Quanto mais barato e facilitado for o nosso acesso aos produtos que os estrangeiros gentilmente querem nos vender, maior será o nosso padrão de vida.
Quanto mais baratos forem os produtos estrangeiros importados, mais iremos ganhar com a abundância de bens e serviços acessíveis.
E, ao contrário do que os protecionistas acreditam, maior será a criação de empregos com salários maiores.
Comecemos pelo básico
Todos nós trabalhamos porque queremos trocar os frutos do nosso trabalho (dinheiro) por aqueles bens e serviços que ainda não temos ou dos quais necessitamos continuamente. Trabalhamos e produzimos para que então possamos demandar bens e serviços. Por isso, nossa produção representa, tautologicamente, nossa demanda.
Se as fronteiras do território dentro do qual você vive estão completamente abertas para todos os bens e serviços produzidos mundialmente, então você é uma pessoa de sorte: você está na privilegiada situação de ter os indivíduos mais talentosos do mundo trabalhando e produzindo para atender às suas demandas.
Mais ainda: esses indivíduos talentosos estão concorrendo acirradamente entre eles para fornecer a você as melhores ofertas. Sob este arranjo, por definição, o poder de compra do seu salário alcança sua máxima capacidade.
Todos aqueles que gostam de barganhas e de pechinchas adoram, intuitivamente, o livre comércio.
Por outro lado, se o governo fecha artificialmente as fronteiras do país para os produtos estrangeiros, então a população passa a viver sob um permanente estado de isolamento e autarquia. Ao serem praticamente proibidas de utilizar os frutos do seu trabalho para adquirir aqueles bens e serviços que são produzidos com mais qualidade por estrangeiros, as pessoas acabam sendo obrigadas a desempenhar várias atividades nas quais não têm nenhuma habilidade.
Uma pessoa boa em informática acaba tendo de trabalhar como operário em uma siderurgia, pois seu governo restringe a importação de aço, que poderia ser adquirido mais barato de estrangeiros. Engenheiros acabam virando operários de fábricas.
Estando isoladas da divisão mundial do trabalho, tais pessoas trabalham apenas para sobreviver, e não para desenvolver seus talentos. Elas não podem trabalhar naquilo em que realmente são boas, pois a restrição ao livre comércio obriga os cidadãos a fazerem de tudo, inclusive aquilo de que não entendem.
Em países de economia aberta, as pessoas, exatamente por poderem adquirir bens e serviços fornecidos por estrangeiros que são melhores no suprimento destes, podem se concentrar naquilo em que realmente são boas. Em países de economia fechada, as pessoas não têm essa opção.
Leia o restante aqui
Fonte: Mises
O Corpo de Cristo vive na Terra, onde há liberdade para organizar a conduta humana. A Política deve estar ordenada à Fé. EuPolítico: Combate, palavras, notícias, idéias e anúncio.
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segunda-feira, 24 de outubro de 2016
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Como o socialismo destruiu a indústria petrolífera da Venezuela e a fez importar dos EUA
Uma plataforma de petróleo parada por semanas porque uma simples peça não teve reposição. Outra atacada por gangues armadas que roubaram tudo o que podiam. Petroleiros que recebem tão pouco que mal conseguem comer e que têm que se revezar para vigiar os demais e evitar um desastre caso algum trabalhador passe mal.
A indústria de petróleo da Venezuela, que um dia já teve bilionárias receitas e financiou a “revolução socialista bolivariana”, está em queda livre. E para aumentar a ironia, a ditadura socialista venezuelana foi obrigada a recorrer ao odiado e “imperialista” Estados Unidos. Para importar petróleo.
O petróleo é responsável por metade das receitas da ditadura venezuelana e a estatal local do petróleo, a PDVSA, teve seus 250 bilhões de dólares de lucro entre 2001 e 2015 utilizados pelo governo para programas sociais, mas os lucros evaporaram com a má gestão, a grande crise econômica causada pelo socialismo e a queda dos preços do petróleo. Até mesmo as remessas subsidiadas de petróleo para Cuba estão sendo gradativamente cortadas, forçando o regime cubano a recorrer ao petróleo da Rússia.
Os Estados Unidos sempre foram um grande mercado para o petróleo venezuelano, mas o socialismo levou a ditadura venezuelana a fazer o caminho inverso. Dessa forma, os Estados Unidos começaram a exportar para a Venezuela mais de 50 mil barris por dia do petróleo leve, necessários para que a estatal venezuelana prepare o próprio petróleo para exportação.
