O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Roberto Veloso, condenou na manhã desta quarta-feira, 30, a votação na madrugada do substitutivo do projeto das 10 Medidas de Combate à Corrupção que desfigurou a proposta inicial e incluiu alterações polêmicas como a previsão de punir por crime de abuso de autoridade magistrados, procuradores e promotores.
“Na madrugada de hoje na Câmara dos Deputados ocorreu um atentado à Democracia brasileira. Enfraquecer a Magistratura criando crimes pela atividade cotidiana dos juízes é favorecer a prática da corrupção”, afirmou Veloso.
A crítica da entidade vai na mesma linha da feita pelos procuradores da República, que veem uma retaliação aos investigadores e juízes diante dos avanços da Operação Lava Jato contra políticos dos principais partidos do País. Para Deltan Dallagnol, da força-tarefa da Lava Jato, a proposta, tal qual aprovada pela Câmara na madrugada, é uma “lei da intimidação”.
Fonte: Istoé
O Corpo de Cristo vive na Terra, onde há liberdade para organizar a conduta humana. A Política deve estar ordenada à Fé. EuPolítico: Combate, palavras, notícias, idéias e anúncio.
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quarta-feira, 30 de novembro de 2016
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Gilmar Mendes retruca Lewandowski: o único tropeço do impeachment foi o que beneficiou Dilma
Em aula na USP, Ricardo Lewandowski comparou o impeachment de Dilma Rousseff a golpes de Estado e o qualificou de “tropeço” da democracia. É um posicionamento bizarro, uma vez que o julgamento foi arbitrado pelo próprio membro da Suprema Corte. Gilmar Mendes, que vem se acostumando cada vez mais a falar o que pensa, não deixou por menos e esclareceu que o único tropeço de todo o processo se deu no momento em que o colega de STF permitiu fatiar a votação, o que, ignorando frontalmente a Constituição, findaria preservando direitos políticos à petista:
“Acho que o único tropeço que houve foi aquele do fatiamento, o DVS da própria Constituição, no qual teve contribuição decisiva o presidente do Supremo.”
Antes, Mendes já havia qualificada a decisão de Lewandowski de bizarra. Mais ou menos como o Implicante fez ali no primeiro parágrafo.
Se o STF ainda se quer minimamente digno, precisa reverter essa decisão e o quanto antes.
Fonte: O Implicante
“Acho que o único tropeço que houve foi aquele do fatiamento, o DVS da própria Constituição, no qual teve contribuição decisiva o presidente do Supremo.”
Antes, Mendes já havia qualificada a decisão de Lewandowski de bizarra. Mais ou menos como o Implicante fez ali no primeiro parágrafo.
Se o STF ainda se quer minimamente digno, precisa reverter essa decisão e o quanto antes.
Fonte: O Implicante
terça-feira, 23 de agosto de 2016
OEA proclama “fim da democracia” na Venezuela
O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, proclamou nesta segunda-feira o “fim da democracia” na Venezuela, cujo governo classificou de “regime”, além de ter chamado a situação que impera no país de “tirania”.
Em carta dirigida ao opositor Leopoldo López, político preso e condenado sem provas o a 14 anos de prisão, Almagro disse que “não há hoje na Venezuela nenhuma liberdade fundamental nem nenhum direito civil ou político”. “Nenhum foro regional, ou sub-regional, pode desconhecer a realidade de que, hoje, na Venezuela, não há democracia nem Estado de Direito”, escreveu Almagro em uma carta aberta a López, a quem chamou de “amigo”.
Fonte: Veja
Em carta dirigida ao opositor Leopoldo López, político preso e condenado sem provas o a 14 anos de prisão, Almagro disse que “não há hoje na Venezuela nenhuma liberdade fundamental nem nenhum direito civil ou político”. “Nenhum foro regional, ou sub-regional, pode desconhecer a realidade de que, hoje, na Venezuela, não há democracia nem Estado de Direito”, escreveu Almagro em uma carta aberta a López, a quem chamou de “amigo”.
