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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Crimes vão muito além da Lava jato, diz Tuma Jr.

Romeu Tuma Jr diz que teme que a Lava Jato seja atacada como foi a operação Mãos Limpas e alerta que os crimes cometidos pelo PT vão muito além dos descobertos pela LAVA JATO e envolvem outros órgãos como BNDES. Veja a segunda parte entrevista exclusiva #brasil em #vejajoice


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Requerimento para ouvir Romeu Tuma Junior


O senador Alvaro Dias(PSDB/PR) protocolou, nesta quarta-feira(05/02), na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle(CMA), requerimento para que o ex-secretário Nacional de Justiça, delegado Romeu Tuma Junior, seja ouvido no Senado sobre as denúncias feitas em seu livro, “Assassinato de Reputações: um crime de estado”, que liga o governo do PT a dossiês contra adversários políticos e espionagem de ministros do Supremo Tribunal Federal.
Segundo o senador, é importante que o ex-secretário esclareça as denúncias e apresente os documentos citados na entrevista ao programa “Roda Viva”, transmitido pela TV Cultura no dia 3 de fevereiro.

No final do ano passado, o delegado Romeu Tuma Júnior lançou o seu livro, no qual apresenta várias denúncias de irregularidades e faz graves acusações a autoridades federais, como o uso de dossiês forjados para prejudicar adversários; a politização da Polícia Federal e o uso de órgãos de segurança para alcançar objetivos políticos.

O senador já havia apresentado requerimento à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania(CCJ) convidando o delegado, mas os governistas rejeitaram o convite. 

Na sessão plenária, Alvaro Dias anunciou a apresentação do requerimento, e avisou que, se o pedido for novamente rejeitado, ele convidará Tuma para comparecer extraoficialmente ao Senado.

“Um país onde os ministros do STF são acossados por arapongas oficiais sob encomenda do próprio governo é um país que está colocando em risco o processo democrático, que está assistindo à derrocada da democracia. Porque é bom repetir sempre: o que há em curso é um projeto de poder e não um projeto de nação. Portanto, é preciso que o Congresso se imponha e aprove este requerimento. O Senado, que tem sido utilizado pelo governo como almoxarifado, não pode se transformar em celeiro de vaquinhas de presépio. Não podemos apenas assistir uma instituição como o STF sendo violentado pela prepotência dos que se acham acima de todas as leis. Que o Senado recupere o respeito a ele devotado em outros tempos”, afirmou o senador Alvaro Dias, que também cobrou do próprio STF e do Ministério Público que iniciem procedimentos de investigação das denúncias do delegado Romeu Tuma Jr.

Veja o vídeo:


Fonte: Alvaro Dias

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Romeu Tuma Júnior revela em livro que Lula foi informante da ditadura


O “estado policial petista” não é uma invenção de paranoicos, de antipetistas militantes, de reacionários que babam na gravata dos privilégios e que atuam contra os interesses do povo. Não! O “estado policial petista” reúne as características de todas as máquinas de perseguição e difamação do gênero: o grupo que está no poder se apropria dos aparelhos institucionais de investigação de crimes e de repressão ao malfeito – que, nas democracias, estão submetidos aos limites da lei – e os coloca a seu próprio serviço. A estrutura estatal passa a servir, então, à perseguição dos adversários. Querem um exemplo? Vejam o que se passa com a apuração da eventual formação de cartel na compra de trens para a CPTM e o metrô em São Paulo. A questão não só pode como deve ser investigada, mas não do modo como estão agindo o Cade e a PF, sob o comando de José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça. As sentenças condenatórias estão sendo expedidas por intermédio de vazamentos para a imprensa. Pior: as mesmas empresas investigadas em São Paulo se ocuparam das mesmas práticas na relação com o governo federal. Nesse caso, não há investigação nenhuma.

Quando se anuncia que o PT criou um estado policial, convenham, não se está a dizer nenhuma novidade. Nunca, no entanto, alguém que conhece por dentro a máquina do governo havia tido a coragem de vir a público para relatar em detalhes como funciona o esquema. Romeu Tuma Júnior, filho de Romeu Tuma e secretário nacional de Justiça do governo Lula, entre 2007 e 2010, rompe o silêncio e conta tudo no livro “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado”, publicado pela Editora Topbooks (557 págs., R$ 69.90).

O trabalho resulta de um depoimento prestado ao longo de dois anos ao jornalista Cláudio Júlio Tognolli. O que vai ali é de assustar. Segundo Tuma Junior, a máquina petista:

1: produz e manda investigar dossiês apócrifos contra adversários políticos;

2: procura proteger os aliados.

UCHO. Sem temer acusados, Romeu Tuma Júnior afirma que livro-bomba traz “apenas o que vi, não o que ouvi”

Sem medo – Como era de se esperar, a reação dos petistas diante da enxurrada de denúncias que é o livro do delegado Romeu Tuma Júnior e do jornalista Claudio Julio Tognolli – “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado” – não poderia ser outra que não a de desqualificar a obra. Começando por Tuma Júnior, o fato de ter ser delegado lhe dá conhecimento suficiente sobre o que representa uma denúncia sem prova. No caso de Tognolli, trata-se de um jornalista competente e com larga experiência em jornalismo investigativo. Sendo assim, a dupla não cometeria o equívoco de denunciar a esmo.

Profissionais de comunicação que costumam rezar pela cartilha do Palácio do Planalto, assim como vez por outra são agraciados com milhares de mimos, começam a questionar temas relacionados ao livro. Um dos questionamentos refere-se à demora do delegado em denunciar fatos que são considerados crimes graves. Cada um sabe o momento certo de fazer determinada denúncia, principalmente conhecendo um inimigo feroz e covarde como o PT. Se a denúncia demorou a surgir, é porque o conjunto de fatos alongou a coletânea de provas. Enquanto os crimes constantes das denúncias não prescreverem, a denúncia pode ser feita a qualquer tempo, pelo menos sob a ótica da legislação brasileira.

Leia mais em UCHO

Gilmar Mendes comenta livro de Tuma Jr: ‘Estava havendo desmandos’

Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes disse nesta terça-feira (10) que tem certeza de que “estava havendo desmandos” durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva (assista abaixo). O ex-presidente do STF comentava o livro Assassinato de Reputações, assinado pelo ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Jr., que será lançado nesta semana.

— Os fatos são muito graves e demandam uma investigação profunda.

Tuma Jr. diz em seu livro que Gilmar Mendes e outros ministros do STF foram grampeados durante o governo Lula.

Todo o aparato teria sido conduzido por arapongas, que prestavam serviços de segurança e limpeza nos gabinetes dos ministros, no Supremo.

Em cartilha, deputado faz acusações a Barbosa

Em nota, DEM faz defesa de governadora afastada

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, também comentou as denúncias nesta terça.

— Já solicitei as informações devidas aos órgãos que foram objeto da denuncia e estarei recebendo essas informações sobre tudo aquilo que foi denunciado. Nós colocaremos de publico as respostas e as situações que forem devidamente apuradas. 



Fonte: R7
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