno: Marcelo Miranda (PMDB) X Sandoval Cardoso (SD)
PB 2º turno: Cassio Cunha Lima (PSDB) X Ricardo Coutinho (PSB)
AM 2º turno: José Melo (PROS) X Eduardo Braga (PMDB)
MG Fernando Pimentel (PT)
PI Wellington Dias (PT)
MT Pedro Taques (PDT)
SE Jackson Barreto (PMDB)
RJ 2º turno: Luiz Fernando Pezão (PMDB) X Marcelo Crivella (PRB)
CE 2º turno: Camilo (PT) X Eunício (PMDB)
RR 2º turno: Suely Campos (PP) X Chico Rodrigues (PSB)
RN 2º turno: Henrique Eduardo (PMDB) X Robinson Faria (PSD)
BA Rui Costa (PT)
PA 2º turno: Helder Barbalho (PMDB) X Simão Jatene (PSDB)
AL Renan Filho (PMDB)
AC 2º turno: Tião Viana (PT) X Márcio Bittar (PSDB)

Fonte: Conjur

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Dom Aloísio R. Oppermann. Uma república socialista?


Se os serviços públicos são geridos por empresas particulares, ou pelo governo, é uma questão de eficiência. Não é de ideologia política. Mas não esqueçamos que os serviços públicos “gratuitos” alguém os precisa pagar. A passagem de ônibus eu posso pagar do meu bolso, diretamente para a companhia particular, que presta esse serviço. Ou eu entrego essa mesma contribuição ao governo, para que ele a administre. Não existe jantar gratuito. O socialismo sempre fascinou a mente humana, porque parece ser mais justo, e atender melhor à parte mais pobre da humanidade. Isto, precisamente, sempre foi o ponto fraco do capitalismo: não ter plano de salvação para os perdedores. Mas o socialismo carrega consigo uma mancha execrável. Não é capaz de respeitar o que é inerente ao ser humano, que é a sua liberdade. Como não conseguirá jamais se estabelecer com a concordância dos cidadãos, precisa se impor à força. As cabeças de quem pensa, e é cioso em permanecer livre, rolam inexoravelmente. Esse regime é o mais catastrófico da história, tendo assassinado mais de 80 milhões de rebeldes. Tornou-se uma mancha na história da humanidade.

No Brasil, alegremente estamos correndo para os braços das ditaduras. Sem pejo nenhum, e sem falsete no rosto dos nossos dirigentes, temos relações diplomáticas preferenciais com nações, onde as liberdades individuais são uma quimera. As visitas oficiais a certos países, de visceral princípio socialista, são uma constante. A importação de médicos estrangeiros (não quero duvidar de sua competência profissional), tem como objetivo acostumar nossa população com as belezas do socialismo. Os gastos financeiros com doações em favor de nações mais pobres (todas socialistas), são uma constante. Os Black Blocs, quebrando com grande satisfação os Bancos, mostram que já estão infectados com esse vírus, francamente anti-livre mercado. Os que querem os serviços públicos todos gratuitos, vivem de um delírio deplorável. Tudo está sendo feito à luz do sol. Os condutores da nação terão o direito de dizer: “eu avisei”. É muito provável que entre os condenados pelos crimes do mensalão, já se encontrem aqueles que, no futuro, serão os dirigentes da Nação.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

O Ateísmo, as seitas e as religiões ajudam o desenvolvimento nacional?

O Ateísmo não foi, não é e provavelmente não será bojo de nenhum avanço político, educacional ou social para qualquer nação deste universo. Algumas Seitas só ajudam a atrapalhar o trabalho de crescimento civilizacional. Algumas Religiões estão tomadas de líderes egoístas, com interpretações pessoais e desumanas, o que não constrói benesses ao Estado em que vivem. 

Não há dúvida que o Cristianismo fez, faz e provavelmente fará crescer qualquer Nação onde estiver ao menos um Missionário. O Cristianismo não comunga com totalitarismo, perversões, crimes e imoralidades. O Cristianismo e sua mensagem ajudam-nos a perceber quais nações já são prósperas ou quais possam ser no futuro. Ajuda também a visualizar qual candidato político tenha condições de conduzir bem o país e aponta também qual população deixará bons legados etc. 