Fonte: Veja
terça-feira, 3 de maio de 2016
Suspensão do WhatsApp – Juiz decide punir os brasileiros sob o pretexto de punir empresa
Por Reinaldo Azevedo
Uma Justiça que pune 200 milhões de brasileiros com o intuito de fazer justiça então não é justa, mas bastarda. O WhatsApp está fora do ar por vontade do juiz Marcel Montalvão, da comarca de Lagarto (SE), e vale por 72 horas. Os milhões de brasileiros, assim, são apresentados à comarca de Lagarto, ao juiz Montalvão e ficam sabendo que foram punidos. O aplicativo teria se negado a fornecer informações numa investigação sobre uma quadrilha de tráfico de drogas.
O juiz da comarca de Lagarto já foi notícia mundial uma vez. Vai ser de novo. Desse jeito, acaba um dos 100 homens mais influentes da lista da “Time”. É o mesmo que justificou, em março, a prisão de Diego Dzodan, vice-presidente do Facebook, empresa dona do WhatsApp, para a América Latina.
Olhem aqui: o doutor acha que a empresa não está colaborando? Que recorra, por exemplo, à multa. Nesse caso, sim, ele pune, então, quem estaria se negando a colaborar. Que sentido faz punir os usuários? É como se o Metrô deixasse de cumprir uma determinação judicial, e um juiz determinasse a suspensão do serviço. É o fim da picada. O mundo está rindo da nossa cara, santo Deus!
A decisão do juiz foi tomada no dia 16. É claro que as operadoras de telefonia poderiam ter recorrido à Justiça. Seja porque cochilaram, seja porque travam um braço de ferro com WhatsApp por razões comerciais, nada fizeram. Não recorreram a tempo da decisão.
A decisão é vergonhosa e caracteriza uma óbvia agressão ao direito à informação e, se quiserem saber, à liberdade de expressão. Muita gente hoje usa esse aplicativo para trabalhar. Não se trata de mero divertimento.
Uma Justiça que pune 200 milhões de brasileiros com o intuito de fazer justiça então não é justa, mas bastarda. O WhatsApp está fora do ar por vontade do juiz Marcel Montalvão, da comarca de Lagarto (SE), e vale por 72 horas. Os milhões de brasileiros, assim, são apresentados à comarca de Lagarto, ao juiz Montalvão e ficam sabendo que foram punidos. O aplicativo teria se negado a fornecer informações numa investigação sobre uma quadrilha de tráfico de drogas.
O juiz da comarca de Lagarto já foi notícia mundial uma vez. Vai ser de novo. Desse jeito, acaba um dos 100 homens mais influentes da lista da “Time”. É o mesmo que justificou, em março, a prisão de Diego Dzodan, vice-presidente do Facebook, empresa dona do WhatsApp, para a América Latina.
Olhem aqui: o doutor acha que a empresa não está colaborando? Que recorra, por exemplo, à multa. Nesse caso, sim, ele pune, então, quem estaria se negando a colaborar. Que sentido faz punir os usuários? É como se o Metrô deixasse de cumprir uma determinação judicial, e um juiz determinasse a suspensão do serviço. É o fim da picada. O mundo está rindo da nossa cara, santo Deus!
A decisão do juiz foi tomada no dia 16. É claro que as operadoras de telefonia poderiam ter recorrido à Justiça. Seja porque cochilaram, seja porque travam um braço de ferro com WhatsApp por razões comerciais, nada fizeram. Não recorreram a tempo da decisão.
A decisão é vergonhosa e caracteriza uma óbvia agressão ao direito à informação e, se quiserem saber, à liberdade de expressão. Muita gente hoje usa esse aplicativo para trabalhar. Não se trata de mero divertimento.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
¡Clarito! Rajoy y Cameron denuncian arbitrariedades en Venezuela
En un artículo de opinión publicado por el diario El País, cinco mandatarios internacionales condenaron “los excesos” del Gobierno venezolano con la oposición. Mariano Rajoy, presidente del Gobierno Español; David Cameron, primer ministro de Reino Unido; Thorbjørn Jagland, secretario general del Consejo de Europa; Felipe González, expresidente de España; y Ricardo Lagos, expresidente de Chile, firmaron un documento en el que condenan las agresiones en actos de campaña, así como el encarcelamiento de dirigentes por motivos políticos.
De cara a las elecciones legislativas para renovar la Asamblea Nacional de Venezuela el 6D, la inhabilitación de candidatos opositores y el rechazo a la presencia de los observadores internacionales independientes propuestos por la Organización de Estados Americanos (OEA) y la Unión Europea “es muy preocupante”, sentencia la misiva.
El Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Derechos Humanos ha vuelto a expresar su preocupación tras el asesinato, el 25 de noviembre, de un dirigente opositor en un acto electoral con Lilian Tintori, esposa del dirigente político Leopoldo López. Al respecto, los cinco firmantes responden: “Nos unimos a sus pronunciamientos. La democracia no funciona cuando el ambiente electoral está dominado por la violencia, las amenazas y la intimidación a la oposición”.
Fonte: http://elperiodicovenezolano.com/clarito-rajoy-y-cameron-denuncian-arbitrariedades-en-venezuela/
De cara a las elecciones legislativas para renovar la Asamblea Nacional de Venezuela el 6D, la inhabilitación de candidatos opositores y el rechazo a la presencia de los observadores internacionales independientes propuestos por la Organización de Estados Americanos (OEA) y la Unión Europea “es muy preocupante”, sentencia la misiva.
El Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Derechos Humanos ha vuelto a expresar su preocupación tras el asesinato, el 25 de noviembre, de un dirigente opositor en un acto electoral con Lilian Tintori, esposa del dirigente político Leopoldo López. Al respecto, los cinco firmantes responden: “Nos unimos a sus pronunciamientos. La democracia no funciona cuando el ambiente electoral está dominado por la violencia, las amenazas y la intimidación a la oposición”.
Fonte: http://elperiodicovenezolano.com/clarito-rajoy-y-cameron-denuncian-arbitrariedades-en-venezuela/
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Para o bem do Brasil
Para o bem da Economia do brasil, o PT tem que sair.
Para o bem da Saúde, o PT tem que sair.
Para o bem do Ensino público, o PT tem que sair.
Para o bem da Ciência, o PT tem que sair.
Para o bem da Agricultura, o PT tem que sair.
Para o bem da Liberdade individual, o PT tem que sair.
Para o bem da Família, o PT tem que sair.
Para o bem da Segurança, o PT tem que sair.
Para o bem da Política, o PT tem que sair.
Para o bem da Religião, o PT tem que sair.
Para o bem do Trabalhador, o PT tem que sair.
Para o bem geral da Nação, o PT tem que SUMIR.
Para o bem da Saúde, o PT tem que sair.
Para o bem do Ensino público, o PT tem que sair.
Para o bem da Ciência, o PT tem que sair.
Para o bem da Agricultura, o PT tem que sair.
Para o bem da Liberdade individual, o PT tem que sair.
Para o bem da Família, o PT tem que sair.
Para o bem da Segurança, o PT tem que sair.
Para o bem da Política, o PT tem que sair.
Para o bem da Religião, o PT tem que sair.
Para o bem do Trabalhador, o PT tem que sair.
Para o bem geral da Nação, o PT tem que SUMIR.
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Cunha defende a liberdade de imprensa e condena a regulação da mídia
Em discurso nesta segunda-feira na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, ressaltou a importância da liberdade de imprensa e defendeu o combate a todas as formas de censura ou de regulação da mídia, inclusive econômica. Cunha participou da 4ª Conferência Mundial de Presidentes de Parlamentos, promovida pela União Interparlamentar (UIP), que neste ano tem o tema "Paz, democracia e desenvolvimento".
Cunha lembrou que desde a fundação da ONU, em 1945, o mundo vem obtendo grandes conquistas no campo democrático, e ressaltou a importância da liberdade de imprensa nesse contexto. "É fundamental combatermos qualquer forma de censura ou de regulação da mídia de qualquer natureza, inclusive econômica. Os Parlamentos são o foco de resistência que devem zelar por esse combate, a despeito de governos autoritários." Em seu perfil no Twitter, Cunha informou nesta segunda-feira que os projetos de regulação da mídia, propostos por alguns partidos, jamais entrarão em pauta na sua gestão.
Fonte: Câmara Notícias
Cunha lembrou que desde a fundação da ONU, em 1945, o mundo vem obtendo grandes conquistas no campo democrático, e ressaltou a importância da liberdade de imprensa nesse contexto. "É fundamental combatermos qualquer forma de censura ou de regulação da mídia de qualquer natureza, inclusive econômica. Os Parlamentos são o foco de resistência que devem zelar por esse combate, a despeito de governos autoritários." Em seu perfil no Twitter, Cunha informou nesta segunda-feira que os projetos de regulação da mídia, propostos por alguns partidos, jamais entrarão em pauta na sua gestão.
