BRASÍLIA - O empresário Fernando Cavendish, dono da construtora Delta Engenharia, negocia um acordo de delação premiada no qual pretende detalhar supostos pagamentos de propinas a políticos do PMDB e do PSDB relacionados a obras nos governos de São Paulo, Rio e Goiás, além de estatais federais como o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e Petrobrás. O acordo de colaboração se dá no âmbito da Operação Saqueador, da qual o empresário foi alvo em junho deste ano.
Fonte: Estadão
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quarta-feira, 19 de outubro de 2016
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Moreira Franco na mira
O ex-governador e ex-deputado federal Moreira Franco é um dos assessores mais poderosos do presidente Michel Temer. Secretário executivo do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), ele representa o governo nas negociações com a iniciativa privada destinadas a tirar do papel obras de transporte, energia e saneamento. No mês passado, anunciou, ao lado de Temer, concessões e privatizações de mais de vinte projetos na área de infraestrutura, que podem render até 25 bilhões de reais aos combalidos cofres da União. Longe dos holofotes, Moreira Franco é protagonista também na seara política. Ele faz parte do grupo de eminências da nova administração e disputa com o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, o posto de principal conselheiro de Temer. Apesar dessa condição privilegiada, Moreira Franco não tem direito a foro privilegiado. O que é um tremendo risco, diante da iminente delação premiada da Odebrecht, a maior empreiteira do país.
VEJA teve acesso a parte dos anexos da delação de Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de relações institucionais da Odebrecht e um dos cinquenta executivos da construtora que negociam acordos de colaboração com a força-tarefa da Lava-Jato. Em suas tratativas com os procuradores, Melo Filho já contou que Moreira Franco lhe pediu, em 2014, quando era ministro da Secretaria de Aviação Civil do governo Dilma Rousseff, uma contribuição financeira de 3 milhões de reais. Não era uma doação eleitoral, uma vez que Moreira Franco não concorreria naquele ano.
Fonte: Blog Reinaldo Azevedo
VEJA teve acesso a parte dos anexos da delação de Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de relações institucionais da Odebrecht e um dos cinquenta executivos da construtora que negociam acordos de colaboração com a força-tarefa da Lava-Jato. Em suas tratativas com os procuradores, Melo Filho já contou que Moreira Franco lhe pediu, em 2014, quando era ministro da Secretaria de Aviação Civil do governo Dilma Rousseff, uma contribuição financeira de 3 milhões de reais. Não era uma doação eleitoral, uma vez que Moreira Franco não concorreria naquele ano.
Fonte: Blog Reinaldo Azevedo
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
PMDB abocanhou mais prefeituras, mas PSDB foi campeão de votos no país
Na análise rápida, o PMDB, legenda com o maior número de filiados do país, teve o melhor “placar” no primeiro turno das eleições municipais de 2016, realizado no último domingo (2). A sigla abocanhou 1.028 administrações locais, repetindo a posição das eleições de 2012, quando também figurava como o partido com o maior número de políticos em cadeiras nos Executivos municipais. Mas, o número de votos obtidos pelos peemedebistas vitoriosos na disputa majoritária revela que a legenda perdeu quase 10 milhões de eleitores na comparação com 2012.
No levantamento – ainda parcial, devido ao fato de o segundo turno ainda não ter sido realizado -, o PMDB ganhou menos de 7 milhões de votos, contra mais de 16 milhões na eleição anterior. O “campeão de votos” no domingo foi o PSDB, que já conquistou 793 prefeituras no primeiro turno, com o aval de aproximadamente 10,5 milhões de eleitores – quase 3 milhões somente na capital de São Paulo, onde o candidato tucano, João Doria, venceu já no primeiro turno.
Fonte: Gazeta do Povo
No levantamento – ainda parcial, devido ao fato de o segundo turno ainda não ter sido realizado -, o PMDB ganhou menos de 7 milhões de votos, contra mais de 16 milhões na eleição anterior. O “campeão de votos” no domingo foi o PSDB, que já conquistou 793 prefeituras no primeiro turno, com o aval de aproximadamente 10,5 milhões de eleitores – quase 3 milhões somente na capital de São Paulo, onde o candidato tucano, João Doria, venceu já no primeiro turno.
