Menos de 12 horas depois de efetuadas as prisões de policiais do Senado, ao menos um deles já começou a delatar ações em benefício de senadores, a maioria alvo da Operação Lava-Jato. Na sexta-feira (21/10) pela manhã, a Polícia Federal desencadeou a Operação Métis, bateu às portas do Congresso Nacional e prendeu quatro integrantes da Polícia do Senado, incluindo o diretor-geral, Pedro Ricardo de Araújo, ligado ao ex-senador José Sarney (PMDB-AP) e ao presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL).
A suspeita é de que servidores do Legislativo faziam varreduras, em busca de aparelhos de escutas, em endereços funcionais ou particulares de Sarney, de Lobão Filho (PMDB-MA), de Glesi Hoffmann (PT-PR) e de Fernando Collor (PTC-AL). O objetivo era descobrir e eliminar escutas eventualmente instaladas; obstruir a Operação Lava-Jato; e “satisfazer interesses particulares”, de acordo com os investigadores. Ontem, Renan criticou a ação: “As instituições, assim como o Senado, devem guardar os limites de suas atribuições legais”.
Fonte: Correio Brasiliense
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segunda-feira, 24 de outubro de 2016
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Gilmar Mendes manda abrir vídeo do Senado no caso Aécio
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Polícia Federal analise o vídeo de um servidor do Senado transportando documentos da CPI dos Correios para a Coordenação do Arquivo da Casa no mesmo dia em que o STF abriu uma investigação contra o senador Aécio Neves (PSDB/MG), em 3 de maio deste ano, por suspeita de atuar para maquiar os dados do Banco Rural encaminhados à Comissão Parlamentar de Inquérito dos Correios em 2005.
Fonte: Estadão
Fonte: Estadão
Policiais do Senado rastrearam escutas para Gleisi e Lobão Filho
Os senadores Lobão Filho (PMDB-MA) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), investigados na Operação Lava-Jato, utilizaram os serviços de contrainteligência da polícia legislativa do Senado para rastrear eventuais escutas em imóveis particulares, segundo investigação da Operação Métis, deflagrada na manhã desta sexta-feira.
Quatro policiais do Senado, responsáveis pela varredura, foram presos sob suspeita de obstruir a Operação Lava-Jato. “A deliberada utilização de um equipamento sofisticado, de propriedade do Senado Federal, utilizando recursos públicos, passagens aéreas custeadas pelo Erário e servidores concursados, em escritórios ou residências particulares, não possui outro objetivo senão o de embaraçar a investigação de infração penal que envolve organização criminosa”, diz um documento da investigação.
Fonte: Veja
Quatro policiais do Senado, responsáveis pela varredura, foram presos sob suspeita de obstruir a Operação Lava-Jato. “A deliberada utilização de um equipamento sofisticado, de propriedade do Senado Federal, utilizando recursos públicos, passagens aéreas custeadas pelo Erário e servidores concursados, em escritórios ou residências particulares, não possui outro objetivo senão o de embaraçar a investigação de infração penal que envolve organização criminosa”, diz um documento da investigação.
Fonte: Veja
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Delegada da Lava Jato pede fim de foro privilegiado e fortalecimento das polícias
A delegada da Polícia Federal Erika Mialik Marena defendeu nesta quarta-feira (19), em debate na Câmara dos Deputados, o fim do foro privilegiado de autoridades e o fortalecimento da estrutura das polícias judiciárias (civil e federal). Ela integra a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba (PR).
“O foro é um fator que contribui, sem dúvida, para perpetuar a sensação de impunidade e que faz o custo-benefício do crime valer a pena”, disse a delegada, que foi ouvida pela comissão especial que analisa o pacote de medidas de combate à corrupção elaboradas pelo Ministério Público Federal (MPF).
Erika afirmou que os tribunais que julgam as autoridades com foro especial, como deputados federais, senadores e ministros do governo, não têm estrutura para atuar como cortes criminais. A demora na análise do processo é levada em conta “pelo agente corrupto”. Para ela, o fim do foro especial por prerrogativa de função (que é o termo usado pela lei) é uma demanda da sociedade.