Fonte: Câmara Notícias
Poucos prestaram atenção, mas na agenda que alguns partidos na Camara divulgaram,tinha regular a midia
— DeputadoEduardoCunha (@DepEduardoCunha) 30 agosto 2015
Não passa pela minha cabeça nenhuma pauta de afronta a liberdade de expressao
— DeputadoEduardoCunha (@DepEduardoCunha) 30 agosto 2015
terça-feira, 25 de agosto de 2015
sábado, 30 de maio de 2015
PT prova ser contra a Liberdade de expressão. Militantes do PT escorraça equipe do Revoltados Online de Local Público
Representantes do grupo Revoltados Online que defende o impeachment da Dilma e tem participado ativamente das manifestações anti-PT, foram praticamente escorraçados do recinto da Câmara dos Deputados pelos bate-paus da Polícia Legislativa da Câmara, que mais parece estar a serviço da bandalha do PT.
Fonte: http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2015/05/grupo-revoltados-online-e-escorracado.html
segunda-feira, 16 de março de 2015
domingo, 15 de março de 2015
As diferenças entre as Manifestações do dia 13 e a do dia 15. Uma comunista, outra nacional. Uma vermelha, outra verde amarela!
A manifestação do dia 13 foi a que pedia para soltar Barrabás, a da sexta-feira da paixão, foi a que pedia a condenação de Jesus, foi a que pediu que libertassem um Criminoso, foi a da derrota, foi a que quis ferir a Justiça. Foi a pró-maconha, corrupção, comunista, invasores...
A manifestação do dia 15 é a que pede justiça, vida e liberdade. A que defende a verdade. A manifestação da ressurreição (domingo). Manifestação da liberdade religiosa, em defesa dos direitos individuais, da família, trabalhador, propriedade privada...
A do dia 13, foi a comunista. Pelas imagens vê-se os símbolos vermelhos, dos ditadores, do Foro de São Paulo, dos governantes narcotraficantes, sem nacionalidade, sem hino, sem história, sem desenvolvimento, sem rumo, sem moral.
A do dia 15 é a Brasileira. Pelas imagens vê-se o verde e amarelo, o amor pela pátria. Grito de liberdade de um povo honesto, trabalhador que não quer um Estado dono de tudo. Uma manifestação contra os criminosos, contra o narcotráfico. Uma manifestação pró-família com bandeira e hino nacional. Uma manifestação da Terra de Santa Cruz e detentora de história e desenvolvida.
A manifestação do dia 15 é a que pede justiça, vida e liberdade. A que defende a verdade. A manifestação da ressurreição (domingo). Manifestação da liberdade religiosa, em defesa dos direitos individuais, da família, trabalhador, propriedade privada...
| Vermelhidão comunista |
A do dia 13, foi a comunista. Pelas imagens vê-se os símbolos vermelhos, dos ditadores, do Foro de São Paulo, dos governantes narcotraficantes, sem nacionalidade, sem hino, sem história, sem desenvolvimento, sem rumo, sem moral.
![]() |
| Manifestação de Brasileiros para Brasileiros. Verde e Amarelo. |
A do dia 15 é a Brasileira. Pelas imagens vê-se o verde e amarelo, o amor pela pátria. Grito de liberdade de um povo honesto, trabalhador que não quer um Estado dono de tudo. Uma manifestação contra os criminosos, contra o narcotráfico. Uma manifestação pró-família com bandeira e hino nacional. Uma manifestação da Terra de Santa Cruz e detentora de história e desenvolvida.
Fotos das Manifestações contra Dilma (Dia15). Impeachment Já! O Povo não quer o PT no Governo.
No Brasil não há espaço para Dilma.
Veja alguns vídeos:
quarta-feira, 11 de março de 2015
Manifesto à imprensa por uma cobertura limpa no "Dia 15"
Ora, se estamos lidando com um evento aberto, organizado coletivamente, ou seja, sem uma liderança relevante que centralize a pauta, é natural que todo tipo de voz queira se aproveitar da aglomeração para se fazer ouvir. Cabe ao jornalismo identificar o que pode ser tomado como um discurso do grupo e o que seriam meras reivindicações isoladas de um ou outro manifestante mais radical – ou mesmo de um sabotador infiltrado.
