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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Inteligência da PM descobre que sindicato dos professores mobiliza alunos

Caiu a máscara do partidarismo escondido atrás das mobilizações estudantis nas escolas.

Os serviços de inteligências das PMs dos Estados onde mais houve ocupações descobriram que por trás do protagonismo juvenil de ‘resistência’ estão os sindicatos de professores ligados a PT, PCdoB, PSOL e PSTU contra a aprovação da PEC 55 (ex-241), a do teto de gastos.

As polícias notaram o silêncio ensurdecedor dos sindicatos e dos professores diante das mobilizações. Eles se ocultaram atrás dos estudantes que escalaram para os protestos.

Leia mais aqui

Fonte: Coluna Esplanada

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Escola com partido

Por Roberto Jefferson

Neste domingo, abordamos no Blog a questão da fama repentina da estudante secundarista Ana Júlia Ribeiro, que fez sucesso ao defender a ocupação das escolas. A crítica que fizemos, que ofendeu a esquerda nas redes sociais, foi a de que a estudante disse reiteradamente ser apartidária, o que, depois, se mostrou uma afirmação mentirosa. Além de ser filha de um advogado e militante petista, Ana Júlia havia sido orientada pelo deputado estadual Tadeu Veneri, do PT. Hoje, a estudante (que, na verdade, compõe um movimento que não quer deixar ninguém estudar) esteve em Brasília, onde participou de um evento organizado pela senadora Gleisi Hoffmann, e no qual pontuaram senadores petistas e lideranças de movimentos sociais de esquerda. No seu discurso, a estudante filha de papai petista disse que "nós vamos desenvolver métodos de desobediência civil, vamos levar a luta estudantil para a frente". Além do discurso totalmente partidário, ainda é incendiário, muito parecido com o que é feito por UNE, MST, CUT e outros da mesma estirpe. Ana Júlia tem toda a liberdade para se tornar uma militante petista, mas já começa muito mal sua carreira mentindo ao dizer que não tem partido.


Fonte: Blog Reberto Jefferson

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

O Gramscismo é preocupante

O Gramscismo é preocupante e potencialmente destruidor. Ele consegue transformar um Professor que deveria ensinar ciência em um Comunista que doutrina os alunos à ideologia marxista.

Consegue ainda transformar um Padre que deveria pregar o Evangelho em um Comunista que doutrina os fiéis a pecarem contra o Espírito Santo e ter criminosos como seus salvadores.


Márcio Pacheco acolhe denúncia de pais de alunos do Colégio Pedro II

"É preciso fazer um debate com RESPONSABILIDADE." Deputado Márcio Pacheco acolhe denúncia de pais de alunos do Colégio Pedro II que criticam a decisão da reitoria de acabar com a distinção de uniformes para alunos e alunas. #UmDebatecomResponsabilidade #IdeologiadeGêneroNÃO


terça-feira, 3 de maio de 2016

Professores e Padres


Não consigo admitir como pode existir professores e padres, (duas das maiores profissões e funções nesta vida) se sucumbirem ao Petismo. Como dizem outros e o que é verdade: Ser petista é somente ser petista, não há mais adjetivos que evocam qualquer profissão a este tipo. 

Mas indagando esta existência, como pode um ser que sustenta suas lidas e rotinas com deveres altivos se submeterem a tão tacanha ideologia. Ideologia esta que defende práticas vitalmente contrárias ao Ensino e a Fé, ao aprendizado e à catequese, à Ciência e a Religião, à Razão e a Espiritualidade.

Como podem defenderem uma ideologia que defendem o assassinato da Cultura, do homem e de sua história. Que vingam-se da Verdade e a ela odeiam. Que lutam para liberar o aborto, drogas, casamento homossexual, eliminação da mente livre humana, destruição do direito individual, dos contratos legais, da constituição e das profissões. Que perseguem a seguranças das famílias, a liberdade dos povos, aos costumes aceitos e tradicionais, que perseguem a fé alheia. 

Que estabelecem a mentira como ordem primeira e sustentáculo. Que constroem parceria com ditadores da história atual, ditadores estes que mantam seus adversários e prendem nas masmorras cidadãos sem qualquer julgamento. Que escondem fatos nos veículos comprados com dinheiro público. 