Como seria de se imaginar, a PDVSA está com dificuldades para pagar pelas importações feitas. Alguns navios petrolíferos chegam a esperar duas semanas no porto no aguardo do pagamento, enquanto outros simplesmente desistem e vão embora. A produção venezuelana, que chegou a ser de 3,4 milhões de barris por dia em 1998 (quando Chávez chegou ao poder), hoje está em 2,4 milhões de barris por dia.
Os trabalhadores do setor chegam a receber menos de 1 dólar de lucro por dia por causa da inflação (que está em 720% ao ano) e mesmo o dinheiro reservado para pagar as manutenções e reparos necessários nos equipamentos está desaparecendo. Dois terços das receitas da PDVSA já são destinados a pagar credores da China e outros países, e a companhia está ficando sem dinheiro para pagar mesmo o pouco salário de seus funcionários.
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Fonte: Ilisp
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Desserviços estatais
O Estado (Políticos) querem tomar conta de todos os Serviços prestados à População. Porém, os cidadãos mais bem atendidos e satisfeitos são os que pagam por serviços particulares e não os públicos, que sempre deixam a desejar. Portanto, não seria melhor deixar de cobrar impostos para que o cidadão pudesse pagar pelos serviços conforme sua escolha e disposição do Mercado?
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Um perigo chamado Metacapitalismo
Por Jefferson Viana
Boa parte das pessoas que defende o liberalismo sabe que muitos empresários utilizam-se dos tentáculos do governo para diminuir a concorrência e manter o seu nicho de mercado, em troca de favores a serem prestados à gestão governamental, no chamado capitalismo de Estado e também conhecido como capitalismo de compadres. Todavia, vemos uma nova categoria dos acordões entre empresários maldosos, fundações e governos, só que com muito mais perigo para a liberdade, o chamado Metacapitalismo.
Metacapitalismo é a situação que envolve empresários que não gostam da livre concorrência, instituições que abertamente defendem doutrinas socialistas e, em alguns casos, governos de viés socialista, com a finalidade de se manter projetos de poder que visam destruir a sociedade a qual conhecemos. Normalmente, são fundações ligadas a grandes empresas de seus setores, que em nome de uma “responsabilidade social”, financiam órgãos que defendem posições como aborto, desarmamento civil, direitos humanos relativizados e manutenção de projetos de poder insanos.
É uma conexão profunda e um subsistema não sobrevive sem o outro. Os crony capitalists investem pesadamente nos políticos, financiando seus projetos de crescimento desenfreado e apropriação do poder. Enquanto isto, recebem de bom grado largas margens de benefícios, bem como monopólios ou reservas de mercado e regalias fiscais, assim como toda sorte de percalços são colocados no caminho dos seus concorrentes. Ao duplo processo de burocratização e tributação com efeito seletivo podemos usar o termo “dumping tributário-administrativo”. Com efeito, trata-se de uma eficiente e mais aprimorada forma dedumping, e novamente é a população quem arca com os custos da iniciativa.
Leia mais aqui
Fonte: Blog Rodrigo Constantino
Boa parte das pessoas que defende o liberalismo sabe que muitos empresários utilizam-se dos tentáculos do governo para diminuir a concorrência e manter o seu nicho de mercado, em troca de favores a serem prestados à gestão governamental, no chamado capitalismo de Estado e também conhecido como capitalismo de compadres. Todavia, vemos uma nova categoria dos acordões entre empresários maldosos, fundações e governos, só que com muito mais perigo para a liberdade, o chamado Metacapitalismo.
Metacapitalismo é a situação que envolve empresários que não gostam da livre concorrência, instituições que abertamente defendem doutrinas socialistas e, em alguns casos, governos de viés socialista, com a finalidade de se manter projetos de poder que visam destruir a sociedade a qual conhecemos. Normalmente, são fundações ligadas a grandes empresas de seus setores, que em nome de uma “responsabilidade social”, financiam órgãos que defendem posições como aborto, desarmamento civil, direitos humanos relativizados e manutenção de projetos de poder insanos.
É uma conexão profunda e um subsistema não sobrevive sem o outro. Os crony capitalists investem pesadamente nos políticos, financiando seus projetos de crescimento desenfreado e apropriação do poder. Enquanto isto, recebem de bom grado largas margens de benefícios, bem como monopólios ou reservas de mercado e regalias fiscais, assim como toda sorte de percalços são colocados no caminho dos seus concorrentes. Ao duplo processo de burocratização e tributação com efeito seletivo podemos usar o termo “dumping tributário-administrativo”. Com efeito, trata-se de uma eficiente e mais aprimorada forma dedumping, e novamente é a população quem arca com os custos da iniciativa.
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Fonte: Blog Rodrigo Constantino
quarta-feira, 25 de maio de 2016
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