Mostrando postagens com marcador Entrevista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Entrevista. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de novembro de 2016

No Estadão. ‘Jamais entraria para a política’, diz Sérgio Moro

“O ideal seria, realmente, restringir o foro privilegiado, limitar a um número menor de autoridades. Quem sabe, os presidentes dos três Poderes.” A proposta é do juiz federal Sérgio Moro, titular da 13.ª Vara Federal Criminal de Curitiba, responsável pelos julgamentos da Operação Lava Jato em primeira instância.

Aos 44 anos, personificação da maior operação contra a corrupção, desvios e cartel na Petrobrás, ele decidiu dar sua primeira entrevista como juiz da Lava Jato, deflagrada em março de 2014.

O que mais chocou o senhor na Operação Lava Jato?
A própria dimensão dos fatos. Considerando os casos já julgados aqui, o que nós vimos foi um caso de corrupção sistêmica, corrupção como uma espécie de regra do jogo. O que mais me chamou a atenção talvez tenha sido uma quase naturalização da prática da corrupção. Empresários pagavam como uma prática habitual e agentes públicos recebiam como se fosse algo também natural. Isso foi bastante perturbador. (Chamou a atenção) Também a constatação, e aí me refiro a casos que já foram julgados, de que algumas pessoas que haviam sido condenadas na ação penal 470 (mensalão no Supremo Tribunal Federal) persistiam recebendo propinas nesse outro esquema criminoso na Petrobrás. Foi uma coisa bastante perturbadora.

Mesmo depois de deflagrada a Lava Jato, o esquema continuou por alguns meses?
Houve situações constatadas de pessoas recebendo propina em fase adiantada (da Lava Jato). Um dos casos que chamou muito a atenção, um caso já julgado, por isso posso afirmar mais livremente, de um pagamento de propina a um membro da CPMI da Petrobrás, instalada em 2014.

Fonte: Estadão

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Roberto Jefferson na JovemPan: “não me envergonho, paguei pelo que fiz”

“Eu não me envergonho do que fiz. Não tirei nada do Brasil. Paguei meu preço”. Foi assim que Roberto Jefferson respondeu a pergunta da bancada do Jovem Pan Morning Show, se tinha algum arrependimento em relação ao Mensalão, esquema no qual foi delator em 2005 e expôs o governo do PT. O presidente do PTB ainda criticou Lula, que publicou um artigo no jornal “Folha de S. Paulo”, no qual se defende e cita uma perseguição pessoal.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Simone Tebet: ‘A gestão Dilma levou à tempestade perfeita e ao impeachment’

Por Josias de Souza

Partidária do impeachment, a senadora Simone Tebet (PMDB-MS) avalia que Dilma Rousseff poderia ter produzido um desfecho diferente para o seu mandato. “Se ela tivesse renunciado lá atrás, levaria a uma comoção da sociedade, pedindo que o vice renunciasse também, para que houvesse nova eleição. Essa seria uma saída que talvez atendesse melhor aos anseios das ruas.” Ao prolongar a própria agonia, a presidente petista deixou os congressistas sem alternativa, disse a senadora em entrevista ao blog. “A gestão da Dilma levou o país à tempestade perfeita e, em consequência, ao impeachment.”

Leia mais aqui

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Meirelles não descarta CPMF e garante nomeações técnicas em bancos

O novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, descartou a possibilidade de nomeação política para os bancos públicos. Em sua primeira entrevista, para o jornal Bom Dia, Brasil da TV Globo, ele garantiu que o comando das instituições será técnico e deverá passar por seu aval. Meirelles ainda alfinetou as gestões passadas do Ministério da Fazenda, não descartou a CPMF e afirmou que pretende manter o crescimento do gasto em termos nominais e barrar uma alta real (descontada a inflação).