Aquilo que seja contra o Cristianismo aponta-nos o que é danoso para o Mundo. Pois mais do que provado, o Cristianismo tem o propósito de crer em Deus sem desvalorizar o homem, e o que é o homem? O homem é a nação, a nação não existe sem o homem, portanto a política observando a crença cristã, valorizará o homem (nação) e sua vida, sua família, sua liberdade, suas posses e sua prosperidade. 

Vemos hoje uma sana internacional perseguindo a religião que propiciou desenvolvimentos e crescimentos às nações onde esteve instalado. Há um parâmetro nos Mandamentos Cristãos, se as Constituições estão longe destes mandamentos, com certeza algo bom não ocorrerá numa sociedade que for fundamentada nestas legislações.

"Porque os meus olhos viram a vossa salvação que preparastes diante de todos os povos, como luz para iluminar as nações" Lc 2,30-32

segunda-feira, 30 de junho de 2014

O Rei Católico Don Felipe VI da Espanha

Don Felipe, ainda Príncipe das Astúrias, recebendo sua primeira Comunhão
Imagem: divulgação
A despeito da triste crise de fé e moral que abala não só a Espanha, mas todo o mundo, na tarde de domingo, 22 de junho de 2014, celebrou-se na Capela Real do Palácio da Zarzuela, Santa Missa de Ação de Graças pela ascensão de Don Felipe VI ao Trono espanhol.

Sofrendo fortes pressões da ala republicana, comunista e socialista, o Governo optou por cumprir a risca o que manda a Carta Magna, com relação o caráter laico da Chefia de Estado e de Governo. No entanto, manifestando seus interesses e inclinações, Don Felipe VI se mantem como Rei Católico e Defensor da Fé, prerrogativa a que os Soberanos da Espanha tem direito desde a união do Reino no século XV, com o casamento dos Reis Fernando II de Aragão e Isabel I de Castela. Ainda como forma de manifestar sua fé e colocar seu Reino aos serviços da Santa Igreja, Don Felipe anunciou que no próximo dia 30 fará sua primeira visita oficial como Rei da Espanha, tendo como destino o Vaticano.

A Santa Missa no Palácio da Zarzuela foi celebrada pelo Arcebispo de Madri, S.E., o Cardeal Don Antonio María Rouco Varela e pelo  Arcebispo Castrense, S.E.R. Don Juan del Río, na presença do Rei Don Felipe, da Rainha Dona Letícia, e dos antigos Soberanos Don Juan Carlos e Dona Sofia, além de outros membros da Casa Real Espanhola.

Ainda em 19 de junho, dia da Proclamação do Rei Don Felipe VI, o Arcebispo de Toledo e Primaz da Espanha, em Missa Solene, pediu orações ao novo Rei, como relata a íntegra de sua homilia (em espanhol):

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Papa convida presidentes da Palestina e Israel a rezarem com ele, no Vaticano, em favor da paz


Belém (RV) - Ao término da Santa Missa, na Praça da Manjedoura, diante da Basílica da Natividade, em Belém, o Santo Padre passou a rezar, na manhã deste domingo, a oração pós-pascal do Regina Coeli, com a multidão presente.

Antes da oração, o Santo Padre foi muito aplaudido e causou grande comoção quando fez o seguinte convite ao Presidente de Israel e ao Presidente da Palestina:

“Neste Lugar, onde nasceu o Príncipe da Paz, desejo fazer um convite ao senhor, Presidente Mahmoud Abbas, e ao senhor, Presidente Shimon Peres, a elevarem, junto comigo, uma intensa oração, a fim de implorar de Deus o dom da paz. Ofereço a minha casa, no Vaticano, para hospedar este encontro de oração. Construir a paz é difícil, mas viver sem paz é um tormento! Todos os homens e mulheres desta Terra e do mundo inteiro nos pedem para apresentar a Deus seu ardente desejo de paz.”.

