O DataFolha já fez quatro pesquisas sobre a corrida eleitoral no Rio de Janeiro. Na primeira delas, Jandira Feghali aparecia em quarto lugar. Depois, em terceiro. Na seguinte, realizada em 21 de setembro, caminhava para superar o segundo, ficando apenas 1% atrás de Marcelo Freixo.
Naquela noite, Dilma Rousseff pediria voto para a candidata do PCdoB. Dias depois, seria a vez de Lula acompanhá-la em comício. O que aconteceu com a intenção de votos na comunista?
Feghali perdeu 2% e caiu de potencial segundo lugar para um quarto empatando com o quinto, Flávio Bolsonaro (PSC), em 7%.
É verdade que ambos seguem com chances numéricas de um segundo turno. Mas foi-se o tempo que o apoio do PT garantia vitória mesmo a candidatos nanicos.
Fonte: O Implicante
O Corpo de Cristo vive na Terra, onde há liberdade para organizar a conduta humana. A Política deve estar ordenada à Fé. EuPolítico: Combate, palavras, notícias, idéias e anúncio.
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quarta-feira, 28 de setembro de 2016
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
O PT iniciou a eleição de 2016 com 21 mil candidatos a menos em relação a 2012
O TSE finalmente fechou o levantamento do total de candidatos nas eleições. E mesmo antes da votação é possível perceber o buraco no qual se encontra o PT. Em relação à última campanha municipal, o partido perdeu 20.898 candidatos – eram 44.499 há quatro anos.
Fonte: O Iimplicante
Fonte: O Iimplicante
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Quando o STF perceberá que ele próprio é um grave problema do Brasil?
Foi de uma interpretação do artigo 86 da Constituição, assinada por Celso de Mello em 1992, que Rodrigo Janot tirou a desculpa para não investigar Dilma Rousseff enquanto ela fosse presidente da República. Como o “pau que dava em Chico” também “dava em Francisco“, a mesma postura precisou ser legada a Michel Temer, ignorando citação ao presidente interino em grampos que derrubaram-lhe dois ministros.
Crimes graves como este, a Suprema Corte brasileira nem se preocupou em se debruçar sobre. O mesmo, no entanto, não valeu para a confecção de dois bonecos infláveis usados num protesto em São Paulo. Na caricatura exposta, além do rosto do procurador-geral da República, estava lá o de Ricardo Lewandowski, presidente do STF. Tornando inevitável a questão: aqueles 11 ministros não percebem que a própria casa deles é um dos maiores problemas do Brasil?
No absurdo mais recente, uma canetada atropelando instâncias não só tirou Paulo Bernardo, marido da senadora petista Gleisi Hoffmann, da cadeia, como colocou em dúvida o sucesso de algumas dúzias de investigações tocadas pelo Ministério Público com o auxílio da Polícia Federal. Mas o caso está longe do isolamento. Foram os próprios guardiões da Constituição que a ignoraram para permitir prisões antes do trânsito em julgado. Na sequência, monocraticamente, o mesmo Celso de Mello decidiria que, se o juiz quisesse, a regra seria exceção.
Leia o restante aqui
Fonte: O Implicante
Crimes graves como este, a Suprema Corte brasileira nem se preocupou em se debruçar sobre. O mesmo, no entanto, não valeu para a confecção de dois bonecos infláveis usados num protesto em São Paulo. Na caricatura exposta, além do rosto do procurador-geral da República, estava lá o de Ricardo Lewandowski, presidente do STF. Tornando inevitável a questão: aqueles 11 ministros não percebem que a própria casa deles é um dos maiores problemas do Brasil?
No absurdo mais recente, uma canetada atropelando instâncias não só tirou Paulo Bernardo, marido da senadora petista Gleisi Hoffmann, da cadeia, como colocou em dúvida o sucesso de algumas dúzias de investigações tocadas pelo Ministério Público com o auxílio da Polícia Federal. Mas o caso está longe do isolamento. Foram os próprios guardiões da Constituição que a ignoraram para permitir prisões antes do trânsito em julgado. Na sequência, monocraticamente, o mesmo Celso de Mello decidiria que, se o juiz quisesse, a regra seria exceção.
Leia o restante aqui
Fonte: O Implicante
quarta-feira, 22 de junho de 2016
Michel Temer trabalha para acabar com a “TV Lula”
Com isso, os custos da EBC seriam reduzidos à metade
A TV Brasil, ou “TV Lula”, como ficou conhecida em 2007 quando fundada, está com os dias contados. Lançada com a desculpa de que o país precisava de uma TV pública de qualidade, foi usada desde então para indiretamente bancar jornalistas que defendia o PT cegamente. Empossado, Michel Temer tentaria mudar o comando da emissora, mas seria impedido por um recurso de Ricardo Melo ao STF – o atual presidente da EBC foi umas últimas indicações de Dilma antes de ser afastada do cargo.