Fonte: Câmara Notícias
“O foro é um fator que contribui, sem dúvida, para perpetuar a sensação de impunidade e que faz o custo-benefício do crime valer a pena”, disse a delegada, que foi ouvida pela comissão especial que analisa o pacote de medidas de combate à corrupção elaboradas pelo Ministério Público Federal (MPF).
Erika afirmou que os tribunais que julgam as autoridades com foro especial, como deputados federais, senadores e ministros do governo, não têm estrutura para atuar como cortes criminais. A demora na análise do processo é levada em conta “pelo agente corrupto”. Para ela, o fim do foro especial por prerrogativa de função (que é o termo usado pela lei) é uma demanda da sociedade.
Fonte: Câmara Notícias
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
PF indicia Lula por propina de R$ 20 milhões da Odebrecht a sobrinho
A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo crime de corrupção em razão de evidências de propina de R$ 20 milhões mascarada em contratos da empreiteira Odebrecht, em Angola, firmados com a empresa Exergia, cujo sócio era Taiguara Rodrigues dos Santos, seu sobrinho.
Lula foi indiciado por corrupção passiva, porque a PF concluiu que os contratos de Taiguara só aconteceram em razão do parentesco e das relações da empreiteira com Lula, além dos documentos que citam o próprio ex-presidente no negócio. Seu sobrinho e sete executivos da empreiteira, incluindo Marcelo Odebrecht, foram indiciados por corrupção e lavagem.
Fonte: Época
Lula foi indiciado por corrupção passiva, porque a PF concluiu que os contratos de Taiguara só aconteceram em razão do parentesco e das relações da empreiteira com Lula, além dos documentos que citam o próprio ex-presidente no negócio. Seu sobrinho e sete executivos da empreiteira, incluindo Marcelo Odebrecht, foram indiciados por corrupção e lavagem.
Fonte: Época
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Governador da Bahia e dois ex-ministros do PT são alvos da Hidra de Lerna
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira, 4, à Operação Hidra de Lerna. A ação, que no total cumpre 16 mandados de busca e apreensão, investiga um esquema de financiamento ilegal de campanhas políticas na Bahia e outro de fraudes em licitações e contratos no Ministério das Cidades. O governador Rui Costa (PT), da Bahia, é investigado.
A empreiteira OAS e um diretório do PT na Bahia são alvo da investigação e os ex-ministros Márcio Fortes (Cidades – Governo Lula) e Mário Negromonte (ex-ministro de Cidades do Governo Dilma e atual conselheiro do Tribunal de Contas da Bahia) e a Propeg, de busca e apreensão.
Fonte: Estadão
A empreiteira OAS e um diretório do PT na Bahia são alvo da investigação e os ex-ministros Márcio Fortes (Cidades – Governo Lula) e Mário Negromonte (ex-ministro de Cidades do Governo Dilma e atual conselheiro do Tribunal de Contas da Bahia) e a Propeg, de busca e apreensão.
Fonte: Estadão
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Guido Mantega é preso em nova fase da Operação Lava Jato
Conforme diz a Folha, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega (PT) foi preso na manhã desta quinta-feira (22) pela PF (Polícia Federal). A ação ocorreu na abertura das ações da 34ª fase da Operação Lava Jato. Ele é alvo de um mandado de prisão temporária. Foram cumpridos ao todo 49 mandados no Distrito Federal e nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia.
Conforme apontam as investigações, em 2012, Mantega atuou junto ao comando de uma empresa contratada pela Petrobras para negociar repasse de propina para o pagamento de dívida de campanha de partidos aliados do governo.
Ao todos são cumpridos 33 mandados de busca e apreensão, 8 de prisão temporária e oito de condução coercitiva (quando a pessoa é obrigada a ir prestar esclarecimentos). De início, a PF foi até a casa de Mantega, na zona oeste de Pinheiros, mas o ex-ministro não estava no local. Ele se encontrava no Hospital Albert Einstein, na zona sul da cidade, onde acompanha a mulher.
A nova fase, batizada de Arquivo X, investiga fraudes em processo de licitação e corrupção de agentes públicos.
