Por Flavio Quintela
As eleições de domingo passado mostraram que o povo brasileiro, no fim das contas, está atento ao que acontece no cenário político nacional. Em um ano no qual tivemos a votação do impeachment de Dilma Rousseff e a saída do PT do comando da nação, eleitores de todo o Brasil deixaram claro que não querem mais esse pessoal em nenhuma esfera governamental. Uma passada rápida pelos resultados é mais que suficiente para entender o que estou dizendo.
Nas 26 capitais, a situação foi de quase eliminação completa dos candidatos petistas. Marcos Alexandre foi o único eleito já em primeiro turno (reeleito, na verdade), em Rio Branco, no Acre. O outro petista que restou foi João Paulo, que vai para o segundo turno em Recife com uma votação inexpressiva de 23,76% dos votos válidos. As demais 24 capitais são oficialmente PT-free.
Quando a abordagem é por maiores cidades do Brasil, outra lavada. De acordo com os dados do Censo IBGE de 2013, há 39 municípios com mais de 500 mil habitantes no Brasil – apenas 20 deles são capitais. O PT não levou nenhum de primeira; vai ao segundo turno em Recife, caso já mencionado acima, e em mais duas cidades: Santo André (SP) e Juiz de Fora (MG). Em Santo André, Carlos Grana tentava a reeleição e ficou em segundo lugar, com 20,3% dos votos, contra 35,9% de Paulinho Serra, do PSDB. Em Juiz de Fora, Margarida Salomão liderava as pesquisas, mas acabou ficando em segundo lugar, com 22,38% dos votos – muito atrás dos 39,07% de Bruno Siqueira, do PMDB. Não parece que nenhum dos dois tenha muitas chances de eleição.
Leia o restante aqui
Fonte: Gazeta do Povo
O Corpo de Cristo vive na Terra, onde há liberdade para organizar a conduta humana. A Política deve estar ordenada à Fé. EuPolítico: Combate, palavras, notícias, idéias e anúncio.
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sexta-feira, 7 de outubro de 2016
“A poupança corre risco?”
A poupança e outros investimentos não correm o risco a que vocês se referem e sobre o qual tanto me perguntam. Mas… bem, aí vai minha resposta. I’m sorry…
Dado o mergulho vertical do Brasil rumo à pior recessão da história, causada, diga-se, por uma política econômica irresponsável (e, sabemos agora, corrupta até a raiz dos cabelos), não é surpresa que o fantasma do confisco assombre tanta gente.
A dívida pública disparou.
O déficit idem.
Empresários bilionários enfiaram no bolso uma quantia fabulosa do meu, do seu, do nosso dinheiro.
Durante anos, o governo usou nossos impostos para distribuir incríveis presentes a seus “escolhidos”, ora através de fundos de pensão, ora via BNDES e demais bancos públicos.
Claro que a moeda se desestabilizou junto com as contas da União.
Os preços se desgovernaram.
Jogou-se o Plano Real pela janela.
E o desemprego continua a bater recordes.
Diante do histórico de calotes do Brasil, como ignorar o perigo de um novo confisco?
Lamento informar que o confisco já em curso do seu dinheiro, se não vem acontecendo da maneira mais assustadora (congelamento sem direito a saque), é desumanamente traiçoeiro.
Além do imposto (que, repito, deveria ser usado para salvar vidas mas vai parar em mãos bilionárias), confisca-se também o dinheiro que é propriedade privada, inclusive o que está na sua carteira no momento.
A inflação é a forma mais antiga e cruel de confisco, pois não escolhe classe social e prejudica mais os muitos pobres.
Mas é dissimulada, e é com isso que contam os governantes irresponsáveis ao virar as costas para o controle da espiral de preços.
Confisca-se, ainda, ao decretar medidas que vão privilegiar alguns em detrimento de todos.
A indecente correção da tabela do Imposto de Renda na fonte abaixo da inflação também não tem outro nome a não ser confisco; é o salário encolhendo por decreto.
E, num exemplo não menos importante, confisca-se também ao privar as pesssoas de sua renda de subsistência. Afinal, não fossem as sandices fiscais da União, dos Estados e dos Municípios, profissionais autônomos seguiriam fazendo negócios, e a maioria dos 12 milhões de desempregados continuariam a receber seus salários.
É tudo confisco, gente.
O calote clássico e declarado sobre o qual vocês me perguntam não está no cenário nacional hoje, não.
Mas não dá pra gente baixar a guarda.
Fonte: https://lillianwittefibe.com/2016/10/07/a-poupanca-corre-risco/
Dado o mergulho vertical do Brasil rumo à pior recessão da história, causada, diga-se, por uma política econômica irresponsável (e, sabemos agora, corrupta até a raiz dos cabelos), não é surpresa que o fantasma do confisco assombre tanta gente.
A dívida pública disparou.
O déficit idem.
Empresários bilionários enfiaram no bolso uma quantia fabulosa do meu, do seu, do nosso dinheiro.
Durante anos, o governo usou nossos impostos para distribuir incríveis presentes a seus “escolhidos”, ora através de fundos de pensão, ora via BNDES e demais bancos públicos.
Claro que a moeda se desestabilizou junto com as contas da União.
Os preços se desgovernaram.
Jogou-se o Plano Real pela janela.
E o desemprego continua a bater recordes.
Diante do histórico de calotes do Brasil, como ignorar o perigo de um novo confisco?
Lamento informar que o confisco já em curso do seu dinheiro, se não vem acontecendo da maneira mais assustadora (congelamento sem direito a saque), é desumanamente traiçoeiro.
Além do imposto (que, repito, deveria ser usado para salvar vidas mas vai parar em mãos bilionárias), confisca-se também o dinheiro que é propriedade privada, inclusive o que está na sua carteira no momento.
A inflação é a forma mais antiga e cruel de confisco, pois não escolhe classe social e prejudica mais os muitos pobres.
Mas é dissimulada, e é com isso que contam os governantes irresponsáveis ao virar as costas para o controle da espiral de preços.
Confisca-se, ainda, ao decretar medidas que vão privilegiar alguns em detrimento de todos.
A indecente correção da tabela do Imposto de Renda na fonte abaixo da inflação também não tem outro nome a não ser confisco; é o salário encolhendo por decreto.
E, num exemplo não menos importante, confisca-se também ao privar as pesssoas de sua renda de subsistência. Afinal, não fossem as sandices fiscais da União, dos Estados e dos Municípios, profissionais autônomos seguiriam fazendo negócios, e a maioria dos 12 milhões de desempregados continuariam a receber seus salários.
É tudo confisco, gente.
O calote clássico e declarado sobre o qual vocês me perguntam não está no cenário nacional hoje, não.
Mas não dá pra gente baixar a guarda.
Fonte: https://lillianwittefibe.com/2016/10/07/a-poupanca-corre-risco/
sexta-feira, 22 de julho de 2016
A Pergunta que não quer calar: Quando Lula será preso?
Por Percival Puggina
Essa pergunta me é feita onde quer que eu vá. Deve acontecer o mesmo com vocês que ora me leem. É como se experimentássemos um daqueles momentos em que a natureza fica estática, o vento pára, e os seres vivos se aquietam escutando ancestrais experiências. Percebe-se que algo relevante vai acontecer, mas tarda. Quando Lula será preso? Já houve fins de semana em que as apostas subiram de nível. Qualquer movimentação mais intensa na PF de Curitiba abre caminho para especulações do tipo - "Desta vez vai!".
Surpreende a muitos a captura de peixes de bom tamanho, daqueles que autorizam tirar retrato para registrar o feito, enquanto o realmente grandão, o líder do cardume, continua nadando, em pouco espaço, bem contido, mas nadando.
Na operação Lava Jato, Lula é a joia da coroa. É aquilo que os franceses chamam pièce de résistance quando querem se referir à parte mais significativa de um evento ou ao prato principal de um cardápio. Atos e pratos assim, têm hora certa de acontecer e nunca é na abertura ou no meio da apresentação ou do serviço.
Por outro lado, o trabalho da força-tarefa instalada em Curitiba usa intensa e indispensavelmente a colaboração premiada. É o preço a pagar pela desarticulação da rede criminosa, apuração dos feitos e das provas para gerar processos que levem à condenação dos culpados. É algo que necessariamente se desloca de baixo para cima na estrutura da organização criminosa. Quando Sérgio Machado vai para prisão domiciliar em sua mansão, essa "condenação" é um prêmio por agregar informações importantes para a investigação no andar superior. E assim sucessivamente.
A prisão de Lula, por outro lado, exige um pacote de provas que desautorizem reações como as que se seguiriam à sua prisão por motivos que não viessem a ser reconhecidos como graves ...
Leia mais aqui
Fonte: Puggina
Essa pergunta me é feita onde quer que eu vá. Deve acontecer o mesmo com vocês que ora me leem. É como se experimentássemos um daqueles momentos em que a natureza fica estática, o vento pára, e os seres vivos se aquietam escutando ancestrais experiências. Percebe-se que algo relevante vai acontecer, mas tarda. Quando Lula será preso? Já houve fins de semana em que as apostas subiram de nível. Qualquer movimentação mais intensa na PF de Curitiba abre caminho para especulações do tipo - "Desta vez vai!".
Surpreende a muitos a captura de peixes de bom tamanho, daqueles que autorizam tirar retrato para registrar o feito, enquanto o realmente grandão, o líder do cardume, continua nadando, em pouco espaço, bem contido, mas nadando.
