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terça-feira, 24 de maio de 2016

Defensora do aborto é escolhida para Direitos Humanos e gera reação de pró-vidas

REDAÇÃO CENTRAL, 20 Mai. 16 / 06:00 pm (ACI).- Nomeada para chefiar a Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, Flávia Piovesan, reafirmou recentemente sua postura a favor da descriminalização do aborto. A escolha da nova secretária, por sua vez, provocou reações entre os principais grupos e lideranças pró-vida do Brasil, que se mobilizam para reverter a decisão do governo.

Professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Flávia Piovesan afirmou ao jornal ‘O Globo’ que sua “posição pessoal, talvez não seja a posição do governo, é de revisitar a legislação repressiva” em relação ao aborto.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Candidatos (Provida) ao Congresso Federal Brasileiro 2014


Prof. Hermes Nery 3155

Cargo em disputa: Deputado Federal
São Paulo
PHS / SP
Prof. Hermes Nery
Prof. Hermes Nery é candidato a Deputado Federal pelo Partido Humanista da Solidariedade.

Dados de Prof. Hermes Nery

Nome: Hermes Rodrigues Nery
Idade: 49 anos (15/06/1965)
Naturalidade: Curitiba
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Jornalista e Redator
Escolaridade: Superior completo

Candidato a Deputado Federal Prof. Hermes Nery 3155

Número: 3155
Nome para urna: Prof. Hermes Nery
Cargo a que concorre: Deputado Federal
Estado: São Paulo
Partido: Partido Humanista da Solidariedade
Coligação: UNIDOS POR SÃO PAULO (PHS / PRP)
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Adrian Paz 7072

Cargo em disputa: Deputado Federal
Minas Gerais
PTdoB / MG
Adrian Paz
Adrian Paz é candidato a Deputado Federal pelo Partido Trabalhista do Brasil.

Dados de Adrian Paz

Nome: Luiz Adrian De Moraes Paz
Idade: 45 anos (17/12/1968)
Naturalidade: Campo Grande
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Jornalista e Redator
Escolaridade: Superior incompleto

Candidato a Deputado Federal Adrian Paz 7072

Número: 7072
Nome para urna: Adrian Paz
Cargo a que concorre: Deputado Federal
Estado: Minas Gerais
Partido: Partido Trabalhista do Brasil
Coligação: +MINAS (PT do B / PRP / PHS / PEN)
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Paulo Fernando 4555

Cargo em disputa: Deputado Federal
Distrito Federal
PSDB / DF
Paulo Fernando
Paulo Fernando é candidato a Deputado Federal pelo Partido da Social Democracia Brasileira.

Dados de Paulo Fernando

Nome: Paulo Fernando Melo da Costa
Idade: 47 anos (11/06/1967)
Naturalidade: Brasilia
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Advogado
Escolaridade: Superior completo

Candidato a Deputado Federal Paulo Fernando 4555

Número: 4555
Nome para urna: Paulo Fernando
Cargo a que concorre: Deputado Federal
Estado: Distrito Federal
Partido: Partido da Social Democracia Brasileira
Coligação: POR UM FUTURO MELHOR II (PSDB / PPS / PSDC)
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Adrian Paz, Hermes Nery e Paulo Fernando em: "Brasil Diz Não a Ideologia de Gênero no Plano Nacional de Educação"



Fonte: www.eleicoes2014.com.br/

terça-feira, 9 de julho de 2013

Porque a Esquerda 'católica' não se manifesta claramente contra o aborto?

Não pretendo dizer que estas personagens ditas no título acima são dos chamados abortistas, talvez não cabe a mim dizer que são, mesmo com uma vontade imensa de dizer. Deem-me outra oportunidade que talvez direi isto, mas não agora. Por hora, desejo saber o porque este grupo de gente boa, lutadores (são mesmo, lutam bravamente e não estou brincando) não levantam-se contra o aborto de forma clara, decisiva e determinada? Sabe o que é pior? eles defendem com 'amor' os próceres do aborto, sabe aquelas feiosas que detestam casamento e que gritam peladas pelas ruas pelo direito ao aborto, sabe aqueles deputados daquela sigla poderosa, aquele partido sujo até a garganta... pois é, estes e outros são defendidos pelos hermanos 'católicos' esquerdistas, até alguns padres meu rapaz, até eles defendem os criadores de leis assassinas!

