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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Bispos da Inglaterra felicitam nova primeira-ministra, Theresa May

O Presidente da Conferência Episcopal de Inglaterra e do País de Gales, Cardeal Vincent Nichols, arcebispo de Westminster, felicitou nesta quinta-feira, 14, Theresa May pela sua nomeação como primeira-ministra do Reino Unido.

Reconhecendo seu sentido de justiça e integridade, o Cardeal Nichols assegurou-lhe as suas orações e a de todos os católicos de Inglaterra e do País de Gales . Ele também demonstrou a sua vontade de continuar trabalhando com a primeira-ministra numa vasta gama de questões ao serviço do bem comum.

O Cardeal Nichols e Theresa May têm um empenho comum, especialmente na luta contra o tráfico humano e escravidão moderna. A nova premier participou na primeira reunião do Grupo da Santa Marta, no Vaticano, em 2014, quando, na presença do Papa Francisco, chefes de polícia de mais de 20 países comprometeram-se em trabalhar com a Igreja na luta contra o tráfico de seres humanos.

Para o Cardeal Nichols, isso não só indica a determinação de May em usar o seu estatuto politico para a proteção das pessoas mais vulneráveis do mundo, mas também a sua vontade de trabalhar com a Igreja Católica nos seus níveis mais elevados.

A nova primeira-ministra assumiu oficialmente o cargo nesta quarta-feira, 13.

Fonte: Canção Nova

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Theresa May assume nesta quarta o posto de primeira-ministra do Reino Unido


Nova primeira-ministra do Reino Unido assume nesta quarta-feira (13) o posto com a responsabilidade de conduzir o processo de saída da União Europeia. Theresa May era secretária de interior do governo de David Cameron e se posicionou contra o Brexit.

Os impactos do resultado do plebiscito dependerão da postura da nova premiê com muita negociação política ou com radicalismo.
O cientista político e professor da Universidade de Columbia, Marcos Troyjo, indicou dois caminhos que podem ser tomados pelo país. "Se a ênfase for apenas em colocar obstáculos a imigração, colocar obstáculos a exposição do trabalhador britânico, isso vai levar Reino Unido a uma situação de recessão bastante duradoura. Agora se o Brexit significar oportunidades de comércio com outras regiões do mundo, será interessante para Reino Unido e positiva até para União Europeia", explicou.


Vida e trajetória política
Assim como Thatcher, Theresa May vem de uma família de classe média-baixa.
Filha de um vigário, nasceu em Sussex (sul da Inglaterra) e foi criada em Oxfordshire, no sudeste do país. Suas duas avós trabalharam como domésticas.
Após frequentar escolas públicas, estudou Geografia na universidade, onde conheceu seu marido Philip, com quem é casada até hoje. Os dois não têm filhos.
Antes de iniciar sua vida política, trabalhou no Banco da Inglaterra.

Eleita ao Parlamento pela primeira vez em 1997, a nova premiê foi a primeira mulher a assumir a presidência do Partido Conservador, em 2002.
Hoje, prestes a completar 60 anos, é uma das pessoas que permaneceu por mais tempo à frente do Ministério do Interior - ocupa o posto desde 2010.

Durante 17 anos, foi uma das poucas mulheres nos altos escalões dos Conservadores - e ficou conhecida por dizer algumas duras verdades sobre seus colegas.

Apesar de ter apoiado a permanência do Reino Unido na União Europeia, May disse que o resultado do plebiscito deve ser respeitado.

Fontes: Jovem Pan,  BBC

sexta-feira, 1 de julho de 2016

A União Européia abandonada pela Inglaterra

O tema em epígrafe, tão noticiado no dia de hoje — e tão chorado copiosamente pelas esquerdas do mundo inteiro —, ganha maior dimensão se considerado na perspectiva da análise feita por Plinio Corrêa de Oliveira no artigo A Federação Europeia à luz da doutrina católica, publicado na revista Catolicismo em fevereiro de 1952. Alguns trechos são transcritos abaixo entre aspas.

Planejava-se, já naqueles idos, a formação de uma Federação Europeia, destinada a ser uma espécie de Estados Unidos da Europa ou algo nos moldes da atual União Europeia (UE). “Um acontecimento imenso” — comentava então o Prof. Plinio —, pois “são nações que desaparecem depois de terem enchido o mundo e a História com a irradiação de sua glória”.

         A retirada da Inglaterra da UE mediante o recente plebiscito popular — que contou com 51,9% contra a permanência na UE e 48,1% a favor — pode ter sido o meio escolhido pelo país para ver-se livre das tirânicas imposições da UE, evitando assim perder suas características, suas tão belas tradições e a enorme riqueza que suas artes e seus valores peculiares encerram.