Que lutam por liberar a prostituição de forma irrestrita, que eliminam o desenvolvimento científico, que submetem as leis a desejos de Estados estrangeiros sem qualquer referendo dos Brasileiros.

Como pode professores e padres apoiarem aquilo que destroem o ensino e seus alunos, destroem a fé e seus fiéis? 

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Deputado Flavinho da Canção Nova declara ser contra partidarismo político nas Escolas


O que o Deputado Flavinho defende? Ele defende a luta por uma Escola sem partido político! Veja este artigo abaixo:

Por uma lei contra o abuso da liberdade de ensinar

A doutrinação política e ideológica em sala de aula ofende a liberdade de consciência do estudante; afronta o princípio da neutralidade política e ideológica do Estado; e ameaça o próprio regime democrático, na medida em que instrumentaliza o sistema de ensino com o objetivo de desequilibrar o jogo político em favor de um dos competidores.
Por outro lado, a exposição, em disciplina obrigatória, de conteúdos que possam estar em conflito com as convicções morais dos estudantes ou de seus pais, viola o art. 12 da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, segundo o qual "os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções."
Essas práticas, todavia, apesar de sua manifesta inconstitucionalidade e ilegalidade, tomaram conta do sistema de ensino. A pretexto de “construir uma sociedade mais justa” ou de "combater o preconceito", professores de todos os níveis vêm utilizando o tempo precioso de suas aulas para "fazer a cabeça" dos alunos sobre questões de natureza político-partidária, ideológica e moral.
Que fazer para coibir esse abuso intolerável da liberdade de ensinar, que se desenvolve no segredo das salas de aula, e tem como vítimas indivíduos vulneráveis em processo de formação?
Nada mais simples: basta informar e educar os alunos sobre o direito que eles têm de não ser doutrinados por seus professores; basta informar e educar os professores sobre os limites éticos e jurídicos da sua liberdade de ensinar.
É isso, e apenas isso, o que propõe o Escola sem Partido nos anteprojetos de lei que se veem abaixo.
Esperamos que Governadores e prefeitos, deputados estaduais e vereadores aproveitem os anteprojetos e suas justificativas para apresentá-los como projetos de lei às suas respectivas casas legislativas.
Contamos com a ajuda de todos para divulgar e promover essa importante iniciativa.

Veja mais sobre Escola Sem Partido aqui




quinta-feira, 5 de março de 2015

Reforma Política, uma aula com o Professor de Direito Constitucional Sergio Borja.

A CNBB grita tresloucadamente por uma Reforma Política, mas a População a qual ela pede apoio com as assinaturas não sabe quais são realmente os interesses contidos nos textos que poderão assinar. A CNBB por um lado se faz de satisfeita e não se incomoda em avisar o que é Reforma Politica, o que é esta Reforma que eles tanto tem sede. Não avisa aos Brasileiros que a reforma CNBbista. É uma coisa meio amiga do PT, meio socialista, meio comunista, meio nada a ver com a Fé católica. Assista abaixo, o vídeo do Professor Sérgio Borja e tente se inteirar do assunto Reforma Política.



Seguem abaixo vídeos complementares, com entrevista sobre o mesmo assunto: Reforma Política.

JC Debate a Reforma Política | Bloco 1


JC Debate a Reforma Política | Bloco 2


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Temos de interromper a doutrinação ideológica nas escolas!


As eleições acabaram. O governo anterior, profundamente corrupto, permanece no poder. Qual será a nossa postura diante do resultado? Continuar lutando!

Uma das marcas do governo do PT e de seus militantes foi (e continua sendo) o uso da estrutura educacional para doutrinar os jovens, seja nas escolas ou nas universidades.

Para responder a essa política perversa, CitizenGO estabeleceu uma parceria com a iniciativa Escola sem Partido a fim de apoiar a aprovação de um projeto de lei que proíbe a doutrinação ideológica nas escolas. Esse projeto será apresentado em diversas Câmaras Municipais e Assembléias Legislativas do Brasil. O primeiro passo será dado na cidade de Vitória da Conquista, na Bahia. Assine a petição para pedir aos vereadores locais que aprovem o PL 019/2014, que tem como objetivo assegurar o respeito ao direito do estudante de não serdoutrinado por seus professores:


Vitória da Conquista pode ser a primeira de muitas cidades a aprovar esse projeto e, portanto, servirá de combustível para que o projeto ganhe força. A idéia é que esse projeto seja apresentado em até 1.000 casas legislativas nos próximos anos! CitizenGO apoiará a aprovação de cada um (ou de boa parte deles) individualmente. Isso significa, que você receberá outros e-mails semelhantes a este para que apóie a iniciativa em outras cidades.

