O senador goiano, Ronaldo Caiado, líder do DEM, usou sua fala para criticar a gestão da presidente afastada Dilma Rousseff. Caiado afirmou que foi na gestão petista que os bancos mais lucraram e reclamou das críticas que o PT faz aos bancos. "Renegar seus aliados não é de bom tom. Cuspiram no prato que comeram por tantos anos", disse o senador.
Fonte: O Tempo
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terça-feira, 30 de agosto de 2016
sexta-feira, 29 de julho de 2016
Operação Zelotes: presidente do Bradesco e mais 9 viram réus
A Justiça Federal aceitou nesta quinta-feira denúncia contra o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, e outras nove pessoas em mais um desdobramento da Operação Zelotes, que investiga a compra de decisões do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Entre elas, estão ex-servidores da Receita, dirigentes do banco e advogados. Eles foram denunciados por corrupção ativa e passiva.
As apurações mostraram que o grupo suspeito de corromper integrantes do Carf conversou com executivos do banco sobre um “contrato” para anular um débito de 3 bilhões de reais com a Receita Federal. Em relatório, a PF já havia apontado que Trabuco e outros dois executivos da instituição se encontraram com emissários da organização criminosa para discutir a atuação no órgão. Os indiciamentos são pelos crimes de tráfico de influência, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Fonte: Veja
As apurações mostraram que o grupo suspeito de corromper integrantes do Carf conversou com executivos do banco sobre um “contrato” para anular um débito de 3 bilhões de reais com a Receita Federal. Em relatório, a PF já havia apontado que Trabuco e outros dois executivos da instituição se encontraram com emissários da organização criminosa para discutir a atuação no órgão. Os indiciamentos são pelos crimes de tráfico de influência, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Fonte: Veja
segunda-feira, 25 de julho de 2016
Gasto no governo Dilma resultou em piora fiscal, diz Canuto
Rio de Janeiro - O uso da política fiscal para gerar demanda durante o governo Dilma Rousseff resultou em deterioração das contas públicas e não teve efeito sobre o investimento privado, no sentido de estimular a economia, afirmou nesta segunda-feira, 25, o economista Otaviano Canuto, diretor do Banco Mundial.
Segundo Canuto, usar a política fiscal como estímulo contracíclico somente quando há espaço foi uma das três lições que ficaram após a experiência das políticas econômicas dos países emergentes desde a crise global de 2008.
"Quando não há espaço fiscal e um governo tenta utilizar esse espaço, o efeito tende a ser pífio", disse Canuto, em seminário promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na sede da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).
Isso ocorre, segundo o economista, porque quando estímulos fiscais são usados sem espaço, as respostas em termos de taxas de juros e de percepção de insolvência acabam "solapando qualquer resultado".
Fonte: Exame
Segundo Canuto, usar a política fiscal como estímulo contracíclico somente quando há espaço foi uma das três lições que ficaram após a experiência das políticas econômicas dos países emergentes desde a crise global de 2008.
"Quando não há espaço fiscal e um governo tenta utilizar esse espaço, o efeito tende a ser pífio", disse Canuto, em seminário promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na sede da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).
Isso ocorre, segundo o economista, porque quando estímulos fiscais são usados sem espaço, as respostas em termos de taxas de juros e de percepção de insolvência acabam "solapando qualquer resultado".
Fonte: Exame
terça-feira, 19 de julho de 2016
PF deflagra operação Ali Babá contra fraudes na Caixa
São Paulo - A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 19, a Operação Ali Babá contra grupo que teria aplicados golpes na Caixa Econômica Federal e em outras instituições financeiras no Estado da Bahia.
Cerca de 140 Policiais Federais cumprem 25 mandados de prisão - sendo 10 preventivas e 15 temporárias -, 28 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de condução coercitiva nas cidades de Salvador, Feira de Santana, Seabra, Palmeiras, Monte Santo, Presidente Tancredo Neves e Remanso, todas na Bahia.
Até o momento, de acordo com a PF, foram identificadas 19 empresas envolvidas no esquema, mas suspeita-se que esse número seja muito maior. Só no ano de 2013, foram constatados prejuízos superiores a R$ 10 milhões.
Fonte: Exame
Cerca de 140 Policiais Federais cumprem 25 mandados de prisão - sendo 10 preventivas e 15 temporárias -, 28 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de condução coercitiva nas cidades de Salvador, Feira de Santana, Seabra, Palmeiras, Monte Santo, Presidente Tancredo Neves e Remanso, todas na Bahia.
Até o momento, de acordo com a PF, foram identificadas 19 empresas envolvidas no esquema, mas suspeita-se que esse número seja muito maior. Só no ano de 2013, foram constatados prejuízos superiores a R$ 10 milhões.
Fonte: Exame
quinta-feira, 7 de julho de 2016
PF deflagra 32ª fase da Lava Jato e investiga banco panamenho com atuação ilegal no Brasil
A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje a 32ª fase da Lava Jato, batizada de operação “Caça-Fantasmas”. São cumpridos sete mandados de condução coercitiva e dez de busca e apreensão nas cidades de Santos, São Paulo e São Bernardo do Campo. Não há mandados de prisão sendo cumpridos.
A nova etapa da Lava Jato identificou que o FPB, um banco do Panamá, estaria atuando no Brasil, sem autorização do Banco Central, para movimentar e levar para o exterior dinheiro de origem duvidosa. Além disso, há indícios de que o banco também negociava a abertura de empresas offshores em nome dos clientes e que eram registradas pela Mossack Fonseca, empresa que já foi alvo da 22ª fase da Lava Jato e também deu origem ao caso conhecido como “Panamá Papers”. Foram identificadas 44 offshores constituídas pela Mossack Fonseca por solicitação do banco clandestino.
