El expresidente de Colombia Álvaro Uribe (2002-2010) aseguró hoy en Roma que, en el ámbito latinoamericano, su país representa “la preocupación”, la Argentina de Mauricio Macri “la esperanza” y “la tiranía” de Venezuela, “una angustia”.
“Macri es una esperanza, Venezuela una angustia, Colombia una preocupación”, dijo el exmandatario en un acto celebrado en Roma, donde se ha reunido con diferentes exponentes políticos y con el secretario de Estado Vaticano, Pietro Parolin.
O Corpo de Cristo vive na Terra, onde há liberdade para organizar a conduta humana. A Política deve estar ordenada à Fé. EuPolítico: Combate, palavras, notícias, idéias e anúncio.
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quarta-feira, 13 de julho de 2016
quarta-feira, 2 de março de 2016
Luta à pobreza marca encontro entre Papa e Presidente argentino
Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco recebeu em audiência na manhã de sábado (27/02), no Vaticano, o Presidente da Argentina, Mauricio Macri, acompanhado de sua esposa, Juliana Awada. Tratou-se do primeiro encontro desde que Macri foi eleito, em novembro passado.
De acordo com uma nota da Sala de Imprensa da Santa Sé, no decorrer dos colóquios, foram tratados tema de interesse mútuo, como a ajuda ao desenvolvimento integral, o respeito dos Direitos Humanos, a luta à pobreza e ao narcotráfico, a justiça, a paz e a reconciliação social.
Neste contexto, reiterou-se a contribuição positiva, sobretudo no âmbito da promoção humana e da formação das novas gerações, oferecida pelo episcopado e pelas instituições católicas na sociedade argentina, particularmente na atual conjuntura.
Após a audiência com o Papa, Mauricio Macri reuniu-se com o Secretário de Estado, Card. Pietro Parolin, e com o Secretário das Relações com os Estados, Dom Paul Richard Gallagher.
Contatos precedentes
A primeira conversa telefônica entre o Papa e Macri, após sua eleição em novembro, foi em 17 de dezembro, dia do aniversário de Bergoglio. No mesmo dia, Macri recebeu na Casa Rosada expoentes da Conferência Episcopal argentina.
Já o primeiro encontro entre os dois foi em 19 de março de 2013, dia em que foi celebrada a missa de início do pontificado de Francisco.
Fonte: http://www.news.va/pt/news/luta-a-pobreza-marca-encontro-entre-papa-e-preside
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Venezuela: Leopoldo Lopez compartilha no Twitter o seu julgamento ‘infame e absurdo’
O Papa permaneceu com a família do líder da oposição preso. Lopez presenteou ao Papa um desenho. "Diga a Leopoldo que guardo o desenho comigo”, afirmou Francisco
Por Redação
Roma, 15 de Outubro de 2015 (ZENIT.org)
Leopoldo Lopez, um dos principais líderes da oposição na Venezuela, mantido preso desde fevereiro de 2014, foi condenado no último 10 de setembro a 13 anos, 9 meses, 7 dias e 12 horas de prisão, que cumprirá na prisão militar de Ramo Verde, o centro prisional onde dorme há 18 meses. A juíza Susana Barreiros o considera culpado por participar e instigar as manifestações de 2014, na qual houve a morte de 43 pessoas e centenas de feridos.
Até agora, ninguém tinha tido acesso ao texto condenatório porque a justiça venezuelana não o havia publicado no prazo previsto. Este atraso, denunciado pela família do líder da oposição, impedia a defesa de apresentar um recurso de apelação. “Meus delitos: usar a palavra, protestar pacificamente, chamar à conquista da democracia, usar o Twitter, dizer que quem se cansa perde!”, disse o dissidente venezuelano através da conhecida rede social. Da mesma forma, López qualificou a sentença de “infame e absurda”.
O Papa, de sua parte, reuniu-se nesta quarta-feira com a família do dirigente de Voluntad Popular. Lilian Tintori, Antonieta Mendoza e Leopoldo López pai foram ao Vaticano e cumprimentaram o Santo Padre. Na tradicional audiência geral, o Pontífice parou para conversar com eles. A mulher do líder da oposição entregou ao Papa uma imagem que López pintou na prisão. “Diga a Leopoldo que guardo o desenho comigo”, afirmou Francisco. Além do mais, segundo disse Tintori, o Papa disse: “Estou muito pendente de Venezuela e rezo pelos presos políticos”.
Fonte: Zenit
sexta-feira, 31 de julho de 2015
"Porque os verdadeiros amigos do povo não são revolucionários, nem inovadores, mas tradicionalistas" Papa São Pio X
Carta Apostólica
NOTRE CHARGE APOSTOLIQUE
39. No que se refere a vós, Veneráveis Irmãos, continuai ativamente a obra do Salvador dos homens pela imitação de sua doçura e de sua força. Inclinai-vos para todas as misérias; que nenhuma dor escape à vossa solicitude pastoral; que nenhum gemido vos encontre indiferentes. Mas, também, pregai ousadamente os deveres aos grandes e aos pequenos; a vós compete formar a consciência do povo e dos poderes públicos. A questão social está bem perto de ser resolvida quando uns e outros, menos exigentes a respeito de seus direitos recíprocos, cumprirem mais exatamente seus deveres.
Além disso, como no conflito dos interesses, e principalmente na luta com as forças pouco honestas, a virtude de um homem, e mesmo sua santidade, não é sempre suficiente para lhe assegurar o pão cotidiano, e como as engrenagens sociais deveriam estar organizadas de tal forma que, por seu jogo natural, paralisassem os esforços dos maus e tornassem acessível a toda boa vontade sua parte legítima de felicidade temporal, desejamos vivamente que tomeis uma parte ativa na organização da sociedade, neste sentido.
E, para isto, enquanto vossos padres se entregarem com ardor ao trabalho da santificação das almas, da defesa da Igreja, e às obras de caridade propriamente ditas, escolhereis alguns dentre eles, ativos e de espírito ponderado, munidos dos graus de doutor em filosofia e teologia, e dominando perfeitamente a história da civilização antiga e moderna, e os aplicareis aos estudos menos elevados e mais práticos da ciência social, para, no tempo oportuno, colocá-los à testa de vossas obras de ação católica.
Contudo, que estes padres não se deixem transviar no dédalo das opiniões contemporâneas, pela miragem de uma falsa democracia; que não emprestem à retórica dos piores inimigos da Igreja e do povo uma linguagem enfática, cheia de promessas tão sonoras quanto irrealizáveis. Estejam eles persuadidos de que a questão social e a ciência social não nasceram ontem; que, de todos os tempos, a Igreja e o Estado, em feliz acordo, suscitaram para isto organizações fecundas; que a Igreja, que jamais traiu a felicidade do povo em alianças comprometedoras, não precisa livrar-se do passado, bastando-lhe retomar, com o auxílio de verdadeiros operários da restauração social, os organismos quebrados pela Revolução, adaptando-os, com o mesmo espírito cristão que os inspirou, ao novo ambiente criado pela evolução material da sociedade contemporânea; porque os verdadeiros amigos do povo não são revolucionários, nem inovadores, mas tradicionalistas.
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Dois conselheiros venezuelanos em greve de fome no Vaticano
Da cidade de San Cristobal eles viajaram a Roma para pedir ao Santo Padre que interceda pelos presos políticos e o respeito pelos direitos humanos em seu país. Os dois relataram a ZENIT a sua experiência.
