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segunda-feira, 30 de maio de 2016
Fé e Política. Hoje é celebrada Santa Joana D’Arc, heroína mártir que salvou a França
REDAÇÃO CENTRAL, 30 Mai. 16 / 07:30 am (ACI).- “Eu não fiz nada que não me tenha sido ordenado por Deus ou por seus anjos”, disse Santa Joana D’Arc, jovem camponesa analfabeto que se tornou padroeira da França com o poder da oração e o amor pela Igreja, mesmo quando foi condenada à morte.
Santa Joana D’Arc nasceu em 1412, em Domrémy (atual França). Nunca aprendeu a ler e escrever, mas recebia com frequência os sacramentos, ajudava os doentes e era bondosa com os peregrinos. No povoado, todos gostavam dela.
Nessa época, a Inglaterra invadiu a França. As cidades caíram uma após a outra e Carlos VII considerava que tudo estava perdido.
Santa Joana, aos quatorze anos, começou a ter experiências místicas e São Miguel Arcanjo, Santa Catarina e Santa Margarida apareceram a ela. Pediram a ela que salvasse a França e a jovem foi enviada a falar com Carlos VII.
Após uma série de obstáculos, conseguiu uma audiência. Carlos VII se disfarçou para confundir a santa, mas ela o localizou rapidamente. Mais tarde, Santa Joana partiu com uma expedição para salvar a cidade de Orleans, carregando uma bandeira com os nomes de Jesus e Maria e uma imagem do Pai Eterno.
Depois de árduos enfrentamentos, a cidade foi recuperada e posteriormente realizou-se a coroação de Carlos VII. Assim, Santa Joana terminou o que lhe havia sido confiado e a sua carreira triunfos militares.
Mais tarde, ela seguiu lutando, mas sem vitórias, teve problemas na realeza e foi presa em um campo de batalha pelos borgonheses, que a venderam para os ingleses. Foi acusada de bruxaria e da heresia e, depois de um julgamento no qual não teve defesa, foi determinado que suas revelações tinham sido diabólicas. A Universidade de Paris a acusou em termos violentos.
Santa Joana D'Arc foi entregue ao âmbito secular como herege renegada e levada à praça do mercado de Rouen, onde foi queimada viva, enquanto gritava o nome de Jesus e olhava para uma cruz. Partiu para a Casa do Pai em 30 de maio de 1431, aos 19 anos.
O Papa Calisto III nomeou uma comissão para examinar de novo o caso e “reabilitou” plenamente Joana D’Arc. Em 1920, ele foi canonizado pelo Papa Bento XV.
Santa Joana era uma figura extraordinária, sua espada jamais foi manchada de sangue, nunca matou ninguém e durante as batalhas manteve-se em oração, sustentando a sua bandeira. Sempre se sentiu orgulhosa de sua virgindade.
Sua perseverança na fé e na Igreja fez com que a Universidade de Paris, que se rogava ao direito de controle sobre os assuntos pontifícios e cujos membros apoiaram o último antipapa Félix V, ficou desacreditada por sua participação no processo contra a santa.
Além disso, a separação dos reinos da França e da Inglaterra preservou a França do cisma de Henrique VIII, com a sua igreja anglicana, que ocorreu mais tarde.
Fonte: ACI Digital
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
O PT agiu como um inimigo do Brasil
Os governos do PT NUNCA lutaram pelo Brasil nem pelos Brasileiros, ao mesmo tempo NUNCA admitem isto. O PT travou uma GUERRA contra o País estrategicamente estando dentro dele, assim fez mais danos e destruição do que propriamente um Pais inimigo externo.
O PT ofendeu a constituição brasileira, ofendeu o língua nacional, ofendeu a bandeira da qual nunca respeitou, ofendeu as instituições nacionais, ofende o território, ofendeu o Povo... quebrou as finanças, destruiu as guarnições e seguranças fronteiriças, enviou dinheiro para outras nações enquanto havia necessidade gritante em solo verde/amarelo
O PT abrigou terroristas estrangeiro, denegriu médicos brasileiros frente aos cubanos, retirou investimentos da segurança, quebrou a maior empresa brasileira, facilitou o trafico internacional de drogas, alterou legislação em prol de bandidos (que são inimigos internos), facilitou o banditismo do MST que invadiu terrenos e atrapalhou investimentos rurais, evitou investir em cultura e ciência, doou dinheiro pela rei Rouanet para embolsar defensores do partido.....
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Discurso de Lula na ABI assusta! O exército vermelho pronto para apunhalar o Estado Democrático de Direito
A manifestação em “defesa da Petrobras” [seria uma autodefesa?] começou com grande tumulto na porta da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Centro do Rio. Cerca de 500 manifestantes, a maioria integrantes da CUT e filiados do PT entraram em confronto com um pequeno grupo a favor do impeachment da presidente Dilma. A chegada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi cercada de vaias e aplausos. Também compareceram o líder do MST, João Pedro Stédile, o prefeito de Maricá, Washington Quaquá, e o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, todos do PT.
Já em discurso no auditório da ABI, Lula mostrou-se Lula, seguem trechos:
“Quero paz e democracia, mas também sabemos brigar. Sobretudo quando o Stedile colocar o exército dele nas ruas”. Stédile, como se sabe, é João Pedro Stédile, líder do MST, e adorador dos ideais da Revolução Cubana, que prega a violência, invade propriedades e gostam tanto da democracia como Kim Jong-li da Coreia do Norte.
O discurso como haveria de se esperar não foi um primor admirável, optando em bater em parcela da democracia, em especial na imprensa — desta vez pela forma como vem cobrindo a Operação Lava Jato – referiu-se a uma suposta “criminalização da ascensão de uma classe social neste país” e asseverou: “As pessoas subiram um degrau e isso incomoda a elite”.
Lembremos que, a elite é a dona dos supermercados, dos grandes magazines e só teria a agradecer o aumento do poder aquisitivo do brasileiro que estaria a consumir mais. Essa realidade hoje, é verdade, já estaria defasada. Com uma inflação maquiada, mas mesmo maquiada, em patamares não imagináveis após a estabilidade conseguida com o Plano Real, o poder de consumo do povo resta severamente comprometido. Inflação galopa enquanto que salários e aposentadorias caminham lentamente e tendem a hibernação.