Fonte: CBNCuritiba
A nova etapa da Lava Jato identificou que o FPB, um banco do Panamá, estaria atuando no Brasil, sem autorização do Banco Central, para movimentar e levar para o exterior dinheiro de origem duvidosa. Além disso, há indícios de que o banco também negociava a abertura de empresas offshores em nome dos clientes e que eram registradas pela Mossack Fonseca, empresa que já foi alvo da 22ª fase da Lava Jato e também deu origem ao caso conhecido como “Panamá Papers”. Foram identificadas 44 offshores constituídas pela Mossack Fonseca por solicitação do banco clandestino.
Fonte: CBNCuritiba
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Acusados ficam em silêncio em reunião da CPI do Carf
Dois servidores da Receita Federal acusados de envolvimento em esquema de venda de sentenças no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Eduardo Cerqueira Leite e Jeferson Ribeiro Salazar, permaneceram em silêncio durante audiência pública da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Carf nesta terça-feira.
Os dois foram denunciados pelo Ministério Público, acusados de intermediar pagamento a conselheiros e ex-conselheiros do Carf em troca de sentenças favoráveis aos bancos Safra, Bradesco e Santander, que questionavam dívidas no órgão do Ministério da Fazenda.
Os dois compareceram à CPI amparados por habeas corpus que lhes davam o direito de permanecer calados e não se autoincriminarem.
Na semana passada, em depoimento à CPI, o ex-conselheiro do Carf Jorge Victor Rodrigues admitiu ter conversado sobre valores e comissões com Salazar, mas alegou que o diálogo não passou de uma prospecção de negócios.
Leite e Salazar foram denunciados juntamente com Jorge Victor Rodrigues, Lutero Fernandes do Nascimento, João Inácio Puga e o banqueiro Joseph Safra por corrupção em julgamento do Carf.
Banco Safra
O banco questionava uma dívida de R$ 1,8 bilhão. De acordo com a denúncia, dois servidores da Receita Federal, Lutero e Leite, teriam sido corrompidos e atuado em benefício do banco Safra a pedido dos dois executivos – Safra e Puga. A atuação teria sido intermediada pelos dois ex-servidores da Receita que criaram empresas de consultoria – Salazar e Rodrigues.
Os dois foram denunciados pelo Ministério Público, acusados de intermediar pagamento a conselheiros e ex-conselheiros do Carf em troca de sentenças favoráveis aos bancos Safra, Bradesco e Santander, que questionavam dívidas no órgão do Ministério da Fazenda.
Os dois compareceram à CPI amparados por habeas corpus que lhes davam o direito de permanecer calados e não se autoincriminarem.
Na semana passada, em depoimento à CPI, o ex-conselheiro do Carf Jorge Victor Rodrigues admitiu ter conversado sobre valores e comissões com Salazar, mas alegou que o diálogo não passou de uma prospecção de negócios.
Leite e Salazar foram denunciados juntamente com Jorge Victor Rodrigues, Lutero Fernandes do Nascimento, João Inácio Puga e o banqueiro Joseph Safra por corrupção em julgamento do Carf.
Banco Safra
O banco questionava uma dívida de R$ 1,8 bilhão. De acordo com a denúncia, dois servidores da Receita Federal, Lutero e Leite, teriam sido corrompidos e atuado em benefício do banco Safra a pedido dos dois executivos – Safra e Puga. A atuação teria sido intermediada pelos dois ex-servidores da Receita que criaram empresas de consultoria – Salazar e Rodrigues.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Governo fez manobra com recursos do BC para pagar pedalada, diz estudo
Desde a virada do ano, economistas que acompanham as contas públicas dedicam artigos a um tema árido: descrever como o Banco Central estaria emprestando dinheiro para o Tesouro Nacional, o que é proibido por lei no Brasil, tanto pela Lei de Responsabilidade Fiscal quanto pela Constituição.
Em dezembro, o tal repasse teria sido decisivo para quitar "pedaladas", jargão usado para débitos protelados pelo Tesouro nos bancos públicos e autarquias. O governo negou a estratégia, mas levantamento de um grupo de economistas ligados ao Senado, obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo, sustenta que a operação ocorreu.
Para eles, o remanejamento de R$ 50 bilhões do Banco Central foi indispensável para o governo fechar a conta e pagar as pedaladas A sutileza da operação está no fato de o dinheiro do Banco Central não ter sido usado diretamente nas pedaladas. O que ocorreu foi uma triangulação de recursos.
Leia mais aqui
Fonte: Novo Jornal
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Na Ditadura do Proletariado Brasileiro, o Banco Itaú fica cada vez mais rico. E o Pobre (amado) cada vez mais....
Num Brasil (Tomado pela Ditadura petista), que tem um governo que se auto proclama 'dos pobres', que discursa nervosamente contra os Ricos e Banqueiros, o fato desta manchete não deveria estar acontecendo. O lucro capitalista num governo socialista deveria ser improvável ou quem sabe antes de tudo inaceitável. Quem deveria lucrar era o povão, os abestados que amam ser mantidos pelo Estado. Mas nem tudo dá para esconder, assim como o Mensalão e as inúmeras roubalheiras socialistas petistas.
Numa Administração que não gosta de Banqueiros, chegar a este ponto de Lucro cada vez maior?! Enquanto isto, a feira mensal de cada família fica mais cara, mais caro também os remédios, a gasolina, a luz...
Numa Administração que não gosta de Banqueiros, chegar a este ponto de Lucro cada vez maior?! Enquanto isto, a feira mensal de cada família fica mais cara, mais caro também os remédios, a gasolina, a luz...
Fonte: Veja
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