Fonte: Jornal Livre
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
PF prende presidente do PSDB em Goiás
A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 24, a Operação Decantação contra um grupo que teria desviado cerca de R$ 4,5 milhões em recursos federais a partir de uma empresa pública de Goiás. A ação, que contou com apoio do Ministério Público Federal e do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle, evitou um prejuízo de quase R$ 7 milhões. O presodente do PSDB em Goiás, Afrêni Gonçalves, e o presidente da Saneago, José Taveira Rocha – ex-secretário estadual da Fazenda de Goiás -, foram presos.
As sedes do PSDB e da Saneago foram alvo de buscas.
Cerca de 300 policiais federais cumprem 120 mandados judiciais, sendo 11 de prisão preventiva, quatro de prisão temporária, 21 de condução coercitiva e 67 de busca e apreensão na sede de empresas envolvidas e de um partido político, além de residências e outros endereços relacionados aos investigados.
Leia mais aqui
Fonte: Estadão
As sedes do PSDB e da Saneago foram alvo de buscas.
Cerca de 300 policiais federais cumprem 120 mandados judiciais, sendo 11 de prisão preventiva, quatro de prisão temporária, 21 de condução coercitiva e 67 de busca e apreensão na sede de empresas envolvidas e de um partido político, além de residências e outros endereços relacionados aos investigados.
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Fonte: Estadão
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Vazamento sobre Toffoli faz Janot suspender delação de Léo Pinheiro; por enquanto, nada há contra ministro
Por Reinaldo Azevedo
O jornal O Globo informa que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, suspendeu as negociações para o acordo de delação premiada de Léo Pinheiro e de outros executivos da OAS. Ele teria ficado irritado com o vazamento de uma informação, publicada pela VEJA, segundo a qual, na fase de pré-acordo, o nome do ministro Dias Toffoli, do Supremo, teria sido citado.
A revista informa que Toffoli teria reclamado de infiltração em sua casa e que a OAS teria enviado engenheiros ao local para fazer uma avaliação. Uma empresa teria sido indicada para fazer a obra, e a conta, segundo a revista, foi paga pelo ministro.
Segundo o Globo, a Procuradoria entendeu que o vazamento do nome de Toffoli seria uma forma de os delatores pressionarem o órgão a aceitar a delação segundo os interesses do investigado.
Que fique claro: segundo a própria VEJA, com o que se tem agora, Toffoli não pode ser acusado de coisa nenhuma. A questão é saber se os delatores, no pré-acordo, deixaram claro que têm algo mais a dizer. Dada a reação do Ministério Público Federal, não parece ser o caso. Creio que que seria um jogo arriscado demais suspender uma delação para, sei lá, proteger o nome de um ministro do Supremo.
Eu mesmo afirmei aqui que, se houvesse algum elemento grave contra Toffoli, ele teria, quando menos, de se declarar impedido de votar nos casos referentes ao petrolão. Comprovada a prática de crime, existe a possibilidade de impeachment para ministro do Supremo.
Com o que se tem até agora, não cabem nem uma coisa nem outra. Não há evidência nenhuma contra ele.
A decisão de Janot também tem lá a sua estranheza. Não fica exatamente claro por que o vazamento seria uma forma de forçar a aceitação do acordo “segundo os interesses do investigado”.
É a primeira vez que Janot toma uma medida como essa desde o início da Lava Jato. Pinheiro já foi condenado em primeira instância, pelo juiz Sergio Moro, a 16 anos de prisão. Dado o que se reuniu contra ele e contra a empresa, sem um acordo, dificilmente a sentença não seria endossada em instâncias superiores, e ele começaria a cumprir pena em regime fechado.
Fonte: Veja
O jornal O Globo informa que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, suspendeu as negociações para o acordo de delação premiada de Léo Pinheiro e de outros executivos da OAS. Ele teria ficado irritado com o vazamento de uma informação, publicada pela VEJA, segundo a qual, na fase de pré-acordo, o nome do ministro Dias Toffoli, do Supremo, teria sido citado.