Fonte: Gazeta do Povo
terça-feira, 12 de julho de 2016
Ex-ministro de Dilma será candidato do PMDB à presidência da Câmara
Em reunião na manhã desta terça-feira, a bancada do PMDB decidiu lançar a candidatura do ex-ministro da Saúde da presidente afastada Dilma Rousseff Marcelo Castro (PI) à sucessão do deputado afastado Eduardo Cunha. No segundo turno da votação interna do partido, Castro venceu o atual presidente da Comisssão de Constituição e Justiça (CCJ), Osmar Serraglio (PR), por 28 votos a 18. O deputado Carlos Marun (MS) também estava na disputa. O PMDB tem a maior bancada da Casa com 66 votantes. Fábio Ramalho (MG), também do PMDB, vai manter candidatura avulsa.
Fonte: Veja
Fonte: Veja
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Henrique Alves pede demissão do cargo de ministro do Turismo
O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), pediu demissão do cargo na tarde desta quinta-feira, após ser citado no acordo de delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. O Palácio do Planalto confirmou a informação.
Em apenas pouco mais de um mês, este é o terceiro ministro a deixar o governo interino de Michel Temer — todos por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras investigado pela Lava-Jato. O primeiro foi o então ministro do Planejamento, Romero Jucá, seguido do então titular da pasta da Transparência, Fabiano Silveira. Ambos tiveram conversas com Machado divulgadas.
Fonte: Zero Hora
Em apenas pouco mais de um mês, este é o terceiro ministro a deixar o governo interino de Michel Temer — todos por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras investigado pela Lava-Jato. O primeiro foi o então ministro do Planejamento, Romero Jucá, seguido do então titular da pasta da Transparência, Fabiano Silveira. Ambos tiveram conversas com Machado divulgadas.
Fonte: Zero Hora
Veja a lista dos políticos citados por Sérgio Machado
Michel Temer (PMDB), presidente interino
Gabriel Chalita (PDT-SP), secretário municipal de Educação de São Paulo
Aécio Neves (PSDB-MG), senador
Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado
Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), ministro do Turismo
Romero Jucá (PMDB-RR), senador
Jader Barbalho (PMDB-PA), senador
Edison Lobão (PMDB-MA), senador
Valdir Raupp (PMDB-RO), senador
José Sarney (PMDB), ex-presidente
Sarney Filho (PV), ministro do Meio Ambiente
Heráclito Fortes (PSB-PI), deputado federal
Sérgio Guerra (PSDB-PE, morto), ex-senador
José Agripino Maia (DEM-RN), senador
Felipe Maia (DEM-RN), deputado federal
Cândido Vacarezza (PT-SP), deputado federal
Luiz Sérgio (PT-RJ), deputado federal
Jandira Feghali (PCdoB-RJ), deputada federal
Francisco Dornelles (PP-RJ), governador do Rio
Garibaldi Alves (PMDB-RN), ex-senador
Walter Alves (PMDB-RN), deputado federal
Jorge Bittar (PT-RJ), ex-deputado
Ideli Salvatti (PT-SC), ex-ministra
Edson Santos (PT-RJ), ex-ministro
Teotônio Vilela Filho (PSDB), ex-governador
Gabriel Chalita (PDT-SP), secretário municipal de Educação de São Paulo
Aécio Neves (PSDB-MG), senador
Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado
Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), ministro do Turismo
Romero Jucá (PMDB-RR), senador
Jader Barbalho (PMDB-PA), senador
Edison Lobão (PMDB-MA), senador
Valdir Raupp (PMDB-RO), senador
José Sarney (PMDB), ex-presidente
Sarney Filho (PV), ministro do Meio Ambiente
Heráclito Fortes (PSB-PI), deputado federal
Sérgio Guerra (PSDB-PE, morto), ex-senador
José Agripino Maia (DEM-RN), senador
Felipe Maia (DEM-RN), deputado federal
Cândido Vacarezza (PT-SP), deputado federal
Luiz Sérgio (PT-RJ), deputado federal
Jandira Feghali (PCdoB-RJ), deputada federal
Francisco Dornelles (PP-RJ), governador do Rio
Garibaldi Alves (PMDB-RN), ex-senador
Walter Alves (PMDB-RN), deputado federal
Jorge Bittar (PT-RJ), ex-deputado
Ideli Salvatti (PT-SC), ex-ministra
Edson Santos (PT-RJ), ex-ministro
Teotônio Vilela Filho (PSDB), ex-governador
Temer diz que acusação de Machado é "mentirosa e criminosa"
O presidente interino, Michel Temer, classificou nesta quinta-feira (16) de "manifestação irresponsável", "leviana", "criminosa" e "mentirosa" a declaração do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, de que Temer tenha pedido recursos ilícitos para a campanha do então candidato à prefeitura de São Paulo, em 2012, Gabriel Chalita. Temer disse, ainda, que não vai permitir que "um fato leviano" como esse embarace a atividade governamental.