Martin Paz e José Vicente Garcia são dois membros do conselho da cidade venezuelana de San Cristobal. Na sexta-feira, 5 de junho, às 15h começaram uma greve de fome em frente ao Vaticano pelos mais de 70 presos políticos, juntando-se, assim, a outras 30 pessoas que também estão em greve de fome na Venezuela (números que estão crescendo). José Vicente e Martin viajaram mais de 10 000 km com um pedido muito claro: pedir ao Santo Padre para interceder em favor dos presos políticos na Venezuela e que sejam respeitados os direitos humanos neste país.
Neste domingo pela tarde o santo padre Francisco deveria ter se encontrado com o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro. Mas no sábado, o presidente anunciou que cancelava a sua visita a Roma por motivos de saúde e por recomendação dos médicos.
Sentados em frente à Sala de Imprensa do Vaticano, com bandeiras da Venezuela, uma imagem do Santo Padre, e cartazes que clamam pela liberdade e os direitos humanos no seu país, estes dois conselheiros disseram a ZENIT – depois de estar quase 50 horas sem comer – o motivo que os levou a começar esta greve de fome e quais são as suas esperanças.
Martin explica que deixaram sua cidade e vieram a Roma "com o sonho de ser a voz de um país que não tem possibilidade de se expressar, a voz de um país que não tem para onde ir, não tem uma instituição a quem recorrer”. E também – acrescenta – a esperança de todo um país que tem a fé colocada não só na Igreja, mas no papa Francisco que tanto conhece a realidade latino-americana.
Martin Paz e José Vicente Garcia são dois membros do conselho da cidade venezuelana de San Cristobal. Na sexta-feira, 5 de junho, às 15h começaram uma greve de fome em frente ao Vaticano pelos mais de 70 presos políticos, juntando-se, assim, a outras 30 pessoas que também estão em greve de fome na Venezuela (números que estão crescendo). José Vicente e Martin viajaram mais de 10 000 km com um pedido muito claro: pedir ao Santo Padre para interceder em favor dos presos políticos na Venezuela e que sejam respeitados os direitos humanos neste país.
Neste domingo pela tarde o santo padre Francisco deveria ter se encontrado com o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro. Mas no sábado, o presidente anunciou que cancelava a sua visita a Roma por motivos de saúde e por recomendação dos médicos.
Sentados em frente à Sala de Imprensa do Vaticano, com bandeiras da Venezuela, uma imagem do Santo Padre, e cartazes que clamam pela liberdade e os direitos humanos no seu país, estes dois conselheiros disseram a ZENIT – depois de estar quase 50 horas sem comer – o motivo que os levou a começar esta greve de fome e quais são as suas esperanças.
Martin explica que deixaram sua cidade e vieram a Roma "com o sonho de ser a voz de um país que não tem possibilidade de se expressar, a voz de um país que não tem para onde ir, não tem uma instituição a quem recorrer”. E também – acrescenta – a esperança de todo um país que tem a fé colocada não só na Igreja, mas no papa Francisco que tanto conhece a realidade latino-americana.
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Acordo geral entre a Santa Sé e o Estado da Palestina
A Comissão bilateral entre a Santa Sé e o Estado da Palestina declarou, nesta quarta-feira dia 13 de maio, que foi concluído o texto do Acordo global elaborado segundo o Acordo de base assinado a 15 de fevereiro do ano 2000.
Esse Acordo de base tinha sido assinado entre a Santa Sé e a Organização para a Libertação da Palestina (Olp) enquanto este agora foi definido entre a Santa Sé e o Estado da Palestina. Este texto será agora aprovado pelas respetivas autoridades sendo depois marcada a data para a assinatura.
Este encontro aconteceu num clima cordial e construtivo, segundo revela um comunicado oficial, e contou com duas delegações de alto nível que reconheceram o trabalho desempenhado precedentemente pelo grupo técnico conjunto, depois do encontro oficial realizado, em Ramallah, na Palestina a 6 de fevereiro de 2014.
A nota oficial sublinha que a comissão, guiada pelo Subsecretário da Santa Sé para as Relações com os Estados, Mons. Antoine Camilleri, e pelo vice-ministro para os Assuntos multilaterais do Estado da Palestina, Embaixador Rawan Sulaiman, “tomou nota com grande satisfação dos progressos realizados na elaboração do acordo no que diz respeito aos aspetos essenciais da vida e da atividade da Igreja Católica na Palestina”.
Em entrevista ao jornal L’Osservatore Romano, o Mons. Camilleri revelou alguns aspetos deste acordo, tais como a liberdade de ação da Igreja, jurisdição, lugares de culto, atividade social e caritativa, meios de comunicação social, questões fiscais e de propriedade.
O acordo expressa “o desejo de uma solução para o conflito entre israelitas e palestinianos”, referiu o Mons. Camilleri que espera que este acordo agora alcançado possa de alguma forma ajudar os palestinianos a verem estabelecido e reconhecido um Estado da Palestina que seja independente, soberano e democrático e que viva em paz e segurança com Israel. (RS)
Fonte: News.va
Esse Acordo de base tinha sido assinado entre a Santa Sé e a Organização para a Libertação da Palestina (Olp) enquanto este agora foi definido entre a Santa Sé e o Estado da Palestina. Este texto será agora aprovado pelas respetivas autoridades sendo depois marcada a data para a assinatura.
Este encontro aconteceu num clima cordial e construtivo, segundo revela um comunicado oficial, e contou com duas delegações de alto nível que reconheceram o trabalho desempenhado precedentemente pelo grupo técnico conjunto, depois do encontro oficial realizado, em Ramallah, na Palestina a 6 de fevereiro de 2014.
A nota oficial sublinha que a comissão, guiada pelo Subsecretário da Santa Sé para as Relações com os Estados, Mons. Antoine Camilleri, e pelo vice-ministro para os Assuntos multilaterais do Estado da Palestina, Embaixador Rawan Sulaiman, “tomou nota com grande satisfação dos progressos realizados na elaboração do acordo no que diz respeito aos aspetos essenciais da vida e da atividade da Igreja Católica na Palestina”.
Em entrevista ao jornal L’Osservatore Romano, o Mons. Camilleri revelou alguns aspetos deste acordo, tais como a liberdade de ação da Igreja, jurisdição, lugares de culto, atividade social e caritativa, meios de comunicação social, questões fiscais e de propriedade.
O acordo expressa “o desejo de uma solução para o conflito entre israelitas e palestinianos”, referiu o Mons. Camilleri que espera que este acordo agora alcançado possa de alguma forma ajudar os palestinianos a verem estabelecido e reconhecido um Estado da Palestina que seja independente, soberano e democrático e que viva em paz e segurança com Israel. (RS)
Fonte: News.va
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Relembrando. Sem ideologias, SS João Paulo II encontrou-se com Ronald Reagan em 1982, uma aula de Fé e Política!
Algumas palavras ditas pelo Santo Padre aos Estados Unidos que não se pode dirigir a Cuba, não se pode porquê nesta Nação isto não se realiza:
- "Caloroso acolhimento oferecido por milhões dos seus concidadãos há menos de três anos"
- "O povo americano tem verdadeiro orgulho no próprio direito à vida, à liberdade e à busca da felicidade"
- "Orgulho do próprio progresso civil e social"
- "Como também do extraordinário progresso científico e tecnológico"
- "Os Estados Unidos são chamados de modo particular a realizar a sua missão de serviço pela paz mundial"
O Papa ensina o que um Líder deve falar.