“As nomeações têm que ser técnicas, profissionais. Não serão nomeados profissionais que não passem por um crivo profissional meu. Isso (os bancos) não é instrumento de política.”
Ele ainda explicou que, apesar de perder o status de ministro, o presidente do Banco Central não perderá em autonomia. O governo deve propor uma emenda constitucional garantindo ao comandante do BC todas as condições de trabalho que possui hoje como ministro. Isso incluiria o foro especial, que seria estendido a toda a diretoria. Até que a emenda seja votada, no entanto, o presidente da autoridade monetária continua com o status de ministro.

Medidas

Meirelles evitou falar quais serão as novas medidas. O ministro afirmou que, primeiro, irá fazer um balanço para chegar a um quadro realista das contas públicas. Só então, anunciará as primeiras ações da equipe econômica. Segundo ele, a análise levará “alguns dias”.

“O mais importante nesse momento para o país é que comecemos a dizer a verdade e a sermos claros nas contas públicas. Isto é, primeiro temos que mostrar o que está acontecendo. Fazer um trabalho bastante sério, um levantamento de dados, para que a partir daí, com segurança e clareza, nós anunciemos as medidas necessárias.”

Leia mais aqui

Fonte: Gazeta do Povo

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Crimes vão muito além da Lava jato, diz Tuma Jr.

Romeu Tuma Jr diz que teme que a Lava Jato seja atacada como foi a operação Mãos Limpas e alerta que os crimes cometidos pelo PT vão muito além dos descobertos pela LAVA JATO e envolvem outros órgãos como BNDES. Veja a segunda parte entrevista exclusiva #brasil em #vejajoice


quarta-feira, 15 de abril de 2015

Quem é Bolsonaro? Uma entrevista esclarecedora!

Nesta entrevista, o deputado federal Jair Bolsonaro (RJ) quebra muitos paradigmas atribuídos à sua pessoa e com a participação de entrevistadores esclarece seus pontos de vistas sobre passado, presente e futuro do Brasil.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Deputado é a favor da revogação do Estatuto do Desarmamento

"O deputado delegado Edson Moreira (PTN-MG) é um dos novos parlamentares que chegou à Câmara. Professor de Direito Penal, ele já passou pelo Exército e pela Polícias Civil e Militar e, como é de se esperar, se preocupa sobretudo com a questão da segurança.

Em entrevista ao Palavra Aberta desta sexta-feira (20), o deputado disse que pretende se dedicar às questões que envolvem a redução da maioridade penal, o tráfico de drogas e o Estatuto do Desarmamento. Moreira aponta que, depois da vigência do estatuto, o número de homicídios quadruplicou e o de latrocínio aumentou dez vezes. “Não quero armar a população, eu quero que o cidadão de bem tenha o direito de escolher entre se quer ou não se armar, ter uma arma em seu poder. Tivemos o plebiscito, referendo, enganaram a população", afirma."


quarta-feira, 11 de março de 2015

O Brasil precisa urgentemente de uma Reforma Política, mas qual Reforma?

Por Thácio Siqueira

ZENIT:  Qual a relação entre CNBB e Reforma Política?

 Ivanaldo Santos – Inicialmente é preciso afirmar que a CNBB teve um papel fundamental no desenvolvimento e no amadurecimento da democracia no Brasil no período entre as décadas de 1970 a 1990. A CNBB ajudou a redemocratização do Brasil no período pós-regime militar (1964-1985), incentivou a participação popular e denunciou a corrupção. De um lado, ao incentivar e até mesmo propor a Reforma Política, a CNBB se coloca dentro dessa ampla tradição de luta pela democracia, pela liberdade e por maior participação popular. Isso tudo é muito positivo.

Do outro lado, nos últimos 10 anos a CNBB diminuiu drasticamente o número de pronunciamentos contra a corrupção e a favor da ética na política. Sem contar que setores do governo e o atual partido governista (o Partido dos Trabalhadores - PT) têm insistido numa Reforma Política como saída para resolver os grandes impasses da vida nacional. Essa coincidência pode passar a imagem para a sociedade civil que a CNBB é aliada e até mesmo conivente com o atual governo. Se a CNBB deseja uma Reforma Política, algo necessário ao Brasil, deve deixar bem claro a sua autonomia, a separação do governo e do Estado. A CNBB deve ser livre para criticar e cobrar uma postura ética do governo e do Estado. A submissão a um partido político e ao Estado é a pior situação que a Igreja e uma conferência episcopal podem viver.