A revista informa que Toffoli teria reclamado de infiltração em sua casa e que a OAS teria enviado engenheiros ao local para fazer uma avaliação. Uma empresa teria sido indicada para fazer a obra, e a conta, segundo a revista, foi paga pelo ministro.
Segundo o Globo, a Procuradoria entendeu que o vazamento do nome de Toffoli seria uma forma de os delatores pressionarem o órgão a aceitar a delação segundo os interesses do investigado.
Que fique claro: segundo a própria VEJA, com o que se tem agora, Toffoli não pode ser acusado de coisa nenhuma. A questão é saber se os delatores, no pré-acordo, deixaram claro que têm algo mais a dizer. Dada a reação do Ministério Público Federal, não parece ser o caso. Creio que que seria um jogo arriscado demais suspender uma delação para, sei lá, proteger o nome de um ministro do Supremo.
Eu mesmo afirmei aqui que, se houvesse algum elemento grave contra Toffoli, ele teria, quando menos, de se declarar impedido de votar nos casos referentes ao petrolão. Comprovada a prática de crime, existe a possibilidade de impeachment para ministro do Supremo.
Com o que se tem até agora, não cabem nem uma coisa nem outra. Não há evidência nenhuma contra ele.
A decisão de Janot também tem lá a sua estranheza. Não fica exatamente claro por que o vazamento seria uma forma de forçar a aceitação do acordo “segundo os interesses do investigado”.
É a primeira vez que Janot toma uma medida como essa desde o início da Lava Jato. Pinheiro já foi condenado em primeira instância, pelo juiz Sergio Moro, a 16 anos de prisão. Dado o que se reuniu contra ele e contra a empresa, sem um acordo, dificilmente a sentença não seria endossada em instâncias superiores, e ele começaria a cumprir pena em regime fechado.
Fonte: Veja
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Lava Jato mira nos 100 maiores da Lei Rouanet
A Força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba quer avançar agora sobre o financiamento de iniciativas culturais do país por meio da Lei Rouanet. O delegado da Polícia Federal Eduardo Mauat encaminhou ofício ao Ministério da Transparência Fiscalização e Controle solicitando detalhes sobre os 100 maiores recebedores/captadores de recursos via Lei Rouanet nos últimos dez anos.
O pedido da PF foi enviado no dia 30 de maio a Fabiano Silveira, que até aquele dia ainda ocupava a cadeira de ministro da Transparência - ele caiu após a divulgação de áudio em que aparece criticando a Lava Jato e a Procuradoria-Geral da República. Silveira orientou o presidente do Senado, Renan Calheiros, alvo de 12 inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF).
Fonte: Época
O pedido da PF foi enviado no dia 30 de maio a Fabiano Silveira, que até aquele dia ainda ocupava a cadeira de ministro da Transparência - ele caiu após a divulgação de áudio em que aparece criticando a Lava Jato e a Procuradoria-Geral da República. Silveira orientou o presidente do Senado, Renan Calheiros, alvo de 12 inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF).
Fonte: Época
terça-feira, 31 de maio de 2016
Moro critica projetos de lei de deputado do PT que podem dificultar punição de poderosos
O juiz Sergio Moro criticou dois projetos de lei propostos por um parlamentar do PT que, na opinião dele, seriam um retrocesso para a Operação Lava Jato e para a punição de poderosos em geral. Moro participou de uma conferência durante o XII Simpósio Brasileiro de Direito Constitucional na noite de quinta-feira (26), em Curitiba.
O PL 4372/16 propõe a proibição de colaboração premiada por pessoas que estejam presas. E o PL 4577/16 pretende a suspensão da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que prevê a prisão de réus após a decisão no segundo grau de jurisdição. As duas propostas são do deputado Wadih Damous (PT/RJ). Sem citar o nome do parlamentar, mas apontando o partido, Moro chamou atenção para a “coincidência” de os dois projetos serem do mesmo autor.
Fazendo uma comparação com a Lava Jato, o juiz chamou atenção para o momento em que a Operação Mãos Limpas, da Itália, passou por um enfraquecimento. “Em determinado ponto, a Mãos Limpas perdeu o apoio da opinião pública. E a reação do poder político foi com leis, como as que proibiam certos tipos de prisão cautelar ou que reduziam penas”, destacou o Moro.
