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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Patrícia Abravanel fala sobre Fé e Política. Países que vive a Fé se desenvolvem

Veja o vídeo abaixo (vídeo de meses atrás), não vi erros nas posições da Patrícia. Ela faz uma leitura dos fatos que ocorreram na história e que podem ser visto por qualquer um. Ela nem foi tão profunda, entretanto disse uma verdade que deve ser estudada e entendida por todos nós. Ela afirma intrinsecamente o que estamos dizendo nas formações de Fé e Política: Todo País que vive a Fé e Política, se desenvolve. Afirmo isto porquê Biblicamente Deus oferece prosperidade para países governados segundo a Fé.

Salmos, 1

1.Feliz o homem que não procede conforme o conselho dos ímpios, não trilha o caminho dos pecadores, nem se assenta entre os escarnecedores.

2.Feliz aquele que se compraz no serviço do Senhor e medita sua lei dia e noite.

3.Ele é como a árvore plantada na margem das águas correntes: dá fruto na época própria, sua folhagem não murchará jamais. Tudo o que empreende, prospera.

4.Os ímpios não são assim! Mas são como a palha que o vento leva.

5.Por isso não suportarão o juízo, nem permanecerão os pecadores na assembléia dos justos.

6.Porque o Senhor vela pelo caminho dos justos, ao passo que o dos ímpios leva à perdição.

Salmo 32, 12
Feliz a nação que tem o Senhor por seu Deus, e o povo que ele escolheu para sua herança.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Palestra: O Islã é uma religião de paz? O ex-muçulmano devoto Nabeel Qureshi nos conta sua história!

O ex-muçulmano devoto Nabeel Qureshi, autor do livro Seeking Allah, Finding Jesus (“Procurando Alá, Encontrando Jesus”) explica na palestra “Islã em contexto: Abrindo as portas ao entendimento”




terça-feira, 23 de junho de 2015

Caso Forcades: Obispo explica que es incompatible ser monja y estar en política


MADRID, 23 Jun. 15 / 06:10 am (ACI/EWTN Noticias).- El Obispo de Sant Feliu de Llobregat (España), Mons. Agustín Cortés Soriano, ha escrito una nota para aclarar la situación de la monja Teresa Forcades tras el abandono del monasterio de San Benito para dedicarse a actividades políticas. El Prelado precisa que es incompatible ser religiosa y estar en política.

El Obispo señala que la religiosa ha creado “perplejidad y confusión” entre los fieles y subraya que le ha manifestado su parecer de “incompatibilidad radical” entre la vida religiosa y la actividad política.

Sor Teresa Forcades abandonó el pasado lunes el monasterio de San Benito, en Barcelona (España) después de que afirmara que tanto su superiora como el Obispo, Mons. Agustín Cortés Soriano, estaban informados y de acuerdo con esta decisión. Algo que ha motivado que el mismo Obispo tenga que aclarar la situación ante “el eco mediático y la perplejidad, que ha provocado en muchos, católicos y no católicos, el compromiso político asumido por la monja benedictina”.

En la nota, el Obispo señala que “según establece el Código de Derecho Canónico todos los monasterios de Monjas son autónomos”, en el sentido que se rigen y viven bajo el cuidado de la propia superior, que hace las veces de superior mayor. “Están sometidos de manera inmediata y exclusivamente a la Sede Apostólica en cuanto al régimen interno y la disciplina”, precisa.

La función del Obispo en relación con estos monasterios y conventos es de “una vigilancia peculiar” ya que el monasterio no está bajo la jurisdicción o autoridad del Obispo diocesano pero éste debe “entender y valorar el carisma propio, ofrecer ayuda, y, en determinados casos previstos expresamente por la ley, intervenir dando su preceptivo juicio o decretando la ejecución de una determinación de la Superior Mayor”.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Ministro convoca audiência pública para discutir ensino religioso em escolas públicas

* Confira no final a Nota do Blog sobre este assunto


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso convocou para o dia 15 de junho de 2015 audiência pública para discutir o ensino religioso nas escolas públicas brasileiras. O tema é alvo da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4439, ajuizada em agosto de 2010 pela então procuradora-geral em exercício, Deborah Duprat. O ministro Roberto Barroso é o relator do processo.