Fonte: Terra Notícias
Fonte: Terra Notícias
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Secretária contra aborto diz que é preciso respeitar posições diferentes
A nova Secretária de Políticas para Mulheres, Fátima Pelaes, que foi deputada federal por cinco mandatos e desde 2011 preside o PMDB Mulher, tem um perfil diferente das antecessoras que ocuparam o cargo nos treze anos de governos do PT. Religiosa - é evangélica - e com uma posição menos liberal sobre assuntos polêmicos como o aborto - que é contrária até mesmo no caso de estupro -, Pelaes afirmou em entrevista ao GLOBO que é preciso respeitar posições diferentes.
Fátima Pelaes comentou a sessão de uma comissão da Câmara, em 2010, quando revelou que sua mãe, que estava presa, foi vítima de um estupro, que a engravidou. A secretária nasceu dessa gestação. E nunca conheceu seu pai.
— É uma história de vida que nunca usei, até então. A discussão do momento me levou a isso. Um deputado relatou oito casos de mulheres que fizeram aborto. Reagi. Minha mãe me deu condição para viver e vencer. Não uso isso em respeito a minha família.
Leia mais aqui
Fátima Pelaes comentou a sessão de uma comissão da Câmara, em 2010, quando revelou que sua mãe, que estava presa, foi vítima de um estupro, que a engravidou. A secretária nasceu dessa gestação. E nunca conheceu seu pai.
— É uma história de vida que nunca usei, até então. A discussão do momento me levou a isso. Um deputado relatou oito casos de mulheres que fizeram aborto. Reagi. Minha mãe me deu condição para viver e vencer. Não uso isso em respeito a minha família.
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segunda-feira, 23 de maio de 2016
Jucá fala em deter avanço da Lava Jato em diálogos gravados, diz jornal
Semanas antes da votação do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff na Câmara, em março, o atual ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR), sugeriu em conversas com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que uma “mudança” no governo resultaria em um pacto para “estancar a sangria” atribuída à Operação Lava Jato. As informações foram divulgadas pelo jornal Folha de S. Paulo na edição desta segunda-feira (23).
As conversas foram gravadas de forma oculta, somam 1h15min e estão sob poder da Procuradoria-Geral da República (PGR), diz o jornal. “O Janot está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho. Ele acha que eu sou o caixa de vocês”, diz Machado a Jucá. O ex-presidente da Transpetro temia que as apurações contra ele na Lava-Jato fossem enviadas do Supremo Tribunal Federal (STF) ao juiz Sérgio Moro, em Curitiba.
Segundo a Folha de S. Paulo, Machado passou a procurar líderes do PMB. Os diálogos sugerem que, para ele, o envio de seu caso para Curitiba seria uma forma de pressioná-lo a fazer delação premiada. Machado, então, pediu que fosse montada uma “estrutura” para protegê-lo.
Fonte: Gazeta do Povo
As conversas foram gravadas de forma oculta, somam 1h15min e estão sob poder da Procuradoria-Geral da República (PGR), diz o jornal. “O Janot está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho. Ele acha que eu sou o caixa de vocês”, diz Machado a Jucá. O ex-presidente da Transpetro temia que as apurações contra ele na Lava-Jato fossem enviadas do Supremo Tribunal Federal (STF) ao juiz Sérgio Moro, em Curitiba.