Na operação Lava Jato, Lula é a joia da coroa. É aquilo que os franceses chamam pièce de résistance quando querem se referir à parte mais significativa de um evento ou ao prato principal de um cardápio. Atos e pratos assim, têm hora certa de acontecer e nunca é na abertura ou no meio da apresentação ou do serviço.
Por outro lado, o trabalho da força-tarefa instalada em Curitiba usa intensa e indispensavelmente a colaboração premiada. É o preço a pagar pela desarticulação da rede criminosa, apuração dos feitos e das provas para gerar processos que levem à condenação dos culpados. É algo que necessariamente se desloca de baixo para cima na estrutura da organização criminosa. Quando Sérgio Machado vai para prisão domiciliar em sua mansão, essa "condenação" é um prêmio por agregar informações importantes para a investigação no andar superior. E assim sucessivamente.
A prisão de Lula, por outro lado, exige um pacote de provas que desautorizem reações como as que se seguiriam à sua prisão por motivos que não viessem a ser reconhecidos como graves ...
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Fonte: Puggina
sexta-feira, 15 de julho de 2016
Esta Europa pode acabar em Nice
Por Rui Ramos
Será possível manter os padrões actuais de liberdade, tolerância e pluralismo numa sociedade sacudida por matanças regulares de cidadãos? Provavelmente, não. Este é o problema maior da Europa.
Sempre que há um ataque jihadista, a primeira coisa que se começa a discutir nos estúdios da televisão não é o Estado Islâmico, mas Marine Le Pen e Donald Trump. Como se o problema fosse o aproveitamento demagógico dos atentados, e não os atentados em si, a sua frequência e a sua violência. Como se bastasse ralhar a Le Pen ou a Trump, para limitar as reverberações políticas e sociais do terrorismo. O esforço para desviar a conversa do tema politicamente incorrecto da campanha jihadista contra o Ocidente é notável, como se viu no caso de Orlando, logo reduzido à polémica sobre o acesso comercial a armas. A França não é a América, mas nem por isso os jihadistas deixaram de matar 130 pessoas em Paris e agora cerca de 80 em Nice. Em Nice, nem foram precisas armas, chegou um camião.
Não, o problema é este: a Europa alberga hoje grandes comunidades imigrantes em crescimento descontrolado, e onde demasiada gente rejeita os valores ocidentais. Alguns sentem-se inspirados ou foram mesmo organizados para atacar a sociedade que os acolheu. Não são todos, são até poucos, mas estão a conseguir importar para a Europa o sectarismo e o terrorismo que há décadas se tornaram endémicos no Médio Oriente e no norte de África. Não é sensato continuar a invocar o “racismo” e a “islamofobia” para impedir um debate sobre o jihadismo. Porque o racismo e a islamofobia hão de alastrar quanto mais os regimes europeus se mostrarem incapazes de enfrentar a insegurança da jihad. E também não será sensato continuar a fingir que nos podemos esquecer do Médio Oriente e deixar os árabes entregues à sua sorte: o Iraque provou que uma invasão para derrubar um tirano não é, só por si, uma solução; mas a Síria provou que não fazer nada, e deixar uma guerra civil continuar o seu curso, também não. Não há soluções fáceis: mas não querer ver o problema não é uma solução.
Haverá um momento em que já não chegarão os lugares comuns, a começar pelo mais cansado de todos: o apelo para não fazermos o “jogo dos terroristas”. Haverá um momento em que as vigílias e demais cerimónias do “Je suis” consolarão cada vez menos gente. Haverá um momento em que já quase ninguém terá paciência para mais um exercício de auto-flagelação a propósito da guerra do Iraque de 2003 ou do acolhimento dos imigrantes. Nesse momento, a vida nas sociedades ocidentais, tal como nos habituámos a ela, estará comprometida.
Leia mais aqui
Fonte: Observador
Será possível manter os padrões actuais de liberdade, tolerância e pluralismo numa sociedade sacudida por matanças regulares de cidadãos? Provavelmente, não. Este é o problema maior da Europa.
Sempre que há um ataque jihadista, a primeira coisa que se começa a discutir nos estúdios da televisão não é o Estado Islâmico, mas Marine Le Pen e Donald Trump. Como se o problema fosse o aproveitamento demagógico dos atentados, e não os atentados em si, a sua frequência e a sua violência. Como se bastasse ralhar a Le Pen ou a Trump, para limitar as reverberações políticas e sociais do terrorismo. O esforço para desviar a conversa do tema politicamente incorrecto da campanha jihadista contra o Ocidente é notável, como se viu no caso de Orlando, logo reduzido à polémica sobre o acesso comercial a armas. A França não é a América, mas nem por isso os jihadistas deixaram de matar 130 pessoas em Paris e agora cerca de 80 em Nice. Em Nice, nem foram precisas armas, chegou um camião.
Não, o problema é este: a Europa alberga hoje grandes comunidades imigrantes em crescimento descontrolado, e onde demasiada gente rejeita os valores ocidentais. Alguns sentem-se inspirados ou foram mesmo organizados para atacar a sociedade que os acolheu. Não são todos, são até poucos, mas estão a conseguir importar para a Europa o sectarismo e o terrorismo que há décadas se tornaram endémicos no Médio Oriente e no norte de África. Não é sensato continuar a invocar o “racismo” e a “islamofobia” para impedir um debate sobre o jihadismo. Porque o racismo e a islamofobia hão de alastrar quanto mais os regimes europeus se mostrarem incapazes de enfrentar a insegurança da jihad. E também não será sensato continuar a fingir que nos podemos esquecer do Médio Oriente e deixar os árabes entregues à sua sorte: o Iraque provou que uma invasão para derrubar um tirano não é, só por si, uma solução; mas a Síria provou que não fazer nada, e deixar uma guerra civil continuar o seu curso, também não. Não há soluções fáceis: mas não querer ver o problema não é uma solução.
Haverá um momento em que já não chegarão os lugares comuns, a começar pelo mais cansado de todos: o apelo para não fazermos o “jogo dos terroristas”. Haverá um momento em que as vigílias e demais cerimónias do “Je suis” consolarão cada vez menos gente. Haverá um momento em que já quase ninguém terá paciência para mais um exercício de auto-flagelação a propósito da guerra do Iraque de 2003 ou do acolhimento dos imigrantes. Nesse momento, a vida nas sociedades ocidentais, tal como nos habituámos a ela, estará comprometida.
Leia mais aqui
Fonte: Observador
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Brasileiros comunistas não são patriotas!
Todos os Brasileiros verdadeiros tem características em comum, não somente o idioma, mas também de fé. Eles são iguais na forma de se alegrar, de lutar; em sua maioria são justos, acolhedores, festeiros e pacíficos.
Um pais segue seu berço de origem. O nascedouro impõe suas maneiras de ser crescer e desenvolver, isto ocorre com qualquer Nação.
Por isto e por outras é que percebemos as diferentes maneiras de ser de certas pessoas, muitas vezes logos notamos que não são brasileiras e que carregam em si seus trejeitos estrangeiros. Basta um primeiro olhar e já vemos que um estranho não é dos nossos, não que seja um inimigo, mas que nasceu em outro berço com cores e falas diferentes.
Mas eis que dentro de nosso antro, surgem brasileiros que abruptamente desgarram de nossas greis, se colocam como desiguais e com trejeitos de inimigos. Já não tem graça e brigam contra a pátria. Já não chamam de meu País ou meu Brasil com orgulho e passam a lutar por quem de fora quer aqui invadir.
Um pais segue seu berço de origem. O nascedouro impõe suas maneiras de ser crescer e desenvolver, isto ocorre com qualquer Nação.
Por isto e por outras é que percebemos as diferentes maneiras de ser de certas pessoas, muitas vezes logos notamos que não são brasileiras e que carregam em si seus trejeitos estrangeiros. Basta um primeiro olhar e já vemos que um estranho não é dos nossos, não que seja um inimigo, mas que nasceu em outro berço com cores e falas diferentes.
Mas eis que dentro de nosso antro, surgem brasileiros que abruptamente desgarram de nossas greis, se colocam como desiguais e com trejeitos de inimigos. Já não tem graça e brigam contra a pátria. Já não chamam de meu País ou meu Brasil com orgulho e passam a lutar por quem de fora quer aqui invadir.
Assim são os brasileiros que lutam pelo Comunismo. Não são como nós Patriotas que lutam pela nossa nacionalidade, nossa bandeira, nossa história, nossa terra, nossa fé e nosso jeito criativo de ser!
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Se não tem tu, vai tu mesmo. Ou: Agora somos todos Trump!
Por Rodrigo Constantino
Ted Cruz, um dos candidatos com mais consistência conservadora na corrida presidencial, desistiu após a massacrante derrota em Indiana, o que coloca Donald Trump virtualmente como o candidato pelo Partido Republicano. Não é um quadro que desperte suspiros de emoção nos conservadores tradicionais, e basta ver como vários de renome lutaram contra sua indicação. Fizeram de tudo, mas o topete resistiu, firme e forte. Esse é o ano de um outsider, como resumiu Dr. Carson, ele mesmo uma das boas opções que morreu no caminho.
Unir o Partido Republicano: eis o grande desafio de Trump agora. Quando foi ficando claro que ele realmente tinha grandes chances de levar, sua retórica já foi suavizando um pouco. Muito de seu estilo é tática deliberada para chamar a atenção e atrair esse típico eleitorado cansado do establishment, da elite política tradicional. Trump é menos maluco e descontrolado do que aparenta, isso está claro. Mesmo assim, não será nada fácil ele unir os conservadores em torno de sua candidatura, pois se mostrou polêmico demais e populista demais para o gosto de muitos.