Se você hoje sabe que o aborto é um tema a ser abordado em eleições, debates científicos e morais, saiba que não foi por honra dos lutadores da esquerda 'católica'. Em 2010, o tema aborto foi motivo de queda na corrida eleitoral para a Dilma que quase perde as eleições, e isto foi graças a Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, ele um grande guerreiro e contra uma maré de bispos, padres e parte da CNBB envolvidos na guerrilha esquerdista, mostrou para o Brasil o valor da vida. Foi perseguido por 'católicos', teve a vida ameaçada e enfim morreu sem medo de servir ao Reino de Deus. Por causa dele que não foi de esquerda 'católica' foi que o Brasil pode conhecer melhor os planos abortivos contidos na corrida ao Planalto. E olha que ele não foi um homem da mídia, apesar de ser jornalista.

Por outro lado, grandes nomes católicos como Gabriel Chalida, não teve a coragem de manifestar contra o aborto e com grande imundície veio a proteger alguns abortistas que tentavam ganhar a presidência.

A morte quer estar no poder do governo Brasileiro e os esquerdistas 'católicos' fazem muito para ajudar nisto. Aprendemos nas escolas que a esquerda é super legal, liberal, gente boa, democrática e depois ao usarmos nossos neurônios vimos que não passam de um bando de nerd do demônio. Estranho isto? mas que nome se dá a pessoas que querem a morte de inocentes?

Porque a Esquerda 'católica' não se manifesta claramente contra o aborto? Porque ela defende os legisladores do aborto?

Quer saber quem é 'católico' esquerdista? Numa reunião de católicos, procure falar sobre mensalão, diga que Lula é o chefe da quadrilha e que Dilma fez de tudo para liberar o aborto no Brasil. Diga que o partido do governo quer liberar as drogas e acabar com a família. Aquele que deixar cair veneno pelos lábios e não te deixar completar as frases é o seu escolhido.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Deputado Márcio Pacheco - SEMANA DA VIDA: "Não há cidadania, liberdade ou democracia sem que se assegure o direito à vida"


No expediente final (3/10)  da sessão ordinária da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Márcio Pacheco discursou sobre a Semana do Direito à Vida:

“(…) Iniciamos uma semana muito importante. Do dia 1° ao dia 7, celebramos a Semana do Direito à Vida, de âmbito nacional, com debate que a cada dia mais se torna incandescente e prioritário para o Brasil, para o País.

Quando falamos do Dia de Direito à Vida, de uma forma concreta, objetiva, nós estamos falando daqueles que militam na luta para combater o aborto. Na luta de não permitir que este mal seja aceito na nossa sociedade. Portanto, é uma semana de muitas atividades, uma semana de celebração, mas também uma semana de atuação política. E eu, como membro da Frente Parlamentar em Defesa da Vida desta Casa e um militante que vem fazendo este trabalho há muitos anos e, de fato, colocando não só as minhas intenções, mas a minha vida, minha vida pública, me faço o dever de me pronunciar e dizer as razões das quais eu dedico a minha vida pública para ser contrário ao aborto.

A despeito de que muitos possam ainda dizer que este não é tema que deva ser tratado no Legislativo estadual ou no Legislativo municipal, nas minhas falas, até o dia 8, que é o Dia do Nascituro, nós tentaremos aqui provar, Presidente, que é sim competência dos Legislativos estaduais, municipais e do Executivo pautar esta questão.

Eu quero começar a minha defesa citando o que para nós deve ser o fundamento da cidadania, a Constituição. No artigo 5º – e trouxe nas minhas anotações, para que não haja nenhuma falha do que defendo – todos são iguais perante à lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Eis a nossa Carta Magna.

Não há cidadania, liberdade ou democracia sem que se assegure o direito à vida, pressuposto de todo e qualquer outro direito. Portanto, este direito é um direito que pressupõe a todos os outros – o da liberdade, o da expressão. O direito à vida é um direito que pressupõe a qualquer outro direito.

O grande jurista Alexandre de Morais esclarece para nós: “O direito à vida é o mais fundamental de todos os direitos. Já que se constitui em pré-requisito à existência e exercício dos demais direitos. A Constituição Federal proclama, portanto, o direito à vida, cabendo ao Estado assegurá-lo. E em dupla acepção, sendo a primeira relacionada ao direito de continuar vivo. O direito à vida é o direito de não ter interrompido o processo vital senão pela morte espontânea ou inevitável.”