Segundo a Folha de S. Paulo, Machado passou a procurar líderes do PMB. Os diálogos sugerem que, para ele, o envio de seu caso para Curitiba seria uma forma de pressioná-lo a fazer delação premiada. Machado, então, pediu que fosse montada uma “estrutura” para protegê-lo.
Fonte: Gazeta do Povo
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Golpe? PT autoriza alianças municipais com o PMDB!
A essa altura, todos nós sabemos que a lorota do “golpe” já foi pelo ralo. Os petistas insistem nessa ladainha, é claro, até mesmo porque não restou nada, no mundo real, para que se apegassem em busca de um argumento.
Entendemos o desespero. Mas as coisas se tornaram ainda mais patéticas com o anúncio de que o partido permitirá alianças com o PMDB, justamente a agremiação que alegam estar no comando do “golpe”.
É mole?
De um lado, a necessidade de construir uma narrativa com vistas nas eleições de 2018, dizendo que o país passa por um processo “golpista”. De outro, o pragmatismo para as eleições deste ano, com a baixíssima popularidade do partido, fazendo com que firmem alianças com o alegado “algoz”.
Estão mesmo desesperados. Faz parte. O país, contudo, está próximo de finalmente respirar com certo alívio.
Por fim, nossa recomendação: boicote total a todos os candidatos a prefeito que estejam ligados direta ou indiretamente ao PT. Não votar em petistas, nem em quem a eles se aliar, independentemente do partido.
Fonte: O Implicante
Entendemos o desespero. Mas as coisas se tornaram ainda mais patéticas com o anúncio de que o partido permitirá alianças com o PMDB, justamente a agremiação que alegam estar no comando do “golpe”.
É mole?
De um lado, a necessidade de construir uma narrativa com vistas nas eleições de 2018, dizendo que o país passa por um processo “golpista”. De outro, o pragmatismo para as eleições deste ano, com a baixíssima popularidade do partido, fazendo com que firmem alianças com o alegado “algoz”.
Estão mesmo desesperados. Faz parte. O país, contudo, está próximo de finalmente respirar com certo alívio.
Por fim, nossa recomendação: boicote total a todos os candidatos a prefeito que estejam ligados direta ou indiretamente ao PT. Não votar em petistas, nem em quem a eles se aliar, independentemente do partido.
Fonte: O Implicante
quinta-feira, 14 de abril de 2016
PMDB vai apoiar pedido de impeachment, mas dissidentes não serão punidos
A bancada do PMDB na Câmara dos Deputados decidiu apoiar o pedido de autorização para abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. A bancada do PMDB na Casa tem 67 parlamentares.
O líder do partido, deputado Leonardo Picciani (RJ), disse que vai encaminhar a votação a favor do impeachment, de acordo com a decisão da bancada, mas voltou a afirmar que vai votar contra o afastamento de Dilma. “Vou encaminhar a partir da decisão da bancada, mas minha posição pessoal é contra o processo de impeachment”, afirmou.
Picciani reiterou que não haverá punição para quem votar contra a decisão da bancada, ou seja, contra o afastamento de Dilma. Isso só poderia acontecer se eles desobedecessem uma decisão da Executiva Nacional do partido, que não fechou questão.
Esse é o caso, por exemplo, dos deputados Celso Pansera (rRJ) e Marcelo Castro (PI), que se licenciaram dos cargos de ministros para votar contra a abertura do processo. Eles participaram da reunião depois de deixar os ministérios - Ciência e Tecnologia e Saúde, respectivamente - que ocupavam até quarta-feira (13).
O deputado Marcelo Castro declarou que isso é uma questão de coerência: "Será que eu vou mudar de opinião em três dias? Um governo que eu vinha aprovando, que votei no Lula em 2002, que votei no Lula em 2006, que votei na Dilma em 2010, que votei na Dilma em 2014, sempre aprovando, tanto o governo do Lula, quanto o da Dilma, em três dias eu vou mudar de opinião? Se eu fizesse isso, eu perderia o respeito que eu tenho por mim mesmo".