Ele demonstrou preocupação de que haja uma tentativa de “retorno do status quo de impunidade dos poderosos”.
Fonte: Gazeta do Povo
O PL 4372/16 propõe a proibição de colaboração premiada por pessoas que estejam presas. E o PL 4577/16 pretende a suspensão da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que prevê a prisão de réus após a decisão no segundo grau de jurisdição. As duas propostas são do deputado Wadih Damous (PT/RJ). Sem citar o nome do parlamentar, mas apontando o partido, Moro chamou atenção para a “coincidência” de os dois projetos serem do mesmo autor.
Fazendo uma comparação com a Lava Jato, o juiz chamou atenção para o momento em que a Operação Mãos Limpas, da Itália, passou por um enfraquecimento. “Em determinado ponto, a Mãos Limpas perdeu o apoio da opinião pública. E a reação do poder político foi com leis, como as que proibiam certos tipos de prisão cautelar ou que reduziam penas”, destacou o Moro.
Ele demonstrou preocupação de que haja uma tentativa de “retorno do status quo de impunidade dos poderosos”.
Fonte: Gazeta do Povo
quarta-feira, 25 de maio de 2016
Lula pede para ser julgado pelo Supremo
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou nesta terça-feira (24) um recurso no Supremo Tribunal Federal para que as ações contra a sua nomeação para a Casa Civil não sejam extintas e sejam levadas a julgamento no plenário da Corte. Os advogados pedem que o tribunal reconheça que o petista teve status de ministro por cerca de dois meses, entre 16 de março, quando foi nomeado, e 12 de maio, quando a presidente Dilma Rousseff (PT) foi afastada pelo Senado, e considere as "consequências jurídicas decorrentes dessa situação".
Fonte: Band
Fonte: Band
terça-feira, 24 de maio de 2016
Vem aí a CPI da Lei Rouanet
Amanhã, às 11h, será protocolado na Secretaria-Geral da Mesa da Câmara dos Deputados o requerimento da CPI da Lei Rouanet. Alberto Fraga, do DEM, disse a O Antagonista que já conseguiu coletar 202 assinaturas, até agora. Eram necessárias 171.
"Pode escrever aí: já vão começar a dizer que nós somos contra a cultura, somos contra isso, aquilo, esse papo todo. Sou contra artista famoso receber milhões do governo, enquanto milhares de iniciantes não conseguem nada para lançar o primeiro CD. Por que Claudia Leitte, Luan Santana e outros aí precisam de milhões do governo? Por que são bonitinhos?", comenta o deputado da chamada "bancada da bala".
Fonte: O Antagonista
"Pode escrever aí: já vão começar a dizer que nós somos contra a cultura, somos contra isso, aquilo, esse papo todo. Sou contra artista famoso receber milhões do governo, enquanto milhares de iniciantes não conseguem nada para lançar o primeiro CD. Por que Claudia Leitte, Luan Santana e outros aí precisam de milhões do governo? Por que são bonitinhos?", comenta o deputado da chamada "bancada da bala".
Fonte: O Antagonista
Amanhã iremos protocolar o requerimento q pede a abertura da #CPIMinc. O PT destinou mais de 15 bilhões de reais p artistas nos últimos anos— Alberto Fraga (@alberto_fraga) 24 de maio de 2016
quarta-feira, 4 de maio de 2016
A Orcrim não funcionaria sem Lula
Em sua petição, Rodrigo Janot também transcreve os diálogos de Lula interceptados pela Lava Jato e conclui que, mesmo afastado formalmente do governo, o ex-presidente manteve "o controle das decisões mais relevantes".
Ele cita, inclusive, as "articulações espúrias para influenciar o andamento da Operação Lava Jato".
Repetindo a frase de Janot que publicamos mais cedo:"Essa organização criminosa jamais poderia ter funcionado por tantos anos e de uma forma tão ampla e agressiva no âmbito do governo federal sem que o ex-presidente Lula dela participasse."
