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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Arquidiocese e Colégio Marista juntos na promoção do diálogo e apresentação das propostas dos candidatos rumo à prefeitura de Montes Claros.

Por Viviane Carvalho

SEXTA-FEIRA, 23 DE SETEMBRO: A quadra do Ginásio do Colégio Marista São José foi o local escolhido para o debate entre os candidatos e candidatas à Prefeitura de Montes Claros.
Todos os seis candidatos compareceram ao convite feito pela Arquidiocese e Colégio Marista, promotoras do debate– Gláucia Eliana, Humberto Souto, Jairo, Jéssica Viana, Leninha e Ruy Muniz. Foram apresentadas pelos mesmos suas prioridades, propostas e planos de ação para se eleitos, governarem o município de quase 400 mil habitantes.

Na abertura, o Arcebispo Metropolitano, Dom José Alberto Moura saudou todos os candidatos, agradeceu a parceria do Colégio pela acolhida e pediu ao público que ouvissem com atenção as propostas ali apresentadas. Falou sobre a importância daquele ato para o exercício da cidadania. “Não viemos aqui para fazer torcida nem a favor e nem contra. Viemos para ouvir as propostas de ação, para que esclarecidos tenhamos discernimento em quem depositar nossa confiança no dia da eleição”. Lembrou que os Papas que já passaram pela Igreja Católica sempre pediam: “A maior maneira de fazer caridade é fazer a boa política sempre”. “Se a política não for bem encaminhada as elites serão mais favorecidas porque não abrem mão dos interesses para ajudar a cidadania”.

Ao final do debate o pastor da Igreja Particular de Montes Claros apresentou a todos o compromisso que em seguida seriam assinados por todos. Ali constavam pontos fundamentais como: saúde, educação, segurança, meio ambiente e atenção especial à comunidades das zonas urbanas e rurais que precisam de maior atenção do gestor público.

O evento, organizado pela Arquidiocese e pelo Colégio Marista, teve por objetivo contribuir com a democracia e conscientização dos cidadãos montesclarenses, em especial dos representantes das paróquias e estudantes do Colégio.

O debate foi dividido quatro blocos: no primeiro todos os candidatos se apresentaram, no segundo houve uma rodada de perguntas e respostas entre os candidatos, no terceiro eles responderam as perguntas do público e no último bloco fizeram suas considerações finais.

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 ***Viviane Carvalho – Assessoria de Imprensa Arquidiocese de Montes Claros

Veja fotos abaixo



terça-feira, 23 de agosto de 2016

Magistrados criticam urgência a projeto sobre abuso de autoridade


Para os participantes de audiência pública promovida nesta terça-feira (23) pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), o Projeto de Lei do Senado (PLS) 280/2016, que trata do abuso de autoridade, não deve tramitar com urgência na Casa. Magistrados e procuradores acreditam que a tramitação rápida do projeto tem o intuito de enfraquecer o Poder Judiciário e o Ministério Público.

O projeto tramita desde o dia 5 de julho na Comissão da Consolidação da Legislação Federal e Regulamentação da Constituição (CECR) e, no dia 12 do mesmo mês, recebeu relatório favorável do senador Romero Jucá (PMDB-RR). De acordo com o presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Roberto Carvalho Veloso, a Lei do Abuso de Autoridade (Lei 4.898/1965) abarca praticamente todos os tipos penais contidos no PLS 280/2016. Ele afirmou que é válida a discussão para melhorar ou atualizar a lei vigente, mas que não é necessária a urgência.

— Não há necessidade de se aprovar esse projeto de lei sem que haja uma ampla discussão — disse Veloso.



O presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), Ângelo Fabiano Farias da Costa, ressaltou que, no momento em que as investigações da corrupção avançam, o projeto pode trazer prejuízos à atuação dos órgãos de controle, como o Ministério Público, da Polícia Federal e do Judiciário.

— O projeto não é de todo ruim, na nossa concepção, mas há dispositivos que merecem uma reflexão mais aprofundada — afirmou.

Represália

Segundo Norma Angélica Reis Cardoso Cavalcanti, da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), se antes o Ministério Público lutou pela manutenção de seu poder investigatório, agora está lutando para que sua atuação não seja criminalizada.

— Não somos contra o projeto. A lei é uma lei antiga. Mas eu concordo que o debate tem de ser ampliado — afirmou.

Para o juiz Guilherme Guimarães Feliciano, da Associação dos Magistrados do Trabalho (Anamatra), a urgência do PLS 280/2016 “soa quase como uma represália” dos membros do Parlamento às ações da Operação Lava Jato.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Afinal de contas, o que é "Questões de Ordem"?