Todos os interessados em participar devem enviar mensagem para o e-mail ensinoreligioso@stf.jus.br até o dia 15 de abril. A solicitação de participação deve conter a qualificação do órgão, entidade ou especialista, conforme o caso, a indicação do expositor, acompanhada de breve currículo de até uma página, e o sumário das posições a serem defendidas na audiência.
Ministro Barroso
Em seu despacho, o ministro esclarece que os participantes serão selecionados, entre outros, pelos seguintes critérios: representatividade da comunidade religiosa ou entidade interessada; especialização técnica e expertise do expositor; garantia da pluralidade da composição da audiência e dos pontos de vista a serem defendidos.

Constitucionalidade
O ministro Barroso explica que, na ação, busca-se conferir interpretação conforme a Constituição Federal a dispositivos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (caput e parágrafos 1º e 2º do artigo 33 da Lei 9.394/1996) e ao acordo firmado entre o Brasil e a Santa Fé (Decreto nº 7.107/2010) “para assentar que o ensino religioso em escolas públicas deve ter natureza não confessional, com proibição da admissão de professores na qualidade de representantes das confissões religiosas”.

A Procuradoria-Geral da República defende a tese de que a única forma de compatibilizar o caráter laico do Estado brasileiro com o ensino religioso nas escolas públicas consiste na adoção de modelo não confessional, em que a disciplina deve ter como conteúdo programático a exposição das doutrinas, práticas, história e dimensões sociais das diferentes religiões, incluindo posições não religiosas, “sem qualquer tomada de partido por parte dos educadores”, e deve ser ministrada por professores regulares da rede pública de ensino, e não por “pessoas vinculadas às igrejas ou confissões religiosas”.

O ministro Barroso destaca três pontos a serem discutidos na audiência pública, para a qual poderá ser designada uma data adicional, caso seja necessário: as relações entre o princípio da laicidade do Estado e o ensino religioso nas escolas públicas; as diferentes posições a respeito dos modelos confessional, interconfessional e não confessional e o impacto de sua adoção sobre os sistemas públicos de ensino e sobre as diversas confissões religiosas e posições não religiosas; e, por fim, as diferentes experiências dos sistemas estaduais de educação com o ensino religioso.

Segundo o ministro, “tais questões extrapolam os limites do estritamente jurídico, demandando conhecimento interdisciplinar a respeito de aspectos políticos, religiosos, filosóficos, pedagógicos e administrativos relacionados ao ensino religioso no país”, o que recomenda “a convocação de audiência pública para que sejam ouvidos representantes do sistema público de ensino, de grupos religiosos e não religiosos e de outras entidades da sociedade civil, bem como de especialistas com reconhecida autoridade no tema”.

Convites
Por determinação do ministro Luís Roberto Barroso, serão convidadas a participar da audiência 12 entidades. Além do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), serão chamadas as seguintes entidades representativas de confissões religiosas e de posições não religiosas: Confederação Israelita do Brasil (Conib), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Convenção Batista Brasileira (CBB), Federação Brasileira de Umbanda (FBU), Federação Espírita Brasileira (FEB), Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras), Igreja Assembleia de Deus, Liga Humanista Secular do Brasil (LIHS), Sociedade Budista do Brasil (SBB) e Testemunhas de Jeová.

Os ministros do STF, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, também serão convidados.

Fonte: Notícias STF

Nota do Blog:

É realmente temerário e medonho esta Audiência. Se você pesquisar as ações dos comunistas petistas, verá que eles amam os termos: 'Audiência', 'Participativo', 'Democrático', 'Consultas', 'Debate', 'Assembleia'... Eles dizem fazer reuniões com 'todo' tipo de gente com a maior 'diversidade' possível, para que todos sejam ouvidos. Mas o engraçado é que no final sempre ocorre aquilo que é favorável ao discurso prévio. Estranho né?! O PT grita por direito X durante 10 anos, depois faz um debate e o Direito X ganha, e sempre assim ocorre. Nunca na história deste pais o resultado das audiências tenebrosas petistas foram desfavoráveis a eles.