Por favor, se você não concorda com o uso indevido que milhares de professores fazem de sua posição para doutrinar jovens em sala de aula, não deixe de assinar a petição e compartilhá-la nas redes sociais, com seus amigos e familiares:



De onde surgem os jovens radicais que se tornam militantes de partidos de índole totalitária como o PT, o PSOL e o PC do B? Da sala de aula de escolas municipais e estaduais de todo o Brasil! Quando entram na universidade, muitos desses jovens apenas reforçam aquilo que aprenderam durante 10 anos!
Trata-se, portanto, de uma iniciativa importantíssima para frearmos esse abuso de autoridade que ocorre diariamente em muitas escolas do país.

Contamos com o seu apoio, caro Leitor e desde já gradecemos sua atenção!

Um forte abraço.
Guilherme Ferreira e toda a equipe de CitizenGO  

Fonte: Citizengo

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Eleição e Alfabetização. Dr. Rey tem que provar que é alfabetizado em português


Roberto Miguel Rey Junior, que deixou o Brasil aos 12 anos de idade para morar nos Estados Unidos, onde ficou rico e famoso como o médico Dr. Rey, protagonista de um reality show na TV sobre cirurgias plásticas, terá de provar à Justiça Eleitoral de São Paulo que sabe ler e escrever em português. Caso não consiga, o Dr. Hollywood corre o risco de ter negada sua candidatura a deputado federal pelo Partido Social Cristão (PSC).

Leia mais aqui




Fonte: Portal Guandu


terça-feira, 1 de julho de 2014

CARLOS BOLSONARO APRESENTA PROJETO QUE LIVRA ALUNOS DE INFLUÊNCIA PARTIDÁRIA ORIUNDA DE PROFESSORES.


ESCOLA LIVRE DE INFLUÊNCIA PARTIDÁRIA: 

A compreensão da importância da política é o primeiro passo para a formação do cidadão consciente do seu papel na sociedade. Essa compreensão será formada através do conhecimento dessa ciência. Entretanto, segundo o vereador, Carlos Bolsonaro (PP), nos dia de hoje, muitos professores e autores de livros usam suas aulas e obras para influenciarem alunos a seguirem determinados pensamentos políticos ideológicos. A fim de evitar tal influência, o vereador apresentou à Câmara do Rio o Projeto de Lei 867/2014, que cria, no âmbito do Sistema de Ensino do Município, o ”Programa Escola Sem Partido”.

O projeto estabelece a proibição da prática de doutrinação política e ideológica nas salas de aula e distribuição de conteúdos com ideias que possam conflitar com a moralidade dos alunos e pais. A iniciativa, segundo o autor, atende aos princípios de neutralidade política, ideológica do Município; de diversificação das ideias no ambiente acadêmico; de liberdade de aprender e liberdade de consciência; de reconhecimento da vulnerabilidade do estudante como parte mais fraca no aprendizado; de educação e informação do estudante quanto aos direitos quando se trata da sua liberdade de consciência; e de direito dos pais para que seus filhos não recebam uma educação moral diferente de suas próprias convicções.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Com novo formato de seleção, Câmara Mirim abre inscrições

Os professores autores dos seis melhores projetos pedagógicos escolhidos terão vaga garantida no Câmara Mirim 2014 e participarão do Missão Pedagógica no Parlamento.
Estão abertas, até 22 de abril, as inscrições para o Câmara Mirim, programa criado pelo Plenarinho da Câmara dos Deputados que oferece aos estudantes do 5º ao 9º ano do ensino fundamental a oportunidade de ser deputado por um dia. Os alunos ocupam o Plenário, discutem e votam em seus próprios projetos de lei, numa aula de cidadania e democracia.

