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sexta-feira, 18 de março de 2016
Presidente não está "imune" às investigações, diz Janot
Berna - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou nesta quinta-feira, 17, que "ninguém está imune" a uma investigação ao ressaltar que vai examinar as suspeitas de que a presidente Dilma Rousseff teria agido para obstruir a Justiça.
"Nosso trabalho é republicano. Não há pessoa fora de investigação", declarou nesta quinta-feira, 17, em Berna, na Suíça.
O procurador já havia apontado nessa direção na quarta-feira em Paris diante de novo conteúdo da delação premiada do senador Delcídio Amaral revelado pelo site da revista Veja. Agora, seus assessores indicam que a possibilidade foi reforçada com a divulgação do telefonema entre a presidente Dilma e o ex-presidente e o ministro da Casa Civil, Luiz Inácio Lula da Silva.
Janot voltou a repetir o termo "republicanamente" ao ser questionado sobre o andamento das investigações da Operação Lava Jato.
"Temos que analisar o que temos, analisar o que está nas delações premiadas e ai, tecnicamente, vamos tomar uma decisão. Não há uma decisão de instaurar e nem de arquivar. Nós vivemos em uma república e ninguém está nem acima e nem abaixo da lei. Todos devem ser tratados republicanamente", disse.
Fonte: Exame
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
terça-feira, 20 de maio de 2014
Entrevista de Dom Carlos Tasso de Saxe-coburgo e Bragança ao Jornal "O Globo": “A República foi um Golpe de Estado”
O jornal “O Globo” do dia 15 de maio de 2014, na página 2, traz uma reportagem especial com Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança, intitulada “A República foi um golpe de Estado”.
Em entrevista à repórter Maiá Menezes, Dom Carlos revela que “Dom Pedro [II] descreve como se tratam os dinheiros públicos. Qualquer desperdício é um furto à nação. Por exemplo, fazer um porto em Cuba ou no Uruguai. Isso ele não teria feito”. E completa: "muita coisa caiu no esquecimento voluntariamente pela República. A História é escrita pelo vencedor. As grandes bases da República de hoje foram feitas pelo Império, em todos os sentidos. Uma delas foi a dignidade que o imperador imprimiu à coisa pública".
Fonte: Blog Monarquia Já
Em entrevista à repórter Maiá Menezes, Dom Carlos revela que “Dom Pedro [II] descreve como se tratam os dinheiros públicos. Qualquer desperdício é um furto à nação. Por exemplo, fazer um porto em Cuba ou no Uruguai. Isso ele não teria feito”. E completa: "muita coisa caiu no esquecimento voluntariamente pela República. A História é escrita pelo vencedor. As grandes bases da República de hoje foram feitas pelo Império, em todos os sentidos. Uma delas foi a dignidade que o imperador imprimiu à coisa pública".
Fonte: Blog Monarquia Já
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