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segunda-feira, 4 de julho de 2016

PT "esquece" ex-deputado gaúcho preso na Operação Custo Brasil

Preso na Operação Custo Brasil, o ex-tesoureiro do PT e ex-deputado federal Paulo Ferreira tornou-se um constrangimento para o partido no Estado. Dos oito parlamentares do PT-RS, nenhum saiu de forma espontânea, na tribuna ou pelas redes sociais, em defesa do companheiro, tampouco o visitou na carceragem da Polícia Federal, em São Paulo, onde está detido há 11 dias.

O diretório estadual ignorou Ferreira nas manifestações oficiais sobre a Custo Brasil, que investiga fraude com empréstimos consignados que teria desviado R$ 100 milhões do Ministério do Planejamento, operação na qual ficou preso por seis dias o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo (PT-PR), casado com a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). O gaúcho é apontado como parte do suposto esquema.

Fonte: ZH

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Líder do PSDB vê ‘abuso’ em buscas da PF na casa de Gleisi


BRASÍLIA — O líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), definiu como "abuso" a realização de buscas pela Polícia Federal no apartamento funcional da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) na Operação Custo Brasil, um desdobramento da Lava-Jato. O ex-ministro Paulo Bernardo, casado com Gleisi, foi preso no local nesta quinta-feira. Cunha Lima afirma que somente o Supremo Tribunal Federa (STF) poderia ter determinado a busca no apartamento funcional da senadora, em Brasília, ainda que o marido morasse lá.

— As investigações tem nosso apoio. Contudo, é preciso coibir e ficar atentos a abusos, porque um juiz de primeira instância não tem jurisdição para determinar buscas na casa de uma senadora. Pode até se admitir nas propriedades privadas, mas em uma residência oficial, em um apartamento funcional do Senado, só quem poderia autorizar é o Supremo Tribunal Federal — afirmou o tucano.

Fonte:  o Globo

Investigadores sobre Paulo Ferreira: "recebeu valores"

Ex-deputado gaúcho e ex-tesoureiro do PT é apontado como um dos beneficiários dos pagamentos de propina feitos pela empresa Consist, que atuava no Ministério do Planejamento

Investigadores da Operação Custo Brasil, em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira, esclareceram o papel supostamente desempenhado pelo ex-deputado federal e ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira na contratação fraudulenta da empresa Consist pelo Ministério do Planejamento.

Para a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, Ferreira atuou no processo de direcionamento do contrato e também foi beneficiário de pagamentos de propina a partir de repasses da Consist ao escritório de advocacia Poratonova — alvo de buscas na manhã desta quarta-feira — por serviços fictícios.

Fonte: Zero Hora

Diretor do site Brasil 247, jornalista Leonardo Attuch é levado a depor pela PF

Batizada de “Custo Brasil”, a 31ª fase da Operação Lava Jato envolve o diretor do site Brasil 247, Leonardo Attuch. Na manhã desta quinta-feira, 23, o jornalista foi levado para depor na sede da Polícia Federal em São Paulo. Além do ato relacionado ao profissional da imprensa, agentes da PF cumprem outros 64 mandados judiciais, entre eles está a prisão preventiva do ex-ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

A “Custo Brasil” surge como desdobramento das duas fases da Lava Jato chamadas de “Pixuleco”, deflagradas em agosto de 2015. Na ocasião, Attuch foi citado pelo lobista Milton Pascowitch em delação premiada. O delator acusou a Editora 247 (comandada pelo jornalista) de receber R$ 120 mil como incentivo para apoiar editorialmente o PT. O depoimento fez com que o Ministério Público Federal pedisse a prisão temporária do comunicador, o que foi negado pelo juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em Curitiba.

Depois de ser acusado por Pascowitch, Attuch chegou a divulgar nota em que nega participação em esquemas fraudulentos. Em relação aos valores mencionados, ele garantiu que foram decorrência de pagamento feito pelo irmão do lobista, o empresário José Adolfo, para “produção de conteúdo sobre o setor de engenharia”. Ao comentar a postura editorial adotada pelo 247, o jornalista afirmou que o site sob sua direção seguiria “pautando-se sempre pela independência, pela pluralidade e pela defesa das empresas brasileiras e dos interesses nacionais”.

Fonte: Comunique-se

Polícia Federal prende ex-ministro Paulo Bernardo

São Paulo - Em nova operação da Polícia Federal, o ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento e Comunicações no governo Lula), marido da senador Gleisi Hoffmann (PT-PR), foi preso nesta quinta-feira, 23, em Brasília.

A ação decorre de fatiamento que ocorreu na investigação que estava no Supremo Tribunal Federal.

O ex-ministro, a senadora e o empresário Ernesto Kugler Rodrigues, de Curitiba foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República em maio deste ano. Paulo Bernardo e Gleisi foram denunciados por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Fonte: Exame

Carlos Gabas é alvo de condução coercitiva na Operação Custo Brasil

O ex-ministro Carlos Gabas foi alvo de condução coercitiva da Polícia Federal – quando o investigado é levado para depor e liberado – nesta quinta-feira, 23, na Operação Custo Brasil, desdobramento da Lava Jato.

Gabas foi ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC) do governo Dilma Rousseff, ministro da Previdência Social e já ocupou o cargo de secretário especial da Previdência Social depois que a pasta foi unida ao Ministério do Trabalho.

A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério Público Federal e a Receita Federal do Brasil, deflagrou na manhã desta terça-feira, 23, a Operação Custo Brasil para apurar o pagamento de propina, proveniente de contratos de prestação de serviços de informática, na ordem de R$ 100 milhões, entre os anos de 2010 e 2015, a pessoas ligadas a funcionários públicos e agentes públicos ligados ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. O ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento e Comunicações no governo Lula), marido da senador Gleisi Hoffmann (PT-PR) foi preso.

Fonte: Isto é
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