Agora no Governo Dilma inventou-se uma tal “classe média” que já corresponderia a 54% da população brasileira. E que classe média seria essa? Segundo a SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos, são as famílias com renda per capita, atenção!, entre R$ 300 e R$ 1.000. Um casal cujo marido ganhe o salário mínimo (R$ 678) — na hipótese de a mulher não ter emprego — já é “classe média” — no caso, baixa classe média (com renda entre R$ 300 e R$ 440). Se ela também trabalhar, recebendo igualmente o mínimo, aí os dois já saltarão, acreditem, para o que a SAE considera “alta classe média” (renda per capita entre R$ 640 e R$ 1.020). Que país é esse? Parodiando Cazuza, mas lembrando da triste realidade do continente Africano.
Leia mais aqui
Fonte: jusbrasil.com.br
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Conflito na Sociedade: Pobres X Ricos, Negros X Brancos, Pais X Filhos, Gays X Héteros... uma Tática do Governo.
O Povão não sabe e alguns outros que não se aglomeram no 'Povão' sabem, mas se fazem de bestas e fingem não saber: O governo usa a tática plantando conflito na Sociedade. Ele cria 'fatos', leis, anúncios, projetos, congressos, propagandas etc para por em briga numa rinha de galo as fatias da população brasileira.
De uma lado os Pobres que lutam contra os Ricos. Negros contra Brancos, Filhos contra Pais, Homens contra Mulheres, Héteros contra Homossexuais, Leigos contra Padres, População contra Autoridades, Consumidores contra Empresários, Aluno contra Professores, Professores contra Estado, Empregado contra Patrão, Trabalhadores contra Desempregados, Policiais contra todos, Igreja contra todos, Políticos (exceto eles) contra todos, Médicos contra todos e assim por diante. É sempre criado a briga, litígio e contenda entre o 'Opressor' e o 'Oprimido' e advinha de qual lado o Governo se mostra posicionar? Ele se auto elege como defensor dos oprimidos, defensor do povão, pobre, negro, marginalizado, desvalido... ai cria-se um paternalismo com medidas 'favoráveis' aos coitados e o Governo sai ileso como se só quisesse ajudar esta Nação sofrida que ficou como alguns dizem: '500' anos na escravidão, até que chegasse Lula e Dilma para os salvar.
Veja se isto não é verdade! Neste octógono, de que lado você está atualmente: Oprimido ou Opressor? Esqueça tais lados e/ou tais lutas de classes. Esta é uma tática antiga, centenária e marxista, ela destrói a Sociedade usando uma luta pelo 'bem', usa palavreado de mocinhos, de heróis e de libertadores, mas que na verdade são gente sanguinária. Alguns grupos que se 'martirizam' para salvar os fracos normalmente são aqueles que estão presentes nos Sindicatos, UNE, ONGs, Partidos Políticos Socialistas, Grupos da Teologia da Libertação, Jornais e alguns Canais de TV, Confederações de Classes Trabalhadoras, MST, GLBT's etc.
Saia desta Gaiola. Despeça esta ajuda e vá estudar, trabalhar, rezar e conversar com gente que queira o bem. Procure pessoas que já estejam trabalhando para a Verdade, pessoas que não fogem do Labor, pessoas que esteja afim de carregar a cruz e não aquelas que procuram culpado por tudo, ou que queira refazer a História como sendo vítima de todos. O Desenvolvimento da vida não necessita de discursos classicistas.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
A um passo do aborto
O Congresso brasileiro aprovou na última semana um projeto de lei que pode levar à morte centenas de crianças nos próximos anos. O Brasil está a um passo da legalização do aborto e só depende de você a aprovação ou não deste projeto. Para que entre em vigor, a presidente Dilma deverá sancioná-lo. Por isso, urge a sua manifestação de forma contundente para que o chefe desta nação vete todos os artigos desta infame artimanha que põe em risco o direito mais elementar do ser humano: a vida. O país está diante de uma escolha: bênção ou maldição! Não se esqueçam, o sangue dessas crianças irá clamar a Deus desde a terra como clamou o sangue de Abel (Gn 4, 10).
É hora da ação. Não é possível esperar mais nem um minuto sequer. Entre em contato o mais rápido possível com todas as lideranças pró-vida de sua Diocese, inclusive com os bispos e com os padres. Cobrem uma atitude. Lotem as caixas de e-mail dos jornalistas, políticos e sobretudo, da presidência, exigindo o total repúdio do PL 03/2013. Pela vida, procura-se combatentes!
Para saber mais a respeito acesse o link a seguir: "Congresso aprova lei que, na prática, legaliza o aborto no Brasil"
Fonte: PadreRicardo
É hora da ação. Não é possível esperar mais nem um minuto sequer. Entre em contato o mais rápido possível com todas as lideranças pró-vida de sua Diocese, inclusive com os bispos e com os padres. Cobrem uma atitude. Lotem as caixas de e-mail dos jornalistas, políticos e sobretudo, da presidência, exigindo o total repúdio do PL 03/2013. Pela vida, procura-se combatentes!
Para saber mais a respeito acesse o link a seguir: "Congresso aprova lei que, na prática, legaliza o aborto no Brasil"
Fonte: PadreRicardo
terça-feira, 25 de setembro de 2012
AJUDA URGENTE: Uruguai votará aborto nesta Terça-feira 25 de setembro
A CÂMARA DO URUGUAI PRETENDE VOTAR UM PROJETO DE LEI QUE DESPENALIZA A PRÁTICA DO ABORTO, DURANTE OS TRÊS PRIMEIROS MESES DE GRAVIDEZ, NESTA TERÇA FEIRA DIA 25 DE SETEMBRO DE 2012.
Caso o aborto seja aprovado no Uruguai, em seguida poderá ser aprovado em toda a América Latina.
O número de votos a favor e contra o aborto na Câmara do Uruguai, está praticamente em situação de empate, com um voto de diferença a favor do aborto. Esta diferença de um único voto irá decidir o direito à vida de milhares de seres humanos.
No dia 17 de setembro uma Comissão Especial da Câmara votou o projeto de lei que pretende legalizar o aborto e, em seguida, conforme anunciado em mensagem anterior, encaminhou o projeto para votação em Plenário.
O atual projeto, que novamente pretende legalizar o aborto, depois de duas tentativas frustradas em 2004 e 2008, foi inicialmente apresentado no Senado uruguaio no final de 2011.
