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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Monarquia. São Venceslau, o príncipe santo

Governou com tanta justiça e brandura que com pouco tempo conquistou o coração do povo que o amava e por ele era concretamente amado

O santo que nos ensina com sua opção pelo Reino de Deus e de vida constante na luta para a santidade, é o príncipe Venceslau. Sua história se entrelaça com a vida e fé da família real. Nasceu em 907. Seu pai, Vratislau, era duque da Boêmia.

O pai e sua avó eram cristãos fervorosos, ao passo que sua mãe era uma pagã ambiciosa e inimiga da religião. São Venceslau foi educado pela avó (Ludmila), por isso cresceu religioso e muito caridoso para com os pobres, enquanto seu irmão educado pela mãe (Boleslau) tornou-se violento e ambicioso.

Com a morte do pai e pouca idade do santo herdeiro, a mãe má intencionada assumiu o governo. Sendo assim tratou de expulsar os missionários católicos. O povo revoltado, juntamente com os nobres pressionaram o príncipe para assumir o governo e com o golpe de estado Venceslau assumiu em 925.

Nos oito anos de reinado, Venceslau honrou a fama de “O príncipe santo”. Logo que assumiu o trono, tratou de construir igrejas, mandou regressar os sacerdotes exilados, abriu as fronteiras aos missionários da Suábia e da Baviera. Venceslau governou com tanta justiça e brandura que com pouco tempo conquistou o coração do povo que o amava e por ele era concretamente amado: protetor dos pobres, dos doentes, dos encarcerados, dos órfãos e viúvas. Verdadeiro pai.

Este homem que muito se preocupou com a evangelização do povo a fim de introduzir todos no “sistema de Deus”, era de profunda vida espiritual mas, infelizmente, odiado pelo irmão Boleslau e pela mãe, que além de matar a piedosa sogra – educadora do santo -, concordou com a trama contra o filho.

Quando nasceu o primogênito de Boleslau, São Venceslau foi convidado para um solene banquete onde foi pensando na reconciliação de sua família. Tendo saído para estar em oração, na capela real, foi apunhalado pelo irmão e pelos capangas dele. Antes de cair morto, São Venceslau pronunciou: “Em tuas mãos, ó Senhor, entrego o meu espírito”. Isto ocorreu em 929.

São Venceslau, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova


São Wenceslau, duque e mártir

Esteio da expansão do Catolicismo na Boêmia, coroou com seu sangue uma existência de autêntico príncipe cristão



O antigo Ducado da Boêmia constituíra-se pela aglutinação de vários povos bárbaros na região, com predominância dos eslavos. A partir do século VII, começou a evangelização dessa nação, mas somente com a organização de um Estado e, depois, com a ascensão ao trono ducal de Borivar, o primeiro Duque cristão da Boêmia, é que o Catolicismo firmou-se e começou a alcançar progressos consideráveis.

O duque Borivar casou-se com Ludmila, princesa piedosa, sagaz e ardente propulsionadora da Fé católica. Não obstante, o duque não impediu seu filho Wratislau de contrair matrimônio com Draomira, princesa pagã, de má índole e totalmente entregue ao culto dos ídolos.

Com a morte do pai, Wratislau continuou o trabalho apostólico de Borivar com grande empenho. Embora Draomira simulasse ter-se convertido, não escapava à sagacidade da duquesa Ludmila a falsidade da nora. Por isto, ao nascer-lhe os filhos Wenceslau (907-935) e Boleslau, pediu a duquesa-mãe licença ao seu filho para educar os dois netos. Draomira, contudo, consentiu na separação do primogênito, conservando consigo Boleslau.

No palácio da avó, em Praga, Wenceslau recebeu sólida formação religiosa e cultural, bem como o aprendizado na carreira das armas, alcançando tal progresso, seja na virtude, seja nas ciências, que chegou a ser reputado um dos melhores príncipes de seu tempo.