Lula não apenas participava, ele era o chefe da Orcrim.
Fonte: O Antagonista
Ele cita, inclusive, as "articulações espúrias para influenciar o andamento da Operação Lava Jato".
Repetindo a frase de Janot que publicamos mais cedo:"Essa organização criminosa jamais poderia ter funcionado por tantos anos e de uma forma tão ampla e agressiva no âmbito do governo federal sem que o ex-presidente Lula dela participasse."
Lula não apenas participava, ele era o chefe da Orcrim.
terça-feira, 3 de maio de 2016
Ex-senador Gim Argello e empresário são indiciados pela PF na Lava Jato
A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-senador Gim Argello por quatro atos de corrupção e o empresário Ronan Maria Pinto por lavagem de dinheiro em meio à investigação da Operação Lava Jato. A informação foi confirmada pela RPC e pelo G1 nesta terça-feira (3).
Ambos estavam preso na carceragem da PF, em Curitiba, e foram levados para o Complexo Médico-Penal, que fica em Pinhais, na Região Metropolitana da capital paranaense, nesta manhã.
O nome de Gim Argello apareceu nas delações do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS), que está em prisão domiciliar, e do dono da UTC, Ricardo Pessoa. O ex-senador foi preso durante a 28ª fase da Lava Jato.
Fonte: G1
Ambos estavam preso na carceragem da PF, em Curitiba, e foram levados para o Complexo Médico-Penal, que fica em Pinhais, na Região Metropolitana da capital paranaense, nesta manhã.
O nome de Gim Argello apareceu nas delações do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS), que está em prisão domiciliar, e do dono da UTC, Ricardo Pessoa. O ex-senador foi preso durante a 28ª fase da Lava Jato.
Fonte: G1
quinta-feira, 28 de abril de 2016
O foro petista
A atitude asquerosa de Fernando Pimentel, que nomeou sua mulher para uma secretaria de Estado apenas para garantir-lhe foro privilegiado, vai se repetir no Brasil todo daqui a duas semanas.
Jaques Wagner, Edinho Silva, Ricardo Berzoini, Aloizio Mercadante, José Eduardo Carodozo - todos eles serão acolhidos por algum prefeito ou governador do PT.
O STJ tem de impedir essa sordidez.
Fonte: O Antagonista
Jaques Wagner, Edinho Silva, Ricardo Berzoini, Aloizio Mercadante, José Eduardo Carodozo - todos eles serão acolhidos por algum prefeito ou governador do PT.
O STJ tem de impedir essa sordidez.
Fonte: O Antagonista
Pimentel nomeia esposa Secretária e dá a Carolina foro privilegiado
O governador Fernando Pimentel nomeou a esposa Carolina de Oliveira Pereira Pimentel para o cargo de Secretária de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social. Com isso, Carolina passa a ter foro privilegiado no Tribunal de Justiça de Minas Gerais, de acordo com a Constituição Mineira. (Art. 106, I, b)
Carolina é investigada junto com Fernando Pimentel na Operação Acrônimo, e teve despesas pessoas pagas por uma empresa investigada. Recentemente, a primeira-dama teve que depor na Polícia Federal. O próprio governador foi indiciado pela PF e o indiciamento foi mantido por decisão do Supremo Tribunal Federal.
Para nomear a esposa, Pimentel exonerou o secretário André Quintão. Com o foro privilegiado, eventuais ações contra Carolina devem ser julgadas pelo TJMG. A prerrogativa de foro não impede a secretária de ser presa, se houver autorização judicial.
Fonte: Turma do Chapéu
Carolina é investigada junto com Fernando Pimentel na Operação Acrônimo, e teve despesas pessoas pagas por uma empresa investigada. Recentemente, a primeira-dama teve que depor na Polícia Federal. O próprio governador foi indiciado pela PF e o indiciamento foi mantido por decisão do Supremo Tribunal Federal.
Para nomear a esposa, Pimentel exonerou o secretário André Quintão. Com o foro privilegiado, eventuais ações contra Carolina devem ser julgadas pelo TJMG. A prerrogativa de foro não impede a secretária de ser presa, se houver autorização judicial.
