O ministro da Educação, Mendonça Filho, disse aos deputados da Comissão de Educação que as vagas de ensino médio integral vão passar de 380 mil para 880 mil. Este total, porém, é apenas 10% do total de matriculados atual, ou cerca de oito milhões. Segundo ele, será destinado R$ 1,5 bilhão para o setor.
Mas vários deputados questionaram o ministro sobre os recursos necessários para universalizar o ensino integral, como previsto na Medida Provisória 746/16, que reformula o ensino médio.
A deputada Maria do Rosário (PT-RS) citou especificamente o cenário de corte de despesas imposto pela PEC 55/16 (antiga PEC 241), que está no Senado. O ministro disse que a proposta não vai retirar recursos da educação, mas combater a recessão. "Uma recessão deste tamanho, impondo redução de receitas para estados, municípios e para a União, retira dinheiro da educação. É isso que a gente não pode aceitar. O Brasil não pode virar a Grécia, o Brasil não pode virar o Rio de Janeiro."
Fonte: Câmara Notícias
O Corpo de Cristo vive na Terra, onde há liberdade para organizar a conduta humana. A Política deve estar ordenada à Fé. EuPolítico: Combate, palavras, notícias, idéias e anúncio.
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sexta-feira, 25 de novembro de 2016
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Sob o Estatuto do Desarmamento, país está refém dos bandidos
Após onze anos que cerca de 60 milhões de brasileiros rejeitaram a proibição da venda de armas de fogo e munições num referendo popular, e que não foi respeitado com a imposição de medidas mais restritivas e burocráticas, o Brasil vive hoje um novo momento, com boas perspectivas de mudanças na política de segurança pública.
A reforma ministerial do presidente Michel Temer, com a nomeação do ex-secretário de segurança de São Paulo e agora ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, é um forte indício do caminho que será trilhado: uma política sem visões ideológicas, baseada na realidade.
Em entrevista recente concedida na Cidade da Polícia, na zona norte do Rio de Janeiro, o ministro chamou atenção para a falta de investimentos do governo de Dilma Rousseff em equipamentos bélicos para as polícias. Uma grave situação detectada por quem trabalhou mais de duas décadas com as áreas de Justiça, Defesa da Cidadania e Segurança Pública.
Focado no combate à criminalidade e em prol da legalidade, o ministro da Justiça defende que o Brasil precisa de menos pesquisas e diagnósticos de segurança e mais armamentos que possam ser utilizados pelas polícias em defesa da sociedade.
Fato é que não há dúvidas de que a fórmula do desarmamento como política pública de segurança, que começou a ser considerada em 1995, no governo de Fernando Henrique Cardoso, com o intuito de ser uma solução para a crescente criminalidade no país, não teve os efeitos desejados.
Leia mais aqui
Fonte: UOL
A reforma ministerial do presidente Michel Temer, com a nomeação do ex-secretário de segurança de São Paulo e agora ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, é um forte indício do caminho que será trilhado: uma política sem visões ideológicas, baseada na realidade.
Em entrevista recente concedida na Cidade da Polícia, na zona norte do Rio de Janeiro, o ministro chamou atenção para a falta de investimentos do governo de Dilma Rousseff em equipamentos bélicos para as polícias. Uma grave situação detectada por quem trabalhou mais de duas décadas com as áreas de Justiça, Defesa da Cidadania e Segurança Pública.
Focado no combate à criminalidade e em prol da legalidade, o ministro da Justiça defende que o Brasil precisa de menos pesquisas e diagnósticos de segurança e mais armamentos que possam ser utilizados pelas polícias em defesa da sociedade.
Fato é que não há dúvidas de que a fórmula do desarmamento como política pública de segurança, que começou a ser considerada em 1995, no governo de Fernando Henrique Cardoso, com o intuito de ser uma solução para a crescente criminalidade no país, não teve os efeitos desejados.
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Fonte: UOL
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Principal ETF brasileiro e ADRs da Petrobras disparam em NY com processo de impeachment
Ativos brasileiros negociados no exterior dispararam no fim do pregão após a confirmação da abertura do processo de impeachment
SÃO PAULO - Os ativos brasileiros negociados em Nova York dispararam após a confirmação de que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, aceitou um dos pedidos de impeachment protocolados contra a presidente Dilma Rousseff. Com isso, o principal ETF brasileiro negociado nos EUA disparou nos momentos finais do pregão por lá (que fechou às 19h no horário de Brasília) e fechou com ganhos de 2,48%, na máxima do dia.