         No mencionado artigo, o autor prognosticava que a constituição de um só bloco de nações europeias poderia padecer subjugado por ferrenhas mãos de burocratas que ditariam como cada país deveria ou não proceder. Vejamos.

        “Uma Federação que procura passar a esponja sobre tantos séculos de História, evidentemente não pode ser construída só por um grupo de políticos e homens de gabinete, mediante a assinatura de um tratado. […]

         “Assim, pois, resumindo nossa impressão, tudo indica que, exceto uma guerra, nenhum fato natural deterá a constituição da Federação. Tanto mais quanto seus dirigentes já declararam oficialmente que saberão andar passo a passo, montando aos poucos as peças do novo organismo, e começando judiciosamente pelos alicerces”.

Plinio Corrêa de Oliveira, no mesmo texto, trata do perigo que representaria uma Federação Europeia como um plano marxista para a implantação de uma República Universal, cujo governo visaria eliminar as desigualdades justas e harmônicas dos povos, assim como a beleza que há nas sadias características e costumes próprios da alma e da cultura de cada região. Para se constituir tal República Universal, seus dirigentes teriam também o objetivo de fundir as nações num amálgama amorfo e igualitário e suprimir os governos próprios de cada país, bem como suas fronteiras.
Por isso, certamente, a maioria dos britânicos, receando perder algo de sua soberania, já deram “tchau” para a UE.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Reino Unido fora da União Européia - GLOBALISTAS choram #BRExit

Escócia: segundo referendo para a independência é “altamente provável”

Nicola Sturgeon, líder do Partido Nacional Escocês, disse que a hipótese de avançar com um segundo referendo para definir o futuro do país “é altamente provável”. “A minha prioridade é agir no melhor interesse da Escócia. Estou orgulhosa do país e da forma como votámos ontem. Dissemos claramente que não queremos deixar a União Europeia”, afirmou a líder, citada pelo britânico “Guardian”.

Algo semelhante dissera Nicola Sturgeon na madrugada desta sexta-feira, quando começaram a conhecer-se os primeiros resultados do referendo. “Embora os resultados gerais ainda não tenham sido declarados, a votação aqui deixa claro que o povo da Escócia vê o seu futuro como parte da União Europeia (...). Vamos esperar pelo resultado final a nível nacional, mas a Escócia falou - e falou de forma decisiva.”


Fonte: Expresso

Hollande diz que saída britânica da UE é duro teste para Europa

O presidente da França, François Hollande, disse respeitar a decisão britânica de deixar a União Europeia e que as negociações sobre a saída precisam ser rápidas.

Hollande disse ainda que o resultado pela saída representa um sério desafio para a Europa e que o bloco precisa focar em suas prioridades como segurança e defesa, proteção das fronteiras e criação de empregos, assim como reforço da zona do euro.


Fonte: Reuters

Reino Unido decide deixar União Europeia e premiê irá renunciar; mercados desabam

O Reino Unido decidiu em um referendo deixar a União Europeia, forçando a renúncia do primeiro-ministro David Cameron e gerando o maior golpe ao projeto europeu de maior unidade desde a Segunda Guerra Mundial.

Os mercados financeiros globais desabavam nesta sexta-feira após 51,89 por cento dos eleitores britânicos terem apoiado a saída do bloco, que o país participava há mais de 40 anos, contra 48,11 por cento favoráveis à permanência na UE.

A libra chegou a cair 10 por cento ante o dólar, em níveis vistos pela última vez em 1985, por temores de que a decisão possa atingir investimentos na quinta maior economia do mundo, ameaçar o papel de Londres como capital financeira global e gerar meses de incertezas políticas.

Leia mais aqui

Fonte: Reuters

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Duas sondagens dão vitória à permanência do Reino Unido na UE

As urnas no Reino Unido encerraram às 22:00, num dia de votação que, ao que tudo indica, foi muito concorrido. Primeiras sondagens garantem que o país irá permanecer na União Europeia.

Sondagem da YouGov fala em 52% de votos no 'bremain' enquanto um estudo da Ipsos Mori (divulgado pela Reuters) aponta para 54%.

Espera-se que a afluência às urnas seja superior às legislativas de 2015, nas quais votaram 66,1% dos eleitores. Estimativas apontam para uma afluência às urnas de 83,7% dos eleitores. Estavam inscritos para votar 46 499 537 votantes (71,95% da população).