Seu grande aliado nessa batalha é Hillary Clinton. Política é a arte do possível. Trump está longe de ser o candidato ideal, ainda mais para quem tinha Ted Cruz, Marco Rubio, Ben Carson, Carly Fiorina e tantos outros com um preparo e um viés conservador mais sólido. O problema é que nenhum deles cativou os eleitores republicanos. Apenas Trump o fez, e em nível recorde, atraindo gente que não votava há tempos. Ou seja, Trump foi capaz de seduzir “carne nova”, e isso é fundamental em política. É o que restou aos que não aguentam mais o esquerdismo de Obama e do Partido Democrata.
Ted Cruz, um dos candidatos com mais consistência conservadora na corrida presidencial, desistiu após a massacrante derrota em Indiana, o que coloca Donald Trump virtualmente como o candidato pelo Partido Republicano. Não é um quadro que desperte suspiros de emoção nos conservadores tradicionais, e basta ver como vários de renome lutaram contra sua indicação. Fizeram de tudo, mas o topete resistiu, firme e forte. Esse é o ano de um outsider, como resumiu Dr. Carson, ele mesmo uma das boas opções que morreu no caminho.
Unir o Partido Republicano: eis o grande desafio de Trump agora. Quando foi ficando claro que ele realmente tinha grandes chances de levar, sua retórica já foi suavizando um pouco. Muito de seu estilo é tática deliberada para chamar a atenção e atrair esse típico eleitorado cansado do establishment, da elite política tradicional. Trump é menos maluco e descontrolado do que aparenta, isso está claro. Mesmo assim, não será nada fácil ele unir os conservadores em torno de sua candidatura, pois se mostrou polêmico demais e populista demais para o gosto de muitos.
Seu grande aliado nessa batalha é Hillary Clinton. Política é a arte do possível. Trump está longe de ser o candidato ideal, ainda mais para quem tinha Ted Cruz, Marco Rubio, Ben Carson, Carly Fiorina e tantos outros com um preparo e um viés conservador mais sólido. O problema é que nenhum deles cativou os eleitores republicanos. Apenas Trump o fez, e em nível recorde, atraindo gente que não votava há tempos. Ou seja, Trump foi capaz de seduzir “carne nova”, e isso é fundamental em política. É o que restou aos que não aguentam mais o esquerdismo de Obama e do Partido Democrata.
terça-feira, 3 de maio de 2016
O PT perde o poder de criminalidade e sugere novas Eleições para melhorar o Brasil. Façamos uma analogia!
Uma instituição financeira (Banco) é invadida por criminosos fortes, maldosos e bem armados. Eles conseguem após matar alguns funcionários do banco, chegar até o cofre principal do Banco, roubam todo o dinheiro pertencente aos clientes, que são mantidos como reféns a mira de outras armas poderosas. Alguns clientes mais frágeis começam a perder a vida e estes não são socorridos pelos criminosos. A ação do roubo é demorada porque há muito dinheiro no banco, alguns funcionários tentam diminuir a ação dos terroristas mas são mortos pelos bandidos.
Os criminosos começam uma guerra de palavras enquanto aumentam o roubo, convencem a alguns clientes do banco que não se trata de um roubo e que mais adiante a vida de todos vai ser melhor, um número de clientes acredita e começa a apoiar os marxistas. Chega-se a um ponto em que o sequestro é tão grande que nenhum cliente pode mais pensar em liberdade e corre o risco de ser processado e preso por um conjunto de juízes e policiais comprados pelo bando criminoso. Um cliente chamado Olavo consegue fugir do banco e do sequestro, de longe começa convencer e mobilizar os clientes reféns a enfrentarem corajosamente os bandidos.
Surgem alguns manifestantes contra o bando e o povo se encoraja. Aparece Bolsonaro, Caiado e Sérgio Moro com o apoio da massa sofrida. Aumentam os números dos corajosos, alguns petistas são postos na cadeia. E começa a cair o sucesso da invasão da Instituição financeira. O sequestro perde seu poder e os bandidos iniciam a debandada e tremem de medo. O líder dos comunistas entrou pobre e sem nenhuma muitas riquezas, agora bilionário se vê acuado e lança suas garras mentirosas que ninguém mais acolhe ou respeita. Ele enlouquece. Por falar em louco, sua parceira nos assaltos a bancos, Dilma começa a berrar ininteligentes palavras que ninguém as compreende. Alguns Bandidos começam a iniciar violências e ameaças aos clientes que agora juntos são mais numerosos e conscientes.
Perdendo o poder de negociação do sequestro, a quadrilha usa sua última saída: gritos e escândalos. Dizem que entraram no banco por via democrática com o apoio dos sequestrados e das vitimas sofridas. Defendem que mataram as vitimas para salvar a vida das vitimas. Roubaram as vitimas para que as vitimas tenham mais dinheiro. Tiram a liberdade das vitimas para as vitimas serem mais livres. Porém os clientes não creem mais nos sofismas e estilos comunistas do PT. Então como não há mais saída, os deputados, senadores, presidente e capangas gritam que não vão sair e as tentativas de tirá-los é GOLPE.
Os comunistas que invadiram o banco e fizeram reféns propõem que o banco inicie um novo processo de eleição (invasão) para que outros petistas criminosos entrem com novas armas para continuarem o processo democrático de sequestro e roubo dos cofres brasileiros.
Os criminosos começam uma guerra de palavras enquanto aumentam o roubo, convencem a alguns clientes do banco que não se trata de um roubo e que mais adiante a vida de todos vai ser melhor, um número de clientes acredita e começa a apoiar os marxistas. Chega-se a um ponto em que o sequestro é tão grande que nenhum cliente pode mais pensar em liberdade e corre o risco de ser processado e preso por um conjunto de juízes e policiais comprados pelo bando criminoso. Um cliente chamado Olavo consegue fugir do banco e do sequestro, de longe começa convencer e mobilizar os clientes reféns a enfrentarem corajosamente os bandidos.
Surgem alguns manifestantes contra o bando e o povo se encoraja. Aparece Bolsonaro, Caiado e Sérgio Moro com o apoio da massa sofrida. Aumentam os números dos corajosos, alguns petistas são postos na cadeia. E começa a cair o sucesso da invasão da Instituição financeira. O sequestro perde seu poder e os bandidos iniciam a debandada e tremem de medo. O líder dos comunistas entrou pobre e sem nenhuma muitas riquezas, agora bilionário se vê acuado e lança suas garras mentirosas que ninguém mais acolhe ou respeita. Ele enlouquece. Por falar em louco, sua parceira nos assaltos a bancos, Dilma começa a berrar ininteligentes palavras que ninguém as compreende. Alguns Bandidos começam a iniciar violências e ameaças aos clientes que agora juntos são mais numerosos e conscientes.
Perdendo o poder de negociação do sequestro, a quadrilha usa sua última saída: gritos e escândalos. Dizem que entraram no banco por via democrática com o apoio dos sequestrados e das vitimas sofridas. Defendem que mataram as vitimas para salvar a vida das vitimas. Roubaram as vitimas para que as vitimas tenham mais dinheiro. Tiram a liberdade das vitimas para as vitimas serem mais livres. Porém os clientes não creem mais nos sofismas e estilos comunistas do PT. Então como não há mais saída, os deputados, senadores, presidente e capangas gritam que não vão sair e as tentativas de tirá-los é GOLPE.
Os comunistas que invadiram o banco e fizeram reféns propõem que o banco inicie um novo processo de eleição (invasão) para que outros petistas criminosos entrem com novas armas para continuarem o processo democrático de sequestro e roubo dos cofres brasileiros.
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Impeachment sem crime é GOLPE!
Não é crime encher o Brasil de drogas, lutar para liberar o aborto, acolher terroristas, tirar o direito de armar do cidadão, perseguir pais e mães, acabar com o ensino público, violar a soberania nacional, quebrar a maior empresa nacional, enviar dinheiro nacional para ditadores, fechar empresas por ideologias, devolver impostos para a fifa, esconder os rombos nas contas (pedaladas), submeter o Brasil a leis comunistas, comprar votos de deputados para apoiar crimes, construir barrerias contra a liberdade de imprensa, internet e mídias em geral.
Esconder criminosos em ministérios para não serem presos, desrespeitar a bandeira e a constituição brasileira, incluir sorrateiramente ideologias desaprovadas pela população, usar dinheiro público para causas partidárias, aparelhar o STF com regimes partidários, facilitar a vida de criminosos via secretaria de direitos humanos, frautar licitações para extorquir de empresários, criar multas irreais contra caminhoneiros manifestantes, investir em outros países em áreas que no Brasil é carente.
Fugir da leis de responsabilidade fiscal para facilitar eleições. Ludibriar a nação em eleições descumprindo procedimento eleitoral. Convocar Ministros para perseguir a Polícia federal. Encerrar parceria internacional com Indonésia por causa de um traficante. Acolher membros de facções criminosas que ameaçam o povo brasileiro estando dentro do Planalto. Seguir normas partidárias petistas que são contrárias a Constituição. Ser signatária das normas comunistas do Foro de S. Paulo, organização internacional criminosa que tem ingerência nos países e que não respeita a nacionalidade e patriotismo do Povo.