Fonte: Câmara Notícias
O líder do partido, deputado Leonardo Picciani (RJ), disse que vai encaminhar a votação a favor do impeachment, de acordo com a decisão da bancada, mas voltou a afirmar que vai votar contra o afastamento de Dilma. “Vou encaminhar a partir da decisão da bancada, mas minha posição pessoal é contra o processo de impeachment”, afirmou.
Picciani reiterou que não haverá punição para quem votar contra a decisão da bancada, ou seja, contra o afastamento de Dilma. Isso só poderia acontecer se eles desobedecessem uma decisão da Executiva Nacional do partido, que não fechou questão.
Esse é o caso, por exemplo, dos deputados Celso Pansera (rRJ) e Marcelo Castro (PI), que se licenciaram dos cargos de ministros para votar contra a abertura do processo. Eles participaram da reunião depois de deixar os ministérios - Ciência e Tecnologia e Saúde, respectivamente - que ocupavam até quarta-feira (13).
O deputado Marcelo Castro declarou que isso é uma questão de coerência: "Será que eu vou mudar de opinião em três dias? Um governo que eu vinha aprovando, que votei no Lula em 2002, que votei no Lula em 2006, que votei na Dilma em 2010, que votei na Dilma em 2014, sempre aprovando, tanto o governo do Lula, quanto o da Dilma, em três dias eu vou mudar de opinião? Se eu fizesse isso, eu perderia o respeito que eu tenho por mim mesmo".
Fonte: Câmara Notícias
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Câmara envia ao STF recurso contra decisão sobre impeachment de Temer
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, enviou, nesta quinta-feira (7), os recursos contra a decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), para obrigar a Câmara a instalar comissão para analisar denúncia de crime de responsabilidade contra o vice-presidente da República, Michel Temer.
A decisão de Mello atende a um pedido do advogado Mariel Marra, que acionou o STF para questionar decisão de Cunha, que arquivou uma denúncia contra Temer em dezembro.
“Como o ministro Celso de Mello proferiu uma situação semelhante, está se adaptando o agravo para se utilizar a decisão do ministro, adaptando aos argumentos. A própria decisão dá mais substância aos nossos agravos, aos nossos recursos”, afirmou Cunha.
A decisão de Mello atende a um pedido do advogado Mariel Marra, que acionou o STF para questionar decisão de Cunha, que arquivou uma denúncia contra Temer em dezembro.
“Como o ministro Celso de Mello proferiu uma situação semelhante, está se adaptando o agravo para se utilizar a decisão do ministro, adaptando aos argumentos. A própria decisão dá mais substância aos nossos agravos, aos nossos recursos”, afirmou Cunha.
quarta-feira, 30 de março de 2016
Wagner: relação com Temer será educada, mas "politicamente interditada"
O ministro-chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner, disse hoje (29) que a relação política do governo com o vice-presidente Michel Temer fica "interditada", e afirmou que "terá dificuldade ainda maior" um governo que não tem a "legitimidade" de 54 milhões de votos.
Wagner comentou o rompimento oficial do PMDB do governo, decidido nesta terça-feira. Segundo ele, a relação com Temer será educada, mas, após o anúncio de hoje, ficou "politicamente interditada". O ministro disse que não sabe se a presidenta Dilma conversou com o vice-presidente após a notícia, nem o motivo pelo qual a reunião do diretório foi tão rápida. Em menos de cinco minutos, os peemedebistas decidiram abandonar a base aliada de Dilma por aclamação.
"A relação será sempre educada. Só. Espero que seja educada sempre, respeitosa sempre. Eu não tenho informaçaõ se eles se falaram, creio que não. Não sei qual era o objetivo [da reunião ter sido tão rápida], talvez um título no Guinness Book [livro dos recordes]", disse.
O ministro evitou responder se a continuidade de Temer na Vice-Presidência seria uma contradição. Alegando não querer utilizar adjetivos para comentar o assunto, Wagner disse que o mandato é de Temer e cabe a ele se pronunciar sobre o assunto. "Essa é uma decisão pessoal do vice-presidente. Se vocês quiserem sugerir a ele [que entregue o cargo], sugiram, mas eu não vou entrar nessa seara. Não vou opinar nisso, o cargo é dele, é uma decisão dele. Não cabe a mim julgar, o mandato é do vice e cabe a ele", disse.