- "Um crescente conhecimento da interdependência de todos os povos, uma crescente solidariedade com todos os que estão"
- "Para aqueles que professam a fé cristã ofereci como motivação o facto que 'mantendo-vos em contacto com o Príncipe da Paz, compreendeis como se opõem radicalmente à Sua mensagem à violência e o terrorismo, o ódio e à guerra'"
- "O dever da paz compete especialmente aos Chefes do mundo"
- "Paz não é só ausência de guerra; mas envolve também uma recíproca confiança entre as Nações"
- "Esta qualidade permite aos Governantes dedicarem-se àqueles programas concretos que são essenciais para a paz do mundo — programas de justiça e desenvolvimento, esforços para defender e proteger a vida humana, como também as iniciativas que favorecem os direitos humanos. Por outro lado, tudo o que fere; enfraquece ou desonra a dignidade humana, sob qualquer aspecto, põe em perigo a causa da pessoa humana e contemporaneamente a paz do mundo."
- "O progresso económico e social, aliado à colaboração financeira entre os povos, permanece uma finalidade adequada para os renovados esforços do estadista do mundo."
- "Com fé em Deus e acreditando na solidariedade humana universal"
- "A minha oração final é esta: Deus abençoe a América de modo que ela possa tornar-se cada vez melhor, e permaneça verdadeiramente e por muito tempo uma nação unida, no nome de Deus, com liberdade e justiça para todos".
Penso que seria uma aula este discurso e esta atitude. Isto serviria de exortação ao Papa Francisco que ainda não cumpriu o mínimo de sua vocação.
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DISCURSO DO PAPA JOÃO PAULO IIAO EX.MO SENHOR RONALD REAGAN
PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
Sala da Biblioteca do Palácio Apostólico
Segunda-feira, 7 de Junho de 1982
Senhor Presidente
1. Sinto-me particularmente feliz em receber hoje Vossa Excelência no Vaticano. Embora já tivéssemos tido vários contactos, é a primeira vez que nos encontramos pessoalmente.
Na pessoa de Vossa Excelência, Presidente dos Estados Unidos, saúdo todo o povo do seu grande País. Recordo ainda de modo vivo o caloroso acolhimento oferecido por milhões dos seus concidadãos há menos de três anos. Naquela ocasião pude constatar a vitalidade da sua Nação. E além disso, os valores morais e espirituais transmitidos pelos Pais Fundadores que encontram a sua expressão na vida da América moderna.
O povo americano tem verdadeiro orgulho no próprio direito à vida, à liberdade e à busca da felicidade. Além disso tem orgulho do próprio progresso civil e social na sociedade americana, como também do extraordinário progresso científico e tecnológico. Enquanto falo com Vossa Excelência hoje, espero que toda a estrutura da vida americana permaneça ainda, de maneira firme, sobre as sólidas bases dos valores morais e espirituais. Sem a protecção e a defesa destes valores, todo o progresso humano não se pode desenvolver, e a dignidade da pessoa humana está ameaçada.
2. Ao longo da sua história, e de modo especial em tempos difíceis, o povo americano tem repetidas vezes respondido ao desafio que se lhe apresentava. Deu tantas provas de altruísmo, generosidade e cuidado pelos outros — interesse pelos pobres, os necessitados e os oprimidos —; demonstrou confiança no grande ideal de ser um povo unido, com uma missão de serviço a realizar.
Neste exacto momento da história do mundo, os Estados Unidos são chamados de modo particular a realizar a sua missão de serviço pela paz mundial. A condição real do mundo contemporâneo requer uma visão politica projectada no futuro que favoreça aquelas condições indispensáveis de justiça e liberdade, verdade e amor: fundamentos da paz duradoura.
3. Senhor Presidente, a minha maior preocupação é pela paz do mundo. Em muitas partes deste encontrara-se centros de agudas tensões: tensões que se manifestam especialmente no Atlântico Sul, na guerra entre o Irão e o Iraque, e, agora, na grave crise provocada por novos acontecimentos no Líbano. Esta grave crise no Líbano merece além disso a atenção do mundo devido ao perigo que contém, de novas provocações no Médio Oriente, com enormes consequências para a paz mundial.
Felizmente existem muitos factores na sociedade actual que contribuem de maneira positiva para a paz. Estes factores positivos envolvem um crescente conhecimento da interdependência de todos os povos, uma crescente solidariedade com todos os que estão em necessidade e uma grande convicção do absurdo da guerra como instrumento de solução de controvérsias entre as Nações.
Durante a minha recente visita à Grã-Bretanha, declarei de modo particular, que "a escalada e o horror da guerra moderna — seja ela nuclear ou convencional — tornam esta guerra totalmente inaceitável como meio para compor disputas e controvérsias entre as nações" (Coventry, 30 de Maio de 1982). Para aqueles que professam a fé cristã ofereci como motivação o facto que "mantendo-vos em contacto com o Príncipe da Paz, compreendeis como se opõem radicalmente à Sua mensagem à violência e o terrorismo, o ódio e à guerra" (Aos Jovens, Cardiff, 2 de Junho de .1982).
4. O dever da paz compete especialmente aos Chefes do mundo. Cabe aos Representantes dos Governos e dos Povos esforçarem-se para libertar a humanidade não só das guerras e dos conflitos, mas também do medo que é gerado pelas sempre mais sofisticadas e mortíferas armas bélicas. Paz não é só ausência de guerra; mas envolve também uma recíproca confiança entre as Nações: uma confiança que é manifestada e provada mediante as negociações construtivas que proponham pôr fim à corrida armamentista e partilhar os imensos recursos que podem servir para aliviar a miséria e alimentar milhões de seres humanos.
5. Cada efectivo esforço para a paz requer visão do futuro.
Visão do futuro é uma qualidade necessária em todos aqueles que trabalham pela paz. A vossa grande Nação é chamada a exercitar estas visões do futuro, como também o são todas as nações do mundo. Esta qualidade permite aos Governantes dedicarem-se àqueles programas concretos que são essenciais para a paz do mundo — programas de justiça e desenvolvimento, esforços para defender e proteger a vida humana, como também as iniciativas que favorecem os direitos humanos. Por outro lado, tudo o que fere; enfraquece ou desonra a dignidade humana, sob qualquer aspecto, põe em perigo a causa da pessoa humana e contemporaneamente a paz do mundo.
6. As relações entre as Nações são verdadeiramente influenciadas pelo problema do desenvolvimento que tem ainda a sua grande importância nos nossos dias. O bom êxito na resolução das questões relativas ao diálogo Norte-Sul continuará a ser a medida das relações pacíficas entre as várias comunidades políticas e continua a influenciar a paz do mundo nos anos futuros. O progresso económico e social, aliado à colaboração financeira entre os povos, permanece uma finalidade adequada para os renovados esforços do estadista do mundo.
7. Um verdadeiro conceito universal do bem comum da família humana, é instrumento incomparável na construção do edifício da paz do mundo. Estou convencido de que a América, unida e solícita pode contribuir grandemente para a causa da paz mundial mediante os esforços dos seus Governantes e o devotamento de todos os seus cidadãos. Dedicada aos nobres ideais das suas tradições, a América encontra-se em magnífica posição para ajudar toda a humanidade a usufruir daquilo a cuja posse aspira. Com fé em Deus e acreditando na solidariedade humana universal, oxalá a América progrida, neste momento crucial da história, na consolidação do seu justo lugar ao serviço da paz mundial.