E daí? A questão é que o Barroso vai fazer uma audiência com gente submissa a eles, e no final vai cometer o ato de tirar das Escolas aquilo que as criou e as desenvolveram: O Ensino Religioso. Foi a Igreja que criou e estabeleceu o ensino. Agora chega a hora dos ativistas do Marxismo ateu falar para a Fé: 'Sai fora, que vamos ensinar o povo a não crer mais!'.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Parlamento do Afeganistão ameaça convertidos ao Cristianismo

Parlamento Afegão
O deputado afegão, Nazir Ahmad Hanafi, propôs ao Parlamento, que seja aplicada aos muçulmanos convertidos ao Cristianismo, a Sharia, lei islâmica que pune severamente os que deixam a religião oficial do país

Segundo a Agência Fides, que divulgou nesta segunda-feira, 9, a informação, o deputado defendeu que as conversões são uma ofensa ao Islã. "Os cidadãos afegãos continuam a converter-se ao Cristianismo, isso deve ser justificado", afirmou.

De acordo com fontes locais, o número de cristãos no Afeganistão aumentou nos últimos anos, mas não há um número oficial, pois os convertidos temem manifestar-se publicamente. 

O presidente do Parlamento Abdul Rauf Ibrahimi, condenou todas as "atividades de proselitismo cristão" no país. Ele ordenou ao Comitê Nacional que siga seriamente essa questão, afirmando tratar-se de um problema de segurança no país. 

No último mês o Conselho Islâmico do Afeganistão notificou com preocupação o presidente Hamid Karzai, sobre a presença crescente de trabalhadores estrangeiros de religião cristã no país. De acordo com o Conselho, a presença de cristãos é uma ameaça à religião islâmica. 

Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Feliciano, religião e Estado secular – Fábio Lacerda e Sergio S.


Algumas das reações contrárias à nomeação do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) dão a entender que a laïcité do Estado brasileiro está em perigo. É preciso, então, perguntar-se sobre qual a real razão das manifestações, e se estamos testemunhando uma ameaça ao Estado laico.

A escolha de Feliciano não ganhou destaque apenas pelo fato de ele ser um pastor. Desde 2011, o deputado ficou famoso por ter feito declarações polêmicas e ofensivas, algumas delas objeto de investigação judicial. No entanto, elas não parecem ser a causa real da indignação, e sim suas posições em questões morais. Um exercício contrafactual tornaria claro que qualquer outro deputado religioso que se posicionasse reiteradamente contra o casamento homossexual e o aborto e assumisse a CDHM seria hostilizado. Tais posições não são vistas apenas como preconceito, senão também como afronta ao Estado secular.

Mas há nesse episódio alguma ameaça real ao Estado laico ou secular? A resposta a esta pergunta depende do que se entende por esses adjetivos. A compreensão de “secularismo” ou “laicidade” implícita nas manifestações contrárias a Feliciano parece ser a de um credo político arreligioso que não tolera que tradições religiosas participem da esfera pública.

Essa compreensão supõe que doutrinas não religiosas seriam capazes de resolver questões político-morais de modo a convencer qualquer pessoa honesta, e que doutrinas religiosas só poderiam convencer quem já aceitou o dogma religioso. Isso é claro nas manifestações dos grupos contrários a Feliciano. Para eles, as posições contrárias ao casamento homossexual e ao aborto estariam fundamentadas apenas em verdades reveladas, sendo ilegítimas no debate político. Todavia, a Igreja Católica e muitas igrejas cristãs não precisam basear suas posições na revelação. A defesa da vida e do casamento feita por elas se fundamenta na razão.

A defesa da exclusão das doutrinas religiosas do debate público é, pois, feita com argumentos equivocados. Poderíamos ir além e afirmar que doutrinas religiosas estão tão ou mais preparadas para a defesa dos direitos humanos que as não religiosas. Dado o caráter secularizado e pluralista da política moderna, a justificação política dos direitos humanos é uma necessidade. Porém, o pluralismo necessita de fundações que não são elas mesmas pluralistas ou meramente políticas, e que se baseiam em firmes recursos morais. Esses recursos estão profundamente relacionados com convicções religiosas.