Fonte: Infomoney
SÃO PAULO - Os ativos brasileiros negociados em Nova York dispararam após a confirmação de que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, aceitou um dos pedidos de impeachment protocolados contra a presidente Dilma Rousseff. Com isso, o principal ETF brasileiro negociado nos EUA disparou nos momentos finais do pregão por lá (que fechou às 19h no horário de Brasília) e fechou com ganhos de 2,48%, na máxima do dia.
Fonte: Infomoney
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Aumentam perdas da indústria brasileira diante da concorrência chinesa
A concorrência dos produtos chineses está afetando cada vez mais as empresas brasileiras. Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 2.146 empresários de 15 setores mostra que 16% das indústrias perderam participação no mercado interno em função das importações da China. No levantamento anterior, feito em 2010, o percentual era menor, de 14%. Em 2006, primeiro ano em que foi feita a pesquisa, 13% diziam perder mercado.
A disputa também é acirrada no mercado internacional. Mais da metade das empresas exportadoras do Brasil concorrem com a China em outros países (54%) e o percentual das que deixaram de exportar em função da concorrência com o país aumentou de 7% para 11%. Em 2006, o número das que interromperam as exportações por causa da disputa foi bem menor, de 5%. As pequenas são as que mais sofrem. Das entrevistadas, 26% deixaram de exportar, contra 12% das médias e 7% das grandes.
Fonte: http://www.portaldaindustria.com.br/cni/imprensa/2015/09/1,70798/aumentam-perdas-da-industria-brasileira-diante-da-concorrencia-chinesa.html
A disputa também é acirrada no mercado internacional. Mais da metade das empresas exportadoras do Brasil concorrem com a China em outros países (54%) e o percentual das que deixaram de exportar em função da concorrência com o país aumentou de 7% para 11%. Em 2006, o número das que interromperam as exportações por causa da disputa foi bem menor, de 5%. As pequenas são as que mais sofrem. Das entrevistadas, 26% deixaram de exportar, contra 12% das médias e 7% das grandes.
Fonte: http://www.portaldaindustria.com.br/cni/imprensa/2015/09/1,70798/aumentam-perdas-da-industria-brasileira-diante-da-concorrencia-chinesa.html
quarta-feira, 11 de março de 2015
Alarmismo ambientalista engana sobre a causa da seca. E a Crise energética? Acompanhe os especialistas!
Aqui estão dois vídeos de verdadeiros especialistas. Obtenha informações substanciais referentes as questões da seca, falta de chuva, aquecimento da terra, crise energética e efeitos sobre a agricultura e sobre a economia.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Aneel autoriza reajuste de 35% na conta de luz da Copel e Richa diz que “foi surpreendido”
"A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta terça-feira (24), um reajuste médio de 35,05% na tarifa média cobrada pela Copel. O valor é superior ao que teria sido solicitado pela empresa, de 32,4%. Porém, pelo Facebook, o governador Beto Richa (PSDB) informou que foi “surpreendido” com a decisão da Aneel e que irá solicitar a suspensão da aplicação. “Fui surpreendido com a decisão do governo federal de aumentar a luz em 35,05%. Vamos pedir à Aneel a suspensão da aplicação para buscar uma solução junto com a Copel”, anunciou.
A decisão da Aneel foi tomada em reunião pública da diretoria da Aneel. Para os consumidores residenciais (Classe B1), o reajuste será de 33,5%. Segundo informação do site da Agência, os novos valores serão aplicados a partir de hoje para 4,2 milhões de unidades consumidoras localizadas em 393 municípios do Paraná."
Fonte: http://www.bandab.com.br/jornalismo/aneel-autoriza-reajuste-de-35-na-conta-de-luz-da-copel-e-richa-diz-que-foi-surpreendido/
Nota do Blog:
Veja, compare e diga se é possível acreditar e se comprometer com esta má administração petista.
Dilma anuncia redução na tarifa de energia de 18% para residências e 32% para comércios e indústrias
http://blog.planalto.gov.br/dilma-anuncia-reducao-na-tarifa-de-energia-de-18-para-residencias-e-32-para-comercios-e-industrias/
segunda-feira, 17 de março de 2014
O problema dos subsídios aos investimentos públicos
Empreendedores só levam adiante projetos que sejam lucrativos. Isso significa que eles irão utilizar os meios de produção, que são escassos, de maneira a satisfazer primeiro as necessidades mais urgentes; nenhum capital ou mão-de-obra serão utilizados para satisfazer necessidades menos urgentes enquanto houver uma necessidade mais urgente ainda não atendida.