Neste sentido, Senhor Presidente, repito hoje as palavras que pronunciei em 1979: "A minha oração final é esta: Deus abençoe a América de modo que ela possa tornar-se cada vez melhor, e permaneça verdadeiramente e por muito tempo uma nação unida, no nome de Deus, com liberdade e justiça para todos".
© Copyright 1982 - Libreria Editrice Vaticana
Fonte: http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/speeches/1982/june/documents/hf_jp-ii_spe_19820607_presidente-reagan.html
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sexta-feira, 27 de março de 2015
Papa Francisco visitará Barack Obama na Casa Branca em setembro
WASHINGTON DC, 27 Mar. 15 / 07:58 am (ACI/EWTN Noticias).- Autoridades norte-americanas confirmaram que o Papa Francisco se reunirá com o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na Casa Branca em 23 de setembro deste ano, por ocasião de sua viagem a esse país para o Encontro Mundial das Famílias.
Em um comunicado difundido em 26 de março pela secretaria de imprensa da Casa Branca, indicou-se que “o Presidente e a Primeira Dama darão as boas-vindas a Sua Santidade o Papa Francisco na Casa Branca na quarta-feira 23 de setembro”.
“Durante a visita, o Presidente e o Papa continuarão o diálogo que começaram durante a visita do Presidente ao Vaticano, em março de 2014, sobre seus valores compartilhados e compromissos sobre uma ampla série de temas, incluindo o cuidado dos marginalizados e pobres; o aumento das oportunidades econômicas para todos; servir como bons administradores do meio ambiente; proteger minorias religiosas e promover a liberdade religiosa no mundo; e receber e integrar imigrantes e refugiados em nossas comunidades”.
Fonte: ACI
quinta-feira, 26 de março de 2015
O Papa Francisco e a corrupção
Por Hélio Dias Viana
Em sua recente visita ao bairro da máfia em Nápoles, o Papa Francisco manifestou horror à corrupção e disse que ela cheirava mal.
Sendo assim, compreende-se que na projetada viagem que o Pontífice fará ao Paraguai, à Bolívia e ao Equador no próximo mês de julho, ele aconselhe os governos bolivarianos dos dois últimos países a mudarem diametralmente de direção, pois os mesmos são uma fonte permanente de corrupção, tal como acontece com o da Venezuela, e também com o da Argentina, sua pátria.
Quanto ao Paraguai, convém lembrar que o ex-bispo Fernando Lugo foi alijado constitucionalmente da Presidência da República, por querer enveredar seu país pelo mesmo caminho.
Ou seja, é através da corrupção institucionalizada que os governos bolivarianos se aparelham, e conduzem depois seus países à mais desastrosa das situações, que é aquela geradora da miséria e da opressão reinantes nos regimes comunistas de Cuba e da Coreia do Norte.
Para a consecução desse trágico fim, eles contam com o apoio de movimentos criminosos ditos sociais, do tipo do MST brasileiro, adrede criados para esse fim. Tais movimentos, entretanto, foram recebidos no ano passado no Vaticano e estimulados a continuarem sua luta demolidora da atual ordem socioeconômica em seus respectivos países.
Fonte: ABIM
Em sua recente visita ao bairro da máfia em Nápoles, o Papa Francisco manifestou horror à corrupção e disse que ela cheirava mal.
Sendo assim, compreende-se que na projetada viagem que o Pontífice fará ao Paraguai, à Bolívia e ao Equador no próximo mês de julho, ele aconselhe os governos bolivarianos dos dois últimos países a mudarem diametralmente de direção, pois os mesmos são uma fonte permanente de corrupção, tal como acontece com o da Venezuela, e também com o da Argentina, sua pátria.
Quanto ao Paraguai, convém lembrar que o ex-bispo Fernando Lugo foi alijado constitucionalmente da Presidência da República, por querer enveredar seu país pelo mesmo caminho.
Ou seja, é através da corrupção institucionalizada que os governos bolivarianos se aparelham, e conduzem depois seus países à mais desastrosa das situações, que é aquela geradora da miséria e da opressão reinantes nos regimes comunistas de Cuba e da Coreia do Norte.
Para a consecução desse trágico fim, eles contam com o apoio de movimentos criminosos ditos sociais, do tipo do MST brasileiro, adrede criados para esse fim. Tais movimentos, entretanto, foram recebidos no ano passado no Vaticano e estimulados a continuarem sua luta demolidora da atual ordem socioeconômica em seus respectivos países.
Fonte: ABIM
quinta-feira, 19 de março de 2015
O que foi a Ostpolitik do Vaticano? Em tempos de diálogo entre Cuba e Vaticano, é bom lembrar o que foi a Ostpolitik.
| Willy Brandt com Richard Nixon |
Ostpolitik do Vaticano
Também se costuma falar de uma Ostpolitik da Santa Sé, desenvolvida durante os pontificados de João XXIII e Paulo VI, impulsionada pelo Cardeal Agostino Casaroli.
A ostpolitik do Vaticano recebeu o seu grande impulso com a publicação da encíclica Pacem in Terris, em 1963, pelo Papa João XXIII. Pela primeira vez, esta encíclica defende que a paz só pode ser alcançada através da colaboração de todas as "pessoas de boa vontade", incluindo aquelas que defendem "ideologias erradas" (como o comunismo). Devido a este apelo à colaboração e à solidariedade, ela acabou por incitar a Igreja Católica a começar a negociação com os governos comunistas, para que estes possam garantir o bem-estar dos seus cidadãos e habitantes católicos 1 .
Esta política diplomática (a ostpolitik) foi continuada pelo Papa Paulo VI, apesar de a Igreja ainda continuar a condenar o comunismo como uma ideologia errada e maléfica 1 . Devido a esta política de aproximação, a vida dos católicos na Polónia, na Hungria e na Roménia (que eram, na altura, países-satélite da União Soviética) melhorou.
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A Ostpolitik de Paulo VI
A Ostpolitik de Paulo VI (que temia não estar conduzindo uma "política de glória") se baseou na premissa de que a divisão da Europa na Guerra Fria permaneceria na paisagem internacional durante décadas, se não séculos; que a Igreja tinha que "salvar o salvável" e fazer os acordos que pudesse com os governos comunistas; e que a crítica católica às violações dos direitos humanos por parte dos regimes comunistas deveria ser silenciada. Os resultados dessa estratégia incluem a destruição da Igreja na Hungria, cuja liderança se tornou subsidiária do partido comunista húngaro; a penetração de agências de inteligência do Pacto de Varsóvia no Vaticano (em benefício dos negociadores comunistas); e o enfraquecimento de líderes católicos na Polônia e na ex-Tchecoslováquia.
A perspectiva que João Paulo II tinha da Europa Central e do Leste, por sua vez, baseava-se em premissas diferentes: que a divisão da Europa do pós-guerra era imoral e historicamente artificial; que as violações comunistas dos direitos humanos básicos tinham que ser chamadas pelo nome; e que as "nações-cativas" poderiam encontrar ferramentas de resistência ao comunismo se resgatassem a verdade religiosa, moral e cultural sobre si mesmas e vivessem aquelas verdades sem medo. João Paulo II, astutamente, deixou a diplomacia Casaroli-Silvestrini continuar. Mas, por trás dessa fachada inteligente, o papa polonês liderou uma campanha moral de resistência ao comunismo, que triunfou na Revolução de 1989. É um evento histórico certamente complexo, mas, a propósito dele, a Ostpolitik vaticana da década de 1970 não pode exigir nenhum crédito sério.