Fonte: Turma do Chapéu
quarta-feira, 27 de abril de 2016
"Uma linha de investigação aponta Lula no comando"
Um dos condutores da Operação Lava Jato, o procurador regional da República Carlos Fernando dos Santos Lima evita fazer juízos definitivos, mas não esconde a convicção a que chegou a força-tarefa que investiga o esquema de corrupção que corroeu a Petrobras. “Há uma linha de investigação que aponta Lula na cadeia de comando”, afirma nesta entrevista a ÉPOCA. Negociador-chefe dos acordos de delação premiada, Carlos Fernando não tem boas notícias para quem ainda busca esse entendimento: como já se sabe quase tudo sobre o caso, há cada vez menos espaço para novos delatores; quem quiser reduzir sua pena terá de contar algo muito valioso aos investigadores. “Precisamos punir as pessoas, não é possível fazer acordo com todo mundo”, diz Carlos Fernando. “Vai ter de trazer uma coisa muito extraordinária.”
Fonte: Época
Fonte: Época
terça-feira, 12 de abril de 2016
PF deflagra a 28ª fase da Lava Jato – Operação Vitória de Pirro
Curitiba/PR – A Polícia Federal deu início nesta manhã (12/4) a diligências da 28ª fase da Operação Lava Jato, intitulada Operação Vitória De Pirro, em dois estados e no Distrito Federal.
Cerca de 100 policiais federais dão cumprimento a 21 ordens judiciais: 14 mandados de busca e apreensão, 1 mandado de prisão preventiva, 2 mandados de prisão temporária e 4 mandados de condução coercitiva. As medidas estão sendo cumpridas nos municípios de São Paulo, Rio de Janeiro, Taguatinga e Brasília.
As investigações apuram a existência de fortes indícios de que destacado integrante teria atuado de forma incisiva para evitar a convocação de empreiteiros para prestarem depoimento. De acordo com as investigações, ele teria cobrado pagamentos indevidos, travestidos de doações eleitorais oficiais em favor dos partidos de sua base de sustentação.
Cerca de 100 policiais federais dão cumprimento a 21 ordens judiciais: 14 mandados de busca e apreensão, 1 mandado de prisão preventiva, 2 mandados de prisão temporária e 4 mandados de condução coercitiva. As medidas estão sendo cumpridas nos municípios de São Paulo, Rio de Janeiro, Taguatinga e Brasília.
As investigações apuram a existência de fortes indícios de que destacado integrante teria atuado de forma incisiva para evitar a convocação de empreiteiros para prestarem depoimento. De acordo com as investigações, ele teria cobrado pagamentos indevidos, travestidos de doações eleitorais oficiais em favor dos partidos de sua base de sustentação.
segunda-feira, 11 de abril de 2016
PF combate fraude de R$ 1,5 bilhão na prefeitura de Governador Valadares
A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (11) a Operação Mar de Lama, que busca desarticular uma organização criminosa instalada na Prefeitura Municipal de Governador Valadares (MG) e no Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) do município. Em nota, a PF explicou que um grupo formado por agentes públicos do alto escalão da administração pública municipal, financiado por empresários contratantes com o serviço público, foi responsável por fraudes de R$ 1,5 bilhão.
A atuação do grupo criminoso teve início com os alagamentos causados pelas chuvas torrenciais que atingiram a cidade e causaram grande destruição, no terceiro trimestre de 2013. O poder executivo local decretou estado de emergência, para captar recursos financeiros de outros entes federativos. A partir daí, de acordo com a investigação, o grupo criminoso teria fraudado procedimentos de concorrência pública. As investigações tiveram início em janeiro de 2015.
A atuação do grupo criminoso teve início com os alagamentos causados pelas chuvas torrenciais que atingiram a cidade e causaram grande destruição, no terceiro trimestre de 2013. O poder executivo local decretou estado de emergência, para captar recursos financeiros de outros entes federativos. A partir daí, de acordo com a investigação, o grupo criminoso teria fraudado procedimentos de concorrência pública. As investigações tiveram início em janeiro de 2015.
Fonte: Jornal do Brasil
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