Devido à crescente oposição que estava sendo encontrada, o Frente Amplio forçou a votação do projeto em uma sessão extraordinária do Senado convocada para o dia 27 de dezembro de 2011, entre o Natal e o Ano Novo. O Frente Amplio é a coalizão de partidos de esquerda que atualmente governa o país e está oficialmente comprometida com a legalização do aborto.
A inoportunidade de votar tão rapidamente um tema tão delicado, em sessão extraordinária, entre o Natal e o Ano Novo, quando o povo e os parlamentares deveriam estar em casa comemorando as festas, em conjunto com a crescente rejeição ao aborto por parte da opinião pública uruguaia, fêz com que a manobra se voltasse contra seus autores. Apesar de aprovado no Senado, quando o projeto passou, no início de 2012, à Câmara dos Deputados, onde sua aprovação já deveria estar garantida, ainda que por uma maioria mínima, alguns poucos deputados declararam que não mais votariam a favor do aborto, mesmo conhecendo a posição imposta pelo Frente Amplio. Como conseqüência, o projeto têve que ser refeito para poder conquistar a adesão dos poucos deputados que haviam mudado de opinião.
Havia, entretanto, um outro obstáculo: para ser aprovado pela Câmara, o projeto teria que ser votado, em primeiro lugar, na Comissão de Saúde, onde a maioria dos deputados era contra o aborto e rejeitaria o projeto. O que se viu em seguida mostra o desrespeito que o Frente Amplio possui pelas instituições democráticas.
No dia 17 de julho de 2012, ÀS TRÊS E MEIA DA MADRUGADA, quando o Congresso acabava de discutir, desde o dia anterior, a falência da companhia aérea uruguaia PLUNA, o Frente Amplio propôs a criação de uma Comissão Especial, composta de uma maioria de membros a favor do aborto, exclusivamente para votar, no lugar da Comissão de Saúde, a legalização da prática. Sob os protestos do presidente da Comissão de Saúde, deputado Daniel Radío, o jornal A República declarava que
"a nova comissão foi criada diante do fato de que na Comissão de Saúde da Câmara não havia maioria para votar o projeto da despenalização do aborto. A nova comissão agora formada para votar o projeto tem nove membros, dos quais cinco votarão a favor e quatro votarão contra. Os deputados consideraram que a Comissão de Saúde não era representativa em relação à integração do Parlamento e criaram esta Comissão Especial porque seria impraticável levar o projeto ao Plenário da Câmara, já que não seria aprovado pela Comissão de Saúde que está em funcionamento".
http://www.diariolarepublica.net/2012/07/aborto-nuevo-proyecto/
Esta Comissão Especial aprovou o projeto, que ela mesma elaborou, no dia 17 de setembro e, em seguida, encaminhou-o para votação no plenário da Câmara. Todavia, se for aprovado na Câmara, ainda deverá ser votado novamento no Senado.
A NOTÍCIA DA APROVAÇÃO PELA COMISSÃO PODE SER LIDA NESTE ENDEREÇO:
http://www.espectador.com.uy/1v4_contenido.php?id=247926&sts=1
O PROJETO DE LEI APROVADO PODE SER ENCONTRADO NESTE ENDEREÇO:
http://www.espectador.com/documentos/120910proyectoaborto.pdf
A CONVOCAÇÃO OFICIAL PARA A VOTAÇÃO NO PLENÁRIO DA CÂMARA NO DIA 25 DE SETEMBRO DE 2012 PODE SER LIDA NO COMUNICADO DE IMPRENSA NÚMERO 4072 DO PARLAMENTO URUGUAIO:
http://www.parlamento.gub.uy/palacio3/scroll2/printscrolldb.asp?IdComunicado=4557&Cuerpo=D
A Câmara do Uruguai é composta de 99 membros, todos aparentemente tendo o seu voto já decidido.
Dos 50 deputados do Frente Amplio, 49 estão decididos a votar a favor do aborto.
Dos restantes 49 deputados, todos os 30 do Partido Nacional, todos os 17 do Partido Colorado, votarão a favor da vida. O Partido Independente, que somente possui dois deputados, está dividido. Um dos parlamentares votará a favor do aborto e outro a favor da vida.
Mantendo-se este quadro, o projeto que legalizará o aborto ganhará a votação pela diferença de um único voto.
A aprovação do povo uruguaio ao aborto estava em ascenção até 2005, quando, após a mais dura campanha promovida pelo Frente Amplio para legalizar a prática no país, esta começou a descer muito rapidamente. Neste ano, depois da tentativa do Frente Amplio de legalizar o aborto na semana entre o Natal e o Ano Novo, em dez meses o Frente Amplio passou do 41 a 36% de intenção de votos, enquanto que neste mesmo período o Partido Nacional cresceu de 19 a 21% e o mesmo aconteceu com o Partido Colorado que pulou de 14 a 17%. Já quanto ao Partido Independente, dividido na questão da defesa da vida, também perdeu: depois de anunciar que um de seus dois deputados votaria a favor do aborto, dos 2% de intenções de votos que retinha em junho deste ano, caíu esta semana para menos de 1%.
Confira a matéria no principal jornal do Uruguai:
http://www.elpais.com.uy/120914/pnacio-663814/nacional/votos-oposicion-supera-al-frente/
Com estes números, o Frente Amplio já perdeu, na próxima legislatura, a maioria parlamentar de que desfrutava há cerca de duas décadas e, à medida em que continua aumentando a rejeição ao aborto por parte da população uruguaia, irá perder ainda mais se vier a aprovar, contra os direitos humanos que são facilmente reconhecidos pela maioria das pessoas como anteriores à própria constiotuição do Estado, uma lei que estabelece o assassinato da vida inocente como um direito das mulheres. E isto praticamente pela unanimidade de seus parlamentares contra a unanimidade de todos os demais.
Tal como aconteceu nas eleições de 2010 no Brasil, a imprensa uruguaia tem atribuído a diminuição das intenções de votos a outros fatores, como a repentina falência da companhia aérea PLUNA e à crescente escalada da violência no país, mas os que trabalham na defesa da vida não tem dúvida alguma da verdadeira causa destes números.
Os grupos pela vida do Uruguai estão pedindo a ajuda de todos os cidadãos latino-americanos que entendem que o aborto é um assassinato e uma violação do direito à vida, para que enviem e-mails, telefonem e mandem faxes aos deputados uruguaios, pedindo-lhes que não aprovem a legalização do aborto no país. Esta ação pode representar a diferença que irá impedir a instalação da Cultura da Morte em nosso continente.