Em entrevista a jornalistas para comentar a saída da legenda do governo, Jaques Wagner voltou a falar que não há crime de responsabilidade contra a presidenta e que as contas do seu governo relativas a 2015 "sequer foram apresentadas, apreciadas, votadas e julgadas".
Sem mencionar diretamente o vice-presidente, o ministro disse que qualquer pessoa que assumir o governo sem legitimidade terá dificuldades maiores. "Eu entendo que qualquer atalho na democracia, ao contrário de encontrar soluções, vai, de um lado, fragilizar a democracia brasileira, de outro, aprofundar a crise. Porque se alguém que vem carregado por 54 milhões votos já tem dificuldade, creio que alguém que não vem com essa mesma legitimidade terá dificuldade ainda maior", afirmou.
Fonte: EBC
Wagner comentou o rompimento oficial do PMDB do governo, decidido nesta terça-feira. Segundo ele, a relação com Temer será educada, mas, após o anúncio de hoje, ficou "politicamente interditada". O ministro disse que não sabe se a presidenta Dilma conversou com o vice-presidente após a notícia, nem o motivo pelo qual a reunião do diretório foi tão rápida. Em menos de cinco minutos, os peemedebistas decidiram abandonar a base aliada de Dilma por aclamação.
"A relação será sempre educada. Só. Espero que seja educada sempre, respeitosa sempre. Eu não tenho informaçaõ se eles se falaram, creio que não. Não sei qual era o objetivo [da reunião ter sido tão rápida], talvez um título no Guinness Book [livro dos recordes]", disse.
O ministro evitou responder se a continuidade de Temer na Vice-Presidência seria uma contradição. Alegando não querer utilizar adjetivos para comentar o assunto, Wagner disse que o mandato é de Temer e cabe a ele se pronunciar sobre o assunto. "Essa é uma decisão pessoal do vice-presidente. Se vocês quiserem sugerir a ele [que entregue o cargo], sugiram, mas eu não vou entrar nessa seara. Não vou opinar nisso, o cargo é dele, é uma decisão dele. Não cabe a mim julgar, o mandato é do vice e cabe a ele", disse.
Em entrevista a jornalistas para comentar a saída da legenda do governo, Jaques Wagner voltou a falar que não há crime de responsabilidade contra a presidenta e que as contas do seu governo relativas a 2015 "sequer foram apresentadas, apreciadas, votadas e julgadas".
Sem mencionar diretamente o vice-presidente, o ministro disse que qualquer pessoa que assumir o governo sem legitimidade terá dificuldades maiores. "Eu entendo que qualquer atalho na democracia, ao contrário de encontrar soluções, vai, de um lado, fragilizar a democracia brasileira, de outro, aprofundar a crise. Porque se alguém que vem carregado por 54 milhões votos já tem dificuldade, creio que alguém que não vem com essa mesma legitimidade terá dificuldade ainda maior", afirmou.
Fonte: EBC
Sem compromisso oficial há 28 dias, Temer evitou Lula e conversou com oposição
O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), não participa de nenhum compromisso oficial desde 2 de março, quando compareceu à solenidade de assinatura do termo de ajustamento de conduta entre a União, os estados de Minas Gerais e Espírito Santo e a Samarco Mineradora, por conta da tragédia de Mariana (MG). De lá para cá, passaram-se 28 dias em que o autodenominado “vice decorativo” atuou fortemente nos bastidores para o desembarque do PMDB do governo Dilma.
Nesse período, relata o jornal O Globo, Temer se dividiu entre sua casa e seu escritório, em São Paulo, e o Palácio do Jaburu, residência oficial em Brasília. Relutou até o último domingo a receber o ex-presidente Lula, que o procurou diversas vezes este mês para tentar demovê-lo da ideia do rompimento, e se reuniu com lideranças da oposição, como o presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), e o senador José Serra (PSDB-SP), e parlamentares da ala dissidente do PMDB.