ZENIT: O que significa uma conferência episcopal encabeçar uma campanha de Reforma Política?

Ivanaldo Santos – De um lado, isso é muito positivo, isso demonstra, de alguma forma, o protagonismo da Igreja no Brasil, uma Igreja preocupada com a ética e com a moralidade política. Historicamente, desde os primeiros cristãos, a Igreja é uma das primeiras instituições a ouvir e compreender o clamor de mudança que vem do povo e das ruas. Do outro lado, deve-se ter muita cautela.  A sociedade contemporânea vive uma espécie de retrocesso nas relações políticas e sociais, fala-se até que o século XXI ainda não começou. Existem propostas politicas neoautoritárias e populistas (Rússia, Turquia, Venezuela, etc) e o uso da religião como instrumento econômico e da violência (por exemplo, veja o caso do terrorismo).

Nesse contexto, CNBB precisa ter muito cuidado para não ser um dócil instrumento de poder nas mãos de partidos políticos, de sindicados, setores do governo e outros setores da sociedade. A CNBB precisa ter cuidado para não se transformar em um canal para a implantação no Brasil de um regime neoautoritário, como, por exemplo, o regime da Venezuela.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Igreja e sociedade atual segundo Dom Damasceno. Entrevista sobre Reforma Polí­tica, Sí­nodo dos Bispos, reforma da cúria romana e outros temas

Presidente da CNBB fala sobre Reforma Política, Sínodo dos Bispos, reforma da cúria romana e outros temas

São Paulo, 04 de Março de 2015 (Zenit.org) Prof. Hermes Rodrigues Nery


Na segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015, às 10:30, estivemos, com Flávia Camargo, na residência do Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis, Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e Presidente também do Sínodo dos Bispos, a realizar-se em outubro deste ano, no Vaticano. Dois temas foram objeto de atenção especial na audiência: 1º) a Reforma Política e 2º) o Sínodo dos Bispos. Inicialmente, queríamos já gravar a conversa, mas Dom Damasceno preferiu primeiro que apresentássemos os nossos questionamentos e discorrêssemos sobre o assunto, ao qual ele faria suas colocações, para, em seguida, fazer uma súmula do que havia sido conversado, em forma de uma breve entrevista. Foi o que ocorreu. Ficamos por quase duas horas tratando dos temas acima mencionados, e somente, ao final, em quase trinta minutos, ele expôs sua posição sobre os temas, em entrevista gravada. Ainda, foi possível acrescentar na entrevista rapidamente o tema da reforma da cúria romana e o aceno que se faz na Evangelium Gaudium de autonomia às conferências episcopais.

Sobre a questão da reforma política, a pergunta que se faz é: "qual reforma política"? Pois há muitos projetos em tramitação no Congresso Nacional. Por que justamente o que favorece o PT é apoiado pela CNBB? Apresentamos a Dom Damasceno os questionamentos e apreensões em relação ao projeto de Reforma Política, de caráter bolivariana, encabeçada pela CNBB e OAB, com mais de 100 entidades de alinhamento ideológico à esquerda, reforma esta que apoia, por exemplo, o financiamento público exclusivo de campanha, proposta esta que favorece especialmente o projeto político do PT, cujo projeto ainda mais por iniciativa popular, pode repetir aqui o que já está acontecendo na Venezuela, conforme as diretrizes do Foro de São Paulo, visando com o fortalecimento do PT, viabilizar a Pátria Grande socialista.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

"O Aborto é sim Crime Hediondo" Eduardo Cunha entrevistado pelo Fernando Rodrigues.

Na contramão das falas do 'prostideputadismo' que vemos hoje, o Honroso Deputado (ao menos no que estamos conhecendo, ainda cedo) Eduardo Cunha. Veja a Entrevista e a pancada que ele dá no Esquerdista entrevistador.



