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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Senado garante reajustes a servidores, mas avança para barrar supersalários
O Senado aprovou em 2016 uma série de reajustes para servidores públicos. Mas o destaque do ano foi o avanço de propostas para acabar com os chamados supersalários no funcionalismo. Também ganhou força a discussão em torno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 62/2015, que põe fim à vinculação automática entre remunerações recebidas por agentes públicos, o chamado “efeito cascata”.
Para dar efetividade ao limite de remuneração imposto pela Constituição aos agentes públicos, aposentados e pensionistas da União, estados, Distrito Federal e municípios, o Plenário acatou três projetos da Comissão Especial do Extrateto, entre eles o PLS 449/2016. O texto determina que os rendimentos recebidos não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos ministros do Supremo Tribunal Federal (atualmente R$ 33,7 mil).
O projeto, que seguiu para a Câmara dos Deputados, determina que devem ser observados ainda os limites do subsídio do governador nos estados e no Distrito Federal, bem como no Ministério Público e na Defensoria Pública; o subsídio dos deputados estaduais e distritais, no âmbito do Poder Legislativo, dos Tribunais de Contas e respectivo Ministério Público; o subsídio dos desembargadores do Tribunal de Justiça, no Poder Judiciário; e nos municípios, o subsídio do prefeito.
O limite de rendimentos aplica-se ao somatório das verbas recebidas por uma mesma pessoa, ainda que provenham de mais de um cargo ou emprego, de mais de uma aposentadoria ou pensão, ou de qualquer combinação possível entre esses rendimentos, inclusive quando originados de fontes pagadoras distintas.
Os projetos foram relatados pela senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), que esteve reunida com os presidentes dos demais Poderes para tratar do tema. De acordo com a senadora, os textos aprovados pelo Senado são fruto de consenso, o que deve facilitar sua tramitação na Câmara.
Para o presidente do Senado, Renan Calheiros, o projeto dos supersalários tem o mérito de conectar o Parlamento às expectativas da população.
— Não tem sentido, em um pais desigual como o Brasil, que pessoas continuem ganhando até R$ 200 mil por mês. Isso é um acinte que não pode continuar a acontecer. E a receptividade, como vocês viram, foi muito grande. O povo brasileiro não quer conviver com essa monstruosidade - disse o presidente do Senado em entrevista aos veículos de comunicação da Casa.
Efeito cascata
Em 2016, o Plenário do Senado começou a discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 62/2015 que põe fim à vinculação automática entre remunerações recebidas por agentes públicos, como parlamentares e ministros dos tribunais superiores.
A proposta, que voltará à discussão em fevereiro de 2017, após o recesso parlamentar, visa impedir o chamado efeito cascata nos reajustes dos subsídios sobre outras categorias do serviço público em todos os níveis da Federação.
Exatamente por isso o Senado também deixou para o próximo ano o projeto de lei que aumenta o salário de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), e, como consequência, o novo teto do funcionalismo público. O texto (PLC 27/2016) eleva os subsídios mensais dos ministros em 16,38%, dos atuais R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil a partir de janeiro de 2017.
Leia mais aqui
Fonte: Agência Senado
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Servidores do Rio invadem Assembleia Legislativa em ato contra cortes
"Policiais e bombeiros do RJ invadem a Alerj em protesto contra cortes do governo Pezão
Alguns manifestantes que estavam protestando na escadaria da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), arrancaram os tapumes que estão diante do Palácio Tiradentes no começo da tarde desta terça-feira (8). Houve correria, e alguns manifestantes tiveram acesso ao plenário da assembleia e subiram na mesa da presidência da casa. Manifestantes que protestam contra pacote de ajustes chegaram depredar salas do Palácio Tiradentes. Grupo de parlamentares teria se refugiado no subsolo do edifício."
Alguns manifestantes que estavam protestando na escadaria da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), arrancaram os tapumes que estão diante do Palácio Tiradentes no começo da tarde desta terça-feira (8). Houve correria, e alguns manifestantes tiveram acesso ao plenário da assembleia e subiram na mesa da presidência da casa. Manifestantes que protestam contra pacote de ajustes chegaram depredar salas do Palácio Tiradentes. Grupo de parlamentares teria se refugiado no subsolo do edifício."
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Câmara de Vereadores de Montes Claros fica uma semana inteira sem trabalhar
Por conta das comemorações do dia de Finados e do dia do Servidor Público, os serviços Parlamentares e Administrativos da Câmara de Vereadores de Montes Claros ficam inoperantes por uma semana inteira, entre os dias 2 a 6 de novembro. Pelo jeito, caso o cidadão montesclarense precisar do Legislativo durante esta semana, ele não logrará êxito.
Lembrando que estes dias serão contados como trabalhados e nenhum funcionário ou vereador terá seu contra-cheque alterado por isto. Mas a população sim, terá um prejuízo. Enquanto isto, no mundo real, nenhuma Empresa do setor privado costuma liberar seus funcionários utilizando os mesmos parâmetros. #Faltadevergonha
Lembrando que estes dias serão contados como trabalhados e nenhum funcionário ou vereador terá seu contra-cheque alterado por isto. Mas a população sim, terá um prejuízo. Enquanto isto, no mundo real, nenhuma Empresa do setor privado costuma liberar seus funcionários utilizando os mesmos parâmetros. #Faltadevergonha
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| http://177.101.38.2/index.php/component/k2/item/677-comunicado |
quarta-feira, 16 de março de 2016
Senado aprova Lei de Responsabilidade das Estatais
SÃO PAULO (Reuters) - O Senado aprovou na terça-feira projeto conhecido como Lei de Responsabilidade das Estatais, estabelecendo um estatuto jurídico a empresas públicas e de economias mistas e definindo regras para sua atuação.
O projeto ainda precisa ser votado na Câmara dos Deputados para então ser encaminhado à sanção presidencial.
A proposta abrange todas as empresas públicas e sociedades de economia mista que explorem atividade econômica da União, Estados, municípios e Distrito Federal, incluindo as que exploram atividade econômica sujeita a regime de monopólio da União.
Fonte: Reuters
O projeto ainda precisa ser votado na Câmara dos Deputados para então ser encaminhado à sanção presidencial.
A proposta abrange todas as empresas públicas e sociedades de economia mista que explorem atividade econômica da União, Estados, municípios e Distrito Federal, incluindo as que exploram atividade econômica sujeita a regime de monopólio da União.
Fonte: Reuters
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