Agradeço a todos pelo imenso bem que estão ajudando a promover.
OS MAILS E TELEFONES DOS DEPUTADOS URUGUAIOS ESTÃO NO FINAL DESTA MENSAGEM.
Procuraremos manter a todos informados sobre o desenvolvimento dos acontecimentos.
Alberto R. S. Monteiro
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O QUE FAZER
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Necessitamos que enviem mails, telefonem e mandem faxes a todos os deputados da Câmara do Uruguai.
1. DEVIDO À GRAVIDADE DA SITUAÇÃO, PEDIMOS QUE CADA UM ESCREVA ALGUMA MENSAGEM COM SUAS PRÓPRIAS PALAVRAS EM VEZ DE MANDAR UMA MENSAGEM PREVIAMENTE PADRONIZADA.
2. QUEM PARTICIPAR DE ALGUMA IGREJA OU RELIGIÃO, NÃO SE MANIFESTE COMO RELIGIOSO, MAS COMO CIDADÃO OU PROFISSIONAL.
3. AOS PARLAMENTARES DEVE-SE O MAIOR RESPEITO EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA. TELEFONANDO OU ESCREVENDO SEJA SEMPRE EDUCADO AO EXTREMO MAS NÃO DEIXE DE MANIFESTE CLARAMENTE SEU PONTO DE VISTA.
4. É MUITO IMPORTANTE ALÉM DE ESCREVER E-MAILS, QUE PODEM SER FACILMENTE APAGADOS POR QUALQUER FUNCIONÁRIO COM UM CLIQUE DE MOUSE, QUE SE TELEFONE DE VIVA VOZ OU SE MANDE UM FAX.
5. NÃO ESQUEÇA DE PEDIR A TODA A SUA LISTA DE CONTATOS QUE FAÇAM O MESMO E QUE REEVIEM O AVISO TAMBÉM ÀS SUAS PRÓPRIAS LISTAS DE CONTATO.
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MAILS, TELEFONES E FAXES DOS DEPUTADOS
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MAILS DOS DEPUTADOS A FAVOR DA VIDA
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pabdala@parlamento.gub.uy; valonso@parlamento.gub.uy; gamarilla@parlamento.gub.uy; jarocena@parlamento.gub.uy; rberois@parlamento.gub.uy; gborsari@parlamento.gub.uy; rcaram@parlamento.gub.uy; jcardoso@parlamento.gub.uy; achiesa@parlamento.gub.uy; acasas@parlamento.gub.uy; adelgado@parlamento.gub.uy; jgandini@parlamento.gub.uy; jgarcia@parlamento.gub.uy; mgarcia@diputados.gub.uy; rgoni@parlamento.gub.uy; piturralde@parlamento.gub.uy; llacalle@parlamento.gub.uy; dmaniana@parlamento.gub.uy; aniffouri@parlamento.gub.uy; gnovales@parlamento.gub.uy; motegui@parlamento.gub.uy; dpena@parlamento.gub.uy;
aperdomo@parlamento.gub.uy; apineyrua@parlamento.gub.uy; rplanchon_sec@parlamento.gub.uy; nrodriguez@diputados.gub.uy; psaravia@parlamento.gub.uy; msilvera@parlamento.gub.uy; jtrobo@parlamento.gub.uy; cvidalin@parlamento.gub.uy; jamy@parlamento.gub.uy; dbianchi@parlamento.gub.uy; mbistolfi@parlamento.gub.uy; fcantero@parlamento.gub.uy; gcardoso@parlamento.gub.uy; gcersosimo@parlamento.gub.uy; gespinosa@parlamento.gub.uy; gfacello@parlamento.gub.uy; jgarino@diputados.gub.uy; agloodtdofsky@parlamento.gub.uy; amallo@parlamento.gub.uy; gmatiaude@parlamento.gub.uy; mmontaner@parlamento.gub.uy; rsander@parlamento.gub.uy; jvazquez@parlamento.gub.uy; wverri@parlamento.gub.uy; alima@parlamento.gub.uy; dradio@parlamento.gub.uy;
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MAILS DOS DEPUTADOS A FAVOR DO ABORTO
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rarregui@parlamento.gub.uy; aasti@parlamento.gub.uy; jbalmelli@parlamento.gub.uy; jbango@parlamento.gub.uy; jbattistoni@parlamento.gub.uy; jbayardi@parlamento.gub.uy; gbernini@parlamento.gub.uy; gcaceres@parlamento.gub.uy; dcaggiani@parlamento.gub.uy; fcarballo@parlamento.gub.uy; gcardoso@parlamento.gub.uy; hdavila@parlamento.gub.uy; wdeleon@parlamento.gub.uy; gdetoro@parlamento.gub.uy; jcfernandez@parlamento.gub.uy; rfrachia@parlamento.gub.uy; ogroba@parlamento.gub.uy; dibarra@parlamento.gub.uy; mlaurnaga_sec@parlamento.gub.uy; jmahia@parlamento.gub.uy; rmartinez@parlamento.gub.uy; pmazzoni@parlamento.gub.uy; fmichelini@parlamento.gub.uy; gmujica@parlamento.gub.uy;
rolivera@parlamento.gub.uy; jorrico@parlamento.gub.uy; ypardinas@parlamento.gub.uy; ipassada@parlamento.gub.uy; dpaysse@parlamento.gub.uy; gpedreira@parlamento.gub.uy; apereyra@parlamento.gub.uy; spereyra@parlamento.gub.uy; dperez@parlamento.gub.uy; eaperez@parlamento.gub.uy; pperez@parlamento.gub.uy; mperrachon@parlamento.gub.uy; jpozzi@parlamento.gub.uy; lpuig@parlamento.gub.uy; erodriguez@parlamento.gub.uy; grombys@parlamento.gub.uy; ssabini@parlamento.gub.uy; asanchez@parlamento.gub.uy; bsanseverino@parlamento.gub.uy; vsemproni@parlamento.gub.uy; jsouza@parlamento.gub.uy; mtierno@parlamento.gub.uy; htoledo@parlamento.gub.uy; dtourne@parlamento.gub.uy; cvarela@parlamento.gub.uy; avega@parlamento.gub.uy; dvivian@parlamento.gub.uy; hyanes@parlamento.gub.uy; iposada@parlamento.gub.uy;
Caso o aborto seja aprovado no Uruguai, em seguida poderá ser aprovado em toda a América Latina.