Entrevista com o Deputado Jair Bolsonaro no Programa 'Brasil em Discussão'

Bombardearam o Jair Bolsonaro e Ele como um bom Soldado saiu bem. Confira!



quarta-feira, 22 de outubro de 2014

"PT não tem monopólio da esquerda", "o PT tem um estilo de fazer política muito pouco republicano" Carlos Siqueiradiz presidente do PSB

Carlos Siqueira

Eleito presidente do PSB no momento mais tenso vivido pela sigla em sua história recente, Carlos Siqueira, não esconde a mágoa que ficou do PT, partido do qual o PSB foi parceiro durante dez anos no governo federal.

“Acho que o PT tem um estilo de fazer política muito pouco republicano. E que a mim mesmo nunca surpreendeu. Acho que essa campanha caracteriza bem a forma desse partido fazer política”, dispara em entrevista ao Congresso em Foco sobre o tom adotado no primeiro turno.

Ainda que tenha protagonizado desavenças com a ex-senadora Marina Silva, candidata à presidente pelo PSB, Siqueira condena o tom agressivo adotado pelo PT, mas atribui a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff,responsabilidade.

“Eu acho que esse estilo Dilma é uma coisa muito própria dela. É uma coisa bem dela. O Lula tem outras características”, destaca. Carlos Siqueira garante ainda que a decisão de apoiar Aécio Neves já foi absolvida pela maioria do partido.

“Nós consideramos que é possível fazer a política de centro-esquerda em outro pólo. O PT não tem a exclusividade de políticas progressistas e nem o monopólio da esquerda, de maneira que nós não precisávamos da chancela desse partido para tomarmos a nossa posição”, completa.

Congresso em Foco – O que ficou dessa decisão de apoiar Aécio Neves?

Carlos Siqueira – Nós consideramos que foi uma decisão acertada. E, sobretudo, ela refletiu a posição dos diretórios estaduais em sua grande maioria. Nós consideramos que é possível fazer a política de centro-esquerda em outro pólo. O PT não tem a exclusividade de políticas progressistas e nem o monopólio da esquerda, de maneira que nós não precisávamos da chancela desse partido para tomarmos a nossa posição. Nós adotamos uma posição independente e é a posição que perfaz o interesse e a vontade da maioria do partido em todo país.

O PSB conversou com Aécio Neves sobre a possibilidade de exercer funções num eventual governo do PSDB?

Em relação a cargos não se tratou desse tema porque o PSB não tem tradição de fazer alianças em função de ocupar cargos, embora eventualmente possa fazê-lo. Mas colocou dez pontos para a apreciação do senador Aécio Neves e são pontos programáticos em função de interesses considerados estratégicos para o PSB e essa foi a base da nossa aliança. Uma aliança programática e não uma aliança em torno de cargos.

O que foi definidor do apoio a Aécio? Foi a campanha do PT em relação ao PSB?

Foi tudo isso! Foi a campanha pesada que a Dilma fez contra o PSB no primeiro turno, foi a tentativa de prevê o que Eduardo Campos faria e mais o fator de que nós consideramos que estamos numa democracia e é importante que haja a alternância de poder. Esse partido que está no poder, essas forças que estão no poder há 12 anos já tiveram seu protagonismo e precisam dar lugar a outras forças políticas para que a gente possa ver essa alternância que é própria da natureza democrática e possa se estabelecer por um lado. E por outro um ciclo está encerrando e poderá iniciar um novo ciclo de desenvolvimento, com outras forças políticas e não é o PT o único partido que pode agregar. Há outros! E nesse momento reconhecemos que é o PSDB de Aécio Neves e vamos procurar influenciar no sentido de realçar as políticas sociais que caracteriza a atuação dos socialistas no poder ao longo da sua história.

O tom adotado pela campanha do PT no primeiro turno em relação a candidatura do PSB foi surpreendente para vocês?

Se foi surpreendente foi para outras pessoas. Para mim, pessoalmente, não foi. Acho que o PT tem um estilo de fazer política muito pouco republicano. E a mim mesmo nunca surpreendeu e acho que essa campanha caracteriza bem a forma desse partido fazer política.

