Un comando de las Fuerzas Especiales del Ejército de EE.UU. ha capturado a un importante miembro del Estado Islámico (EI) en el norte de Irak y espera que su detención aporte información para identificar y arrestar otros combatientes.
Según medios estadounidenses, el detenido está siendo interrogado por funcionarios del país norteamericano, en un centro en Erbil, en el norte de Irak, y se espera que sea entregado a las autoridades iraquíes en los próximos días.
Un oficial del Pentágono confirmó que las fuerzas especiales han empezado sus operaciones en Irak y que uno de sus objetivos es “capturar a líderes del EI”, pero no quiso aportar más detalles de las misiones en ese país “cuando ponen en riesgo la seguridad de las operaciones”.
Según subrayó la fuente del Departamento de Defensa, cualquier detención efectuada por un comando estadounidense será “a corto plazo y coordinada con autoridades iraquíes”, por lo que Estados Unidos no tiene intención de retener de forma indefinida a ningún detenido.
Aunque no han trascendido informaciones sobre la identidad o la cooperación del detenido en sus interrogaciones, el mismo comando de élite espera capturar e interrogar a un número considerable de otros milicianos en los próximos meses.
La misión fue ejecutada por un comando especial enviado para identificar objetivos, que, según dijo previamente el secretario de Defensa de EE.UU., Ashton Carter, fue desplegado en Irak para realizar ataques al EI y capturar o matar a sospechosos.
Carter explicó este lunes a los periodistas que este comando es una herramienta que han introducido “como parte de las operaciones aceleradas para llevar a cabo redadas de diversos tipos”.
Fonte: EPV
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sexta-feira, 4 de março de 2016
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Dilma critica bombardeio dos EUA e se posiciona a favor do Estado Islâmico
Na ONU, Dilma critica bombardeio dos EUA ao Estado Islâmico
Presidente lamentou o ataque norte-americano alegando que o Brasil "sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo"
Em encontro com representantes de mais de 120 países na sede da Organização das Nações Unidas, em Nova York, nesta terça-feira, a presidente Dilma Rousseff (PT) condenou o bombardeio norte-americano contra o Estado Islâmico (EI) na Síria e Iraque. “Eu lamento profundamente isso. O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, o acordo e a intermediação da ONU”, disse.
Segundo ela, agressões sem sustentação aparentemente podem fornecer ganhos imediatos, mas depois causam enormes prejuízos e turbulências. “E o caso do Iraque, está provado lá, na Líbia, a consequência da Líbia no Sael. Eu acredito na mesma coisa na Faixa de Gaza. Nós repudiamos sempre o morticínio e a agressão dos dois lados, e não acreditamos que seja eficaz. O Brasil é contra todas as agressões”, completou. Leia mais aqui
Veja aqui abaixo o vídeo do Bombardeio.
A defesa do Estado Islâmico é uma prova de coerência: a condutora da política externa da canalhice jamais desperdiçou alguma chance de envergonhar o Brasil
Instituída no governo Lula, a política externa da canalhice foi encampada com muita animação por Dilma Rousseff. Ao longo de oito anos, o padrinho sempre escolheu o lado errado. Nesta terça-feira, ao baixar em Nova York, a afilhada confirmou que nunca perde alguma chance de envergonhar o país que presta. Ao comentar a ofensiva militar americana contra o Estado Islâmico, Dilma solidarizou-se com a turma da caverna e garantiu que, embora não pareça, até decepadores de cabeças aceitam convites para um diálogo civilizado. “Lamento enormemente os ataques na Síria”, recitou em dilmês primitivo. “Nos últimos tempos, todos os últimos conflitos que se armaram tiveram uma consequência: perda de vidas humanas dos dois lados”.
O choro de Dilma depende da nacionalidade do morto. Ela não derramou uma única e escassa lágrima pelas incontáveis vítimas do bando de fanáticos. Não deu um pio sobre a decapitação ─ em ritos repulsivos filmados pelos carrascos e transformados em programas de TV ─ de dois jornalistas e um agente humanitário. Não emitiu nenhum sinal de desconforto com os massacres intermináveis, os estupros selvagens, a rotina da tortura, a pena de morte por heresia aplicada a quem não se subordina aos dogmas da seita. A presidente só “lamenta enormemente” a perda de aliados na guerra irremediavelmente perdida que move desde a juventude contra o imperialismo ianque. Leia mais aqui
Fonte: Terra, Veja
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Após morte de jornalista, Obama promete fazer justiça
por Canção Nova
Execução do jornalista seria uma retaliação dos jihadistas pelos ataques aéreos dos Estados Unidos
Da redação, com Rádio Vaticano
Após o bárbaro assassinato de James Foley, o jornalista estadunidense decapitado pelos jihadistas do Estado Islâmico, o Presidente Obama afirmou, nesta quarta-feira, 20, que os Estados Unidos vão reagir.