O que se pede neste manifesto não é nada de outro mundo: apenas que a imprensa faça seu trabalho respeitando o momento histórico em que vivemos. Que os chefes das redações evitem escalar seus repórteres menos experientes no plantão do fim de semana. Que os editores revisem o material apurado antes de publicá-lo, impedindo que manchetes equivocadas desinformem os leitores. Que as empresas de comunicação coloquem a mão na consciência, pois há grandes riscos de o próximo domingo ainda ser lembrado daqui a 30 anos – e seria uma atitude prudente evitar a repetição dos erros de 30 anos atrás.
Leia mais aqui
quarta-feira, 4 de março de 2015
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Recado con fuerza
Por RAÚL RIVERO
El GOBIERNO cubano celebró por todo lo alto esta semana el Día Internacional de los Derechos Humanos. Arrestó a decenas de opositores en La Habana y en Santiago de Cuba ordenó que bandas de fanáticos insultaran y disolvieran a golpes una manifestación pacífica de Damas de Blanco que reclamaban libertad y democracia para el país y, al amanecer, hizo el recuento de los 110 presos políticos que están en las cárceles.
Aunque el esquema celebrativo responde al ceremonial oficial de todos los años, esta vez la acción de la policía y de los grupos paramilitares contenían un mensaje aclaratorio a la decisión del régimen de suspender la ronda de conversaciones que debía sostener en los primeros días de enero con altos representantes de la Unión Europea.
El GOBIERNO cubano celebró por todo lo alto esta semana el Día Internacional de los Derechos Humanos. Arrestó a decenas de opositores en La Habana y en Santiago de Cuba ordenó que bandas de fanáticos insultaran y disolvieran a golpes una manifestación pacífica de Damas de Blanco que reclamaban libertad y democracia para el país y, al amanecer, hizo el recuento de los 110 presos políticos que están en las cárceles.
Aunque el esquema celebrativo responde al ceremonial oficial de todos los años, esta vez la acción de la policía y de los grupos paramilitares contenían un mensaje aclaratorio a la decisión del régimen de suspender la ronda de conversaciones que debía sostener en los primeros días de enero con altos representantes de la Unión Europea.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Como identificar um canalha político. Ou: A imprensa petistófila quer calar os descontentes com o governo Dilma
Por Reinaldo Azevedo
Quer identificar um canalha político, leitor amigo? Há muitos caminhos. Eu exponho aqui um dos critérios. Pode não detectar todos os canalhas do país, mas os que forem pegos nas suas malhas são, com absoluta certeza, canalhas.
O canalha é, sim, favorável à criação dos, como é mesmo?, conselhos populares para aparelhar a administração federal. A propósito: nesta segunda, a ex-ministra do Planejamento em atividade — uma categoria nova inventada por Dilma Rousseff —, Miriam Belchior, voltou a defender a sua criação, negando que sejam uma forma de bolivarianização do país.
Nota: eles são, sim, uma forma de bolivarianização do país — a nosso modo: uma coisa, assim, mais light; um autoritarismo que costumo chamar de liofilizado, desidratado… Quem sabe um dia venha a água quente de uma baita crise para a socialistada toda partir para o pau, né? Enquanto não chega essa hora, caso os conselhos sejam criados, os companheiros ficariam lá, aboletados na máquina pública, ocupando o lugar que não lhes pertence, já que não foram eleitos para governar.
“Reinaldo, essa é uma forma indireta de chamar a ministra de canalha?” Não! Eu nunca sou ambíguo nem oblíquo. Quando quero chamar de canalha, chamo, arcando com as consequências. Apenas a defesa dos conselhos não torna ninguém um canalha — pode ser um fã do autoritarismo político, mas ainda não é um canalha.
Quer identificar um canalha político, leitor amigo? Há muitos caminhos. Eu exponho aqui um dos critérios. Pode não detectar todos os canalhas do país, mas os que forem pegos nas suas malhas são, com absoluta certeza, canalhas.