Nós sabemos que no Código Penal há previsão para os crimes de aborto, nos artigos de 124 a 127. E há uma discussão hoje, da qual eu falarei, não nesta ocasião, sobre a reforma do Código Penal. Nós lutaremos para que isso não passe, da maneira que se propõe, aumentando as condições de se fazer o aborto no País.“Sendo o aborto provocado a interrupção da vida veda-o à Constituição.” Portanto, a Constituição do nosso País é absolutamente contrária a esse procedimento. Vê-se que é impossível assegurar simultaneamente a inviolabilidade da vida humana e o aborto provocado.

O novo Código Civil, no seu artigo 2º, garante a personalidade civil da pessoa, que começa no nascimento com vida. Mas a Lei, segundo o Código Civil, põe a salvo, e aí está a Lei, Presidente, a Lei põe a salvo desde a concepção os direitos do nascituro. Os direitos do nascituro: direitos à herança, filiação, direito à assistência, adoção e tantos outros, receber curadoria e todos os outros direitos previstos lhe são garantidos ainda no ventre, segundo a nossa Lei.

Eu estou falando aqui como um simples, e ainda, estudante, apesar de formado ser, de estudar o Direito já há algum tempo, e me considero apenas um estudante ainda, Presidente. Mas a lei não nos deixa mentir e contra ela nós não podemos simplesmente, por opiniões pessoais, tergiversar.

A lei é clara. O Brasil subscreveu a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, conhecida como Pacto de São José de Costa Rica, em 1992: “Neste momento, toda a pessoa tem direito de que se respeite a sua vida”, diz o pacto a que o Brasil se fez consignado. “Esse direito deve ser protegido pela lei, desde o momento da concepção”, diz o Pacto de São José.

Que discurso é esse hoje que o Brasil defende em que a minoria defende o aborto? Diga-se de passagem, 87% da população brasileira é contrária ao aborto e a favor da vida. A minoria da população defende não só que se aprove o aborto no Brasil e, mais do que isso, que rasguem a lei; que nos, que lutamos pela democracia tantos e tantos anos, façamos uma fogueira com a Constituição, Presidente. Nós não podemos permitir. Estou falando de lei.

O Brasil consignou todos os tratados internacionais. Eu poderia falar aqui das teses científicas que reconhecem o embrião, que reconhecem o início da vida no momento da concepção, teses que são absolutamente marcadas pelas provas científicas e que tentam, no decorrer dos anos, por aqueles que defendem o aborto, fazer com que essas teses caiam no descaso dizendo que na verdade, na concepção, ainda não há ser humano e sim, depois de algum tempo de vida e, portanto, o aborto seria aceitável em um determinado tempo. Ora! Nem mesmo cientistas conseguem rebater a tese científica de que a vida começa com a concepção.

Há as alegações de que a possibilidade da mulher realizar o aborto seria uma forma de defendê-la, sob a alegação de que o corpo pertence a ela. Nós, defensores da vida, voltamos a dizer: nós concordamos. O corpo dela pertence a ela, mas aquela criança não é corpo dela. É um novo ser, uma nova vida, novo DNA, uma nova expectativa sendo formada. O que nós aqui queremos defender, sob a luz da lei, é que aqueles que defendem o aborto respondam a seguinte pergunta: por que o Estado não pode cuidar dessas vidas?

Qual a diferença de uma mãe insolvente, incapaz de cuidar do seu filho, no momento do desespero ao cortar o cordão umbilical, jogá-lo em uma lata de lixo e quando o Estado vai nessa lata de lixo, casos que nós muitas vezes já vimos, recolhe aquela criança ainda com vida, reconhece que a mãe não tem mais capacidade de cuidar, não tutela aquela vida? É vida, porque a mãe ao fazer nascer não quis mais. Por que o Estado pode tutelar ali e não quando ainda no ventre? O que liga e o que desliga o direito e o dever de o Estado tutelar é o cordão umbilical?

Volto a dizer e a desafiar aqueles que defendem o aborto: tanto no debate científico quanto no debate jurídico, não há o menor sentido aprovar isso se o Estado fizesse o seu papel tutelador. Termino minha fala, Presidente, fazendo, porque é um dia de celebração, mas um desafio: se perguntássemos por que, no horário das oito, nove, dez, 11, meia-noite, nunca vimos ao vivo uma cena de aborto? Porque ela é violenta demais e ninguém é capaz de encará-la de frente. O que queremos fazer é um debate sobre a responsabilidade do Estado em fazer com que a lei seja cumprida.

