A revista Veja foi condenada a publicar na capa de sua próxima edição a resposta do senador e candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro Marcelo Crivella (PRB-RJ) à reportagem divulgada na semana passada sobre sua detenção em 1990. A decisão é do juiz Marcello Rubioli, coordenador da fiscalização eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro.
Leia o restante aqui
Fonte: Conjur
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sexta-feira, 28 de outubro de 2016
terça-feira, 31 de maio de 2016
Presidente do Bradesco é indiciado pela Polícia Federal
O presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, foi indiciado pela Polícia Federal em mais um desdobramento da Operação Zelotes, que investiga a compra de decisões no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). As ações do Bradesco passaram a cair fortemente nesta terça depois da notícia do indiciamento.
Ao site de VEJA, a assessoria de imprensa do Ministério Público Federal (MPF) do Distrito Federal confirmou que recebeu o inquérito elaborado pela polícia relativo ao Bradesco nesta terça-feira. O documento pede o indiciamento do presidente do Bradesco e de outras nove pessoas investigadas na Zelotes. O próximo passo será a apresentação de uma denúncia à Justiça Federal.
As apurações mostraram que o grupo suspeito de corromper integrantes do Carf conversou com executivos do banco sobre um "contrato" para anular um débito de 3 bilhões de reais com a Receita Federal, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo.
Em relatório, a PF já havia apontado que Trabuco e outros dois executivos da instituição se encontraram com emissários da organização criminosa para discutir a atuação no órgão. Os indiciamentos são pelos crimes de tráfico de influência, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O MPF não soube informar por quais crimes a PF indiciou Trabuco e se havia outros funcionários do banco indiciados.
Fonte: Veja
Ao site de VEJA, a assessoria de imprensa do Ministério Público Federal (MPF) do Distrito Federal confirmou que recebeu o inquérito elaborado pela polícia relativo ao Bradesco nesta terça-feira. O documento pede o indiciamento do presidente do Bradesco e de outras nove pessoas investigadas na Zelotes. O próximo passo será a apresentação de uma denúncia à Justiça Federal.
As apurações mostraram que o grupo suspeito de corromper integrantes do Carf conversou com executivos do banco sobre um "contrato" para anular um débito de 3 bilhões de reais com a Receita Federal, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo.
Em relatório, a PF já havia apontado que Trabuco e outros dois executivos da instituição se encontraram com emissários da organização criminosa para discutir a atuação no órgão. Os indiciamentos são pelos crimes de tráfico de influência, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O MPF não soube informar por quais crimes a PF indiciou Trabuco e se havia outros funcionários do banco indiciados.
Fonte: Veja
quinta-feira, 31 de março de 2016
STF confirma liminar e Moro continua sem processo de Lula na Lava Jato
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmaram nesta quinta-feira decisão individual do relator da Operação Lava Jato na corte, Teori Zavascki, e mantiveram momentaneamente em Brasília a investigação em que o ex-presidente Lula foi grampeado no escândalo do petrolão. O veredicto de hoje afirma que cabe ao Supremo, e não a um juiz de primeira instância, decidir quem é competente para analisar o processo do petista em que autoridades com foro privilegiado, como a presidente Dilma, também são citadas.
Na prática, a decisão do STF deixa por ora o juiz federal Sergio Moro longe de todas as investigações envolvendo o petista e os grampos e mantém sob sigilo as conversas telefônicas em que o ex-presidente foi monitorado. Segundo Zavascki, o material investigatório de Lula e com as autoridades com foro já foi recebido pelo Supremo.
Fonte: Veja
Na prática, a decisão do STF deixa por ora o juiz federal Sergio Moro longe de todas as investigações envolvendo o petista e os grampos e mantém sob sigilo as conversas telefônicas em que o ex-presidente foi monitorado. Segundo Zavascki, o material investigatório de Lula e com as autoridades com foro já foi recebido pelo Supremo.