Para o filósofo Charles Taylor, o secularismo não diz respeito à relação entre Estado e religião, e sim à resposta correta do Estado democrático à diversidade. Nesse sentido, o secularismo envolve a busca por dois objetivos: liberdade para exercer e escolher qualquer tipo de religião – ou nenhuma delas; e respeito às diferentes tradições religiosas e não religiosas no debate público. O episódio da eleição de Feliciano expõe a concepção restrita de Estado secular de parte da opinião pública brasileira. Talvez esteja na hora de lutarmos por uma concepção mais razoável de Estado secular, uma que entenda secularização como respeito às diferenças, e não como a simples exclusão das tradições religiosas do debate público brasileiro.

Publicado no website da Gazeta do Povo

Fábio Lacerda e Sergio Simoni Jr. são mestres e doutorandos em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP).

Fonte: Formação e Política

terça-feira, 31 de julho de 2012

Eleitores desconfiam da fé exagerada do candidato

Artigo no Jornal O Estado de São Paulo alerta para que políticos não exagerem em sua aproximação aos templos religiosos. A lição nacional ocorrida em 2010 onde Dilma e o PT (Foro de São Paulo) quase perdeu a eleição ainda está valendo. Sobre este ensino, muitos políticos nas eleições de 2012 não descartam mais os termos religiosos e defesas de algumas causas caras referentes a Fé. Ai surge o farisaísmo, o oportunismo que só os maus políticos têm. Muitos vão afirmar de joelhos no chão que são cristãos, católicos, servos, carismáticos, evangélicos, adventistas... Aos eleitores restam muitos cuidados, não escolha seu candidato por suas últimas palavras sobre sua caminhada nas igrejas. Olhe um pouco mais profundo e pesquise se está fé é do tipo express, sendo descarte imediatamente.


Não acredite em candidatos que de uma hora para outra está frequentando igrejas, está fotografado com personagens religiosos e sorridentes, isto não é base significante e nem fundamento. Apóie candidato que ha tempos tem feito sua caminhada de fé independente da política, apóie candidato que defenda os direitos constitucionais, da família, da democracia, da vida, da liberdade religiosa, justiça e moral.


Expurgue, distancie e negue os candidatos de partidos e coligações nefastos, contrário a sua fé. Não vote em políticos ou partidos que apóiem o aborto, a depravação, a destruição da família, as drogas, a criminalidade, o terrorismo... Sendo aqui mais claro, perceba que o partido da presidente Dilma (PT) tem apoiado todo este tipo de malignidade, então não vote no partido que ela apoiar. Dê seu voto pela vida.


"Todo político que pleiteia algum cargo executivo sabe hoje que não é aconselhável ignorar tal força. A preocupação dos candidatos à Prefeitura de São Paulo em se aproximar de líderes religiosos deixa o fato evidente. Alguns estudos indicam, porém, que não se deve exagerar. Excessos na desmonstração de fé mais atrapalham que ajudam." Roldão Arruda


No artigo citado, ha o resultado de uma pesquisa:
"Dias atrás, num encontro de feministas, em São Paulo, elas conheceram os resultados de uma pesquisa qualitativa realizada no início do ano, para verificar se o debate sobre aborto teria peso nas eleições municipais. Em linhas gerais, ficaram sabendo o seguinte: 
1) a questão pesa, sim, no debate para prefeito; 
2) qualquer candidato que defender o aborto perde voto; 
3) o candidato que se declarar contrário, ressalvando, porém, seus respeito às normas legais,  que autorizam o aborto em caso de estupro, risco de vida para a mãe e anencefalia, tende a ganhar votos; 4) aquele que se manifestar contra toda forma de aborto, até as autorizadas pelas leis, não perde nem ganha. Fica parado."


Gabriel Chalita em eventos religiosos.
Gabriel Chalita esteve aproximando dos eventos religiosos, mas distanciou-se dos debates que a religião defendia.


Fonte: Estadão
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