Fonte: Catolicismo

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Padre Fábio de Melo afirmou que Religião não deve interferir na questão cível do 'casamento homossexual'.

Padre Fábio diz que Religião não deve interferir na questão cível
Leia o que ele disse: “A gente precisa dividir bem a questão. Uma é a questão religiosa, o posicionamento das religiões, que têm todo o direito de não aceitar, de não ser a favor. É um direito de cada religião. Se você faz parte daquela religião, daquela instituição, você vai submeter-se à regra. Só que há também a questão cível, que não podemos interferir, que não é religiosa, que é o direito de duas pessoas reconhecerem uma sociedade que existe entre elas.” confira aqui o vídeo onde é dito isto.

Então pergunto: 


  • Sendo um Projeto de Lei a ser votado a favor do 'Casamento Gay', como deve votar um Deputado Católico?
  • A Fé deve ser vivida apenas na Igreja? 
  • O 'Casamento Gay' é desfavorável apenas para quem é Religioso? 
  • O que a Igreja prega, não é aproveitável aos outros que não frequentam o Templo?


Penso que o Padre 'inteligentemente' se esquivou de falar exatamente o que a Igreja prega e assim deixou de ser vaiado num programa global. Falar a verdade custa muito, para muitos Católicos custou a vida e para o Padre poderia custar a carreira e o sucesso. Então fica melhor dizer coisas preferíveis aos não-católicos e assim não ser perseguido por dizer a verdade. 

Como é que a Igreja não pode interferir em questões cíveis? que 'inteligência' nova é esta? Então a Igreja deve falar apenas aos seus filhos? isto na verdade é uma extensão do PL122 que queria calar a voz da Igreja e de seus pastores, fazendo crescer o poder da Militância Gaysitas que o Padre deixou um apoio nesta sua fala. Eu não consigo ver outra coisa se não o apoio do Padre a questão do casamento gay. Ele desconversou para se sair bem, mas conseguiu apenas apoiar o homossexualismo e deixar de lado a doutrina da Igreja.

Nunca teremos votações no Congresso onde exista a imparcialidade religiosa. Pois a negação ou a aceitação de determinados Projetos de leis irão enfrentar ou apoiar uma ou outra doutrina. No caso do 'casamento' homossexual, caso os deputados Católicos se absterem, eles estarão fugindo do compromisso de explicitar sua posição que em tese deverão ser baseada e fundamentada na Fé. Caso eles votem a favor do 'casamento', estarão em desacordo com a Fé e em pecado diante de Deus (pecado que faz sofrer uma sociedade). Se votar segundo a sua Fé, estará em desacordo com o Padre Fábio

Existem seitas 'religiões' que defendem o 'casamento' gay. Então como deve votar um deputado que frequenta esta seita? ele vai votar segundo sua fé e ferir publicamente seus pastores? o que ele terá como resposta?

Como ficam as demais votações que se apresentam no Congresso? Caso algum Partido apresente proposta de liberação da Maconha, como deverá votar um integrante de alguma religião onde esta seja contra o uso de entorpecentes? Como deverá votar um Católico quando se apresentarem Projetos de leis a favor da Pedofilia? 

O Padre defende com as palavras acima um grande 'cala-a-boca' para Igreja e aos Católicos. Fé somente na Igreja e em Casa, nada mais. Ele deve saber que a Constituição brasileira está sob a proteção de Deus, iniciativa de gente mais enérgica do que ele, pessoas que não tiveram vergonha de ser católico e de professar sua Fé.


Fonte: Viver Santamente

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Vereador de Montes Claros-MG, anuncia que está curado de um câncer: “com fé em Deus, iria anunciar a minha cura. E venci o câncer!"

O vereador e agente da Polícia Federal, Cláudio Ribeiro Prates, retoma com mais intensidade ao seu trabalho após quase quatro meses de tratamento para cura de um câncer no abdômen.   Ele conta que, apesar de ter tido possibilidade de tirar licença durante esse período, optou por trabalho, assim destaca: “trabalhei durante esse tempo todo […]

O vereador e agente da Polícia Federal, Cláudio Ribeiro Prates, retoma com mais intensidade ao seu trabalho após quase quatro meses de tratamento para cura de um câncer no abdômen.