Impedido de direcionar o uso dos recursos de uma máquina de propaganda estatal, Temer partiu então para o que seria lógico: acabar com ela. E mandará ao Congresso um projeto de lei que corta da EBC o braço ligado à TV, mantendo apenas a agência de notícia, a produção de conteúdo, o monitoramento de mídia, entre outras funções mais burocráticas da comunicação.
Com isso, os custos da EBC seriam reduzidos à metade. E o Estado perderia mais uma cara estrutura que vinha sendo usada apenas para propaganda partidária – e das mais mentirosas.
É uma ótima saída.
Fonte: O Implicante
A TV Brasil, ou “TV Lula”, como ficou conhecida em 2007 quando fundada, está com os dias contados. Lançada com a desculpa de que o país precisava de uma TV pública de qualidade, foi usada desde então para indiretamente bancar jornalistas que defendia o PT cegamente. Empossado, Michel Temer tentaria mudar o comando da emissora, mas seria impedido por um recurso de Ricardo Melo ao STF – o atual presidente da EBC foi umas últimas indicações de Dilma antes de ser afastada do cargo.
Impedido de direcionar o uso dos recursos de uma máquina de propaganda estatal, Temer partiu então para o que seria lógico: acabar com ela. E mandará ao Congresso um projeto de lei que corta da EBC o braço ligado à TV, mantendo apenas a agência de notícia, a produção de conteúdo, o monitoramento de mídia, entre outras funções mais burocráticas da comunicação.
Com isso, os custos da EBC seriam reduzidos à metade. E o Estado perderia mais uma cara estrutura que vinha sendo usada apenas para propaganda partidária – e das mais mentirosas.
É uma ótima saída.
Fonte: O Implicante
terça-feira, 26 de abril de 2016
O Cunha vai ser vice do Temer? Claro que não! Parem de espalhar essa bobagem!
A esquerda, desesperada, e os governistas, atarantados, andaram espalhando que Eduardo Cunha seria vice-presidente de Michel Temer, em caso de impeachment.
Obviamente, é mentira. Eles sabem que é mentira, mas se ligassem para a “verdade” não seriam governistas.
Então, sigamos.
É lorota. Se Michel Temer assumir a Presidência da República, simplesmente NÃO HAVERÁ VICE. Da mesma forma que houve com Itamar Franco. Foi assim com José Sarney. Simples assim.
No caso de haver afastamento de Dilma Rousseff, o vice-presidente (Michel Temer) se tornará o titular da república, mas NÃO TERÁ VICE. Ficará sem.
Em tempo: Cunha deixará a Presidência da Câmara em janeiro de 2017.
Fonte: Implicante
Obviamente, é mentira. Eles sabem que é mentira, mas se ligassem para a “verdade” não seriam governistas.
Então, sigamos.
É lorota. Se Michel Temer assumir a Presidência da República, simplesmente NÃO HAVERÁ VICE. Da mesma forma que houve com Itamar Franco. Foi assim com José Sarney. Simples assim.
No caso de haver afastamento de Dilma Rousseff, o vice-presidente (Michel Temer) se tornará o titular da república, mas NÃO TERÁ VICE. Ficará sem.
Em tempo: Cunha deixará a Presidência da Câmara em janeiro de 2017.
Fonte: Implicante
terça-feira, 5 de abril de 2016
Para Moro, Lula quis “intimidar”, “obstruir” e “influenciar”
As informações constam de ofício enviado pelo juiz ao STF.
O pessoal governista tentou fazer uma lambança com o ofício enviado por Sergio Moro ao STF, dizendo que ele pediu desculpas pela revelação das escutas de Lula – não foi isso, claro, e explicamos aqui.
Mas sigamos.
Nesse mesmo documento, o juiz da Lava Jato não poupa críticas pesadíssimas à atuação do ex-presidente petista. Em síntese, segundo Moro, Lula queria intimidar, obstruir e influenciar as investigações. E também transcreve trecho em que a intimidação se aproxima da ameaça pura e simples.
A peça tem 30 páginas, e o pessoal, que até há pouco se apegava a um detalhe errado, agora parece ignorar seu inteiro teor.
Fonte: O Implicante
O pessoal governista tentou fazer uma lambança com o ofício enviado por Sergio Moro ao STF, dizendo que ele pediu desculpas pela revelação das escutas de Lula – não foi isso, claro, e explicamos aqui.
Mas sigamos.
Nesse mesmo documento, o juiz da Lava Jato não poupa críticas pesadíssimas à atuação do ex-presidente petista. Em síntese, segundo Moro, Lula queria intimidar, obstruir e influenciar as investigações. E também transcreve trecho em que a intimidação se aproxima da ameaça pura e simples.
A peça tem 30 páginas, e o pessoal, que até há pouco se apegava a um detalhe errado, agora parece ignorar seu inteiro teor.
Fonte: O Implicante
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