Evitar investimento nacional nos estados onde governantes não pertencem a rede de corrupção petista. Fazer uso da corrupta SmartMatic empresa que burla as Urnas eletrônicas. Mudar indicadores econômicos e sociais, escondendo dados importantes para o desenvolvimento do País.
É muito difícil enxergar a Dilma, Lula e os demais sem ver crime neste pessoal. Cometer crime é sua especialidade e não é a toa que a Lava-jato está prendendo todos eles.
terça-feira, 6 de outubro de 2015
A Rede Sustentabilidade não tem nada de Novo!
Blog Rodrigo Constantino
Pois bem: basta ver os nomes que estão aderindo ao Rede Sustentabilidade para verificar que eu estava certo. Depois de Alessandro Molon, do PT, foi a vez de Randolfe Rodrigues anunciar sua saída do PSOL, para provavelmente se filiar ao partido de Marina. Outra socialista que abandonou o PSOL para cair na Rede foi Heloísa Helena, uma das mais radicais do partido, que saiu do PT no passado por considerá-lo moderado demais.
Ou seja, a Rede não tem nada de Novo! Trata-se apenas da velha e carcomida esquerda mesmo, aglutinando os antigos socialistas que ainda desprezam o livre mercado, o capitalismo, e enaltecem o estado, visto como um “messias salvador”. Nos 30 tons de vermelho da política nacional, a Rede é apenas mais um, com um escarlate bem mais intenso do que o rosado PSDB, por exemplo.
Pode conquistar alguns desavisados, uns artistas e “intelectuais” decepcionados com o PT, mas ainda apegados ao velho socialismo. Mas não deveria seduzir ninguém mais atento, que sabe que o PT é apenas um sintoma de um problema ainda maior, que é a mentalidade anticapitalista dos brasileiros, sua desconfiança eterna em relação ao capitalismo, único sistema capaz de criar riqueza de fato. Precisamos de algo realmente Novo, e a Rede não nos atende. É uma armadilha para fisgar os peixes iludidos…
Rodrigo Constantino
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
"Precisamos falar sobre capitalismo", por Gustavo Franco
No Brasil, pouca gente sabe definir o que é, mas muitos odeiam o capitalismo.
O Instituto Millenium (ONG dedicada a promover os valores da liberdade, democracia e economia de mercado), um dia desses, colocou uma pessoa na Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro, perguntando aos transeuntes o que pensavam sobre o assunto. Três de cada quatro entrevistados ficaram nervosos com a pergunta, recuavam temerosos do microfone, ou resmungavam desconfortos variados como “aqui no Brasil não tem isso não”, “sei não senhora” e que tais.
O restante das respostas, inclusive de uma professora do ensino médio, refletiu o que se esperaria obter de uma região outrora conhecida como a “Brizolândia”.
Em um belo livro recentemente lançado (“Capitalismo: modo de usar”), Fábio Giambiagi concentra esta mesma mensagem na sua epígrafe, uma fala de Fernando Henrique Cardoso dirigida a Arminio Fraga antes de sua sabatina no Senado como parte de sua nomeação para a presidência do Banco Central. Sem pretender precedência, registro apenas que ouvi este conselho igualzinho nas duas ocasiões em que fui sabatinado. Eis a sabedoria: “o Brasil não gosta do sistema capitalista. Os congressistas não gostam do capitalismo, os jornalistas não gostam do capitalismo, os universitários não gostam do capitalismo”
Como explicar essa estranha hostilidade ao sistema econômico que prevalece em todo o planeta, excetuadas algumas comunidades primitivas isoladas no Caribe e na Ásia, e cujo indiscutível e extraordinário sucesso aniquilou qualquer concorrência?
Afinal, o capitalismo é o sistema econômico baseado na propriedade privada, na liberdade de empreender, na letra da lei, e na centralidade do mercado para estabelecer os preços. Que há de tão errado com isso?
O Instituto Millenium (ONG dedicada a promover os valores da liberdade, democracia e economia de mercado), um dia desses, colocou uma pessoa na Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro, perguntando aos transeuntes o que pensavam sobre o assunto. Três de cada quatro entrevistados ficaram nervosos com a pergunta, recuavam temerosos do microfone, ou resmungavam desconfortos variados como “aqui no Brasil não tem isso não”, “sei não senhora” e que tais.
O restante das respostas, inclusive de uma professora do ensino médio, refletiu o que se esperaria obter de uma região outrora conhecida como a “Brizolândia”.
Em um belo livro recentemente lançado (“Capitalismo: modo de usar”), Fábio Giambiagi concentra esta mesma mensagem na sua epígrafe, uma fala de Fernando Henrique Cardoso dirigida a Arminio Fraga antes de sua sabatina no Senado como parte de sua nomeação para a presidência do Banco Central. Sem pretender precedência, registro apenas que ouvi este conselho igualzinho nas duas ocasiões em que fui sabatinado. Eis a sabedoria: “o Brasil não gosta do sistema capitalista. Os congressistas não gostam do capitalismo, os jornalistas não gostam do capitalismo, os universitários não gostam do capitalismo”
Como explicar essa estranha hostilidade ao sistema econômico que prevalece em todo o planeta, excetuadas algumas comunidades primitivas isoladas no Caribe e na Ásia, e cujo indiscutível e extraordinário sucesso aniquilou qualquer concorrência?
Afinal, o capitalismo é o sistema econômico baseado na propriedade privada, na liberdade de empreender, na letra da lei, e na centralidade do mercado para estabelecer os preços. Que há de tão errado com isso?
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Corre solto o boato de que Dilma teria indicado Coêlho para o STF. Tomara que não! Ou que o Senado faça o seu trabalho!
O diz-que-diz-que corre solto em Brasília. A presidente Dilma já teria decidido indicar o advogado Marcus Vinicius Furtado Coêlho, presidente da OAB, para a vaga que está aberta no STF. O que dizer? Bem, espero que seja mentira. E por uma porção de motivos.
O primeiro é escandalosamente óbvio. O doutor não tem formação intelectual, acho eu, para ocupar o cargo. Qual é a contribuição que prestou ao direto até agora além da militância de caráter sindical? Desconheço, a exemplo de todo mundo. A única exigência que se faz a um candidato, além de uma vida ilibada, é que tenha notório saber jurídico. Bem, nesse quesito, o número de homens e mulheres à frente de Coêlho é gigantesco.
Há mais. Não gosto — e sou claro — de certas parcerias do doutor. É, como se sabe, o candidato de Ricardo Lewandowski, presidente do tribunal. Não o considero o melhor exemplo de um STF independente. Também tem feito uma dobradinha, em certos temas, com ministros da Corte que têm levado a algumas consequências que me parecem desastrosas.
Partiu da OAB a iniciativa de entrar com uma ADI contra as regras então vigentes em 2013 para o pagamento dos precatórios. Nesse caso, Coêlho encontrou em Luiz Fux o parceiro perfeito. A decisão final foi tomada pelo tribunal nesta quarta. Estados e municípios terão cinco anos para liquidar um estoque de R$ 97 bilhões. O chato é que isso não vai acontecer, e um novo problema acabou de começar. Há Estados que não têm como liquidar seus precatórios nem em 20 anos.
Não só. Também partiu de Coêlho a ADI que pede que a doação de empresas privadas a campanhas seja considerada inconstitucional. A tese original, na verdade, é do grupo de Roberto Barroso. A OAB só esta “lavando” a proposta. Em artigo a respeito, escreveu Coelho:
“O Brasil necessita de uma urgente reforma política democrática e republicana. O atual sistema eleitoral torna as eleições brasileiras caríssimas. O financiamento de campanhas por empresas privadas cria uma sobreposição venenosa entre política e interesses empresariais, e precisa ser urgentemente extirpado das eleições. A cidadania celebra a rejeição pelo Supremo Tribunal Federal do financiamento empresarial das campanhas eleitorais, por meio da manifestação já de sua maioria na Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 4.650, proposta pela OAB, pugnando pelo seu rápido julgamento.”
“O Brasil necessita de uma urgente reforma política democrática e republicana. O atual sistema eleitoral torna as eleições brasileiras caríssimas. O financiamento de campanhas por empresas privadas cria uma sobreposição venenosa entre política e interesses empresariais, e precisa ser urgentemente extirpado das eleições. A cidadania celebra a rejeição pelo Supremo Tribunal Federal do financiamento empresarial das campanhas eleitorais, por meio da manifestação já de sua maioria na Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 4.650, proposta pela OAB, pugnando pelo seu rápido julgamento.”
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Os companheiros privatizaram a verdade
Autor: Guilherme Fiuza
Teste de história para o 3″ ano do ensino médio, numa escola particular do Rio de Janeiro bem colocada no ranking acadêmico:
A transmissão do conhecimento no Brasil está empesteada pelo vírus ideológico
“O presidente eleito (FHC) governou o Brasil por dois mandatos, iniciando a consolidação da política neoliberal no país, principiada pelos presidentes Collor e Itamar Franco. Sobre os dois mandatos (1995-2002), pode-se afirmar que se caracterizam:
e) pelo limitado crescimento econômico; privatização das empresas estatais; diminuição do tamanho do Estado; e apagão energético, que levou ao racionamento e ao aumento do custo da energia.
A alternativa “e”, acima, é a resposta correta, segundo o professor que aplicou o teste. As quatro alternativas erradas são recheadas de bondades sociais, naturalmente identificadas pelos isentos elaboradores do teste com os governos do PT – muito distantes das maldades neoliberais de FHC. É muito grave o que acontece no Brasil. Um arrastão que mistura má-fé e credulidade empreende uma lavagem cerebral no país.