O número de votos a favor e contra o aborto na Câmara do Uruguai, está praticamente em situação de empate, com um voto de diferença a favor do aborto. Esta diferença de um único voto irá decidir o direito à vida de milhares de seres humanos.
No dia 17 de setembro uma Comissão Especial da Câmara votou o projeto de lei que pretende legalizar o aborto e, em seguida, conforme anunciado em mensagem anterior, encaminhou o projeto para votação em Plenário.
O atual projeto, que novamente pretende legalizar o aborto, depois de duas tentativas frustradas em 2004 e 2008, foi inicialmente apresentado no Senado uruguaio no final de 2011.
Devido à crescente oposição que estava sendo encontrada, o Frente Amplio forçou a votação do projeto em uma sessão extraordinária do Senado convocada para o dia 27 de dezembro de 2011, entre o Natal e o Ano Novo. O Frente Amplio é a coalizão de partidos de esquerda que atualmente governa o país e está oficialmente comprometida com a legalização do aborto.
A inoportunidade de votar tão rapidamente um tema tão delicado, em sessão extraordinária, entre o Natal e o Ano Novo, quando o povo e os parlamentares deveriam estar em casa comemorando as festas, em conjunto com a crescente rejeição ao aborto por parte da opinião pública uruguaia, fêz com que a manobra se voltasse contra seus autores. Apesar de aprovado no Senado, quando o projeto passou, no início de 2012, à Câmara dos Deputados, onde sua aprovação já deveria estar garantida, ainda que por uma maioria mínima, alguns poucos deputados declararam que não mais votariam a favor do aborto, mesmo conhecendo a posição imposta pelo Frente Amplio. Como conseqüência, o projeto têve que ser refeito para poder conquistar a adesão dos poucos deputados que haviam mudado de opinião.
Havia, entretanto, um outro obstáculo: para ser aprovado pela Câmara, o projeto teria que ser votado, em primeiro lugar, na Comissão de Saúde, onde a maioria dos deputados era contra o aborto e rejeitaria o projeto. O que se viu em seguida mostra o desrespeito que o Frente Amplio possui pelas instituições democráticas.
No dia 17 de julho de 2012, ÀS TRÊS E MEIA DA MADRUGADA, quando o Congresso acabava de discutir, desde o dia anterior, a falência da companhia aérea uruguaia PLUNA, o Frente Amplio propôs a criação de uma Comissão Especial, composta de uma maioria de membros a favor do aborto, exclusivamente para votar, no lugar da Comissão de Saúde, a legalização da prática. Sob os protestos do presidente da Comissão de Saúde, deputado Daniel Radío, o jornal A República declarava que
"a nova comissão foi criada diante do fato de que na Comissão de Saúde da Câmara não havia maioria para votar o projeto da despenalização do aborto. A nova comissão agora formada para votar o projeto tem nove membros, dos quais cinco votarão a favor e quatro votarão contra. Os deputados consideraram que a Comissão de Saúde não era representativa em relação à integração do Parlamento e criaram esta Comissão Especial porque seria impraticável levar o projeto ao Plenário da Câmara, já que não seria aprovado pela Comissão de Saúde que está em funcionamento".
http://www.diariolarepublica.net/2012/07/aborto-nuevo-proyecto/
Esta Comissão Especial aprovou o projeto, que ela mesma elaborou, no dia 17 de setembro e, em seguida, encaminhou-o para votação no plenário da Câmara. Todavia, se for aprovado na Câmara, ainda deverá ser votado novamento no Senado.
A NOTÍCIA DA APROVAÇÃO PELA COMISSÃO PODE SER LIDA NESTE ENDEREÇO:
http://www.espectador.com.uy/1v4_contenido.php?id=247926&sts=1
O PROJETO DE LEI APROVADO PODE SER ENCONTRADO NESTE ENDEREÇO:
http://www.espectador.com/documentos/120910proyectoaborto.pdf
A CONVOCAÇÃO OFICIAL PARA A VOTAÇÃO NO PLENÁRIO DA CÂMARA NO DIA 25 DE SETEMBRO DE 2012 PODE SER LIDA NO COMUNICADO DE IMPRENSA NÚMERO 4072 DO PARLAMENTO URUGUAIO:
http://www.parlamento.gub.uy/palacio3/scroll2/printscrolldb.asp?IdComunicado=4557&Cuerpo=D
A Câmara do Uruguai é composta de 99 membros, todos aparentemente tendo o seu voto já decidido.
Dos 50 deputados do Frente Amplio, 49 estão decididos a votar a favor do aborto.
Dos restantes 49 deputados, todos os 30 do Partido Nacional, todos os 17 do Partido Colorado, votarão a favor da vida. O Partido Independente, que somente possui dois deputados, está dividido. Um dos parlamentares votará a favor do aborto e outro a favor da vida.
Mantendo-se este quadro, o projeto que legalizará o aborto ganhará a votação pela diferença de um único voto.
A aprovação do povo uruguaio ao aborto estava em ascenção até 2005, quando, após a mais dura campanha promovida pelo Frente Amplio para legalizar a prática no país, esta começou a descer muito rapidamente. Neste ano, depois da tentativa do Frente Amplio de legalizar o aborto na semana entre o Natal e o Ano Novo, em dez meses o Frente Amplio passou do 41 a 36% de intenção de votos, enquanto que neste mesmo período o Partido Nacional cresceu de 19 a 21% e o mesmo aconteceu com o Partido Colorado que pulou de 14 a 17%. Já quanto ao Partido Independente, dividido na questão da defesa da vida, também perdeu: depois de anunciar que um de seus dois deputados votaria a favor do aborto, dos 2% de intenções de votos que retinha em junho deste ano, caíu esta semana para menos de 1%.
Confira a matéria no principal jornal do Uruguai:
http://www.elpais.com.uy/120914/pnacio-663814/nacional/votos-oposicion-supera-al-frente/
Com estes números, o Frente Amplio já perdeu, na próxima legislatura, a maioria parlamentar de que desfrutava há cerca de duas décadas e, à medida em que continua aumentando a rejeição ao aborto por parte da população uruguaia, irá perder ainda mais se vier a aprovar, contra os direitos humanos que são facilmente reconhecidos pela maioria das pessoas como anteriores à própria constiotuição do Estado, uma lei que estabelece o assassinato da vida inocente como um direito das mulheres. E isto praticamente pela unanimidade de seus parlamentares contra a unanimidade de todos os demais.