Quando o governo intervém tornando lucrativo um projeto que, caso contrário, geraria prejuízos, todos falam das necessidades que serão assim atendidas; ninguém fala das necessidades que deixarão de ser atendidas em decorrência de o governo ter retirado recursos disponíveis para estes setores e os desviado para suas obras de cunho político. Só se considera o benefício proporcionado pela ação do governo, e não o seu custo.
Não cabe ao economista dizer o que o povo deve preferir e nem como deve usar os seus recursos. Mas é de seu dever chamar a atenção de todos para os custos das decisões do governo. Isso o diferencia do charlatão, que só fala dos benefícios da intervenção sem jamais se referir aos malefícios que ela acarreta. Leia mais aqui
Fonte: IMB
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Cuba, ¿la salud más cara del mundo? Aqui alguns relatos de um Cubano em Cuba, sobre a saúde que se exporta!
“Al menos la salud es gratuita en Cuba, si no, me hubiese muerto” me dijo mi padre mientras conversábamos sobre su enfermedad sentados a la mesa de mi casa. Mi papá tiene 51 años; es un hombre robusto y fuerte, de apariencia saludable, pero tiene cirrosis hepática. Nunca ha sido alcohólico, ni siquiera bebe; pero hace 30 años, por negligencia médica, le contagiaron el virus de la Hepatitis C en una transfusión sanguínea al operarse la garganta. Mi padre desde entonces se convirtió en donante y realizó múltiples donaciones hasta que en una de ellas, 20 años después del contagio, le detectaron la enfermedad. En aquel momento ya su hepatitis era crónica y, desde hace poco, se convirtió en cirrosis. Como “compensación” por la negligencia, el estado le da prioridad en los turnos médicos, algo que mi padre agradece. Este servilismo me inquieta. -“¿Cómo puedes agradecerle a quien te robó la salud?, tú no estarías enfermo si el estado hubiera hecho bien su trabajo. En cualquier país civilizado te indemnizarían y aquí te recuerdan que “te dan prioridad” para que se lo agradezcas.”-
A la conversación se sumó mi abuela de 77 años, que hoy cobra una pensión de 192 pesos cubanos (8USD) al mes. Ella tiene una úlcera en el estómago. A los pacientes con esta situación los médicos les aconsejan alimentarse con leche y malanga; y se les concede una dieta extra a la canasta básica racionada con un precio reducido. Para poder acceder a esta dieta mi abuela tiene que someterse cada año a una endoscopia donde le introducen por la boca un tubo para ver su úlcera, y sólo así, el médico le autoriza a poder adquirir estos alimentos. Este año, por el dolor tan grande que le causa el endoscopio, ella se negó a realizar la prueba, y a pesar de que los médicos le informaron que su enfermedad no tiene cura, hoy mi abuela no recibe dieta.
Uno de los llamados `logros de la revolución´ fue incrementar el acceso a la sanidad a lo largo del país y hacerlo de forma “gratuita”. La televisión cubana y otros medios de comunicación oficiales se encargan de repetirnos frecuentemente la importancia de este “logro del socialismo”. Yo me pregunto a qué policlínico van los periodistas del Granma, obviamente no debe ser al mismo al que voy yo. Tal vez sea que se refieren al sistema sanitario de los años 70 y 80 que, dicen (yo soy demasiado joven para saberlo), funcionaba.
La masificación de la salud ocurrió en mi país hace cinco décadas, a partir de lo que conocemos como el consultorio médico. Este proyecto tenía como objetivo garantizar el acceso de toda la población a la atención médica primaria, por lo que el estado repartió a un especialista de la salud por cada barrio, el médico de la familia. Recuerdo con mucho cariño a Susana, la doctora que vivía en la esquina de mi casa y me atendía cuando era pequeño. Ella conocía a cada vecino a la perfección. A veces no importaba la falta de medicamentos o el mal estado del consultorio o policlínico, ella te inspiraba tanta dulzura y confianza que hasta yo aprendí a no tenerle miedo a las inyecciones. Estos doctores fueron ubicados en los consultorios médicos, construcciones de dos plantas propiedad del estado, donde abajo hay un pequeño local de consulta a la población y arriba una vivienda para que viva el médico con sus familiares.