Vamos repetir o termo, para destacá-lo da frase anterior, que ficou um pouco longa: lavagem cerebral.
O exemplo acima é um retrato triste, vergonhoso, do que se passa nas bases da civilização brasileira. A transmissão do conhecimento no Brasil está empesteada pelo vírus ideológico – aquele que sabota a cultura e prostitui a verdade. Nada, absolutamente nada, pode ser mais grave para uma civilização. A quebra da confiança no saber destrói uma sociedade. Quando os monstros nazistas e comunistas foram pegos na mentira, o flagelo social já estava consumado – com a complacência da coletividade.
O PT caminha para 16 anos no poder. Engana-se quem vê inflação e recessão como os piores produtos de uma gestão desonesta. O pior produto é o envenenamento das instituições – gradual, sorrateiro, letal. O brasileiro, esse ser dócil, acha que o julgamento do mensalão foi um filme de época. Recusa-se a perceber que aquele golpe (submeter o patrimônio público a interesses partidários) se aprofunda há 12 anos. O PT montou uma diretoria na Petrobras para a sucção bilionária do dinheiro do contribuinte. Qual é o grande escudo para mais esse assalto?
É a lavagem cerebral. O Brasil engole o assalto petista porque está embriagado dos clichês de bondade, associados aos heróis da vagabundagem. Eles são administrativamente desastrosos e contam com grande elenco de pilantras condenados, mas pelo menos não são “neoliberais de direita”. É esse o truque tosco do teste escolar aqui citado.
O que é uma “política neoliberal”, prezados mestres da panfletagem? Por acaso vocês se referem à abertura econômica do país, com o avanço de prosperidade dela advindo? Claro que não. Vocês citaram “neoliberal” como um palavrão, cuspido pelo filho do Brasil num desses palanques em que ele mora. Vocês não têm nem uma pontinha de vergonha de resumir os anos FHC a um “limitado crescimento econômico” – tendo sido esse o governo que deu ao Brasil uma moeda de verdade?
Não, Ok. Vocês não têm vergonha de nada. Nem de escrever que, nesse período, se deu “a privatização das empresas estatais”. Como assim? Todas? Acrescentem ao menos: com exceção de empresas como Petrobras, Correios e Banco do Brasil, que permaneceram públicas para que os companheiros pudessem fazer nelas seus negócios privados.
Leia mais aqui
Fonte: http://www.imil.org.br/artigos/os-companheiros-privatizaram-verdade/
Teste de história para o 3″ ano do ensino médio, numa escola particular do Rio de Janeiro bem colocada no ranking acadêmico:
A transmissão do conhecimento no Brasil está empesteada pelo vírus ideológico
“O presidente eleito (FHC) governou o Brasil por dois mandatos, iniciando a consolidação da política neoliberal no país, principiada pelos presidentes Collor e Itamar Franco. Sobre os dois mandatos (1995-2002), pode-se afirmar que se caracterizam:
e) pelo limitado crescimento econômico; privatização das empresas estatais; diminuição do tamanho do Estado; e apagão energético, que levou ao racionamento e ao aumento do custo da energia.
A alternativa “e”, acima, é a resposta correta, segundo o professor que aplicou o teste. As quatro alternativas erradas são recheadas de bondades sociais, naturalmente identificadas pelos isentos elaboradores do teste com os governos do PT – muito distantes das maldades neoliberais de FHC. É muito grave o que acontece no Brasil. Um arrastão que mistura má-fé e credulidade empreende uma lavagem cerebral no país.
Vamos repetir o termo, para destacá-lo da frase anterior, que ficou um pouco longa: lavagem cerebral.
O exemplo acima é um retrato triste, vergonhoso, do que se passa nas bases da civilização brasileira. A transmissão do conhecimento no Brasil está empesteada pelo vírus ideológico – aquele que sabota a cultura e prostitui a verdade. Nada, absolutamente nada, pode ser mais grave para uma civilização. A quebra da confiança no saber destrói uma sociedade. Quando os monstros nazistas e comunistas foram pegos na mentira, o flagelo social já estava consumado – com a complacência da coletividade.
O PT caminha para 16 anos no poder. Engana-se quem vê inflação e recessão como os piores produtos de uma gestão desonesta. O pior produto é o envenenamento das instituições – gradual, sorrateiro, letal. O brasileiro, esse ser dócil, acha que o julgamento do mensalão foi um filme de época. Recusa-se a perceber que aquele golpe (submeter o patrimônio público a interesses partidários) se aprofunda há 12 anos. O PT montou uma diretoria na Petrobras para a sucção bilionária do dinheiro do contribuinte. Qual é o grande escudo para mais esse assalto?
É a lavagem cerebral. O Brasil engole o assalto petista porque está embriagado dos clichês de bondade, associados aos heróis da vagabundagem. Eles são administrativamente desastrosos e contam com grande elenco de pilantras condenados, mas pelo menos não são “neoliberais de direita”. É esse o truque tosco do teste escolar aqui citado.
O que é uma “política neoliberal”, prezados mestres da panfletagem? Por acaso vocês se referem à abertura econômica do país, com o avanço de prosperidade dela advindo? Claro que não. Vocês citaram “neoliberal” como um palavrão, cuspido pelo filho do Brasil num desses palanques em que ele mora. Vocês não têm nem uma pontinha de vergonha de resumir os anos FHC a um “limitado crescimento econômico” – tendo sido esse o governo que deu ao Brasil uma moeda de verdade?
Não, Ok. Vocês não têm vergonha de nada. Nem de escrever que, nesse período, se deu “a privatização das empresas estatais”. Como assim? Todas? Acrescentem ao menos: com exceção de empresas como Petrobras, Correios e Banco do Brasil, que permaneceram públicas para que os companheiros pudessem fazer nelas seus negócios privados.
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Fonte: http://www.imil.org.br/artigos/os-companheiros-privatizaram-verdade/
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Os 35 milhões que levaram Aécio ao segundo Turno calaram os Cúmplices do embustes forjado por um Getúlio de Picadeiro
Por Augusto Nunes
Aécio Neves começou a cruzar a fronteira do segundo turno no momento em que ignorou o palavrório de marqueteiros poltrões, assumiu o comando da própria campanha, declarou guerra à corrupção impune e se transformou no candidato do Brasil indignado com o clube dos cafajestes no poder. Os 35 milhões de brasileiros que votaram no candidato do PSDB desmontaram o embuste forjado por Lula e seus cúmplices para desfigurar a paisagem eleitoral enfim escancarada pelas urnas. Confiantes no triunfo da mentira, Dilma e seus devotos estão com cara de Felipão depois daquele jogo contra a Alemanha.
Além do Getúlio Vargas de picadeiro e da protetora de bandidos que finge combater, os 34% obtidos por Aécio derrotaram os blogueiros canalhas, os parteiros de boatos infamantes, os assassinos da honra alheia, os comerciantes da base alugada, os colunistas sabujos, os analistas de araque, os milicianos da esgotosfera e os fabricantes de profecias encomendadas. Ao longo desse duelo com a tribo dos sem-vergonha, o senador mineiro também ministrou uma aula de tenacidade, coragem e altivez aos aliados pusilânimes e eleitores que se vergam a malandragens tramadas por qualquer Maquiavel de chanchada.
Candidatos confrontados com tantos reveses sucessivos costumam sucumbir ao desânimo. Aécio não parou de sonhar com a arrancada improvável ─ e sobreviveu à epidemia de descrença. Leia mais aqui
Fonte: Veja
Aécio Neves começou a cruzar a fronteira do segundo turno no momento em que ignorou o palavrório de marqueteiros poltrões, assumiu o comando da própria campanha, declarou guerra à corrupção impune e se transformou no candidato do Brasil indignado com o clube dos cafajestes no poder. Os 35 milhões de brasileiros que votaram no candidato do PSDB desmontaram o embuste forjado por Lula e seus cúmplices para desfigurar a paisagem eleitoral enfim escancarada pelas urnas. Confiantes no triunfo da mentira, Dilma e seus devotos estão com cara de Felipão depois daquele jogo contra a Alemanha.
Além do Getúlio Vargas de picadeiro e da protetora de bandidos que finge combater, os 34% obtidos por Aécio derrotaram os blogueiros canalhas, os parteiros de boatos infamantes, os assassinos da honra alheia, os comerciantes da base alugada, os colunistas sabujos, os analistas de araque, os milicianos da esgotosfera e os fabricantes de profecias encomendadas. Ao longo desse duelo com a tribo dos sem-vergonha, o senador mineiro também ministrou uma aula de tenacidade, coragem e altivez aos aliados pusilânimes e eleitores que se vergam a malandragens tramadas por qualquer Maquiavel de chanchada.
Candidatos confrontados com tantos reveses sucessivos costumam sucumbir ao desânimo. Aécio não parou de sonhar com a arrancada improvável ─ e sobreviveu à epidemia de descrença. Leia mais aqui
Fonte: Veja
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
O que é o Estado Islâmico?
Entenda o que é o Estado Islâmico que semeia terror e fascina jihadistas
Grupo foi criado no Iraque, em 2006, por iniciativa da Al-Qaeda e tornou-se conhecido pelos massacres de xiitas e ataques suicidas contra as forças americanas
O que é o Estado Islâmico?