O Câmara Mirim está em sua 9ª edição e, neste ano, a seleção das escolas se dará por meio de um concurso nacional de projetos pedagógicos voltado para os professores. Os autores das seis melhores propostas terão vaga garantida no programa. Além disso, esses mesmos professores serão convidados do Plenarinho para participar do programa Missão Pedagógica no Parlamento.

Passo a passo
O professor interessado deverá apresentar um projeto pedagógico de experiência educativa direcionada a alunos do 5º ao 9º ano, utilizando o programa Câmara Mirim como referência.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Casa da Juventude de Goiânia motiva participação dos jovens no processo político


No mês de outubro próximo serão realizadas as eleições municipais em seu primeiro turno. A Casa da Juventude e a rede de proteção “A Juventude Quer Viver” realizam uma série de atividades com o objetivo de propor políticas públicas para a juventude nas prioridades dos governos das cidades, principalmente em Goiânia. Nesse processo, além de propor políticas favoráveis aos/às jovens, é preciso envolvê-los/as como protagonistas dessa ação.

Na perspectiva de envolvimento é que foi realizado o Seminário “Direitos e Políticas Públicas”, no qual a juventude teve a oportunidade de se familiarizar um pouco mais com as políticas específicas, tanto em nível regional e municipal, a partir das informações do educador da CAJU, Lourival Rodrigues, como das políticas em nível nacional, como foi apresentado pela Secretária Nacional de Juventude, Severine Macedo, presente no evento.

Como continuidade do processo, os/as adolescentes e jovens foram incentivados a elaborar perguntas que desejassem fazer para os aspirantes ao cargo de prefeito/a de Goiânia. Foram dezenas de questionamentos, a partir de temas como educação, saúde, lazer etc. E as perguntas foram encaminhadas para o Debate dos Candidatos a Prefeito/a de Goiânia. O debate localiza-se como marco do desejo de que o tema seja prioridade na campanha que ainda continua e que os desejos da juventude sejam considerados.

Propostas para os candidatos

Ainda no processo de pautar as políticas de juventude, foi apresentada uma carta com as propostas para os candidatos. Das propostas gerais apresentadas, podem ser destacadas: a criação da Secretaria Municipal de Juventude, uma Rede de Proteção dos Direitos da Juventude e o Conselho de Juventude. Além disso, é proposta a construção de um “Participatório” de Juventude, que escute a opinião dos/as jovens e monitore o desenvolvimento das políticas públicas.

Sobre políticas mais específicas para jovens, podem ser destacadas: criação de serviços específicos na área da Saúde de jovens, especialmente de jovens mulheres; oferta de formação em diretos humanos a jovens educadores/as; ampliação de programas de esportes e lazer; criação de espaços culturais públicos e descentralizados e potencialização dos movimentos culturais; reestruturação do sistema de transporte coletivo e passe livre para jovens; entre outras.

A carta foi escrita a partir das discussões realizadas com os grupos juvenis envolvidos no processo e a partir do projeto de lei do Estatuto da Juventude. Assinam o documento as instituições e os movimentos participantes da Rede “A Juventude Quer Viver”, que reúne instituições sociais, pastorais, estudantis e de direitos humanos comprometidas com a defesa da vida de jovens. O texto completo da carta das propostas está disponível na página da Casa da Juventude na Internet.

Fonte: jovensconectados

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Por um ENEM sem ideologia


Se “desrespeito aos direitos humanos” é motivo para zerar na redação do Enem, o estudante terá de se guiar pela plataforma do governo sobre o tema?

No fim de julho, o Ministério da Educação divulgou um guia sobre a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que ocorrerá em 3 e 4 de novembro. A prova de redação tem uma importância especial dentro do Enem, que no ano passado foi feito por cerca de 4 milhões de pessoas e é usado como o principal ou o único critério de seleção em dezenas de universidades federais. Mesmo assim, passou quase despercebida a promessa do presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Luiz Claudio Costa, de que as redações não seriam avaliadas por critérios ideológicos.

O temor de um eventual viés ideológico na correção da prova deriva da quinta competência exigida de quem escreve a redação: “Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos”. A orientação já existe há anos e permite questionamentos. Tradicionalmente, o objetivo da prova de redação não é avaliar qual a opinião do aluno sobre determinado tema, mas apurar se ele é capaz de sustentar essa opinião de maneira coerente e organizada, demonstrando domínio da norma culta do idioma.