O vice-presidente também planejou a convenção do PMDB, que renovou seu mandato na presidência do partido no último dia 12, e articulou a reunião do Diretório Nacional da legenda que resultou no anúncio do rompimento dos peemedebistas com Dilma.
De acordo com a repórter Simone Iglesias, Lula só conseguiu uma breve audiência com Temer no domingo, na Base Aérea de São Paulo, de onde o vice-presidente viajaria para Brasília com o objetivo de finalizar os preparativos para a reunião do diretório, à qual não compareceu, mas teve seu nome saudado pelos colegas. “Temer presidente” e “Fora, PT” foram os principais gritos entoados quando o partido anunciou que entregaria os cargos. Na conversa com Lula, Temer reclamou da falta de diálogo com Dilma, disse que o rompimento era irreversível e que o partido apoiaria o impeachment da presidente.
Fonte: Congresso em Foco
Nesse período, relata o jornal O Globo, Temer se dividiu entre sua casa e seu escritório, em São Paulo, e o Palácio do Jaburu, residência oficial em Brasília. Relutou até o último domingo a receber o ex-presidente Lula, que o procurou diversas vezes este mês para tentar demovê-lo da ideia do rompimento, e se reuniu com lideranças da oposição, como o presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), e o senador José Serra (PSDB-SP), e parlamentares da ala dissidente do PMDB.
O vice-presidente também planejou a convenção do PMDB, que renovou seu mandato na presidência do partido no último dia 12, e articulou a reunião do Diretório Nacional da legenda que resultou no anúncio do rompimento dos peemedebistas com Dilma.
De acordo com a repórter Simone Iglesias, Lula só conseguiu uma breve audiência com Temer no domingo, na Base Aérea de São Paulo, de onde o vice-presidente viajaria para Brasília com o objetivo de finalizar os preparativos para a reunião do diretório, à qual não compareceu, mas teve seu nome saudado pelos colegas. “Temer presidente” e “Fora, PT” foram os principais gritos entoados quando o partido anunciou que entregaria os cargos. Na conversa com Lula, Temer reclamou da falta de diálogo com Dilma, disse que o rompimento era irreversível e que o partido apoiaria o impeachment da presidente.
Fonte: Congresso em Foco
terça-feira, 29 de março de 2016
Por aclamação, PMDB desembarca do governo Dilma
Como já era esperado, o Diretório Nacional do PMDB decidiu na tarde desta terça-feira, por aclamação, deixar a base aliada do governo Dilma Rousseff. A decisão foi anunciada pelo senador Romero Jucá (RR), vice-presidente da legenda, que substituiu o presidente nacional do partido e vice-presidente da República, Michel Temer. O PMDB também decidiu que os ministros do partido deverão deixar os cargos. Participaram da reunião mais de 100 membros do diretório.
Dono das maiores bancadas no Congresso Nacional (68 deputados e 18 senadores), o PMDB poderá definir o futuro de Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. Aliado desde o primeiro governo Lula, o partido foi fundamental na aprovação de muitos dos projetos propostos pelo PT. Mas, com a crise política e os escândalos que marcaram o governo Dilma, a decisão foi pelo rompimento.
Fonte: Correio do Povo
sexta-feira, 18 de março de 2016
Moreira Franco diz que PMDB romperá com governo em reunião no dia 29
SÃO PAULO - O ex-ministro Moreira Franco, presidente da Fundação Ulysses Guimarães, vinculada ao PMDB, disse em uma rede social nesta sexta-feira que a reunião do diretório nacional do partido marcada para dia 29 decidirá pelo rompimento com o governo da presidente Dilma Rousseff.
Moreira, que é próximo do vice-presidente da República e presidente do PMDB, Michel Temer, afirmou em sua conta no Twitter que a decisão da sigla de romper com o governo é conectada à "vontade do povo".
Fonte: O Financista
quinta-feira, 10 de março de 2016
Senadores de PMDB e PSDB debatem crise e dizem que vão 'caminhar juntos'
Na noite de quarta-feira (9), após reunião do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), senadores do PMDB e a cúpula do PSDB, Eunício Oliveira (CE), líder peemedebista, afirmou que os dois partidos vão "caminhar juntos" em busca de alternativas para o país.