O vídeo que mostra a decapitação do jornalista americano, sequestrado na Síria em 2012, foi divulgado na terça-feira, 19. A execução é uma retaliação dos jihadistas contra os Estados Unidos pelos ataques aéreos e com drones realizados no norte no Iraque.
Na filmagem, é possível ver também outro jornalista estadunidense sequestrado na Síria, Steven Sotloff, e ao lado dele um miliciano do Estado Islâmico que diz: “A vida deste cidadão norte-americano, Obama, depende de suas próximas decisões”.
A Casa Branca confirmou ontem a autenticidade do vídeo e o Presidente Obama, em um breve comunicado, disse que a justiça será feita e que a milícia do Estado Islâmico aspira a “cometer um genocídio”, por este motivo, acrescentou, para eles “não há lugar no século 21″.
Alarme de uma onda de terrorismo do conflito iraquiano se amplia também aos países europeus depois que fica claro, a partir do vídeo da decapitação, que quem a realizou teria um sotaque britânico. Fato confirmado também pelo serviço de inteligência de Londres.
O ministro britânico do exterior, Philip Hammond, disse que o Governo está ciente da presença de britânicos “em números significativos” entre os extremistas que atuam no exterior. Em particular, o extremista que decapitou o jornalista estadunidense seria o líder de uma célula de combatentes.
Enquanto isso, no Iraque, não muda a estratégia ocidental: a Itália deu sinal verde para o envio de armas aos curdos. Prosseguem também os ataques aéreos dos Estados Unidos sobre as posições dos jihadistas, cerca de quinze nas últimas 24 horas. O Pentágono também está considerando o envio de “um pequeno número de tropas adicionais”. “Vamos continuar a perseguir uma estratégia de longo prazo”, confirmou o Presidente Obama.
Leia mais aqui
Fonte: Canção Nova
Execução do jornalista seria uma retaliação dos jihadistas pelos ataques aéreos dos Estados Unidos
Da redação, com Rádio Vaticano
Após o bárbaro assassinato de James Foley, o jornalista estadunidense decapitado pelos jihadistas do Estado Islâmico, o Presidente Obama afirmou, nesta quarta-feira, 20, que os Estados Unidos vão reagir.
O vídeo que mostra a decapitação do jornalista americano, sequestrado na Síria em 2012, foi divulgado na terça-feira, 19. A execução é uma retaliação dos jihadistas contra os Estados Unidos pelos ataques aéreos e com drones realizados no norte no Iraque.
Na filmagem, é possível ver também outro jornalista estadunidense sequestrado na Síria, Steven Sotloff, e ao lado dele um miliciano do Estado Islâmico que diz: “A vida deste cidadão norte-americano, Obama, depende de suas próximas decisões”.
A Casa Branca confirmou ontem a autenticidade do vídeo e o Presidente Obama, em um breve comunicado, disse que a justiça será feita e que a milícia do Estado Islâmico aspira a “cometer um genocídio”, por este motivo, acrescentou, para eles “não há lugar no século 21″.
Alarme de uma onda de terrorismo do conflito iraquiano se amplia também aos países europeus depois que fica claro, a partir do vídeo da decapitação, que quem a realizou teria um sotaque britânico. Fato confirmado também pelo serviço de inteligência de Londres.
O ministro britânico do exterior, Philip Hammond, disse que o Governo está ciente da presença de britânicos “em números significativos” entre os extremistas que atuam no exterior. Em particular, o extremista que decapitou o jornalista estadunidense seria o líder de uma célula de combatentes.
Enquanto isso, no Iraque, não muda a estratégia ocidental: a Itália deu sinal verde para o envio de armas aos curdos. Prosseguem também os ataques aéreos dos Estados Unidos sobre as posições dos jihadistas, cerca de quinze nas últimas 24 horas. O Pentágono também está considerando o envio de “um pequeno número de tropas adicionais”. “Vamos continuar a perseguir uma estratégia de longo prazo”, confirmou o Presidente Obama.
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Fonte: Canção Nova
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Extremistas muçulmanos exigem que o governo não ajude os cristãos no Iraque
ROMA, 17 Jul. 14 / 01:52 pm (ACI/EWTN Noticias).- Os extremistas muçulmanos do chamado Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIS) que proclamaram o Califado Islâmico no Iraque, ordenaram aos funcionários públicos para suspender toda a ajuda em comida e gás aos xiitas, curdos e aos poucos cristãos remanescentes em Mosul, desde a tomada da cidade em 9 de junho.
Fontes cristãs confirmaram a notícia à Agência Fides, após sua publicação no site árabe www.ankawa.com. Segundo informou o funcionário local Fadel Younis, os representantes do Califado Islâmico anunciaram que cada infração à proibição será punida com base nas regras da Sharia, a lei religiosa muçulmana aplicada ao âmbito civil.
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