Ele conta que, apesar de ter tido possibilidade de tirar licença durante esse período, optou por trabalho, assim destaca: “trabalhei durante esse tempo todo na Polícia Federal e também na Câmara Municipal e entendo que, em partes, a minha cura se deve a essas duas atividades que desempenho. Se ficasse parado, talvez a recuperação não acontecesse como foi”, destaca Prates.

Católico e de muita oração, ele destaca que a solidariedade das pessoas foi o outro aspecto fundamental para a sua recuperação. “A oração e a fé das outras pessoas que se solidarizaram com a minha recuperação nesse momento de luta, foi tão intensa que, sem dúvida, contribuiu para que hoje eu esteja com saúde”, revela.

Apesar de ter recebido o diagnóstico de cura, Cláudio Prates terá que fazer outras três sessões de quimioterapia e 20 de radioterapia.

“Eu disse que, com fé em Deus, iria anunciar a minha cura. E venci o câncer. Estou completamente curado. Agradeço às orações e a solidariedade de todos”



quinta-feira, 5 de julho de 2012

Beata Hildegarda Burjan: Política e mãe de família rumo aos altares


ROMA, 01 Fev. 12 / 10:37 am (ACI).- Em Viena, na Áustria, o Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, o Cardeal Angelo Amato elevou aos altares a Beata Hildegard Burjan, uma mãe de família que se destacou por sua atividade política e de caridade.
Beata Hildegard Burjan - Política
Por ocasião da oração do Ângelus dominical diante dos milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro do Vaticano, o Papa Bento XVI exortou os fiéis a agradecerem a Deus, pelo exemplo de vida da nova Beata.


"Queridos irmãos e irmãs, hoje em Viena é proclamada a Beata Hildegard Burjan, mãe de família secular, que viveu entre o século 1800 e 1900, e foi fundadora da Sociedade das Irmãs da Caritas Socialis. Louvado seja o Senhor por este testemunho do Evangelho!", exclamou.


Hildegard nasceu no seio de uma família judia não praticantes. Em sua juventude, se dedicou a política e se uniu em matrimônio  com um engenheiro judeu húngaro, Alexander Burjan


Em 1909, Hildegard ficou doente devido a um problema grave no rim que estava prestes a levá-la à morte. No hospital, as freiras começaram a orar por sua pobre saúde e ela melhorou.


Hildegard atribuía a cura a um milagre, e assim ela conheceu a Deus, e durante a sua convalescença no hospital, observando o trabalho social que as freiras desenvolveram no hospital e pediu para ser batizada e unir-se à Igreja Católica.


Mais tarde, ela ficou grávida e os médicos sugeriram que ela abortasse o bebê devido aos seus problemas renais. Hildergarda considerou esta sugestão como um assassinato e arriscou sua vida para dar à luz ao bebê, que nasceu em perfeitas condições.


Em 1919, Hildegarda decidiu fundar a Sociedade Caritas Socialis, composta por mulheres dedicadas aos cuidados a assistências de pessoas convalescentes, doentes e insanos. Além disso, também fundou lares para mães solteiras, jovens e mulheres sem lares, e várias agências de distribuição de comida quente para os pobres.


Foi também a primeira mulher a ser membro do Conselho Municipal da Cidade de Viena em 1918 pelo Partido Social Cristão e em 1919 foi deputada pelo mesmo partido no Conselho Nacional da Áustria.


Hildegarda morreu no ano de 1933, aos 50 anos de idade. Seu lema era: "Entregue totalmente Deus e totalmente à humanidade."


Em 1963 o então Bispo da Áustria Franz König iniciou sua causa de beatificação, em 2007 foi declarada venerável e em 2011 foi reconhecido um milagre pela sua intercessão. 


Fonte: ACI Digital
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