Questão de ordem é uma expressão utilizada no campo do Direito para se referir a duas figuras de certa semelhança: a primeira envolve a dúvida de determinado ente político sobre a interpretação de seu regimento interno com relação ao procedimento a ser seguido, ou à sua interpretação em face da Constituição Federal. Além desta definição, há ainda a questão de ordem pública, utilizada como recurso para conduzir de forma satisfatória a aplicação da atividade jurisdicional.

Assim, quando um deputado, senador ou vereador tem alguma dúvida sob qualquer aspecto da condução dos trabalhos legislativos, este encaminha ao presidente da sessão a chamada "questão de ordem". A dúvida do parlamentar pode ser no âmbito interno ou relacionada a eventual confronto com algum dispositivo ou princípio contido na Constituição.


Da decisão do presidente da sessão é possível ainda a proposição de um recurso ao plenário, ouvida a comissão responsável, no caso de apresentação em sessão. O presidente da comissão fica encarregado de resolver a questão de ordem, sendo possível ainda solicitar o seu encaminhamento à presidência da respectiva casa legislativa.

Na prática, a questão de ordem acaba por se converter em um mero artifício de debate e é mais utilizada do que realmente deveria, pois os parlamentares têm prontamente a palavra garantida pela mesa diretora dos trabalhos. Como estes sabem que receberão a palavra de imediato, toda e qualquer "brecha" acaba por ser usada como "questão de ordem": matérias de mérito, convocações para reuniões, etc.

De fato, quando logo se percebe que a intervenção não traz dúvida relevante sobre a condução dos trabalhos, na maioria das vezes a palavra é cassada de imediato. Tal cassação, porém, vai depender muito também da pessoa que está fazendo uso da palavra, ou a que lado (partido ou aliança) esta pertence. A questão de ordem ainda é utilizada frequentemente para estender a discussão de uma matéria, como um modo de se ganhar um tempo precioso para articulações políticas.

Já as questões de ordem pública, refletem a supremacia do interesse público sobre o interesse particular, imperativos reconhecidos de ofício pelo julgador para uma correta prestação jurisdicional por parte do Estado-juiz. Tais preceitos são encontrados no controle de constitucionalidade das leis, bem como nas leis substantivas e processuais.

Analisadas de ofício pelo órgão jurisdicional, as questões de ordem pública são encontradas no controle concreto de constitucionalidade das leis, nas questões assim expressamente definidas em lei e nas nulidades absolutas e de fundo, previstas nas leis substantivas e processuais.

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Questões de Ordem (senado)

A questão de ordem é utilizada pelo senador para suscitar, em qualquer fase da sessão, dúvida a respeito de interpretação ou aplicação do regimento em caso concreto, relacionada com a matéria tratada na ocasião. A questão é decidida pelo presidente da sessão, com recurso ao Plenário. No caso de recurso, a Presidência pode solicitar audiência da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), quando se tratar de interpretação de texto constitucional, cabendo ao Plenário a deliberação final sobre o assunto. Encontre aqui as questões de ordem apresentadas em plenário.


Fonte: Infoescola

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Chico Buarque, o riquinho que mora em Paris e apoia a Miséria no Brasil foi acochado na rua. Bem feito, vai pra cuba seu comunista!


Chico Buarque, foi cercado por Brasileiros Patriotas que usaram seus direitos e deveres de defender o País, na noite dessa segunda-feira por conta da hipocrisia política de Chico em ser favorável a criminalidade do PT. O músico, que saía de um jantar na rua Dias Ferreira com Cacá Diegues, foi abordado por uma turma de jovens entre 20 e 30 anos. 

Alguém disse pra Chico: "Petista, vá morar em Paris. O PT é bandido", escutou Chico, que, ao se defender, disse que a posição do grupo era influenciada por veículos de comunicação e retrucou: "Eu acho que o PSDB é bandido".



Eu não sabia, mas Chico Buarque é mais um imbecil otário que repete os mesmos mantras pra se defender e apoiar os comunistas do PT. Sempre dizem: "Mimimi PSDB mimimi" mesmo que mais ninguém cite esta sigla horrorosa!

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Confira o documento de nomeação de Igor Rousseff, irmão de Dilma, à prefeitura de Belo Horizonte

De Implicante

"No debate do SBT, Aécio informou que ele foi nomeado, recebe o salário, mas não aparece para trabalhar.