O encontro entre parlamentares de PMDB e PSDB aconteceu na casa do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). Aloysio Nunes (PSDB-SP), Aécio Neves (PSDB-MG) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PE) também participaram. Pela manhã, Renan e outros senadores do PMDB haviam se reunido com o ex-presidente Lula.
Fonte: JB
A Imagem não ficou boa para o País
O encontro entre parlamentares de PMDB e PSDB aconteceu na casa do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). Aloysio Nunes (PSDB-SP), Aécio Neves (PSDB-MG) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PE) também participaram. Pela manhã, Renan e outros senadores do PMDB haviam se reunido com o ex-presidente Lula.
Fonte: JB
A Imagem não ficou boa para o País
Lula deixa Brasília às pressas ao saber de nova fase da Lava-Jato. Seria um mandado de prisão?
Brasília – Após a reunião de ontem (09) com senadores do PMDB e do PT, na casa de Renan Calheiros (PMDB-AL), Lula deixou Brasília às pressas e convocou uma reunião de emergência com a cúpula do Partido dos Trabalhadores.
Na reunião, Lula tentou “costurar” apoios para evitar que o PMDB abandonasse a base do governo no Congresso. Não obteve sucesso!
O canal de notícias Globo News informou que o ex-presidente deixou a capital extremamente abatido e preocupado.
O site Antagonista informou que o líder esquerdista pode ter sido alertado sobre a futura fase da Operação Lava-Jato.
Com o desenrolar de novas delações premiadas, Lula corre o risco iminente de ter um mandado de prisão expedido a qualquer hora.
Fonte: Diário do Brasil
Na reunião, Lula tentou “costurar” apoios para evitar que o PMDB abandonasse a base do governo no Congresso. Não obteve sucesso!
O canal de notícias Globo News informou que o ex-presidente deixou a capital extremamente abatido e preocupado.
O site Antagonista informou que o líder esquerdista pode ter sido alertado sobre a futura fase da Operação Lava-Jato.
Com o desenrolar de novas delações premiadas, Lula corre o risco iminente de ter um mandado de prisão expedido a qualquer hora.
Fonte: Diário do Brasil
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Deputado Leonardo Picciani é reconduzido à liderança do PMDB
O deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ) foi reconduzido à liderança do PMDB. Ele venceu o deputado Hugo Motta (PMDB-PB) por 37 a 30 votos. Dois deputados votaram em branco e dois deputados não compareceram à votação.
Picciani disse que “vai continuar os trabalhos de diálogo na bancada”. Ele negou que tenha havido "influência do governo na sua eleição” e que, no momento da convocação para analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, ele vai "contemplar todas as correntes do PMDB nas indicações para compor a comissão que analisará a questão”
Fonte: Câmara Notícias
Picciani disse que “vai continuar os trabalhos de diálogo na bancada”. Ele negou que tenha havido "influência do governo na sua eleição” e que, no momento da convocação para analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, ele vai "contemplar todas as correntes do PMDB nas indicações para compor a comissão que analisará a questão”
Fonte: Câmara Notícias
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Deputados aguardam últimos dias de campanha para conhecer novo líder do PMDB
Enquanto o atual líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), conduz sua campanha em Brasília para se manter no cargo durante 2016, usando a capital federal como plataforma para conversar, inclusive, com peemedebistas que querem a mudança de líder, seu concorrente, Hugo Motta (PB) mantém o calendário de viagens aos estados, lançado logo depois de anunciar sua candidatura à liderança, atrás de apoio das bancadas regionais. Falta uma semana para a escolha do nome que comandará o partido na Câmara, marcada para 17 de fevereiro, e o cenário está indefinido.
A expectativa de governistas e oposicionistas sobre a escolha do partido – um dos únicos que ainda não anunciou a liderança este ano – é em função dos rumos que o PMDB pode tomar em relação às decisões da Casa. Enquanto Picciani conta com o apoio do Planalto, Motta, próximo do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é aclamado como alternativa pela ala insatisfeita do PMDB com o governo Dilma Rousseff.
Fonte: Agência Brasil
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