Muchos de ellos después de tantos años ya se han retirado o bien han dejado de trabajar para Salud Pública, sin embargo, al no tener otra vivienda donde mudarse se han quedado viviendo en estos consultorios. En otros casos después de muchos años de usufructo la ley permite que los médicos obtengan la propiedad de la vivienda, dejando así huérfano el concepto original del proyecto. Hoy, ya Susana no vive en la esquina de mi casa, en el consultorio vive un señor que trabaja en un hotel. Así ha ocurrido en muchos lugares del país. Ese acceso sencillo y cercano a la atención médica primaria ha perdido su masividad.
El punto clave de este tema es la gratuidad aparente con la que el gobierno cubano hace campaña; y justo aquí comienzan los sobornos. Un turno médico puede conseguirse de forma inmediata llevándole un regalo al médico, desde una merienda hasta dinero, en dependencia del caso. “Ayúdame que yo te ayudo” es la frase que se escucha mucho en Cuba cuando alguien quiere sobornar sin tener que decir “te voy a pagar”. Este método funciona en todas las escalas, desde resolver una cama en un hospital hasta la disponibilidad de unos rayos x. Un ejemplo es lo que ocurrió hace poco en el hospital Maternidad Obrera, el director tenía montado una consulta privada especializada en cirugía estética; por supuesto, usando recursos estatales y cobrando en dólares lo cual, además de ilegal, es una irresponsabilidad social. Este caso terminó con prisión y anulación del título de medicina a los implicados en el tema.
Esta situación es consecuencia directa de los salarios de los médicos y el poco incentivo que reciben del estado. El salario de un médico oscila alrededor de los 600 pesos cubanos (25USD) al mes, que alcanzan para muy poco. Muchos especialistas de la salud se han desvinculado del sistema, algunos se han ido del país y otros trabajan en el sector del turismo, donde gracias a las propinas de los extranjeros, hoy ganan 40 veces más que salvando vidas. Nuestros médicos sueñan con “el viaje” a Venezuela ¡y ahora a Brasil!. Es la única forma de ganar algunos dólares. Por supuesto, en la selección para el envío internacional sólo califican los mejores, que dejan un espacio vacío en la atención nacional. Brasil paga por cada médico más de 4000USD al mes, pero este dinero no llega al doctor bien preparado y dispuesto que se fue a trabajar día y noche para ayudar a su familia; este dinero se le entrega al gobierno de Cuba que luego le paga al médico menos del 10%. Pero claro, este irrisorio 10% representa 16 veces lo que gana en Cuba, y con este mecanismo de explotación, los médicos cubanos sobreviven y el gobierno de mi país recibe la divisa que tanto necesita.
Ante el déficit nacional de médicos, agudizado por estas misiones internacionales, estudiar medicina se convirtió en una carrera priorizada en Cuba.
Hoy en día, hasta los estudiantes preuniversitarios con los promedios más bajos pueden optar por estudiar esta carrera. Los profesores de la universidad se quejan de que no pueden suspender a sus estudiantes en los exámenes cuando no cumplen los objetivos del mismo. Carlos, un profesor de la facultad de medicina me contaba: “Los profesores que suspenden a estudiantes de medicina en Cuba se pueden meter en serios problemas. Lo que importa es la cantidad de médicos graduados y no la calidad de los mismos. El objetivo es exportarlos y mientras más haya: mejor.” Por supuesto, en Cuba hay excelentes doctores, no es mi intención opacar el mérito que se merecen. Conozco a muchos que les apasiona la medicina, que lo hacen de corazón y que prueban ser excelentes profesionales. Justo eso es lo que necesita mi país, médicos de vocación, no de super-producción nacional como la papa o la caña de azúcar.
Ya en la mesa de mi casa éramos varios debatiendo. Además de mi padre y mi abuela, se incorporaron mi madre y dos vecinos. Todos coincidimos en un punto. El gobierno de Cuba dice que los bajos salarios estatales son debido a las subvenciones y gratuidades como la salud. Entonces, si mi mamá que es científica y gana 30USD al mes pero que con sus manos le genera miles de dólares al gobierno… ¡Tenemos el sistema de salud más caro del mundo!
Fonte:
Yousnab
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