O grupo nasceu no Iraque, em 2006, por iniciativa da Al-Qaeda. Apresentava-se como o defensor da minoria sunita frente aos xiitas que assumiram o poder com a invasão liderada pelos Estados Unidos em 2003. Tornou-se conhecido pelos massacres de xiitas e ataques suicidas contra as forças americanas.
Sua brutalidade e interpretação intransigente do Islã fizeram com que as tribos sunitas o expulsasse de seu território. Caçados no Iraque, seus membros, a partir de julho de 2011, três meses após o início da revolta contra Bashar al-Assad, são chamados para lutar na Síria contra o regime.
Na Síria, rapidamente transparecem as divergências entre os jihadistas iraquianos e sírios. Os primeiros propõem a criação, em abril de 2013, do Estado Islâmico no Iraque e no Levante, mas o líder sírio rejeita a nova formação e mantém a Frente al-Nosra, que se tornou o ramo oficial da Al-Qaeda na Síria.
No início de 2014, uma guerra explode entre a Frente al-Nosra e os rebeldes sírios contra o EI. Este conflito já fez 6.000 mortos. Com suas vitórias no Iraque e na Síria, o líder do EI, Abu Bakr al-Baghdadi proclama em junho 2014 um "califado" abrangendo áreas dos dois países
Quem são seus combatentes?
Não há números exatos. O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) avalia que há na Síria mais de 50.000 de combatentes, incluindo 20.000 não-sírios, vindos do Golfo, Chechênia, Europa e até da China.
No Iraque, segundo Ahmad al-Sharifi, professor de ciência política na Universidade de Bagdá, o EI possui entre 8.000 e 10.000 combatentes, incluindo 60% de iraquianos. O EI recruta muitos combatentes por meio das redes sociais, mas vários são os rebeldes que se juntam ao grupo por medo ou atraídos por salários oferecidos.
Qual território controla?
O Estado islâmico controla cerca de 25% da Síria (45.000 km2) e 40% do Iraque (170 mil km2), um total de 215.000 km, o que equivale ao Reino Unido (237.000 km2), de acordo com Fabrice Balanche, geógrafo especialista da Síria.
No entanto, segundo ele, a maioria dos territórios controlados pelo EI, principalmente no Iraque, são desérticos, o que reduz seu efetivo controle sobre o território.
O "califado" se estende de Manbej, no norte da Síria perto da fronteira com a Turquia na província de Aleppo, em direção ao leste com toda a província de Raqa e grande parte de Hasakah e Deir Ezzor, até a localidade fronteiriça de Abu Kamal.
No Iraque, ele controla as regiões sunitas do oeste e norte, incluindo a cidade de Mossul.
Por que este grupo atrai tantos jihadistas estrangeiros?
Para o escritor e jornalista libanês Hazem al-Amin, os jihadistas ocidentais são fascinados por sua demonstração de força ao "estilo hollywoodiana". As decapitações, execuções sumárias e a conquista de territórios são elementos de uma epopeia. Além disso, de acordo com especialistas, o EI afirma que se reconectou com o Islã da época de Maomé.
Quais suas fontes de financiamento?
Os especialistas consideram que são várias as fontes de financiamento: primeiramente as contribuições dos países do Golfo, e o ministro alemão da Ajuda ao Desenvolvimento Gerd Müller acusa diretamente o Catar.
Para Romain Caillet, especialista em movimentos islâmicos, o grupo sobrevive essencialmente de autofinanciamento. Segundo ele, o financiamento externo, incluindo de algumas famílias Golfo, representa apenas 5% dos seus recursos.
Há ainda a extorsão, os tributos e as taxas impostas às populações locais. Desta forma, antes da tomada de Mossul, recolhiam cerca de US$ 100 milhões anualmente.
Além disso, há o contrabando de petróleo e de antiguidades, o resgate para a libertação de reféns ocidentais e as reservas de caixa dos bancos de Mossul, cidade tomada pelo EI no início de sua ofensiva no Iraque.
Fonte: Correio Brasiliense
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Dom Aloísio R. Oppermann. Uma república socialista?
Se os serviços públicos são geridos por empresas particulares, ou pelo governo, é uma questão de eficiência. Não é de ideologia política. Mas não esqueçamos que os serviços públicos “gratuitos” alguém os precisa pagar. A passagem de ônibus eu posso pagar do meu bolso, diretamente para a companhia particular, que presta esse serviço. Ou eu entrego essa mesma contribuição ao governo, para que ele a administre. Não existe jantar gratuito. O socialismo sempre fascinou a mente humana, porque parece ser mais justo, e atender melhor à parte mais pobre da humanidade. Isto, precisamente, sempre foi o ponto fraco do capitalismo: não ter plano de salvação para os perdedores. Mas o socialismo carrega consigo uma mancha execrável. Não é capaz de respeitar o que é inerente ao ser humano, que é a sua liberdade. Como não conseguirá jamais se estabelecer com a concordância dos cidadãos, precisa se impor à força. As cabeças de quem pensa, e é cioso em permanecer livre, rolam inexoravelmente. Esse regime é o mais catastrófico da história, tendo assassinado mais de 80 milhões de rebeldes. Tornou-se uma mancha na história da humanidade.
No Brasil, alegremente estamos correndo para os braços das ditaduras. Sem pejo nenhum, e sem falsete no rosto dos nossos dirigentes, temos relações diplomáticas preferenciais com nações, onde as liberdades individuais são uma quimera. As visitas oficiais a certos países, de visceral princípio socialista, são uma constante. A importação de médicos estrangeiros (não quero duvidar de sua competência profissional), tem como objetivo acostumar nossa população com as belezas do socialismo. Os gastos financeiros com doações em favor de nações mais pobres (todas socialistas), são uma constante. Os Black Blocs, quebrando com grande satisfação os Bancos, mostram que já estão infectados com esse vírus, francamente anti-livre mercado. Os que querem os serviços públicos todos gratuitos, vivem de um delírio deplorável. Tudo está sendo feito à luz do sol. Os condutores da nação terão o direito de dizer: “eu avisei”. É muito provável que entre os condenados pelos crimes do mensalão, já se encontrem aqueles que, no futuro, serão os dirigentes da Nação.
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Rodrigo Constantino. Marketing geopolítico: a disputa é pelo coração das pessoas
Centenas de mortos na Palestina com a presença terrestre de Israel na Faixa de Gaza, após os terroristas do Hamas ignorarem a trégua. Quem pode defender Israel quando imagens de inocentes mortos em seus ataques ganham as páginas de todos os jornais e as telas das TVs mundo afora?
Luiz Felipe Pondé, em sua coluna de hoje, toca em um ponto fundamental para esse debate: o marketing geopolítico. Israel está preocupado em proteger sua população, sempre sob a ameaça de terroristas que simplesmente não admitem sua existência. Não está preocupado em fazer marketing, propaganda na mídia. Isso acaba sendo monopólio do lado de lá, dos palestinos e da esquerda anti-judaica.
Foi como na “Primavera Árabe”, que encantou a intelligentsia ocidental, que adorava falar do “despertar democrático” do mundo islâmico em cafés seguros do próprio Ocidente. O resultado prático nada teve a ver com toda aquela ilusão vendida pela imprensa ocidental, dominada pela esquerda.
Hamas finge querer a paz e lutar apenas pelo direito de um Estado Palestino. Balela. Mas há quem acredite, pois os terroristas palestinos contam com amplo apoio dos (de)formadores de opinião ocidentais. Israel precisa ser pintado como o grande vilão, poderoso aliado do próprio Satã, os Estados Unidos.
Um país com 8 milhões de habitantes, com território nada fértil, em um regime democrático, em meio a inúmeros países ditatoriais com grupos terroristas que desejam nada menos do que sua destruição: mas Israel é o Golias contra o pobre Davi. Tudo marketing. Diz Pondé:
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Os Negros e o Brasil das Cotas. Onde enterraram a Meritocracia?
O Brasil no Governo Lulo-dilmo-petista vai longe, bem longe da organização administrativa que foi aprendida pela Humanidade durante séculos de história. Quase tudo que o Mundo corporativo aprendeu e avançou para rumar ao crescimento e desenvolvimento da sociedade, vê-se neste governo uma tal destruição que enche os olhos de tristeza, é como destruir uma Universidade com um incêndio criminoso, é como destruir um Laboratório, é como derrubar um Templo milenar.
Entre tantos abonados pela natureza ou pelo esforço e mérito, o governo insiste em bonificar aqueles que lhes pertencem ideologicamente ou quem seus olhos de deuses titânicos mais convier. Para ele, Meritocracia não possui valor algum, nada da história ou fatos mais interessam, nada de métodos, postulados, ciências, debates, teses e ponderações são considerados. O que vale é a apelação ao sentimentalismo, o classicismo e o 'amor aos pobres'. A falácia segundo o Governo é negada, mesmo ele falando demais sobre isto. Os Esquerdistas que sustentam a luta contra a meritocracia são intocáveis, eles sempre possuem bons modos e amam a todos, menos aqueles que não se submetem a eles.
Entre certas classes bonificadas pelo estilo 'bão de mais' do Governo, encontramos os donos das cotas, hoje os negros, já está no forno as cotas para gays. Tais negros (pertença do Governo) agora são melhores que todos os negros de antes e melhores que todos os brancos de sempre. Porquê são melhores? Mérito nem sempre, mas sim pela cor. São bons, melhores, top por terem a cor da pele diferente. Mas os negros são bons em alguma coisa? lógico que sim, porém nem sempre, como os não-negros nem sempre são bons em algumas coisas. Porém com estas cotas petistas o que se lê é: sempre negros, sempre melhores.