Fonte: Veja
sexta-feira, 26 de junho de 2015
PF deflagra 2ª fase de operação que investiga governador de Minas
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira a segunda fase da Operação Acrônimo. Policiais cumprem mandados em Brasília, Minas Gerais e São Paulo. Por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), não serão divulgados detalhes da operação.
A Acrônimo tramita no STJ porque envolve o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). Há suspeitas de que a campanha dele ao governo do estado em 2014 tenha recebido dinheiro do esquema operado pelo empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, colaborador de campanhas do PT. Agentes cumprem mandados de busca e apreensão no escritório da agência de comunicação Pepper, que presta serviços ao PT, em Brasília.
Fonte: Veja.com
sexta-feira, 20 de março de 2015
Marco Antônio Villa: "Dilma não comerá o peru de Natal no Palácio do Planalto"
"O colunista de VEJA Marco Antonio Villa aposta que Dilma não termina o ano na Presidência da República. E, inspirado pelos ganhos de José Dirceu, lança o programa social "Minha cela, minha consultoria". "Se o doleiro Youssef falar na CPI da Petrobras, Dilma cai", afirma o historiador. "
terça-feira, 17 de março de 2015
João Vaccari é o Delúbio Soares da vez. PT ensaia distanciamento do culpado.
Embora em público a presidente Dilma Rousseff afirme que não acredita que o indiciamento do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, tenha reflexos sobre o governo, nos bastidores o partido já desenha uma estretégia para se descolar de Vaccari. Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o governo e a cúpula do partido pressionam o tesoureiro a deixar o cargo. Em conversas reservadas, dirigentes do PT dizem que a situação de Vaccari é "insustentável". O roteiro faz lembrar a tática adotada pelo partido em 2005, no auge do mensalão: na ocasião, a sigla expulsou o tesoureiro Delúbio Soares para tentar acalmar a opinião pública. Mas em julho de 2011 o ex-tesoureiro foi readmitido nos quadros partidários do PT, numa estratégia adotada pelo partido para limpar a imagem dos envolvidos no esquema, com vistas ao julgamento no Supremo Tribunal Federal, que se aproximava. Não deu: Delúbio acabou condenado por corrupção ativa e hoje cumpre pena em regime aberto.
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Fonte: Veja.com
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Como identificar um canalha político. Ou: A imprensa petistófila quer calar os descontentes com o governo Dilma
Por Reinaldo Azevedo
Quer identificar um canalha político, leitor amigo? Há muitos caminhos. Eu exponho aqui um dos critérios. Pode não detectar todos os canalhas do país, mas os que forem pegos nas suas malhas são, com absoluta certeza, canalhas.
O canalha é, sim, favorável à criação dos, como é mesmo?, conselhos populares para aparelhar a administração federal. A propósito: nesta segunda, a ex-ministra do Planejamento em atividade — uma categoria nova inventada por Dilma Rousseff —, Miriam Belchior, voltou a defender a sua criação, negando que sejam uma forma de bolivarianização do país.
Nota: eles são, sim, uma forma de bolivarianização do país — a nosso modo: uma coisa, assim, mais light; um autoritarismo que costumo chamar de liofilizado, desidratado… Quem sabe um dia venha a água quente de uma baita crise para a socialistada toda partir para o pau, né? Enquanto não chega essa hora, caso os conselhos sejam criados, os companheiros ficariam lá, aboletados na máquina pública, ocupando o lugar que não lhes pertence, já que não foram eleitos para governar.
“Reinaldo, essa é uma forma indireta de chamar a ministra de canalha?” Não! Eu nunca sou ambíguo nem oblíquo. Quando quero chamar de canalha, chamo, arcando com as consequências. Apenas a defesa dos conselhos não torna ninguém um canalha — pode ser um fã do autoritarismo político, mas ainda não é um canalha.