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A "Resistência" à Ostpolitik vaticana
A Ostpolitik vaticana teve numerosos críticos em todo o mundo, a começar por aqueles que deveriam ter sido os seus beneficiários e que declararam serem, pelo contrário, as suas vítimas: os cristãos do Leste europeu. Mas a manifestação de discordância pública mais relevante no campo católico foi, indiscutivelmente, a histórica Declaração de Resistência publicada em 1974 em 21 jornais de diversos países, pelas TFPs então existentes nos continentes europeu e americano. O autor e primeiro signatário da histórica declaração foi Plínio Corrêa de Oliveira.
Em 1972, a "distensão" tinha recebido um extraordinário impulso com as viagens de Nixon à China e à Rússia (78). O objetivo da política desenvolvida em escala mundial pelo presidente americano e pelo seu Secretário de Estado Henry Kissinger era idêntico ao da política que Willy Brandt, chanceler socialista da Alemanha, desenvolvia em escala europeia: a ideia de uma "convergência" entre o bloco ocidental e o comunista. O único resultado desta política de colaboração, fundada sobre o eixo privilegiado Washington-Moscovo, foi o de adiar por vinte anos, graças às ajudas económicas, o inevitável desmoronamento do império comunista, enquanto a agressividade soviética continuava a crescer na mesma proporção em que aumentavam os subsídios mandados pelo Ocidente.
Segundo Plínio Corrêa de Oliveira, "pode-se afirmar sem exagero o seguinte: desde a bolchevização da Rússia, o comunismo não teve vitória igual. Até mesmo as conquistas catastróficas que a moleza (chamemo-la assim) de Roosevelt proporcionara ao comunismo em Yalta, não iguala em nocividade os resultados difusos mas profundos da `quebra das barreiras ideológicas' operada pela dupla Nixon-Kissinger" ("A crise louca", in Folha de S. Paulo, 18 de Agosto de 1974).
No campo eclesiástico, Mons. Agostinho Casaroli (79), "Ministro dos Negócios Estrangeiros" de Paulo VI, adoptava uma política de entendimento com o comunismo análoga à de Brandt e de Kissinger. Uma das mais ilustres vítimas da Ostpolitik vaticana foi o Cardeal Mindszenty, Primaz da Hungria e herói da resistência anticomunista que, em 1974, foi destituído da Arquidiocese de Esztergom por Paulo VI e exilado em Roma, a fim de facilitar a aproximação entre a Santa Sé e o Governo húngaro (80).
Nascido perto de Piacenza em 1914, Agostino Casaroli foi ordenado Sacerdote em 1937, e em 1940 entrou para o serviço da Secretaria de Estado, onde desenvolveu toda a sua carreira eclesiástica. Em 1963 recebeu de João XXIII a incumbência de viajar a Budapeste e a Praga para explorar a possibilidade de retomar contactos com aqueles governos. Iniciou assim uma longa série de viagens e encontros nos países do Leste comunista que o levou a realizar, sobretudo no pontificado de Paulo VI, a política vaticana conhecida pelo nome de Ostpolitik. João Paulo II nomeou-o em 1979 Cardeal, prefeito do Conselho para os Negócios Públicos da Igreja e seu Secretário de Estado, cargo que ocupou até ao dia 1 de Dezembro de 1990. Cfr. Alceste SANTINI, "Casaroli, l'uomo del dialogo", Edizioni San Paolo, Cinisello Balsamo, 1993.
Do Cardeal József MINDSZENTY cfr. as "Memórias", tr. it. Rusconi, Milão, 1975. Quando em 5 de Fevereiro de 1974, se tornou de domínio público a notícia de sua destituição, o Card. Mindszenty lançou um comunicado em que declarava nunca ter renunciado à seu cargo de Arcebispo nem à sua dignidade de Primaz da Hungria, sublinhando que "a decisão foi tomada unicamente pela Santa Sé" (ibid., p. 372).
"No panorama de devastação geral, –escreveu Plínio Corrêa de Oliveira– o Cardeal Mindszenty tem-se erguido como o grande inconformado, o criador do grande caso internacional, de uma recusa inquebrantável, que salva a honra da Igreja e do género humano. O seu exemplo –com o prestígio da púrpura romana intacta nos ombros robustos de pastor valente e abnegado– móstrou aos católicos que não lhes é lícito acompanhar as multidões que vão dobrando o joelho ante Belial" (81).
(81) Plínio CORRÊA DE OLIVEIRA, "Ao grande criador do caso imenso", in Folha de S. Paulo, 31 de Março de 1974. Cfr. também id., "A glória, a alegria, a honra", in Folha de S. Paulo, 10 de Fevereiro de 1974; "Ternuras que arrancariam lágrimas", in Folha de S. Paulo, 13 de Outubro de 1974; "Conforme queria Budapeste", in Folha de S. Paulo, 20 de Outubro de 1974.
O papa nomeia novo núncio em Cuba
Dom Giorgio Lingua era núncio apostólico no Iraque e na Jordânia
Por Redacao
CIDADE DO VATICANO, 17 de Março de 2015 (Zenit.org) - O papa Francisco nomeou núncio apostólico em Cuba dom Giorgio Lingua, arcebispo titular de Tuscania e, até agora, núncio apostólico no Iraque e na Jordânia. Ele substituirá dom Bruno Musarò, transferido em 5 de fevereiro para a nunciatura do Egito.
Dom Lingua tem longa experiência diplomática a serviço da Santa Sé, onde entrou em 1992. Prestou serviço na Costa do Marfim, nos Estados Unidos, na Sérvia e na Itália, além da Seção para as Relações com os Estados, da Secretaria de Estado Vaticana, ocupando-se de países latino-americanos e caribenhos.
Ele chega a Cuba em um momento particular da história da nação. Faz apenas 3 meses que se divulgou o acordo entre os governos de Havana e Washington para restabelecer as relações diplomáticas, no qual a Santa Sé e o Santo Padre tiveram papel significativo, tal como confirmado por Raul Castro e Barack Obama.
O núncio parte de uma região em situação dramática há meses, com a violência e o terror do Estado Islâmico martirizando a população.
Fonte: Zenit
Por Redacao
CIDADE DO VATICANO, 17 de Março de 2015 (Zenit.org) - O papa Francisco nomeou núncio apostólico em Cuba dom Giorgio Lingua, arcebispo titular de Tuscania e, até agora, núncio apostólico no Iraque e na Jordânia. Ele substituirá dom Bruno Musarò, transferido em 5 de fevereiro para a nunciatura do Egito.
Dom Lingua tem longa experiência diplomática a serviço da Santa Sé, onde entrou em 1992. Prestou serviço na Costa do Marfim, nos Estados Unidos, na Sérvia e na Itália, além da Seção para as Relações com os Estados, da Secretaria de Estado Vaticana, ocupando-se de países latino-americanos e caribenhos.
Ele chega a Cuba em um momento particular da história da nação. Faz apenas 3 meses que se divulgou o acordo entre os governos de Havana e Washington para restabelecer as relações diplomáticas, no qual a Santa Sé e o Santo Padre tiveram papel significativo, tal como confirmado por Raul Castro e Barack Obama.
O núncio parte de uma região em situação dramática há meses, com a violência e o terror do Estado Islâmico martirizando a população.