No debate entre Dilma Rousseff e Aécio Neves desta quinta-feira (16), realizado no SBT, o assunto nepotismo veio à tona e o candidato tucano falou sobre o irmão da petista, Igor Rousseff, que foi nomeado para trabalhar na prefeitura de Belo Horizonte. Ele foi levado por Fernando Pimentel, amigo da família."


Fonte: Implicante

Debate SBT - Candidatos a Presidente 2º turno - 16/10/2014

(Debate da Band) Candidatos a Presidente 2º turno, Dilma vs Aécio 14/10/2014

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

"Aparelho excretor não reproduz" Levy sem medo da pecha de 'homofóbico'.


"Como é que pode um pai de família, um avô ficar aqui escorado porque tem medo de perder voto? Prefiro não ter esses votos, mas ser um pai, um avô que tem vergonha na cara, que instrua seu filho, que instrua seu neto. Vamos acabar com essa historinha. Eu vi agora o santo padre, o papa, expurgar, fez muito bem, do Vaticano, um pedófilo. Está certo! Nós tratamos a vida toda com a religiosidade para que nossos filhos possam encontrar realmente um bom caminho familiar"

"Você já imaginou? O Brasil tem 200 milhões de habitantes, daqui a pouquinho vai reduzir para 100 milhões. Vai para a avenida Paulista, anda lá e vê. É feio o negócio, né? Então, gente, vamos ter coragem, nós somos maioria, vamos enfrentar essa minoria. Vamos enfrentá-los. Não tenha medo de dizer que sou pai, uma mãe, vovô, e o mais importante, é que esses que têm esses problemas realmente sejam atendidos no plano psicológico e afetivo, mas bem longe da gente, bem longe mesmo porque aqui não dá".

 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

No Brasil, nas eleições presidenciais quem ganha é a Mentira.

A Mentira como fundamento de um mandato, propicia o nascimento de ações danosas ao povo, se bem que grande parte deste povo se deu também as mentiras e não consegue escolher quem diz a verdade. Um Mandato consagrado à Mentira, não poderá dar bons frutos, não poderá ficar longe da corrupção, conluio, do mau uso do dinheiro e do patrimônio público, do terrorismo, das drogas etc. Quem se finca nas areias das mentiras, não se firmará em vertentes verdadeiras, não acenará para os homens agremiados na verdade, não assentará em uma assembléia santa. 

Se a mentira está no fundamento, ela ganha as eleições e se ganha, ela determinará as ações das autoridades aliançadas a ela. Por isto não se pode esperar boas ações de entes políticos que não sabem fazer muitas coisas adversas e diferentes do crime. Sabemos que 99% dos nossos candidatos mentem, mesmo assim votamos querendo vê-los fazendo atos verdadeiros, então nos enganamos. Não temos muitas esperanças, não temos muitas escolhas, infelizmente muitos que pregam em templos religiosos, onde o Dono é a Verdade, também mentem para ganhar votos. 

Somos governados por quem se aliançou a Satanás, que é o pai da mentira. Muitos brasileiros estão como que em cativeiro, precisamos da ação do nosso Libertador que morreu e ressuscitou para nos ensinar a verdade. Quem estuda vê que quem ganha as eleições presidenciais no Brasil é uma só coisa: A Mentira. 

"Vós tendes como pai o demônio e quereis fazer os desejos de vosso pai. Ele era homicida desde o princípio e não permaneceu na verdade, porque a verdade não está nele. Quando diz a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira". (Jo 8,44)

"Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito pelos séculos. Amém!" (Rm 1,25)

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

No Debate político, todos têm influência petista.



O PT concorre estas Eleições-2014 como ninguém. Se Dilma perder, o Brasil sofrerá nas mãos de outros Contaminados. Não há diferenças das quais poderemos festejar entre os Candidados. PSB, PV, Psol carregam em si um certo 'Dom' ou uma Miséria de oferecer as mesmas propostas horrendas.

Quando aparecerá alguém as avessas do PT?

segunda-feira, 3 de março de 2014

Senado e Partido Militar Brasileiro. Em debate militares e parentes manifestam insatisfação com governo petista.


Durante audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), nesta quinta-feira (27), militares da reserva e familiares de integrantes das Forças Armadas ainda na ativa falaram das insatisfações com os baixos salários e os benefícios da carreira.

Os militares cobram, entre outros pontos, o pagamento de um reajuste salarial de 28% ainda pendente em relação a diversos subgrupos, referente ao antigo sistema de reajuste na data-base do período inflacionário. Seria uma dívida salarial já reconhecida pela Justiça, da ordem de R$ 5 bilhões. Houve ainda apelos pela correção de discrepâncias de tratamento entre servidores situados no mesmo grau hierárquico.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Luiz Felipe Pondé - Debate Sobre O Politicamente Correto. Veja entrevista no Canal Livre e Respostas sobre o Livro!