A seguir, na sua breve alocução mariana, o Papa dirigiu seu pensamento a Maria Santíssima, que aqui, em Belém, deu à luz o seu filho Jesus. A Virgem, mais do que ninguém, contemplou Deus no rosto humano de Jesus. Ajudada por São José, ela o envolveu em panos e o reclinou em uma manjedoura. Por isso, o Papa recorreu à sua proteção e fez o seguinte ato de consagração:

“A Ela confiamos este território e todos aqueles que nele habitam, para que possam viver na justiça, na paz e na fraternidade. Confiamos também os peregrinos que vêm aqui haurir nas fontes da fé cristã. Velai, ó Maria, pelas famílias, os jovens, os idosos; velai por aqueles que perderam a fé e a esperança; confortai os doentes, os encarcerados e os atribulados; sustentai os Pastores e toda a comunidade eclesial para que sejam «sal e luz» nesta Terra bendita”.

Contemplando a Sagrada Família aqui, em Belém, o Bispo de Roma dirigiu seu pensamento espontâneo a Nazaré, onde espera poder ir, se Deus quiser, na próxima ocasião. Da Praça da Manjedoura, o Papa enviou ainda seu abraço fraterno aos fiéis cristãos, que vivem na Galileia, expressando seu apreço pela criação, em Nazaré, do Centro Internacional para a Família.

Por fim, o Pontífice confiou à Virgem Santa os destinos da humanidade, para que, no mundo, possam se abrir horizontes novos e promissores de fraternidade, solidariedade e paz.

Ao término da oração pascal do Regina Coeli, o Papa Francisco se dirigiu ao vizinho Convento dos Franciscanos, situado ao lado da Basílica da Natividade, em Belém, onde almoçou com algumas famílias e indigentes.

Em seguida, fez uma visita privada à Gruta da Natividade, em Belém, onde, sob o altar, há uma estrela de prata com a escrita em latim: “Aqui, Jesus Cristo nasceu da Virgem Maria”.

Enfim, o Bispo de Roma visitou ainda o vizinho Centro Fênix, de assistência aos refugiados, e saudou um numeroso grupo de crianças dos Campos de Refugiados do território palestino. (MT)


Fonte: http://pt.radiovaticana.va/news/2014/05/25/papa_convida_presidentes_da_palestina_e_israel_a_rezarem_com_ele,_no/bra-802128

ACI Digital

O Papa Francisco se reunirá no dia 8 de junho com os presidentes de Israel e Palestina no Vaticano

Vaticano, 29 Mai. 14 / 03:36 pm (ACI).- A Sala de Imprensa da Santa Sé informou hoje que o Papa Francisco se reunirá com o Presidente de Israel, Shimon Peres, e o da Palestina, Mahmoud Abbas, no próximo dia 8 de junho no Vaticano.

Em um comunicado divulgado hoje, destaca-se que este “encontro de oração pela paz” será no dia 8 de junho (domingo de Pentecostes) e que “a data foi aceita pelas partes”.

Durante a sua viagem à Terra Santa, o Papa Francisco convidou ambos os mandatários a rezar com ele pela paz, e para isso, ofereceu a sua casa no Vaticano. O convite foi aceito rapidamente pelos dois presidentes.

Fonte: ACI Digital

terça-feira, 27 de maio de 2014

Não à Ingerência indevida do Estado na Família!