Quer identificar um canalha político, leitor amigo? Há muitos caminhos. Eu exponho aqui um dos critérios. Pode não detectar todos os canalhas do país, mas os que forem pegos nas suas malhas são, com absoluta certeza, canalhas.
O canalha é, sim, favorável à criação dos, como é mesmo?, conselhos populares para aparelhar a administração federal. A propósito: nesta segunda, a ex-ministra do Planejamento em atividade — uma categoria nova inventada por Dilma Rousseff —, Miriam Belchior, voltou a defender a sua criação, negando que sejam uma forma de bolivarianização do país.
Nota: eles são, sim, uma forma de bolivarianização do país — a nosso modo: uma coisa, assim, mais light; um autoritarismo que costumo chamar de liofilizado, desidratado… Quem sabe um dia venha a água quente de uma baita crise para a socialistada toda partir para o pau, né? Enquanto não chega essa hora, caso os conselhos sejam criados, os companheiros ficariam lá, aboletados na máquina pública, ocupando o lugar que não lhes pertence, já que não foram eleitos para governar.
“Reinaldo, essa é uma forma indireta de chamar a ministra de canalha?” Não! Eu nunca sou ambíguo nem oblíquo. Quando quero chamar de canalha, chamo, arcando com as consequências. Apenas a defesa dos conselhos não torna ninguém um canalha — pode ser um fã do autoritarismo político, mas ainda não é um canalha.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Filha de ex-diretor fez negócios suspeitos com Petrobras
| Paulo Roberto Costa |
Uma das filhas do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, Arianna Bachmann, é suspeita de se beneficiar com "informações privilegiadas" em contratos de venda de móveis para empresas contratadas da estatal. Dois contratos, que somam mais de 5 milhões de reais, são referentes ao mobiliário comprado em 2009 para as novas unidades do Centro de Pesquisa da Petrobras (Cenpes) – inaugurado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2010 –, obra alvo da Lava Jato e do Ministério Público do Rio de Janeiro. Em um documento apreendido pela Polícia Federal no computador da Costa Global, Arianna recebe orientações de uma mulher que assina "Crica".
Ela apresenta dados sobre o mobiliário esperado para a unidade. "O teor da mensagem sugere que Crica esteja apontando fragilidades observadas no mobiliário exposto para apreciação, por funcionários da Petrobras, visando o projeto de ampliação do Cenpes", registram os analistas da Polícia Federal. Crica, segundo a PF, apresenta "itens a serem abordados" no encontro com representantes da estatal, "proporcionando à Arianna o acesso a informações privilegiadas". A filha do ex-diretor, que também foi alvo da Lava Jato, atuava na época como representante de duas empresas de móveis para escritórios.
"Convém ressaltar que Arianna é representante das empresas" que fecharam contrato, "ambas do ramo de mobiliários para edificações e interessadas no fornecimento de produtos para o projeto", registra a analise pericial. Eles abriram os arquivos dos computadores da empresa de Costa, no Rio, onde a filha trabalhava com ele.
Segundo a Polícia Federal, "Crica" pode ser Maria Cristina Nogueira de Sá Pikielny, uma das proprietárias da Italma (Multiflex do Brasil Comércio de Móveis), que é representada pela filha do delator da Lava Jato. São pelo menos cinco arquivos com dados sobre contratos de fornecedoras ou subcontratadas da Petrobras, a maior em específico para mobília das novas unidades do Cenpe.
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Fonte: Veja.com
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Crime na Petrobras: Dilma e Lula sabiam de tudo e se beneficiaram do esquema
A revista diz “o doleiro Alberto Youssef, caixa do esquema de corrupção da Petrobras, revelou a Polícia Federal e ao Ministério Público na última terça- feira (21 ), que Lula e Dilma Rousseff tinham conhecimento das tenebrosas transações na estatal”. Em determinado momento de sua conversa com a Polícia Federal, Youssef teria sido questionado sobre o envolvimento das autoridades brasileiras: “O Planalto sabia de tudo!”, respondeu o doleiro. Mas quem no Planalto?”, perguntou o delegado.”Lula e Dilma”, completou Youssef. A revista revela ainda que Alberto Youssef operou contas secretas do PT mantidas em paraísos fiscais. A revista Veja teve acesso a informações coletadas pelos interrogadores. As evidências das operações estão reservadas em um arquivo com 10 mil notas fiscais ainda não colocado à disposição da Polícia Federal. A expectativa é que esse arsenal de informações englobe também provas que incriminem João Vaccari Neto, tesoureiro do PT.