Não seria uma criação de um 'apartheid'? Mas não se pode nem perguntar, se não cairíamos numa negrofobia, racismo ou sei lá o quê! Não seria um desrespeito a capacidade do homem negro? esquece, não se pode questionar este governo sensível!
Então creio que com isto o negro está sendo agora acusado (pelos socialistas do governo) de ser incompetente! Ele está sendo tratado como um coitado que não precisa mostrar sua aptidão, está sendo retirado do páreo, não está tendo a chance da disputa, não porá a mão no troféu da vitória. O negro cotista não precisa estudar a mesma quantidade de horas que um não negro estuda. Precisa apenas declarar que é negro!
Ao contratar um Professor, o neo contratado não tem necessidade saber lecionar, basta ser negro para ter a vaga. Para atuar como Locutor, não necessitaria da prerrogativa de uma voz clara e boa dicção, somente ser negro. Nesta entoada, não poderemos mais escolher o Bom Médico, qual sempre fazemos e indicamos aos familiares e amigos, deveremos indicar (por ordem judicial) o médico negro ou então seremos contra o governo cotista, racista que é contra a MERITOCRACIA!
Significado de Meritocracia
s.f. Predominância dos que possuem méritos (numa sociedade, numa organização, num grupo, num trabalho ou ofício etc); predomínio das pessoas que são mais competentes e eficientes.
Modo de seleção cujos preceitos se baseiam nos méritos pessoais daqueles que participam.
Método que consiste na atribuição de recompensa aos que possuem méritos.
(Etm. mérito + o + cracia)
Fonte: http://www.dicio.com.br/meritocracia/
O que é meritocracia?
A palavra meritocracia vem do latim mereo que significa obter, merecer e pode ser definida como forma de atuação baseada no mérito, na qual as posições hierárquicas e outras recompensas são conquistadas pelos colaboradores que atingem os resultados esperados e apresentam no dia a dia de trabalho as competências de liderança, técnicas e estratégicas estabelecidas previamente pelas organizações. São muitas as empresas que hoje aplicam critérios meritocráticos em seus sistemas de reconhecimento, recompensa e gestão de carreira, ou seja, que têm como objetivo valorizar e reter os colaboradores que realmente fazem a diferença nos negócios, que garantem os resultados e o crescimento constante da organização.
Fonte: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/carreira-em-geracoes/2013/02/18/o-que-e-meritocracia/
Meritocracia
Meritocracia (do latim meritum, "mérito" e do sufixo grego antigo κρατία (-cracía), "poder")1 é um sistema de gestão que considera o mérito, como aptidão, a razão principal para se atingir posição de topo. As posições hierárquicas são conquistadas, em tese, com base no merecimento e entre os valores associados estão educação, moral, aptidão específica para determinada atividade. Constitui-se uma forma ou método de seleção e, num sentido mais amplo, pode ser considerada uma ideologia governativa.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Meritocracia
quinta-feira, 19 de junho de 2014
CHEFÃO DO PT PEDE ABERTAMENTE A CABEÇA DE JORNALISTAS NA PÁGINA DO PARTIDO. ESTOU NA LISTA. NÃO SEI O QUE FARÃO OS OUTROS. ESTOU ANUNCIANDO AQUI QUE VOU PROCESSAR O SR. ALBERTO CANTALICE POR CALÚNIA E DIFAMAÇÃO. CABE INDAGAR SE CHEFÃO PETISTA NÃO ESTÁ DANDO UMA ORDEM PARA QUE ESSAS PESSOAS SEJAM AGREDIDAS NAS RUAS. É PRECISO CUIDADO! ELE É DO PARTIDO A QUE PERTENCIA CELSO DANIEL!
Alberto Cantalice, vice-presidente do PT, divulga no site do partido lista negra de jornalistas. Um assunto para a Justiça e para a Polícia Federal
Os petistas, saibam os senhores, pedem a cabeça de jornalistas para seus respectivos patrões. O partido tem nas mãos instrumentos para fazê-lo: anúncios da administração direta e propaganda de estatais. Alguns cedem, outros não! Denunciei aqui a fala de um certo José Trajano na ESPN e AFIRMEI QUE ELE NÃO ESTAVA PENSANDO APENAS POR SUA CABEÇA. DEIXEI CLARO QUE ELE VOCALIZAVA PALAVRAS DE ORDEM DO PT. Muitos não acreditaram. Pois é…
A opinião do sr. Trajano sobre mim e sobre os demais que ele atacou (Augusto Nunes, Diogo Mainardi e Demétrio Magnoli) pode ser moralmente criminosa, mas não vai além disto: dolo moral. Ele tem o direito de achar a respeito dos meus textos o que bem entender. E eu tenho o direito de responder. Se ele se sente bem com o seu oficialismo de contestação, aí é problema dele.
É diferente, no entanto, quando um político acusa jornalistas de cometer um crime. Aí a coisa pega. O sr. Alberto Cantalice, vice-presidente do PT e “coordenador das Redes Sociais do partido” escreveu um artigo no site do PT em que se pode ler esta pérola.
Observem que os quatro da lista de Trajano estão também na de Cantalice, que vem ampliada. Não sei o que farão os outros. Sei o que eu farei. Estou anunciando aqui que vou processá-lo. E a razão é claríssima. Ele está me acusando se estimular a que outros “maldigam os pobres” e os discriminem em ambientes públicos. Se eu faço isso, então eu sou um criminoso. Violo um artigo da Constituição e da Lei 7.716, alterada pela Lei 9.459. Vale dizer: transgrido a Carta Magna do meu país e cometo um crime previsto em lei. ENTÃO O SR. CANTALICE VAI TER DE PROVAR O QUE DIZ. ELE VAI TER DE DIZER EM QUE ARTIGO E EM QUE MOMENTO EU PREGUEI A DISCRIMINAÇÃO CONTRA OS POBRES.
Para esclarecer a questão constitucional e legal. Estabelece o Inciso XLI da Constituição:
“XLI – a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais”.
“XLI – a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais”.
Define a Lei 7.716, depois de alterada pela 9.459:
“Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. (Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97)
Pena: reclusão de um a três anos e multa.(Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97)
“Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. (Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97)
Pena: reclusão de um a três anos e multa.(Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97)
Como sabem os advogados, a discriminação por condição econômica tem sido considerada pelos juízes da mesma natureza das categorias acima previstas. Assim, o sr. Cantalice acusa esse grupo de jornalistas de cometer crimes que rendem até três anos de prisão. Vai ter de provar. Se não provar, incorre no crime de calúnia e difamação.
Atenção! Este senhor é o “coordenador da redes sociais DO partido”, entenderam? Não é que ele seja o coordenador do partido para as redes sociais. Não!!! Levadas as palavras ao pé da letra, os petistas julgam já ter privatizado as redes sociais. Não deixa de ser verdade.
O sr. Cantalice vai mais longe, Ele descobriu que esse grupo de jornalistas — e vejam quanto poder ele nos confere — é responsável pela vaia que Dilma levou nos estádios. Também ele recorre à metáfora canina para nos designar. Leiam:
Muito bem! Vocês sabem o que isso significa: quando o maior partido político do país, que tem, de fato, milhares de seguidores — alguns deles podem estar dispostos ao tudo ou nada — nomeia um grupo restrito de jornalistas como propagador do ódio, acusando-o, adicionalmente, de responsável por vaiais e xingamentos de que foi alvo a presidente Dilma, isso corresponde, me parece, a um convite a uma ação direta.
Não é segredo para ninguém que certo tipo de militância não precisa de palavras explícitas para agir. O sr. Cantalice está pondo em risco a segurança de profissionais da imprensa. Talvez queira isto mesmo: calar a divergência por intermédio da intimidação e do terror. Que este post sirva de alerta à Polícia Federal e ao Ministério Público. Evidentemente, nenhum de nós deve esperar a solidariedade e o protesto de entidades de defesa da categoria. Sabem por quê? Porque os respectivos comandos da maioria delas pensam a mesma coisa. Também elas acham que deveríamos ser proibidos de escrever o que escrevemos, de falar o que falamos, de pensar o que pensamos. IMAGINEM O QUE ACONTECERIA SE UM GRUPO OU UMA ENTIDADE CONSIDERADOS DE DIREITA TORNASSE PÚBLICA UMA LISTA DE DESAFETOS. O MUNDO VIRIA ABAIXO. O PT repete a tática da ditadura militar e resolveu espalhar no mural da rede os nomes e as fotografias dos “Procurados”.
Bando de fascistas!O petismo é a mais perfeita definição do que muitos chamam nos EUA de “fascismo de esquerda”. Qualquer pessoa que tenha lido o que escrevemos ou ouvido o que falamos sabe que pensamos coisas distintas sobre um monte de assuntos. Nunca nem mesmo conversei com Guilherme Fiúza, por exemplo. Duvido que Arnaldo Jabor queira papo comigo.
Com isso, estou deixando claro que não formamos um grupo. Pode ser que os petistas estejam acostumados a conversar com quadrilheiros disfarçados de jornalistas. Não é o caso.
Eu, sim, acuso o governo do seu partido, sr. Cantalice, de financiar com dinheiro público páginas na Internet e blogs cujo propósito é difamar a imprensa independente, as lideranças da oposição e membros do Poder Judiciário que não fazem as vontades do PT. E o senhor certamente não vai contestar porque é autodemonstrável.