Tal como aconteceu nas eleições de 2010 no Brasil, a imprensa uruguaia tem atribuído a diminuição das intenções de votos a outros fatores, como a repentina falência da companhia aérea PLUNA e à crescente escalada da violência no país, mas os que trabalham na defesa da vida não tem dúvida alguma da verdadeira causa destes números.
Os grupos pela vida do Uruguai estão pedindo a ajuda de todos os cidadãos latino-americanos que entendem que o aborto é um assassinato e uma violação do direito à vida, para que enviem e-mails, telefonem e mandem faxes aos deputados uruguaios, pedindo-lhes que não aprovem a legalização do aborto no país. Esta ação pode representar a diferença que irá impedir a instalação da Cultura da Morte em nosso continente.
Agradeço a todos pelo imenso bem que estão ajudando a promover.
OS MAILS E TELEFONES DOS DEPUTADOS URUGUAIOS ESTÃO NO FINAL DESTA MENSAGEM.
Procuraremos manter a todos informados sobre o desenvolvimento dos acontecimentos.
Alberto R. S. Monteiro
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O QUE FAZER
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Necessitamos que enviem mails, telefonem e mandem faxes a todos os deputados da Câmara do Uruguai.
1. DEVIDO À GRAVIDADE DA SITUAÇÃO, PEDIMOS QUE CADA UM ESCREVA ALGUMA MENSAGEM COM SUAS PRÓPRIAS PALAVRAS EM VEZ DE MANDAR UMA MENSAGEM PREVIAMENTE PADRONIZADA.
2. QUEM PARTICIPAR DE ALGUMA IGREJA OU RELIGIÃO, NÃO SE MANIFESTE COMO RELIGIOSO, MAS COMO CIDADÃO OU PROFISSIONAL.
3. AOS PARLAMENTARES DEVE-SE O MAIOR RESPEITO EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA. TELEFONANDO OU ESCREVENDO SEJA SEMPRE EDUCADO AO EXTREMO MAS NÃO DEIXE DE MANIFESTE CLARAMENTE SEU PONTO DE VISTA.
4. É MUITO IMPORTANTE ALÉM DE ESCREVER E-MAILS, QUE PODEM SER FACILMENTE APAGADOS POR QUALQUER FUNCIONÁRIO COM UM CLIQUE DE MOUSE, QUE SE TELEFONE DE VIVA VOZ OU SE MANDE UM FAX.
5. NÃO ESQUEÇA DE PEDIR A TODA A SUA LISTA DE CONTATOS QUE FAÇAM O MESMO E QUE REEVIEM O AVISO TAMBÉM ÀS SUAS PRÓPRIAS LISTAS DE CONTATO.
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MAILS, TELEFONES E FAXES DOS DEPUTADOS
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MAILS DOS DEPUTADOS A FAVOR DA VIDA
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pabdala@parlamento.gub.uy; valonso@parlamento.gub.uy; gamarilla@parlamento.gub.uy; jarocena@parlamento.gub.uy; rberois@parlamento.gub.uy; gborsari@parlamento.gub.uy; rcaram@parlamento.gub.uy; jcardoso@parlamento.gub.uy; achiesa@parlamento.gub.uy; acasas@parlamento.gub.uy; adelgado@parlamento.gub.uy; jgandini@parlamento.gub.uy; jgarcia@parlamento.gub.uy; mgarcia@diputados.gub.uy; rgoni@parlamento.gub.uy; piturralde@parlamento.gub.uy; llacalle@parlamento.gub.uy; dmaniana@parlamento.gub.uy; aniffouri@parlamento.gub.uy; gnovales@parlamento.gub.uy; motegui@parlamento.gub.uy; dpena@parlamento.gub.uy;
aperdomo@parlamento.gub.uy; apineyrua@parlamento.gub.uy; rplanchon_sec@parlamento.gub.uy; nrodriguez@diputados.gub.uy; psaravia@parlamento.gub.uy; msilvera@parlamento.gub.uy; jtrobo@parlamento.gub.uy; cvidalin@parlamento.gub.uy; jamy@parlamento.gub.uy; dbianchi@parlamento.gub.uy; mbistolfi@parlamento.gub.uy; fcantero@parlamento.gub.uy; gcardoso@parlamento.gub.uy; gcersosimo@parlamento.gub.uy; gespinosa@parlamento.gub.uy; gfacello@parlamento.gub.uy; jgarino@diputados.gub.uy; agloodtdofsky@parlamento.gub.uy; amallo@parlamento.gub.uy; gmatiaude@parlamento.gub.uy; mmontaner@parlamento.gub.uy; rsander@parlamento.gub.uy; jvazquez@parlamento.gub.uy; wverri@parlamento.gub.uy; alima@parlamento.gub.uy; dradio@parlamento.gub.uy;
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MAILS DOS DEPUTADOS A FAVOR DO ABORTO
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rarregui@parlamento.gub.uy; aasti@parlamento.gub.uy; jbalmelli@parlamento.gub.uy; jbango@parlamento.gub.uy; jbattistoni@parlamento.gub.uy; jbayardi@parlamento.gub.uy; gbernini@parlamento.gub.uy; gcaceres@parlamento.gub.uy; dcaggiani@parlamento.gub.uy; fcarballo@parlamento.gub.uy; gcardoso@parlamento.gub.uy; hdavila@parlamento.gub.uy; wdeleon@parlamento.gub.uy; gdetoro@parlamento.gub.uy; jcfernandez@parlamento.gub.uy; rfrachia@parlamento.gub.uy; ogroba@parlamento.gub.uy; dibarra@parlamento.gub.uy; mlaurnaga_sec@parlamento.gub.uy; jmahia@parlamento.gub.uy; rmartinez@parlamento.gub.uy; pmazzoni@parlamento.gub.uy; fmichelini@parlamento.gub.uy; gmujica@parlamento.gub.uy;
rolivera@parlamento.gub.uy; jorrico@parlamento.gub.uy; ypardinas@parlamento.gub.uy; ipassada@parlamento.gub.uy; dpaysse@parlamento.gub.uy; gpedreira@parlamento.gub.uy; apereyra@parlamento.gub.uy; spereyra@parlamento.gub.uy; dperez@parlamento.gub.uy; eaperez@parlamento.gub.uy; pperez@parlamento.gub.uy; mperrachon@parlamento.gub.uy; jpozzi@parlamento.gub.uy; lpuig@parlamento.gub.uy; erodriguez@parlamento.gub.uy; grombys@parlamento.gub.uy; ssabini@parlamento.gub.uy; asanchez@parlamento.gub.uy; bsanseverino@parlamento.gub.uy; vsemproni@parlamento.gub.uy; jsouza@parlamento.gub.uy; mtierno@parlamento.gub.uy; htoledo@parlamento.gub.uy; dtourne@parlamento.gub.uy; cvarela@parlamento.gub.uy; avega@parlamento.gub.uy; dvivian@parlamento.gub.uy; hyanes@parlamento.gub.uy; iposada@parlamento.gub.uy;
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Turba de bárbaros exige a cabeça de colunista da Gazeta do Povo – defendamo-lo!
