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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Fé e Política. Iniciativa da Ajuda à Igreja que Sofre tem o «Alto Patrocínio» do presidente da República de Portugal

Lisboa, 16 jun 2016 (Ecclesia) – O presidência da República concedeu o seu “Alto Patrocínio” à campanha da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) ‘Seja a Misericórdia de Deus’ que vai ser apresentada esta sexta-feira às 12H00, na Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa.


Num comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA, o secretariado português da AIS informa que Marcelo Rebelo de Sousa não pode estar na apresentação da campanha ‘Seja a Misericórdia de Deus’, “devido a compromissos de agenda”, mas concedeu o Alto Patrocínio do Presidente da República, “ato que constitui uma prerrogativa do Chefe de Estado”.

A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre assinala que o Alto Patrocínio “é um privilégio” do presidente da República como forma de “promover, incentivar e mobilizar o País e os cidadãos perante os desafios e oportunidades que se colocam no caminho de Portugal”.

A apresentação da campanha decorre esta sexta-feira em simultâneo em todos os 22 secretariados internacionais da AIS; Em Portugal, a Universidade Católica Portuguesa acolhe a iniciativa, a partir das 12h00 na Sala Brasil, numa sessão que conta com a presença do Núncio Apostólico, D. Rino Passigato, a diretora da AIS em Portugal, Catarina Martins de Bettencourt, a reitoria e a Sociedade Científica da UCP, para além de amigos, benfeitores e corpos sociais da fundação.

A “pastoral das prisões, centros de reabilitação de drogas, grupos de apoio a mulheres que sofreram violência e ajuda aos refugiados” são alguns dos exemplos de projetos que vão ser apoiados dos cerca de quatro meses da iniciativa.

A campanha ‘Seja a Misericórdia de Deus’ realiza-se entre 17 de junho a 4 de outubro, dia de São Francisco de Assis, quando a organização vai apresentar os “primeiros frutos” da campanha ao Papa.

A iniciativa responde a um desafio de Francisco que convida todas as pessoas “de boa vontade” a “realizar obras de misericórdia, juntamente com a AIS de modo a socorrer as muitas necessidades de hoje”

terça-feira, 3 de maio de 2016

Professores e Padres


Não consigo admitir como pode existir professores e padres, (duas das maiores profissões e funções nesta vida) se sucumbirem ao Petismo. Como dizem outros e o que é verdade: Ser petista é somente ser petista, não há mais adjetivos que evocam qualquer profissão a este tipo. 

Mas indagando esta existência, como pode um ser que sustenta suas lidas e rotinas com deveres altivos se submeterem a tão tacanha ideologia. Ideologia esta que defende práticas vitalmente contrárias ao Ensino e a Fé, ao aprendizado e à catequese, à Ciência e a Religião, à Razão e a Espiritualidade.

Como podem defenderem uma ideologia que defendem o assassinato da Cultura, do homem e de sua história. Que vingam-se da Verdade e a ela odeiam. Que lutam para liberar o aborto, drogas, casamento homossexual, eliminação da mente livre humana, destruição do direito individual, dos contratos legais, da constituição e das profissões. Que perseguem a seguranças das famílias, a liberdade dos povos, aos costumes aceitos e tradicionais, que perseguem a fé alheia. 

Que estabelecem a mentira como ordem primeira e sustentáculo. Que constroem parceria com ditadores da história atual, ditadores estes que mantam seus adversários e prendem nas masmorras cidadãos sem qualquer julgamento. Que escondem fatos nos veículos comprados com dinheiro público. 

Que lutam por liberar a prostituição de forma irrestrita, que eliminam o desenvolvimento científico, que submetem as leis a desejos de Estados estrangeiros sem qualquer referendo dos Brasileiros.

Como pode professores e padres apoiarem aquilo que destroem o ensino e seus alunos, destroem a fé e seus fiéis? 

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