Fonte: Zenit
terça-feira, 17 de março de 2015
Santa Sé condena recrutamento de crianças no Oriente Médio
Genebra (RV) – O Observador permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas em Genebra, Dom Silvano Tomasi, discursou na manhã desta terça-feira (17/03) durante a 28ª Sessão do Conselho dos Direitos Humanos. A plenária do Palácio das Nações foi aberta para as considerações dos países sobre após a apresentação do relatório da Comissão Internacional Independente de Investigação na República Árabe da Síria.
As investigações apontaram que, desde o início da guerra na Síria, 4 anos atrás, cerca de 10 milhões de pessoas abandonaram o país. Destes, cerca de 3 milhões – principalmente mulheres e crianças – são hoje refugiados nos países vizinhos.
Crianças-soldado
Dom Tomasi citou as fontes que revelam como as crianças sofrem as brutais consequências do conflito, sendo recrutadas, treinadas e usadas em combate, até mesmo como escudos humanos em ataques militares.
“O auto proclamado Estado Islâmico (EI) piorou ainda mais esta situação treinando e usando crianças como kamikazes, matando crianças de outras religiões e etnias, vendendo crianças como escravas, executando grandes números de meninos e outras atrocidades”, denunciou o arcebispo.
Leia mais aqui
Fonte: News.va
quarta-feira, 4 de março de 2015
Filial súplica ao Papa: O Clero, a Nobreza e o Povo se unem pela Família
Uma das bases do sistema monárquico é a família, que sustenta a sociedade e serve como modelo às nações. Pensando nisso, com vistas a segunda parte do Sínodo da Família, que ocorrerá em outubro de 2015, no Vaticano, o Clero, nobres, Príncipes e um Rei endossam a "Filial Súplica" destinada ao Santo Padre, o Papa Francisco I, para manifestar as "apreensões e esperanças sobre o futuro da família".
O texto da Filial Súplica refere:
"Beatíssimo Padre,
Tendo em vista o Sínodo sobre a Família de outubro de 2015, dirigimo-nos filialmente a Vossa Santidade, para Lhe manifestar as nossas apreensões e esperanças sobre o futuro da família.
Nossas apreensões se devem ao fato de virmos assistindo há décadas a uma revolução sexual promovida por uma aliança de poderosas organizações, forças políticas e meios de comunicação, a qual atenta passo a passo contra a própria existência da família como célula básica da sociedade.
Desde a chamada Revolução de 68, sofremos uma imposição gradual e sistemática de costumes morais contrários à lei natural e divina, tão implacável que torna hoje possível, por exemplo, ensinar em muitos lugares a aberrante “teoria do gênero”, a partir da mais tenra infância.
Em face dessa obscura orquestração ideológica, o ensinamento católico sobre o Sexto Mandamento da Lei de Deus é como uma tocha acesa que atrai inúmeras pessoas – opressas pela publicidade hedonista – para o modelo de família casto e fecundo pregado pelo Evangelho e conforme à ordem natural.Santidade, na sequência das informações veiculadas por ocasião do último Sínodo, constatamos com dor que para milhões de fiéis a luz dessa tocha pareceu vacilar sob os ventos malsãos de estilos de vida propagados por lobbies anticristãos. Com efeito, observamos uma desorientação generalizada, causada pela possibilidade de que se tenha aberto no seio da Igreja uma brecha que permite a aceitação do adultério – mediante a admissão à Eucaristia de casais divorciados recasados civilmente –, e até mesmo uma virtual aceitação das próprias uniões homossexuais, práticas essas condenadas categoricamente como contrárias à lei divina e natural.
Dessa desorientação brota paradoxalmente a nossa esperança.
Sim, porque nesta situação uma palavra esclarecedora de Vossa Santidade será a única via capaz de superar a crescente confusão entre os fiéis. Ela impediria a relativização do próprio ensinamento de Jesus Cristo, e dissiparia as trevas que se projetam sobre o futuro dos nossos filhos, caso essa tocha deixe de lhes iluminar o caminho.
Esta palavra, Santo Padre, nós Vo-la imploramos com o coração devotado por tudo o que sois e representais, certos de que ela não poderá jamais dissociar a prática pastoral do ensino legado por Jesus Cristo e por seus vigários, o que só aumentaria a confusão. Jesus nos ensinou com toda clareza, com efeito, a coerência que deve existir entre a verdade e a vida (cfr. Jo 14, 6-7), assim como nos advertiu de que o único modo de não sucumbir é colocar em prática a sua doutrina (cfr. Mt 7, 24-27).
Ao mesmo tempo em que pedimos a Sua bênção apostólica, asseguramos-Lhe as nossas orações à Sagrada Família – Jesus, Maria e José –, para que ela ilumine Vossa Santidade nestas circunstâncias tão cruciais."
Este apelo ao Papa já reuniu mais de 100.000 assinaturas, dentre as quais as de:
- Cardeal Raymond Leo Burke,
- Cardeal Jorge Arturo Medina Estévez
- Cardeal Janis Pujats
- Arcebispo de Vaduz (Liechtenstein), Dom Wolfagng Hass,
- Arcebispo da Paraiba, Dom Aldo di Cillo Pagotto,
- Arcebispo Emérito de Niterói, Dom Alano Maria Pena,
- Bispo Auxiliar do Cazaquistão, Dom Athanasius Schneider,
- Bispo de Barretos, Dom Meilton Kenan Junior,
- Bispo dos Serviços Militares do Equador, Dom René Coba Galarza,
- Bispo Emérito de Saint Augustine no EUA, Dom Veictor Galeone,
- Bispo Mérito de Garzón, na Colômbia, Dom Libardo Ramírez Gómez,
- Bispo Emérito do Serviços Militares da Argentina, Dom Antonio Juan Baseotto,
- Arquiabade do Mosteiro de São bento da Bahia, Dom Emanuel d'Ablle do Amaral,
- Vigário Apostólico de São Cristóvão em Galápagos, no Equador, Dom Áureo Patricio Bonilla Bonilla,
- Rei Kigeli V, Soberano exilado de Ruanda,
- Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil,
- Dom Duarte Pio de Bragança, Chefe da Casa Real de Portugal,
- Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil
- Dom Antonio de Orleans e Bragança, Príncipe de Orleans e Bragança e 3º na linha de sucessão ao trono do Brasil,
- Alois Konstantin e Anastacia Victoria, Príncipe e Princesa de Löwenstein-Wertheim-Rosemberg, da Alemanha
- Príncipe e Princesa Ferdinando Massimo, da Itália
- Príncipe e Princesa Carlo Massino, da Itália,
- Duque Paul e Duquesa Pilar de Oldenburg, da Alemanha
- Príncipe Armand de Merode, da Bélgica
- Dom João Filipe e Dona Maria Isabel José Osório de Meneses Pitta , Conde e Condessa de Proença a Velha, de Portugal
- Condessa Hélène de Limburg Stirum, da Bélgica,
- Dom João de Castro Mendia, Conde de Resende, de Portugal
- Conde e Condessa Gustavo Figarolo de Gropello, da Itália,
- Conde e Condessa Giovanni Vannicelli Casoni, da Itália,
- Conde Michel de Rostlan, da França,
- Barão e Baronesa Cédric Peers de Nieuwburgh, da Bélgica,
- Barão e Baronesa Benedikt Piatti, da Áustria,
- Barão e Baronesa Rudolf Pfyffer von Altishofen, da Suécia,
além de numerosas assinaturas de professores de renomadas universidades, intelectuais, ativistas católicos, fundadores de instituições e organismos pró-vida e pró-família. A lista completa pode ser acessada em: http://www.filialsuplica.org/personalities-who-have-signed,3229,c.html
Para contribuir com este importante manifesto, divulgue a página que permite assinaturas digitais, mas também imprima, através de arquivos em pdf, a Filial Súplica e colete assinatura em sua casa, no seu trabalho, na sua paróquia, no seu bairro, na sua cidade e em seu Estado. Contribua!