por Jorge Ferraz em .
O artigo do Carlos Ramalhete ao qual eu fiz referência ontem aqui desencadeou uma enxurrada de protestos (em sua esmagadora maioria, de baixíssimo nível) nas redes sociais e nas mensagens enviadas à Gazeta do Povo. Em sua página do Facebook o colunista publicou a nota de esclarecimento que eu reproduzo abaixo. Quanto ao mérito do texto (solenemente ignorado pela turba ignara que se lançou furiosamente em marcha a pedir a cabeça do articulista em uma bandeja de prata em meio a gritos histéricos de acusações totalmente descabidas que refletem, por um lado, a mais completa incapacidade de interpretação textual e, por outro, um desejo nada velado de silenciar toda a voz dissidente), quase nada foi dito. Aproveito o ensejo para fazer – mais uma vez – eco à posição do Carlos Ramalhete: à sua posição verdadeira, e não às distorções grotescas contra as quais se levantaram centenas de manifestações de ódio irracionais.
Diante da mobilização dos bárbaros, é absolutamente imprescindível que os que concordamos com os argumentos do Carlos publicados ontem na Gazeta do Povo – ou pelo menos com o direito do Carlos de expôr a sua opinião em uma coluna de jornal – nos manifestemos (em ordem de importância):
- em emails de apoio à redação do jornal: leitor@gazetadopovo.com.br ou pelo“Fale Conosco” do site da Gazeta; [FUNDAMENTAL]
- nesta Petição Pública à Gazeta do Povo, em favor da liberdade de expressão e pedindo a manutenção da coluna;
- na página criada ontem para oferecer apoio ao Carlos Ramalhete; e
- na página oficial do colunista no Facebook.
Sem isso, corremos o sério risco de amargarmos uma dolorosa derrota nesta batalha midiática e até de perdermos este precioso espaço semanal que a Gazeta do Povo concede ao pensamento conservador. Não basta, portanto, apenas gostar dos textos, curti-los e divulgá-los; é preciso deixar claro àqueles que bancam esta proposta – especificamente, os editores da Gazeta do Povo – que ela atende, sim, a uma necessidade de parcela considerável da população brasileira e que, portanto, é imprescindível mantê-la a despeito dos uivos dos bárbaros que já se organizam para censurá-la.
Manifestações de apoio já se esboçam na blogosfera:
- Atacados pela tolerância (Porta Fidei)
- Ramalhete livre (Cultura da Vida)
- Ramalhete livre (O Possível e o Extraordinário)
A seguir, a nota de esclarecimento publicada pelo Ramalhete no Facebook.
* * *
NOTA
Com referência ao artigo “Perversão da adoção”, publicado no dia 30 de agosto, quinta-feira, em minha coluna, no jornal Gazeta do Povo, esclareço o seguinte:
1) Escrevi em defesa da adoção e contra a sua perversão e lamento que isso tenha sido mal interpretado por grupos de interesse.
2) A adoção é um ato de amor, que merece o apoio de toda a sociedade.
3) Repudio, contudo, como sua perversão, a entrega definitiva de uma criança a quaisquer comunidades de vida que não uma família.
4) Mais ainda, repudio forçar uma criança à linha de frente da tentativa em curso de desconstrução da família, inscrevendo em seu documento de identidade uma impossibilidade biológica.
Agradeço o apoio e solidariedade das centenas de leitores que se manifestaram junto a mim e junto ao prestigiado jornal Gazeta do Povo.
Minha página, no Facebook, continua aberta para toda manifestação respeitosa.
Carlos Ramalhete
Fonte: Deuslovult.org
terça-feira, 31 de julho de 2012
O governo federal e as organizações que trabalham para legalização do aborto
Nas últimas eleições presidenciais, quando a então candidata à presidência da República, Sra. Dilma Rousseff, viu as intenções de voto caírem vertiginosamente após a divulgação da sua posição favorável ao aborto, assinou um compromisso público, no qual firmou a obrigação de não modificar a legislação referente ao aborto. Com isso, conseguiu eleger-se, como é sabido.
Após ser eleita, de fato, a Sra. Dilma Rousseff não tentou modificar as leis que tipificam o aborto, porém, vem trabalhando com afinco e determinação para que o aborto seja implantado no país. Para isso, tem financiado organizações que têm como bandeira o trabalho para a legalização do aborto. Essas organizações lutam pelo que chamam de “direito da mulher” sobre o seu corpo.
Tanto é verdade que a Secretaria de Política para as Mulheres, capitaneada pela sra. Eleonora Menicucci, secretária com status de ministra de Estado, está dando quatro milhões e meio de dólares para as seguintes organizações:
- CFEMEA (http://www.cfemea.org.br/)
- INSTITUTO PATRÍCIA GALVÃO (http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/)
- REDE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (http://www.redeh.org.br/)
- COLETIVO LEILA DINIZ (http://www.coletivoleiladiniz.org/)
- INSTITUTO MULHER NEGRA (http://www.geledes.org.br/)
- CUNHÃ COLETIVA FEMINISTA (http://www.cunhanfeminista.org.br/)
A pergunta que não quer calar é a seguinte: qual a razão para que 4,5 milhões de dólares sejam dados para instituições que publicamente trabalham contra a vontade do povo brasileiro?