À primeira vista, pareceria não haver problema algum em pedir “respeito aos direitos humanos” na redação do Enem; no entanto, o governo federal tem uma visão muito peculiar do que sejam direitos humanos, expressa na terceira edição do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3), objeto do Decreto 7.037/2009, atualizado pelo Decreto 7.177/2010. Nesse plano, o governo federal não aborda apenas temas consensuais na sociedade brasileira, como a condenação ao racismo ou à violência contra a mulher, mas também impõe uma série de visões sobre assuntos controversos, como a defesa do direito ao aborto, questões relativas à identidade sexual, à relativização do direito à propriedade rural e ao controle dos meios de comunicação, plataformas dos partidos de esquerda atualmente no poder. O governo federal só mitigou alguns trechos do PNDH3 após forte reação popular.

Daí segue a pergunta: se “desrespeito aos direitos humanos” é motivo para zerar na redação do Enem, como afirma o guia da redação, o estudante teria de se guiar pela cartilha ideológica do PNDH3? Ou ele estaria livre para discordar da visão petista de “direitos humanos”, direito que a própria Constituição lhe garante?

O medo de que um corretor alinhado com a esquerda zere uma redação, inviabilizando a possibilidade de o candidato disputar com sucesso uma vaga universitária, cria um efeito em cadeia pernicioso: escolas em todo o Brasil passam a preparar seus alunos para que pensem de acordo com o Moderno Príncipe gramsciano. Em alguns casos, tal formação é fruto de um pragmatismo segundo o qual o importante é o bom resultado na prova; mas, muitas vezes, os professores atuam como cúmplices do partido. Já em 2007 esta Gazeta do Povo denunciava o viés ideológico de questões de vestibulares em faculdades públicas e particulares no Brasil. Em 2008, uma pesquisa da CNT/Sensus mostrava que metade dos professores assumia ter um discurso politicamente engajado; 86% dos estudantes diziam que Che Guevara recebia tratamento positivo em sala de aula, porcentagem que era de 65% para Lenin e 51% para Hugo Chávez.

A sociedade ainda não acordou para o problema da ideologização do ensino e dos exames; é preciso que os brasileiros – não só aqueles com filhos na escola ou prestes a fazer o Enem – se mantenham alertas. A mera promessa do presidente do Inep ainda não é suficiente: é necessário encontrar mecanismos que tornem cada vez mais remota a possibilidade de conotações ideológicas na seleção do tema ou na correção das redações. A vigilância do Ministério Público, por exemplo, seria bem-vinda neste caso. Em uma época de pressão cada vez maior pela transparência no poder público, seria interessante a divulgação do material usado na formação da equipe de corretores selecionada pelo Inep, para que a sociedade saiba com clareza os critérios empregados e candidatos possam, se preciso, recorrer à Justiça se identificarem um viés ideológico na correção de suas redações. Um evento tão importante para o jovem como a chance de ingressar no ensino superior não pode ser ocasião de lavagem cerebral político-partidária.

Gazeta do Povo, editorial, edição de 12 de agosto de 2012

Fonte: EscolasemPartido

Miguel Nagib, sobre a doutrinação nas escolas: "o MP não pode fingir que não está vendo"

ESCRITO POR PODCAST CONEXÃO CONSERVADORA

O procurador do estado de São Paulo e fundador da ONG Escola Sem Partido, Miguel Nagib, aborda, numa esclarecedora entrevista ao podcast Conexão Conservadora, a violação à liberdade de aprender e de ensinar em todo o país, por conta da explícita e unilateral doutrinação esquerdista nas instituições de ensino.

Evocando o Pacto de San Jose, Nagib destaca que o direito dos pais de conduzir a educação moral dos filhos está sendo atacado pelo Estado, pelas escolas e professores. “Na área sexual, se os pais não acordarem, irão perder totalmente controle de suas crianças”, afirma Nagib, avisando: “é preciso que as famílias se organizem, pois é muito difícil vencer essa batalha agindo de forma isolada. E o Ministério Público não pode mais fingir que não está vendo tudo isso acontecer”.



Fonte: MídiasemMáscara 
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