Entrevista no Roda Viva





Entrevista ao site da Livraria Saraiva


Por Carolina Cunha - Livraria Saraiva

Quem folheia o Guia Politicamente Incorreto da Filosofia logo recebe um aviso: “Este livro é a confissão de um pecador irônico a respeito de uma mentira moral: o politicamente correto”.

É bom que se avise mesmo. O leitor mais sensível pode ter reações adversas que envolvem sintomas como úlcera nervosa, alívio ou mesmo gargalhadas em momentos que ninguém deveria achar graça.

Lançado em abril, o Guia Politicamente Incorreto da Filosofia é o terceiro volume da coleção 'Politicamente Incorreto', da editora LeYa.

Neste livro, o filósofo Luiz Felipe Pondé reflete sobre a história do politicamente correto através do pensamento de grandes cabeças, como Nietzsche, Darwin, Rousseau, Kant, Nelson Rodrigues, entre outros. Assuntos como política, religião, preconceito e felicidade são colocados à mesa para um papo de boteco com filósofos. 

Sem medo de ser desagradável, o autor atropela com uma ironia afiada um comportamento que veio para ficar. Dos ecologistas de butique aos democratas, ninguém escapa de suas espinafradas. 

Para o filósofo, a vida é basicamente infeliz, as mulheres gostam mesmo é de homem que tem dinheiro, o aeroporto se tornou um churrasco na laje e o mundo corre o risco de se tornar brega. 

Autor do best-seller Contra um Mundo Melhor, Luiz Felipe Pondé é filósofo, professor universitário e colunista do jornal Folha de S. Paulo.

Em entrevista ao SaraivaConteúdo, Pondé comenta algumas polêmicas e desabafa sobre como o comportamento politicamente incorreto lhe dá arrepios. Quem nunca caiu neste pecado que atire a primeira pedra.

Por que você considera o politicamente correto uma praga?

Pondé. Este livro é um ensaio que usa a ironia. Uso a expressão “praga” quando me refiro a pessoas com medo de discutir determinadas coisas. Hoje, produzir uma reflexão pode se transformar num risco. Todo mundo tem medo de falar. O politicamente correto é quando se percebe que, atrás de uma argumentação, existe uma intensa moral escondida, que acaba se transformando numa censura de pensamento.

Você falou que o filósofo Rousseau é o pai do politicamente correto e que seu pensamento se alinha mais ao de Hobbes. Você acha o Rousseau um chato?


Pondé. Neste livro, apresento o Rousseau como uma espécie de ancestral do politicamente correto. Ele produz uma filosofia meio aguada, que diz que o ser humano é bonito, maravilhoso e tem natureza pura. Eu digo que prefiro o Hobbes, porque ele tem uma natureza humana mais dramática.

A sua visão do discurso feminista é a de um crítico mordaz. Você não acha que simplificou um pouco essa bandeira?

Pondé. A maioria dos leitores que falam comigo são mulheres. Eu não me refiro às formas óbvias de repressão feminina. Dizer que não existe sofrimento é falso. Mas acho que a relação entre homem e mulher tem dificuldades hoje que talvez não tivesse no passado. Esse discurso politicamente correto não quer mostrar as dificuldades porque acha que discuti-las é você ser machista. Por exemplo, se você faz uma conversa franca sobre esse assunto, vai ficar muito claro que as meninas não querem homens fracos e inseguros. A mulher continua querendo um parceiro companheiro, sólido e maduro.
Você coloca o dedo na ferida e critica o discurso que se refere aos negros, índios e gays como “a minoria”. Qual é o cuidado que as pessoas têm que ter com isso?

Pondé. Acho complicado fazer piadas de mau gosto. O que critico é a ideia de vitimização. Temos que ensinar às crianças que as pessoas são iguais, mas diferentes. Em nenhum momento eu me refiro que elas são melhores do que outras.

Fonte: Livraria Saraiva

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Programa "Painel", da Globo News, com Luiz Felipe Pondé, Reinaldo Azevedo e Bolívar Lamounier, sob o comando de William Waack.

"Existem direita e esquerda por aqui? Por que todos os políticos e partidos se dizem de centro-esquerda? Por que alguns grupos ideológicos reivindicam o monopólio da virtude? O conservadorismo é necessariamente reacionário? Direita liberal e extrema direita se confundem?"

Vídeo 1


Vídeo 2

Fonte: Reinaldo Azevedo
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