Fonte: DN

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Cameron vai visitar distrito eleitoral de parlamentar britânica assassinada

LONDRES (Reuters) - O primeiro-ministro britânico, David Cameron, vai visitar nesta segunda-feira o distrito eleitoral de uma parlamentar trabalhista, de oposição ao governo, que foi morta em um ataque na quinta-feira, disse a porta-voz do premiê.

Cameron irá se juntar ao líder trabalhista, Jeremy Corbyn, para prestar homenagem a Jo Cox, que morreu após ser baleada e esfaqueada a caminho de um encontro com moradores da região.

Um porta-voz do Partido Conservador, de Cameron, disse que a legenda não irá disputar a eleição para selecionar um novo membro do Parlamento para a vaga de Jo Cox.

Fonte: Reuters

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Saída do Reino Unido da UE ameaçará a paz na Europa, diz Cameron

O Reino Unido estará em maior segurança na União Europeia (UE) e se o referendo de 23 de junho estabelecer a saída dos "28", a paz na Europa poderá ficar ameaçada, afirmou hoje (9) o primeiro-ministro britânico, David Cameron.

"A União Europeia tem contribuído para reconciliar países que tiveram problemas durante décadas", acrescentou Cameron em discurso no Museu Britânico, em Londres, lembrando os conflitos que sacudiram a Europa nos últimos séculos.

Para o primeiro-ministro, é do "interesse do Reino Unido manter o objetivo comum na Europa", de forma a evitar futuros conflitos entre países europeus. Ele defendeu que o Reino Unido se mantenha como Estad0-Membro da UE para que esse esse objetivo seja alcançado.

"Cada vez que fechamos a porta à Europa, mais cedo ou mais tarde acabamos por lamentar, quer sejamos nós a influenciar a Europa ou ela a nos influenciar", destacou.

O primeiro-ministro britânico insistiu no fato de que a UE amplia os poderes do Reino Unido no mundo, ideia contrariada pelos que defendem a saída dos "28", que sustentam que a influência do país será maior fora da comunidade europeia.

"Nesta perigosa situação atual, a maior cooperação possível com os vizinhos europeus é essencial", insistiu Cameron, lembrando os desafios que representam o grupo Estado Islâmico, a Rússia e a crise dos refugiados.

Cameron também lembrou Winston Churchill, primeiro-ministro britânico durante a 2ª Guerra Mundial. "No pós-guerra, apoiava com paixão a aproximação dos países da Europa Ocidental, a promoção das livres trocas e a criação de instituições duradouras para que o continente nunca mais revivesse um conflito sangrento".

No próximo dia 23 de junho, os britânicos vão se manifestar, em um referendo, sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia. Até agora, as pesquisas mostram indefinição.

Fonte: EBC

sexta-feira, 8 de maio de 2015

David Cameron consegue maioria e é reeleito premiê britânico


Os conservadores alcançaram a maioria absoluta no Parlamento britânico, segundo os resultados oficiais das eleições, divulgados nesta sexta-feira (8). Ao reconhecer a derrota, o líder trabalhista Ed Miliband anunciou sua renuncia à chefia do partido.

“É o momento de outra pessoa assumir a liderança”, disse Miliband depois os trabalhistas perderam mais de 20 deputados em comparação com as eleições anteriores e não conseguiram impedir um segundo mandato de Cameron.

Os conservadores conquistaram 326 deputados, segundo resultados oficiais. Faltando a contagem de sete circunscrições, os conservadores alcançaram o marco da metade dos deputados mais um e poderão governar sozinhos, diferentemente da legislatura anterior.

Leia mais aqui

Fonte: maispb

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Premiê britânico diz que vai endurecer medidas antiterroristas

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, anunciou nesta segunda-feira (1º) o endurecimento de leis antiterroristas, o que permitirá à polícia apreender os passaportes de supostos jihadistas em seu retorno ao Reino Unido, entre outras medidas.

Cameron também anunciou no Parlamento que as companhias aéreas terão que fornecer mais detalhes sobre os passageiros, sob o risco de não poder pousar, e que os suspeitos de jihadismo que vivem no Reino Unido enfrentarão restrições a sua liberdade.

O serviço secreto calcula que cerca de 500 muçulmanos britânicos viajaram para Síria e Iraque para combater ao lado dos extremistas do Estado Islâmico (EI), dos quais 250 podem ter retornado ao Reino Unido, o que deixaria o país com risco de ataques terroristas.

Mesmo antes do anúncio do premiê,  o Conselho Muçulmano Britânico, a maior associação islâmica no Reino Unido, afirmou que promover novas leis contra os muçulmanos que vão combater no exterior contribuirá para uma maior radicalização de jovens marginalizados.

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Fonte: G1
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