O PT começou a sua trajetória no poder hostilizando a imprensa que não se limitava a prestar assessoria ao partido. Depois, passou a financiar o subjornalismo “livre como um táxi”. Aí tentou (e tenta ainda) criar mecanismos de censura. Agora, já chega ao ponto de estimular, ainda que de modo oblíquo, a agressão aos profissionais que não rezam segundo a sua cartilha. A esmagadora maioria da categoria vai silenciar — até porque alguns fazem esse mesmo trabalho em suas respectivas colunas, não é mesmo? Ok. Hoje, somos nós. Amanhã, chegará a vez de vocês. É simples assim. E é sempre assim.
Vaias
Eu sou responsável pelas vaias? Eu não! Quem estimulou as manifestações de rua em junho foi o PT. Eu sempre as critiquei. Ademais, sabem o que motiva vaia em estádio, meu senhor? Eu conto: roubalheira, safadeza, associação com o PCC.
Eu sou responsável pelas vaias? Eu não! Quem estimulou as manifestações de rua em junho foi o PT. Eu sempre as critiquei. Ademais, sabem o que motiva vaia em estádio, meu senhor? Eu conto: roubalheira, safadeza, associação com o PCC.
Sem contar que quero encontrar cara a cara com esse sujeito num tribunal. Quero perguntar quais são as suas credenciais e sua origem para falar em nome do povo. Quero opor as minhas às suas. Quero lhe dizer que o governo que ele representa financiou, por exemplo, a ação de sem-terra e índios que resultou em policiais feridos em Brasília. Quero lhe dizer que seus aliados deram suporte a coisas como a “Mídia Ninja” na esperança de que os alvos seriam os adversários. O tiro saiu pela culatra, a despeito das intenções da turma.
O sr. Cantalice quer saber onde estão os responsáveis pela hostilidade a Dilma nos estádios? Comece por se olhar no espelho. O PT estimula a desordem. O PT estimula o desrespeito às leis. O PT estimula o desrespeito a qualquer hierarquia. O PT estimula o desrespeito até mesmo à organização familiar. O partido esperava escapar do clima que ele próprio criou?
De resto, se as hostilidades a Dilma foram um “gol contra” dos que não gostam dela e se a maioria “abominam” (sic) aquele comportamento, o sr. Cantalice deveria estar contente, não é mesmo? O PT está empenhado em fazer do limão uma limonada. Ao isolar o grupo dos “jornalistas do mal”, ameaça, na prática, todos os outros. É como se dissesse: “Comportem-se, ou vocês vão entrar na lista negra”. E, claro!, muita gente vai se comportar e ainda achar pouco!
É claro que fico preocupado quando lembro que o sr. Cantalice pertence ao partido de Celso Daniel. Terei, é certo, de tomar as devidas providências para a minha segurança. E acho que os outros devem fazer a mesma coisa.
Fonte: Blog Reinaldo Azevedo
terça-feira, 10 de junho de 2014
MISES. A mentalidade da esquerda e seus estragos sobre os mais pobres
Quando adolescentes criminosos e assassinos são rotulados de "jovens problemáticos" por pessoas que se identificam como sendo de esquerda, isso nos diz mais sobre a mentalidade da própria esquerda do que sobre esses criminosos violentos propriamente ditos.
Raramente há alguma evidência de que os criminosos sejam meramente 'problemáticos', e frequentemente abundam evidências de que eles na realidade estão apenas se divertindo enormemente ao cometer seus atos criminosos sobre terceiros.
Por que então essa desculpa já arraigada? Por que rotular adolescentes criminosos de "jovens problemáticos" e supor que maníacos homicidas são meros "doentes"?
Pelo menos desde o século XVIII a esquerda vem se esforçando para não lidar com o simples fato de que a maldade existe — que algumas pessoas simplesmente optam por fazer coisas que elas sabem de antemão serem erradas. Todo o tipo de desculpa, desde pobreza até adolescência infeliz, é utilizada pela esquerda para explicar, justificar e isentar a maldade.
Todas as pessoas que saíram da pobreza ou que tiveram uma infância infeliz, ou ambas, e que se tornaram seres humanos decentes e produtivos, sem jamais praticarem atos violentos, são ignoradas pela esquerda, que também ignora o fato de que a maldade independe da renda e das origens, uma vez que ela também é cometida por gente criada na riqueza e no privilégio, como reis, conquistadores e escravocratas.
Logo, por que a existência do mal sempre foi um conceito tão difícil para ser aceito por muitos da esquerda? O objetivo básico da esquerda sempre foi o de mudar as condições externas da humanidade. Mas e se o problema for interno? E se o verdadeiro problema for a perversidade dos seres humanos?
Rousseau negou esta hipótese no século XVIII e a esquerda a vem negando desde então. Por quê? Autopreservação. Afinal, se as coisas que a esquerda quer controlar — instituições e políticas governamentais — não são os fatores definidores dos problemas do mundo, então qual função restaria à esquerda?
E se fatores como a família, a cultura e as tradições exercerem mais influência positiva do que as novas e iluminadas "soluções" governamentais que a esquerda está constantemente inventando? E se a busca pelas "raízes da criminalidade" não for nem minimamente tão eficaz quanto retirar criminosos de circulação? As estatísticas ao redor do mundo mostram que as taxas de homicídio estavam em declínio durante as décadas em que vigoravam as velhas e tradicionais práticas tão desdenhadas pela intelligentsia esquerdista. Já quando as novas e brilhantes ideias da esquerda ganharam influência, no final da década de 1960, a criminalidade e violência urbana dispararam.
O que houve quando ideias antiquadas sobre sexo foram substituídas, ainda na década de 1960, pelas novas e brilhantes ideias da esquerda, as quais foram introduzidas nas escolas sob a alcunha de "educação sexual" e que supostamente deveriam reduzir a gravidez na adolescência e as doenças sexualmente transmissíveis? Tanto a gravidez na adolescência quanto as doenças sexualmente transmissíveis vinham caindo havia anos. No entanto, esta tendência foi subitamente revertida na década de 1960 e atingiu recordes históricos.
Desarmamento
Uma das mais antigas e mais dogmáticas cruzadas da esquerda é aquela em prol do desarmamento. Aqui, novamente, o enfoque está nas questões externas — no caso, nas armas.
Se as armas de fato fossem o problema, então leis de controle de armas poderiam ser a resposta. Mas se o verdadeiro problema são aquelas pessoas malvadas que não se importam com a vida de outras pessoas — e nem muito menos para as leis —, então o desarmamento, na prática, fará apenas com que pessoas decentes e cumpridoras da lei se tornem ainda mais vulneráveis perante pessoas perversas.
Dado que a crença no desarmamento sempre foi uma grande característica da esquerda desde o século XVIII, em todos os países ao redor do mundo, seria de se imaginar que, a esta altura, já haveria incontáveis evidências dando sustentação a esta crença. No entanto, evidências de que o desarmamento de fato reduz as taxas de criminalidade em geral, ou as taxas de homicídio em particular, raramente são mencionadas por defensores do controle de armas. Simplesmente se pressupõe, de passagem, que é óbvio que leis mais rigorosas de controle de armas irão reduzir os homicídios e a criminalidade.
Leia mais aqui
Fonte: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1662
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Como é o Brasil para um Estrangeiro?
É um Pais que lutou para legalizar o aborto. Briga para legalizar a maconha. Facilitou o desquite de casais heterossexuais. Investiu milhões no casamento gay. Criou dispendiosas Campanhas para ensinar crianças de oitos anos a se tornarem gays. Cria leis para impedir os Pais de educarem seus próprios filhos. Destrói livros educativos em prol de livros marxistas. Institui um grupo de Direitos Humanos que esquece a Vítima e protege Criminosos.
É um país onde um Analfabeto virou presidente e tornou-se uma pessoa (Entidade) que não erra. Esta entidade recebe (compra) Títulos universitários sem nunca ter estudado e que odeia ler livros. Possui uma presidente que desvaloriza a família, não possui clareza ao falar, não dá exemplos de boas condutas, nunca gerenciou uma mínima banca de bananas e não tem controle sobre os setores econômicos do país.
É um pais que possui um governo que procede em seus intentos um alinhamento a Ditadores Torturadores. Membros e Mentores deste governo estão em Presídios de onde emitem ações governamentais. É um pais considerado Católico mas que persegue a liberdade de Fé dos cidadãos.
Este pais possui uma Instituição Católica (CNBB) que não defende os filhos nem os valores da Igreja.
Um país onde não se combate o Tráfico de drogas, mas ofende os Policiais Militares. Solta bandidos e prende trabalhadores. Usa o dinheiro do Povo em causas particulares de parceiros ideológicos. Possui um grande povo que vai as ruas brigar por 20 centavos, mas que se cala ao ser roubado em milhões. Um país pobre não por natureza, mas por ter moral inclinada à miséria intelectual. Que aceita ser roubado e aplaude os ofensores. Que não tem Hospitais e elogia a criação de Estádios de futebol onde nunca vai entrar.
Um pais que entende que quem nunca trabalhou, estudou ou se fez merecer tem mais oportunidades do que o restante da Nação.... Um Estado onde 'asminoria' cria leis e cala a maioria. Um pais condenado a morte institucional.... Um Território controlado por COMUNISTAS!
Seja bem vindo ao Brasil!
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