Em homenagem a esta semana, amanhã, no primeiro e no segundo expedientes, pretendo, se tiver condições de fazê-lo, trazer outros argumentos, não mais jurídicos tão somente, que defendam, que façam com que a nossa semana seja cada vez mais cheia de frutos. Em defesa da vida, em defesa dos inocentes, em defesa das mães, em defesa daqueles que merecem viver!

Entre aspas
"Por que o Estado pode tutelar ali e não quando ainda no ventre? O que liga e o que desliga o direito e o dever de o Estado tutelar é o cordão umbilical?"

Fonte: MarcioPacheco

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Como é fecundado o óvulo humano?


Nota do Blog: Ha tanto tempo a fecundação segue praticamente a mesma viagem e até hoje a maioria daqueles que passam por estas trilhas não a conhecem, não tem noção do caminho percorrido e por isto, por ser ignorante se volta contra a concepção apoiando ensinos nefastos e assassinos. Por não saber, o homem está destruindo a humanidade. Eis ai uma aula de como é a Fecundação do óvulo Humano.

A fecundação é o fenômeno biológico pelo qual o óvulo e o espermatozóide se juntam dando origem a um novo ser humano. O óvulo, uma vez libertado, avança pela trompa de Falópio. Cerca de 12 a 24 horas depois da ovulação, encontra-se em lugar adequado para ser fecundado. Neste momento, podem chegar até junto dele entre 300 a 500 esperrnatozóides, a célula germinal masculina produzida no testículo – no entanto apenas um entra no óvulo. Logo que entra um espermatozoide, a permeabilidade do óvulo modifica-se tornando-se impermeável para os restantes espermatózoides. O espermatozóide que penetrou permuta o seu material genético com o óvulo, completando-se assim os 46 cromossomas.

Aproximadamente às 30 horas depois da fecundação, produz-se a primeira divisão deste novo ser que posteriormente se converte nuns embrião de três células, denominado mórula, e que continua a dividir-se até ter, aos três dias, aproximadamente. 12 a 16 células, atingindo aos quatro dias a fase de mórula avançada. Aos cinco dias da fecundação começa a entrar líquido no óvulo formando-se uma cavidade, o blastocelo, que dará lugar ao blastocito, que avança pela trompa até ao útero, onde chega pelo sexto ou sétimo dia, para se implantar na mucosa uterina.

(in La reprodución Humana y su Regulación, de Justo Aznar Lucea e Javier Martínez de Marigorta)

Justo Aznar Lucea. Doutorado em Medicina com Prémio Extraordinário. Chefe do Departamento de Biopatologia Clínica e Coordenador da Universidade de Investigação Bioquímica, do Hospital La Fé de Valência (Espanha).

Javier Martínez de Marigorta. Doutorado em Medicina e Cirurgia. Membro da Sociedade Valenciana de Bioética.

Fonte: Vida aaldeia.net

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Partidários do ABORTO não merecem seu voto, eles não cuidarão do Povo!

Político ou partido que esteja atrelado ao ABORTO não merece seu voto.  Pois quem deseja aborto não se interessa pelo bem-estar da vida de ninguém, não possui anseios ou preocupações de melhorar os governados. O princípio do cuidado (que é obrigação do homem público) é valorizar primeiramente a vida, se isto não é feito, certamente não valorizará mais nada, pois nada existirá se a vida não existir. Veja que não haverá uma boa política administrativa para a liberdade, a moral, educação, cultura e saude.

Um inegável indicador de um bom administrador é seu interesse pelo bem viver dos seu povo. Um político pró-aborto não está interessado na vida, no bem viver e não quer saber nem de velório, enterro ou cuidados que a criatura abortada merece, ele não se interessa nem pela mãe enganada, sofrida e problemática. Um abortista quer apenas poder e isto é provado.


O povo deve ser respeitado e ouvido, se sua maioria por acaso rechaçar alguma atitude, o Administrador deve ser o primeiro a seguir a regra e não impor seu desejo mesquinho. Pense agora, seu Candidato é pró-Aborto? Veja que não basta ele dizer, pesquise sua caminhada e veja principalmente seu partido que é o dono do mandato. 


NÃO VOTE EM PARTIDO PRÓ-ABORTO, SEJA VIVO!!!!
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