Fonte: http://www.bahiapolitica.com.br/revista-veja-lula-e-dilma-sabiam-de-todo-esquema-de-corrupcao-da-petrobras/
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
PSDB reúne provas para pedir cassação das candidaturas de Dilma e Pimentel
Por Laryssa Borges, na VEJA.com:
Depois de anunciar que acionarão a Justiça por uma investigação rigorosa sobre indícios da utilização dos Correios em benefício da campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, e o candidato tucano ao governo de Minas Gerais, Pimenta da Veiga, começaram a reunir provas para pedir a cassação dos registros de candidatura da petista e do candidato do PT ao governo de Minas, Fernando Pimentel.
Os tucanos vão recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido de investigação judicial eleitoral e ao Ministério Público Federal para que as duas instituições apurem se os Correios boicotaram deliberadamente o envio de malotes de campanha de Aécio como forma de favorecer a presidente-candidata na corrida presidencial.
As denúncias levantadas pelos tucanos levam em conta depoimentos de eleitores que não receberam material de campanha de Aécio mesmo após o candidato ter contratado o serviço, no dia 25 de agosto. Neste contrato, estava prevista a distribuição de 5.634.000 santinhos de Aécio no interior de Minas, base de apoio do candidato e colégio eleitoral considerado prioritário para a candidatura tucana. Pelo documento, os kits de campanha deveriam ser entregues até o dia 10 de setembro e, em alguns casos, a 100% da população de cidades pequenas e médias em Minas, como o município de Esmeraldas, com cerca de 60.000 habitantes.
O corpo jurídico da campanha de Aécio já conseguiu mapear pelo menos 1.000 endereços, contratados como destino dos malotes pelo tucano, em que eleitores confirmam que não receberam nenhum material de campanha do PSDB.
Leia mais aqui
Fonte: Reinaldo Azevedo
Depois de anunciar que acionarão a Justiça por uma investigação rigorosa sobre indícios da utilização dos Correios em benefício da campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, e o candidato tucano ao governo de Minas Gerais, Pimenta da Veiga, começaram a reunir provas para pedir a cassação dos registros de candidatura da petista e do candidato do PT ao governo de Minas, Fernando Pimentel.
Os tucanos vão recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido de investigação judicial eleitoral e ao Ministério Público Federal para que as duas instituições apurem se os Correios boicotaram deliberadamente o envio de malotes de campanha de Aécio como forma de favorecer a presidente-candidata na corrida presidencial.
As denúncias levantadas pelos tucanos levam em conta depoimentos de eleitores que não receberam material de campanha de Aécio mesmo após o candidato ter contratado o serviço, no dia 25 de agosto. Neste contrato, estava prevista a distribuição de 5.634.000 santinhos de Aécio no interior de Minas, base de apoio do candidato e colégio eleitoral considerado prioritário para a candidatura tucana. Pelo documento, os kits de campanha deveriam ser entregues até o dia 10 de setembro e, em alguns casos, a 100% da população de cidades pequenas e médias em Minas, como o município de Esmeraldas, com cerca de 60.000 habitantes.
O corpo jurídico da campanha de Aécio já conseguiu mapear pelo menos 1.000 endereços, contratados como destino dos malotes pelo tucano, em que eleitores confirmam que não receberam nenhum material de campanha do PSDB.
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Fonte: Reinaldo Azevedo
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