Na semana passada, foi aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania o famoso projeto de lei outrora conhecido como Lei da Palmada, e agora renomeado para Lei Menino Bernardo.Trata-se de um projeto que prevê mais uma (gravíssima) ingerência indevida do Estado na vida das famílias
Mais uma vez os defensores da agenda de esquerda aproveitaram um episódio lamentável — o assassinato do garoto Bernardo — para avançar o projeto revolucionário que tem como um dos pilares uma ingerência cada vez maior do Estado na vida das pessoas.
O problema fundamental em relação a esse projeto de lei não é tanto a questão das palmadas, mas a intromissão ilegítima do Estado na vida familiar. É claro que as crianças devem ser educadas com amor e com disciplina, sem que haja a necessidade de palmadas. Porém, quem deve determinar como educará seus filhos é a própria família, e não burocratas anônimos pagos pelo Estado.
A lei brasileira já cobre os casos de agressões e violência contra as crianças. Portanto, um projeto de lei como o que foi aprovado na semana passada mostra-se ainda mais desnecessário. Como se não bastasse, a mudança do nome do projeto para Lei Menino Bernardo equipara agora a um assassino qualquer pai ou mãe que ouse dar uma leve palmada em seu filho. Assim como no caso do Marco Civil da Internet, mais uma vez o cidadão comum passa a ser tratado como bandido em potencial.
O Estado jamais deveria afrontar o pátrio poder dessa forma, pois a família, como célula fundamental da sociedade, possui uma autonomia que deveria ser antes respeitada e protegida pelo Estado. A Lei Menino Bernardo é mais uma afronta à Lei Natural avançada pelo governo socialista do Partido dos Trabalhadores.
A ironia (macabra) em relação a esse projeto de lei é que ele foi aprovado na mesma semana em que o Ministério da Saúde publicou uma portaria que oficializa a realização do aborto na rede pública de saúde do Brasil, com base na Lei Cavalo de Tróia, que foi veementemente combatida no ano passado. A lógica do governo é: você pode matar uma criança indefesa no seio materno, mas não pode dar uma leve palmada para educá-la. Ademais, a partir de agora as pessoas não poderão escolher como educar os seus filhos - caso essa lei seja aprovada no Senado -, mas serão obrigadas a financiar o aborto com o dinheiro dos impostos pagos. Não é absurdo?
O projeto de lei foi encaminhado ao Senado. Portanto, ainda há tempo para agir e mostrar aos políticos que a população brasileira não aceita esse tipo de intromissão na vida familiar. Se você não está de acordo com esse abuso indevido do Estado em nossas vidas, assine a petição para enviar um e-mail aos líderes de bancada no Senado. Não deixe de compartilhar o link da petição com os seus familiares e amigos.

Clique aqui e assine a Petição.

Fonte: Citzengo

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Obama afirma que o Papa Francisco é uma “inspiração” e cita a Evangelii Gaudium em ato público


WASHINGTON DC, 17 Abr. 14 / 11:28 am (ACI/EWTN Noticias).- Em sua intervenção durante o tradicional Café da manhã de Oração pela Páscoa na Casa Branca, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, recordou sua recente visita ao Papa Francisco, descreveu-o como uma inspiração e citou a encíclica Evangelii Gaudium, que recebeu de presente do Pontífice.

Obama disse que sentiu o espírito do amor de Deus, "quando tive a grande honra de conhecer Sua Santidade, o Papa Francisco" em 27 de março deste ano no Vaticano.

Diante de diversos líderes religiosos reunidos no tradicional café da manhã, Obama disse que o Papa "toca e comove" os cristãos de distintas denominações com suas palavras "sobre a justiça e a inclusão, especialmente para os pobres e os marginados. Ele nos implora enxergar a dignidade inerente a cada ser humano".

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Guerra contra a influência religiosa


Algumas personalidades querem tirar os ensinos e influências religiosas das estruturas do Estado, como se fossem danosas para a Nação. Em troca da retirada dos sinais da Fé (que foram colocados não por uma ideologia assassina ou para alavancar a fé de uma igreja, mas porquê foi erguida pelos próprios homens de fé e conduzidos pela fé), eles inserem dogmas provindos das ideologias que jamais ajudaram qualquer comunidade a crescer. 

É necessário saber que os postulados que aparecem para tomar o lugar dos sinais religiosos, são costumes que amparam a disseminação das drogas, a transformação de homens em gays, a perseguição aos costumes religiosos, a promulgação ao fim da liberdade e o término da moralidade... 

Estas personalidades que promovem a derrubada dos sinais religiosos são votadas e escolhidas por pessoas religiosas.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Membros Pró-Vida e pró-Família no Congresso Nacional, com lideranças da bancada católica e evangélica. Veja fotos do trabalho desta equipe que vigia o Congresso!


"Mais um dia de trabalho no Congresso Nacional, com lideranças da bancada católica e evangélica, subsidiando os deputados que irão votar o Plano Nacional de Educação (PNE). Equipe formada por Adrian Paz ( Rallye com Maria ), Prof. Hermes Rodrigues Nery (regional Sul 1 da CNBB), Pe. Pedro Stepien (Associação Nacional Pró-Vida e pró-Família) e suas paroquianas. "

By Adrian Moraes Paz e Prof. Hermes Rodrigues Nery




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