Fonte: Blog Monarquia Já
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Governo cubano deve acelerar restituição de imóveis à Igreja
Havana (RV) - A mediação do Vaticano no restabelecimento das relações entre Cuba e Estados Unidos deve acelerar a restituição dos imóveis à Igreja por parte do Governo cubano. Desde o final de 2009, cerca de 12 propriedades e construções já foram devolvidas, após terem sido confiscadas pela revolução.
O processo de restituição dos imóveis como igrejas, antes de tudo, mas também de casas paroquiais, terrenos e prédios desapropriados pelo governo cubano após a revolução, teve início no final de 2009, com a tratativa feita pela Igreja cubana em favor da libertação de um grupo de dissidentes, e que contou com o apoio do governo espanhol.
O processo de restituição dos imóveis como igrejas, antes de tudo, mas também de casas paroquiais, terrenos e prédios desapropriados pelo governo cubano após a revolução, teve início no final de 2009, com a tratativa feita pela Igreja cubana em favor da libertação de um grupo de dissidentes, e que contou com o apoio do governo espanhol.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
A histórica abertura diplomática (canhota) dos EUA e Cuba, com o Papa Francisco!
E os comunistas do mundo inteiro regozijam com a união 'estórica' entre EUA e Cuba. Infiéis, heréticos e anti-católicos dizem: ‘Obrigado SS Francisco!, Amém!’ Antiamericanos e amantes dos Castros agora riem para a bandeira dos EUA e a abraça! Que instigante, demorou-se 50 anos para aparecer alguém tão bondoso, tão católico, tão carismático...
Tá difícil crer no que é falado. É muita notícia boa para tão poucos sinais, pois cinco décadas não surgiu ninguém com tamanha engenhosidade em sanar o problema de Cuba, né gente! Bastou uma palavra de Bergoglio, para a coisa ser resolvida! Caracas! Por que não chamaram o Papa antes afim de acabar com as ditaduras que assolam o Universo uai?! Alô Coréia do Norte, pode esperar, a sua hora vai chegar! Segura Senhor Ditadorzinho Kim Jong, o Francisco vai te pegar! E o Obama te abraçar!
Veja gente! Mas voltando ao uso da Razão, não é possível que tenha havido uma conversão de fé no Obama e muito menos no Fidel assim tão rápido, não que eu não queira, mas sabemos que não é tão fácil, principalmente os dois juntos e ao mesmo tempo. Quem não sabe, passe a saber que o Papa Francisco tem lá seus alinhamentos à Esquerda, gosta muito desta gente e os parabeniza sempre que os encontra. Tem dado sapatadas nos Conservadores e abraçado calorosamente certos Marxistas.
Sabe-se também que Obama, o homem bom sorridente, que detesta guerra, que ama a todos e como o Lula é um grande marqueteiro de si mesmo, vive sorrindo e abraçando os pobres para sair bem na foto. Defende toda agenda gaysista para agradar os secos e molhados. Um grande esquerdista, desarmamentista e abortista. Quanto ao Fidel, assassino e Ditador que fechou Templos católicos em Cuba e mandou para a masmorra todos aqueles que não o adoraram, não precisamos falar. Homem detestável, uma cópia de satanás, que transformou aquele Pais em uma prisão, fazendo o povo todo viver numa miséria literal e nem estando doente se desfez do Poder e de viver bem financeiramente.
Será que este Trio [quase parada (dita) Dura], que representa hoje a força da Esquerda Político-Religiosa mundial está dando à Terra uma lição de gerencialmente político? Será que os Países necessitavam que estes chegassem ao Poder para que realmente todas as nações contemplassem a salvação e coroariam suas esperanças cinquentenárias?
Sinceramente penso que não! Mas os fatos verdadeiros nos responderão! é fato que EUA e Cuba assinaram e assinarão acordos bilaterais, mas será fato que o Povo receberá direta e diretamente aquilo que é de direito? A palavra liberdade terá o seu significado real? Quanto a Cuba, haverá troca de poder no Governo? haverá investigação na forma de condução castrista? Os Direitos Humanos terão acesso aos presídios (masmorras)? A População cubana desenvolverá ao ponto de viajar o Mundo como turistas e poderão morar em outros países caso seja sua livre vontade? Como ficarão os escravos médicos cubanos, poderão ir e vir? Já que haverá um claro enriquecimento do Estado, haverá uma reconsideração na hiper taxa no dinheiro que cubanos em outros países recebem, (alguns chegam a 80%)?
Já que o Papa Francisco está na jogada (meio de canhota), veremos na praça de São Pedro aquele grupo de Cubanos acenando para o Papa? veremos os novos ricos e livres cubanos viajarem à Disney? Uma coisa será o enriquecimento de Cuba enquanto Estado, dinheiro caindo nas mãos do Ditador. Outra coisa será o desenvolvimento da Nação (povo), dinheiro na mão de cada morador. Desenvolvimento se vê nas construções de novas sedes, novas escolas, estradas, fazendas, indústrias, cinemas, comércios, teatros, igrejas, estádios etc. Veremos produtos 'made-in-cuba'? Quando teremos uma Jornada da Juventude em Havana?
É certo que muito dinheiro entrará em Cuba! Só não se tem certeza de que este dinheiro será distribuído. Até porquê, Fidel vivendo numa imensa favela, está acostumado a receber dinheiro e isto para ele não será novidade. Já recebeu dinheiro da União Soviética, Venezuela e está recebendo do Brasil, portanto para ele não falta nem faltará nada, vai apenas ampliar. Vai fazer um bom fundo para a Dinastia e para seus leais assassinos que terão mais fôlego e mais armamento para fazer a Nação sofrer.
Espero em Deus que os Cubanos vivam plenamente como filhos de Deus!
"Feliz a nação que tem o Senhor por seu Deus ". (Sl 32,12)
A Biblioteca Vaticana assina protocolo com a Sérvia e com Países comunistas
O bibliotecário Mons. Jean-Louis Brugues também assinou recentemente acordos com Cuba e China para estabelecer uma cooperação com as bibliotecas de Estado
ROMA, 22 de Dezembro de 2014 (Zenit.org) - A Biblioteca do Vaticano assinou recentemente um protocolo com a Biblioteca Nacional da Sérvia, que prevê a troca de publicações, conhecimentos e competências no domínio da coleta, armazenamento, elaboração e proteção dos materiais de biblioteca.
Um fato de importância histórica que também contribui para o fortalecimento da relação entre o governo sérvio e a Santa Sé e entre a Igreja Ortodoxa e a minoria católica no país.
Mons. Jean-Louis Brugues, bibliotecário da Santa Igreja Romana e arquivista do Arquivo Secreto Vaticano, em entrevista à Rádio Vaticano, destacou que diplomacia, ecumenismo e nova evangelização também passam através da cultura, especialmente da relacionada com o livro.