O canalha é, sim, favorável à criação dos, como é mesmo?, conselhos populares para aparelhar a administração federal. A propósito: nesta segunda, a ex-ministra do Planejamento em atividade — uma categoria nova inventada por Dilma Rousseff —, Miriam Belchior, voltou a defender a sua criação, negando que sejam uma forma de bolivarianização do país.
Nota: eles são, sim, uma forma de bolivarianização do país — a nosso modo: uma coisa, assim, mais light; um autoritarismo que costumo chamar de liofilizado, desidratado… Quem sabe um dia venha a água quente de uma baita crise para a socialistada toda partir para o pau, né? Enquanto não chega essa hora, caso os conselhos sejam criados, os companheiros ficariam lá, aboletados na máquina pública, ocupando o lugar que não lhes pertence, já que não foram eleitos para governar.
“Reinaldo, essa é uma forma indireta de chamar a ministra de canalha?” Não! Eu nunca sou ambíguo nem oblíquo. Quando quero chamar de canalha, chamo, arcando com as consequências. Apenas a defesa dos conselhos não torna ninguém um canalha — pode ser um fã do autoritarismo político, mas ainda não é um canalha.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Confusão e agressões na votação do calote de Dilma. Renan Calheiros expulsa Brasileiros das Galerias da Câmara Federal a pedido de uma Comunista.
A sessão em que ocorreria a votação sobre acabar com a Lei de Responsabilidade Fiscal acabou em confusão. Em um momento a deputada comunista Jandira Feghali (PCdoB-RJ) pediu o microfone e falou que os manifestantes, que ocupavam as galerias, xingaram a deputada Vanessa, também do PCdoB, de “vagabunda”. Ao que tudo indica, e o que deu para ser ouvido depois disso, os manifestantes gritavam “Vai pra Cuba”. Com isso, pediu para que o presidente da sessão, Renan Calheiros, retirasse essas pessoas do congresso. Ele acatou e pediu para que a polícia legislativa expulsasse as pessoas.
Aí a confusão começou.
Pessoas não queriam sair, houve bate-boca, empurra-empurra. Alguns deputados da oposição, como o deputado Ronaldo Caiado, foram às galerias para proteger esses manifestantes, tentar impedir essa retirada e para que tudo se acalmasse. Não deu certo. Não houve acordo com Renan Calheiros, que se manteve firme na decisão de expulsar as pessoas do plenário. Assim sendo, a sessão foi suspensa.
Houve casos de agressão dos responsáveis pela segurança como o do cidadão que levou um choque e desmaiou, um outro que foi retirado a força enquanto fazia uma manifestação silenciosa e a senhora que levou uma gravata.
A oposição agiu muito bem. Evidenciou problemas no regimento. Questionou Renan Calheiros sobre ele não ter aberto as portas para que as galerias ficassem cheias e mostrou postura ao enfrentar o absurdo que foi a tentativa de expulsão das pessoas que acompanhavam a votação.
O calote oficializado, a anistia aos crimes de irresponsabilidade fiscal de Dilma Roussef, não é uma mudança simples, é a oficialização do relativismo legal que já ocorre, em questões pontuais e em escândalos, no país.
Fonte: Reaçonária
Aí a confusão começou.
Pessoas não queriam sair, houve bate-boca, empurra-empurra. Alguns deputados da oposição, como o deputado Ronaldo Caiado, foram às galerias para proteger esses manifestantes, tentar impedir essa retirada e para que tudo se acalmasse. Não deu certo. Não houve acordo com Renan Calheiros, que se manteve firme na decisão de expulsar as pessoas do plenário. Assim sendo, a sessão foi suspensa.
Houve casos de agressão dos responsáveis pela segurança como o do cidadão que levou um choque e desmaiou, um outro que foi retirado a força enquanto fazia uma manifestação silenciosa e a senhora que levou uma gravata.
A oposição agiu muito bem. Evidenciou problemas no regimento. Questionou Renan Calheiros sobre ele não ter aberto as portas para que as galerias ficassem cheias e mostrou postura ao enfrentar o absurdo que foi a tentativa de expulsão das pessoas que acompanhavam a votação.
O calote oficializado, a anistia aos crimes de irresponsabilidade fiscal de Dilma Roussef, não é uma mudança simples, é a oficialização do relativismo legal que já ocorre, em questões pontuais e em escândalos, no país.
Fonte: Reaçonária
sábado, 15 de novembro de 2014
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