Somente duas opções podem ser aceitas, nesse caso:
- Ou a Sra. Dilma Rousseff, presidente da República, nada sabe sobre as ações da Secretária de Política para as Mulheres e, diante desta denúncia, irá tomar medidas coerentes com o seu compromisso firmado à época das eleições, destituindo peremptoriamente a Sra. Eleonora Menicucci, posto que suas ações não condizem com a palavra dada pela sra. Presidente;
- Ou a Sra. Presidente sabe exatamente o que está acontecendo na Secretaria de Política para as Mulheres, tem pleno conhecimento das ações da Sra. Eleonora Menicucci, as apoia e, portanto, irá calar-se, omitir-se diante da vontade da maioria esmagadora do povo brasileiro, mostrando com essa atitude que está ciente e de acordo com o que ocorre na referida Secretaria e no Ministério da Saúde.
Não existe uma terceira alternativa. O país está diante de fatos claros: o Governo Federal insiste em financiar organizações que historicamente já agiram de forma contrária à vontade da população.
A Frente Parlamentar Evangélica protocolou nesta semana, junto à Câmara dos Deputados, em Brasília, o Requerimento nº 2406/2012, assinado pelo Deputado Federal, Sr. João Campos e subscrito por mais vinte e seis parlamentares, solicitando ao Governo Federal que dê explicações detalhadas sobre o destino dado ao valor de 4,5 milhões de dólares (composto de 3 milhões de dolares recebidos da ONU-Mulheres e mais 1 milhão e meio do próprio governo Federal) e sobre o critério de escolha das organizações que estão recebendo parte desse montante.
Além desse requerimento específico, a mesma Frente Parlamentar endereçou um outro ao Sr. Alexandre Padilha, Ministro da Saúde, questionando acerca da norma técnica que permitirá a liberação comercial do medicamento abortivo conhecido como CITOTEC. Qualquer mulher que queira realizar um aborto será orientada pelo Sistema de Saúde - por meio de uma cartilha que está sendo preparada pelo MS - a adquirir este medicamento em qualquer farmácia e administrá-lo. Tão logo os primeiros sintomas apareçam deve encaminhar-se para um Posto de Saúde. O requerimento pede explicações sobre essa ação gravíssima do Ministério da Saúde, subordinado ao Governo Federal, que porá em risco a vida de milhões de bebês.
Incrível é que essa notícia não foi veiculada na grande mídia, nem mesmo no site da Câmara dos Deputados. Apesar do escândalo que esses atos do Governo representam, tais notícias não serão veiculadas na grande mídia. Caso queria inteirar-se, o cidadão deve recorrer ao Pravda(http://port.pravda.ru/news/russa/27-07-2012/33419-dilma_aborto-0/), veículo de comunicação ligado à Federação Russa. Esta é a censura que o país vive.
Colocar em prática a agenda abortista internacional não é algo que começou ontem. Pelo contrário, tão logo acabou o Governo Militar, organizações internacionais passaram a subvencionar institutos nacionais com o fim único de promover a legalização do aborto.
Recentemente, a Organização das Nações Unidas criou um órgão denominado ONU-Mulheres. Este organismo surgiu "a partir de um forte embasamento, pela fusão de quatro organizações da ONU com um sólido histórico de experiência em pesquisa, programas e ativismo em quase todos os países". É interessante perceber como eles são claros ao exporem seus objetivos:
“A ONU Mulheres apoia os Estados-Membros da ONU no estabelecimento de padrões globais para alcançar a igualdade de gênero e trabalha junto aos governos e à sociedade civil para formular leis, políticas, programas e serviços necessários à implementação desses padrões. A ONU Mulheres coordena e promove o trabalho do Sistema ONU no avanço da igualdade de gênero.”http://www.onu.org.br/onu-no-brasil/onu-mulheres/
No documento chamado "O Progresso das Mulheres: em busca da justiça", a ONU-Mulheres afirma na página 43:
os comitês das Nações Unidas sobre os Direitos Humanos, sobre os Direitos Econômicos e sobre os Direitos das Crianças já declararam que estão preocupados pela legalização do aborto e exortaram várias vezes os Estados-membros que revisassem ou modificassem a legislação. Vários casos judiciais transcendentais confirmaram o direito das mulheres ao acesso a serviços de saúde reprodutivas, incluindo o aborto, em condições seguras.Ou seja, segundo este documento, o aborto é um direito reprodutivo das mulheres; existe jurisprudência para amparar esse postulado; mais que isso, se o Brasil não reconhecer o aborto como um direito, entrará para a lista de países que desrespeitam os direitos humanos.
Trata-se de um ataque frontal à soberania da Nação. Com esse documento, querem dizer como se deve pensar, em que se deve acreditar e como se deve legislar no Brasil. Isso é inadmissível. É um atentado à democracia brasileira. Fundações internacionais interferindo na maneira de se governar um país. E isso por meio do dinheiro, comprando posturas e subvencionando organizações nacionais para trabalharem contra a vontade da população.
Diante disso, incrivelmente existe um silêncio sepucral, nada se fala sobre o assunto na grande mídia. Não existe uma voz que se levante em defesa não só da soberania do país, mas em defesa da vida das crianças nos ventres maternos. Onde estão os defensores da vida, dos direitos humanos? Onde?
As crianças mortas, assassinadas pelas normas técnicas, pelo CITOTEC, pelo dinheiro dessas organizações internacionais são SILENCIOSAS. Não gritam, não podem defender-se e, por isso, todos fingem que nada está acontecendo. É mister que o povo apoie os Deputados e Senadores que estão chamando o Governo a dar explicações de seus atos. Não só isso, é preciso que cada cidadão se pronuncie, tome atitudes concretas diante desse flagelo que está se abatendo sobre o país.
Cada homem, mulher de boa vontade, independente da crença religiosa, raça ou partido político, mas que esteja disposto a por em risco fama, propriedade, nome, família e até mesmo a própria vida para defender essa geração de nascituros que está sendo ceifada, deve entrar em contato com o Senadores e Deputados, pedir satisfações ao Governo Federal. Saiba como fazer acessando os links abaixo.
A voz do povo deve ser ouvida. é preciso romper o silêncio sobre essa atrocidade que está em vias de ser legalizada. Sejamos nós as vozes daquelas crianças que estão correndo o risco iminente de serem assassinadas silenciosamente nos ventres maternos. Sejamos nós aqueles que gritam pelos nascituros, pelos fetos, pelas crianças, pela VIDA. Não podemos nos calar diante de tão eloquente silêncio e dor.
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