Mostrando postagens com marcador petróleo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador petróleo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Como o socialismo destruiu a indústria petrolífera da Venezuela e a fez importar dos EUA


Uma plataforma de petróleo parada por semanas porque uma simples peça não teve reposição. Outra atacada por gangues armadas que roubaram tudo o que podiam. Petroleiros que recebem tão pouco que mal conseguem comer e que têm que se revezar para vigiar os demais e evitar um desastre caso algum trabalhador passe mal.

A indústria de petróleo da Venezuela, que um dia já teve bilionárias receitas e financiou a “revolução socialista bolivariana”, está em queda livre. E para aumentar a ironia, a ditadura socialista venezuelana foi obrigada a recorrer ao odiado e “imperialista” Estados Unidos. Para importar petróleo.

O petróleo é responsável por metade das receitas da ditadura venezuelana e a estatal local do petróleo, a PDVSA, teve seus 250 bilhões de dólares de lucro entre 2001 e 2015 utilizados pelo governo para programas sociais, mas os lucros evaporaram com a má gestão, a grande crise econômica causada pelo socialismo e a queda dos preços do petróleo. Até mesmo as remessas subsidiadas de petróleo para Cuba estão sendo gradativamente cortadas, forçando o regime cubano a recorrer ao petróleo da Rússia.

Os Estados Unidos sempre foram um grande mercado para o petróleo venezuelano, mas o socialismo levou a ditadura venezuelana a fazer o caminho inverso. Dessa forma, os Estados Unidos começaram a exportar para a Venezuela mais de 50 mil barris por dia do petróleo leve, necessários para que a estatal venezuelana prepare o próprio petróleo para exportação.

Como seria de se imaginar, a PDVSA está com dificuldades para pagar pelas importações feitas. Alguns navios petrolíferos chegam a esperar duas semanas no porto no aguardo do pagamento, enquanto outros simplesmente desistem e vão embora. A produção venezuelana, que chegou a ser de 3,4 milhões de barris por dia em 1998 (quando Chávez chegou ao poder), hoje está em 2,4 milhões de barris por dia.

Os trabalhadores do setor chegam a receber menos de 1 dólar de lucro por dia por causa da inflação (que está em 720% ao ano) e mesmo o dinheiro reservado para pagar as manutenções e reparos necessários nos equipamentos está desaparecendo. Dois terços das receitas da PDVSA já são destinados a pagar credores da China e outros países, e a companhia está ficando sem dinheiro para pagar mesmo o pouco salário de seus funcionários.

Leia mais aqui

Fonte: Ilisp

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Comunismo hoje. Venezuela importa petróleo pela primeira vez na história


Dona das maiores reservas petrolíferas do mundo, país sofre com sucateamento da infraestrutura.

A Venezuela está importando petróleo pela primeira vez na história.

Dois milhões de barris partiram da Argélia em 10 e 11 de outubro e devem chegar nesta quinta, 16 de outubro.

Segundo a agência Platts, trata-se do início de um fluxo de exportação de petróleo argelino para a estatal venezuelana PDVSA.

A intenção é usar o petróleo argelino, do tipo leve, para diluir o óleo bruto pesado do Orinoco, maior região produtora do país sul-americano.

Fonte: Portal Vox

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Veto divide os senadores de estados produtores e não produtores de petróleo

Pelo Rio de Janeiro, estado que mais sofreria perdas caso a receita dos contratos atuais fosse redistribuída, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) manifestou sua satisfação com o veto parcial à matéria, que classificou como uma decisão equilibrada da presidente Dilma Rousseff:

- Foi uma vitória, que preservou a lógica e preservou a decisão do Congresso em relação às concessões daqui para a frente - disse.

O veto da presidente Dilma também foi bem recebido pelos senadores do Espírito Santo. A senadora Ana Rita (PT-ES), em seu twitter, considerou a decisão “um momento histórico" para o país. Para a parlamentar, a presidente fez justiça e garantiu os direitos adquiridos dos estados produtores:

"Ao destinar 100% dos royalties para educação, ela [a presidente] evitou que o Espírito Santo fosse atropelado pelos demais estados da federação e reconheceu que os recursos advindos de uma riqueza finita devem construir as bases para o futuro da nação. Parabéns, Dilma, pela firmeza e pelo respeito que demonstrou ao povo capixaba", afirmou.

Na mesma linha escreveu o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES). Ele disse que o Brasil "não pode ser um país de vale tudo”:

"Respeitar contratos é básico. Sem segurança jurídica não temos a menor condição de atrair investimentos e gerar desenvolvimento", destacou.

A mesma opinião tem o governador do estado e ex-senador Renato Casagrande:

- A decisão respeita a Constituição, as leis, os contratos já firmados e mantém equilibrado o pacto federativo. Nessa situação, estão atendidos os desejos e aquilo que nós estávamos defendendo em torno do debate dos royalties.

Casagrande ressaltou que o veto “retoma e recoloca o assunto no lugar devido” para continuar o diálogo com o Senado. Casagrande disse que os estados produtores, num primeiro momento, devem deixar esfriar a ideia de recorrer ao Supremo Tribunal Federal para garantir seus direitos.

- Vamos esperar e debater com o Congresso para que o veto da presidente Dilma possa ser preservado e mantido [isso porque os senadores e deputados ainda podem derrubar o veto caso seja a vontade da maioria absoluta dos parlamentares de cada Casa, em votação secreta].

Reação

Por outro lado, representantes dos estados não produtores de petróleo, que saíram perdendo com o veto que garante os contratos atuais dos estados produtores (confrontantes) demonstraram decepção e prometem reagir.

O relator do projeto dos royalties no Senado, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), previu que o veto será derrubado pelo Congresso.

- O Congresso Nacional terá que cumprir com a sua obrigação de derrubar o veto o mais rápido possível – disse.

Autor do projeto que prevaleceu no Congresso, o senador Wellington Dias (PT-PI) disse esperar pela medida provisória que regulamentará o veto para se posicionar sobre o assunto, mas adiantou que adotará posição contrária caso o veto atinja os contratos já licitados, mas não recebidos pelos estados produtores.

Senador pelo Mato Grosso do Sul, estado que também se beneficiaria com as novas regras de distribuição dos royalties já contratados, o senador Delcídio Amaral (PT) criticou o veto da presidente Dilma. Em seu twitter, o senador afirmou que estados e municípios não produtores "levaram chumbo”.

- A 'dona da pensão' vetou o projeto dos royalties do pré-sal. Manteve os contratos vigentes na distribuição dos royalties pela União, estados e municípios aprovada pelo Congresso a partir dos novos leilões de 2013 e priorizou o futuro: educação! Dinheiro pra estados e municípios não produtores, a partir de 2013, "neca de pitibiriba". Levamos "chumbo"!



Fonte: Agência Senado
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...