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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Itália, nova derrota da esquerda

A ânsia de reformas da União Europeia acaba de sofrer mais uma derrota. Desta vez na Itália. Em referendo popular, os italianos acabam de opor seu veto à intenção do governo de centro-esquerda de reformar a Constituição. Reforma que seria nitidamente uma torção totalitária na forma de conduzir o governo do país. O voto popular entre o SÌ, que aprovaria a reforma, e o NO, que a recusaria, escolheu o NO com 60%. O SÌ obteve apenas 40%. O comparecimento às urnas foi grande – 70% –, assinalando assim o desejo decisivo de se opor à reforma. Com tal resultado, o primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi se viu obrigado a renunciar. A Itália deverá formar novo governo.

Tal como acontece com os seus homólogos brasileiros, os políticos italianos, para melhor impor seus ditames, têm pressa em mudar as estruturas do país. Pressionados pelos dirigentes euro-socialistas da União Europeia (UE), eles julgaram que a opinião pública estava desatenta e convocaram o referendo. Segundo seus cálculos, os eleitores não compareceriam ao voto, ou aprovariam o que o governo quisesse. E o que o governo desejava com essa mudança era menosprezar a vontade popular, dando mais poderes aos deputados e ao governo. O Senado seria praticamente suprimido, e os poderes da Câmara inflados.

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Fonte: Abim

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Oposición venezolana se moviliza hacia el Poder Judicial para presionar por el referendo

La oposición venezolana buscará este miércoles aumentar la presión por un referendo revocatorio contra el presidente Nicolás Maduro con nuevas movilizaciones que pondrán a prueba una vez más su poder de convocatoria en medio del creciente malestar social.

Acogiendo un llamamiento del excandidato presidencial Henrique Capriles, los opositores marcharán hacia los tribunales en una veintena de ciudades para rechazar una decisión judicial que restringe las protestas frente a las sedes del Consejo Nacional Electoral (CNE), ante el cual se tramita el revocatorio.

“Vamos a decirles que todas las decisiones que están tomando son contra el pueblo y a exigirles que cumplan la Constitución”, dijo Capriles en la noche del martes.
En Caracas, la movilización será hacia el tribunal que ordenó a la fuerza pública resguardar las instalaciones del CNE de “protestas no autorizadas”, al fallar a favor de un recurso de trabajadores de esa entidad.

El 10 y 17 de mayo, unos partidarios de la coalición Mesa de la Unidad Democrática (MUD) -que controla el Parlamento- intentaron sin éxito marchar hacia la sede central del CNE en Caracas. Fueron bloqueados por piquetes policiales y militares, desatándose escaramuzas. Su objetivo era exigir al CNE no dilatar la revisión de unas firmas entregadas el 2 de mayo para activar el referendo, primer paso de un largo y complejo proceso para revocar el mandato de Maduro. El CNE señaló que esa fase culminará el 2 de junio.

Fonte: EPV

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Em Referendo, Suiços recusam implementação de Sistema de saúde pública


Em um referendo cujo resultado oficial foi apurado neste domingo (28), 61,9% da população suíça rejeitou uma reforma proposta por partidos de centro-esquerda para a implementação de um sistema de saúde pública no país, que acabaria com o atual sistema de saúde privado vigente desde 1994, substituindo as mais de 60 seguradoras privadas existentes no país por uma organização pública.

Trata-se da terceira tentativa de reforma do atual sistema (no qual os cidadãos suíços são obrigados a contratar um plano da saúde privado) em menos de 10 anos – a primeira foi em 2005. Para os defensores da proposta derrotada, o sistema atual seria muito caro e desvantajoso para os consumidores, pois não haveria concorrência real entre as seguradoras. Um dos argumentos utilizados foi o de que seria possível economizar até 350 milhões de francos (quase R$900 mi) com a estatização, reduzindo-se a despesa total da saúde em 10% ao longo dos próximos anos.

Os opositores da iniciativa, por sua vez, argumentam que a Suíça tem um dos sistemas de saúde mais bem-sucedidos do mundo, e que, com a estatização, a falta de liberdade dos cidadãos para escolher uma seguradora de saúde resultaria em uma organização burocrática. Foi essa a opinião defendida pela maioria dos partidos políticos, bem como pelo atual governo e pela comunidade empresarial.

Fonte: Spotniks
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