Além do protocolo com a Sérvia, Bruguès está por dentro de importantes missões em vários Países do mundo para ratificar interesses e acordos de cooperação com várias bibliotecas de Estado, entre as quais a de Cuba e China. Com esta última e com toda a Ásia – destacou o prelado à emissora - "devemos preceder com uma política de pequenos passos".
"O atual governo chinês - acrescentou – soube que a Biblioteca do Vaticano tinha 1.200 manuscritos chineses antigos, da última Dinastia Então, eles nos pediram para digitalizar esses manuscritos, e quando vieram a mim, coloquei duas condições: em primeiro lugar, que eles pagassem, naturalmente, o custo da digitalização; e em segundo lugar, que organizassem em Pequim uma exposição comum entre a Santa Sé e a China comunista, apesar da ausência de relações diplomáticas entre os dois países. Deixaram-me alguns meses sem resposta e agora me disseram que não só podem organizar uma exposição em Pequim, como também nas principais universidades do País. Isso vai acontecer em 2017. Na minha opinião, essas exposições - agora são várias exposições - poderiam ser um primeiro pequeno passo para o mútuo reconhecimento diplomático".
Fonte: Zenit
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
A ajuda católica alemã aos refugiados
| Cardeal Reinhard Marx, Presidente da Conferência Episcopal Alemã - EPA |
Berlim (RV) – Em 2014, as Dioceses e estruturas da Igreja Católica na Alemanha destinaram, no total, mais de 73 milhões de euros em iniciativas de solidariedade.
A informação foi publicada no site da Conferência Episcopal Alemã terça-feira, 23 de dezembro.
“De sua própria iniciativa, as Dioceses alemãs dispensaram cerca de 41,58 milhões de euros em ações “em favor dos refugiados na Alemanha ou outras atividades internacionais”. Por sua vez, movimentos e serviços de solidariedade no âmbito católico contribuíram com 31,52 milhões “para financiar projetos em prol dos refugiados no Oriente Médio e no mundo”.
A esta ajuda financeira, somaram-se outras formas de sustento, apontam os bispos no comunicado. Dioceses, congregações religiosas e paróquias forneceram imóveis, transformados em “albergues”. Estruturas da Igreja ofereceram também conselhos e ofertas de emprego, apoio psicológico e médico, ações caritativas e asilos para crianças.
“Com a ajuda aos refugiados, queremos demonstrar que a solidariedade não é uma teoria, mas uma prática de vida”, explica o Cardeal Reinhard Marx, Arcebispo de Munique e Presidente do Episcopado. “Agradeço do fundo do coração as Dioceses e todas as entidades de ajuda, os coordenadores dos projetos, a Caritas Internacional e cada ajudante”, afirma o Cardeal, invocando as bênçãos de Deus a todos os que doaram horas de trabalho voluntariamente, sustentados pela oração; e concluiu: “Os refugiados aqui são bem-vindos”.
Fonte: Rádio Vaticano
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Vaticano e EUA dialogam sobre Oriente Médio e Guantánamo
O secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, e o secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, tiveram uma reunião nesta segunda-feira, 15, no Vaticano.
O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, informou que, entre os temas principais, estiveram a situação no Oriente Médio, com menção ao empenho em evitar o agravamento das tensões e a explosão da violência e de favorecer a retomada das negociações entre israelenses e palestinos.
Também foi abordado o empenho dos Estados Unidos para o fechamento do cárcere de Guantánamo e o desejo de uma atenção da Santa Sé na busca das soluções humanitárias adequadas para os atuais detentos.
“A brevidade do tempo disponível impediu aprofundar outros temas, que foram só tocados, em particular a situação na Ucrânia e suas perspectivas e a emergência para a epidemia de Ebola”, declarou ainda padre Lombardi.
Também participaram da reunião o embaixador dos Estados Unidos junto à Santa Sé e dois membros da Secretaria de Estado norte-americana e três oficiais da Cúria Romana que têm relação com os temas abordados.
Fonte: Canção Nova
Nota do Eu Político:
Com os tristes empenhos que Bergoglio tem demonstrado, este diálogo denota um pouco mais de esquerdismo. A Esquerda Política latina está nestes dias super interessada em acolher os Terroristas de Guantánamo. Foi demonstrado que líderes estão mais preocupados com a vida dos Criminosos que com as Vítimas que eles fizeram e que agora vão fazer ainda mais, com apoio de quem deveria encarcerá-los.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Comunistas no Vaticano
| Evo Morales com o Papa Francisco |
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| João Pedro Stédile (MST) com o Papa Francisco |
| Beatriz Cerqueira da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG) |
Nota do Eu Político: Duro golpe em nossa Fé. Uma gente que vive afastada da fé, fere a fé, destroem as Igrejas, infiltra marxismo nas Pastorais, protegem as leis contrárias a Família, roubam, se drogam, tomam terras alheias, expulsam as Famílias de suas casas, apoiam o Aborto, irmanam e dialogam com terroristas assassinos de Cristãos.... e no final são admitidos no Vaticano neste último encontra com os Movimentos Sociais. Vem Jesus!!!!
Comunistas no Vaticano. Papa encontra líderes de movimentos sociais
Cidade do Vaticano (RV) – Encorajados pelo Papa Francisco a “construir uma Igreja pobre e para os pobres”, mais de 100 leigos, líderes de grupos sociais, 30 bispos engajados com as realidades e os movimentos sociais em seus países, e cerca de 50 agentes pastorais, além de alguns membros da Cúria romana, participam desde segunda-feira (27/10) do Encontro Mundial dos Movimentos Populares, que se realiza em Roma até amanhã, 29 de outubro.
O evento é organizado e promovido pelo Pontifício Conselho da Justiça e da Paz, em colaboração com a Pontifícia Academia das Ciências Sociais. O Brasil está presente com vários representantes, entre eles o Secretário Geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner. Nesta terça-feira, os participantes foram recebidos pelo Papa Francisco.
O discurso do Papa aos presentes foi precedido pela saudação do Cardeal Peter Turkson, Presidente do organismo que promove o encontro. Nas suas palavras o purpurado recordou que o Pontifício Conselho da Justiça e da Paz, em colaboração com a Pontifícia Academia das Ciências Sociais e os líderes dos Movimentos envolvidos, organizou este Encontro, a fim de fortalecer a rede de organizações populares, favorecer o conhecimento recíproco e promover a colaboração entre eles e as Igrejas locais, aqui representados por bispos e seus agentes pastorais provenientes de vários países do mundo, comprometidos na promoção e tutela da dignidade e dos direitos da pessoa humana.
O evento é organizado e promovido pelo Pontifício Conselho da Justiça e da Paz, em colaboração com a Pontifícia Academia das Ciências Sociais. O Brasil está presente com vários representantes, entre eles o Secretário Geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner. Nesta terça-feira, os participantes foram recebidos pelo Papa Francisco.
O discurso do Papa aos presentes foi precedido pela saudação do Cardeal Peter Turkson, Presidente do organismo que promove o encontro. Nas suas palavras o purpurado recordou que o Pontifício Conselho da Justiça e da Paz, em colaboração com a Pontifícia Academia das Ciências Sociais e os líderes dos Movimentos envolvidos, organizou este Encontro, a fim de fortalecer a rede de organizações populares, favorecer o conhecimento recíproco e promover a colaboração entre eles e as Igrejas locais, aqui representados por bispos e seus agentes pastorais provenientes de vários países do mundo, comprometidos na promoção e tutela da dignidade e dos direitos da pessoa humana.
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