As campanhas do ex-presidente Lula também era violentas ou somente as campanhas da atual presidente?

Eu acho que esse estilo Dilma é uma coisa muito própria dela. É uma coisa bem dela. O Lula tem outras características.

Então, o senhor acredita que Dilma buscou a campanha agressiva?

Isso. Eu não tenho dúvidas.

O PSB está preparado para a oposição?

Essa é outra pergunta que só posso responder depois que a eleição passar, depois que o resultado da eleição seja anunciado.  Nós estamos preparados para qualquer hipótese e vamos estudar quando o resultado for proclamado.

Leia o restante da Entrevista aqui

terça-feira, 20 de maio de 2014

Entrevista de Dom Carlos Tasso de Saxe-coburgo e Bragança ao Jornal "O Globo": “A República foi um Golpe de Estado”

O jornal “O Globo” do dia 15 de maio de 2014, na página 2, traz uma reportagem especial com Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança, intitulada “A República foi um golpe de Estado”.

Em entrevista à repórter Maiá Menezes, Dom Carlos revela que “Dom Pedro [II] descreve como se tratam os dinheiros públicos. Qualquer desperdício é um furto à nação. Por exemplo, fazer um porto em Cuba ou no Uruguai. Isso ele não teria feito”. E completa: "muita coisa caiu no esquecimento voluntariamente pela República. A História é escrita pelo vencedor. As grandes bases da República de hoje foram feitas pelo Império, em todos os sentidos. Uma delas foi a dignidade que o imperador imprimiu à coisa pública".


Fonte: Blog Monarquia Já

sexta-feira, 21 de março de 2014

"Há muito vagabundo 171 recebendo bolsa-ditadura" e "não houve nem 'ditamole' no Brasil, quanto mais ditadura" diz Bolsonaro


Embora o PP apoie a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) é um dos principais incentivadores da Marcha da Família, que defende o retorno dos militares ao poder e sairá às ruas no próximo dia 22, incluindo no Recife. Ele diz que não houve nem “ditamole” no Brasil, quanto mais ditadura, acusa Dilma de ser uma “artista” e fala que o movimento patriota iniciado este mês tem os mesmos ventos favoráveis de 1964. “Você já viu como a Dilma olha para Fidel Castro? Parece que ela está recebendo um pacotinho de pirulito de tão feliz. Depois, ela vem olhar para o Papa Francisco do mesmo jeito. É uma artista”.

O parlamentar defendeu, inclusive, pena de morte para menores que cometem crimes e voltou a bater nos programa de combate à homofobia. “Eu não tenho nada a ver com a aranha dela”, esbravejou, reclamando da ministra especial da Secretária das Mulheres, Eleonora Menicucci, que, segundo ele, só se preocupa com temas de homossexualidade ao invés de cuidar da saúde da mulher. 

Veja íntegra da entrevista aqui.

Fonte: Diário Pernambucano

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Luiz Felipe Pondé - Debate Sobre O Politicamente Correto. Veja entrevista no Canal Livre e Respostas sobre o Livro!

Entrevista no Roda Viva





Entrevista ao site da Livraria Saraiva


Por Carolina Cunha - Livraria Saraiva

Quem folheia o Guia Politicamente Incorreto da Filosofia logo recebe um aviso: “Este livro é a confissão de um pecador irônico a respeito de uma mentira moral: o politicamente correto”.

É bom que se avise mesmo. O leitor mais sensível pode ter reações adversas que envolvem sintomas como úlcera nervosa, alívio ou mesmo gargalhadas em momentos que ninguém deveria achar graça.

Lançado em abril, o Guia Politicamente Incorreto da Filosofia é o terceiro volume da coleção 'Politicamente Incorreto', da editora LeYa.

Neste livro, o filósofo Luiz Felipe Pondé reflete sobre a história do politicamente correto através do pensamento de grandes cabeças, como Nietzsche, Darwin, Rousseau, Kant, Nelson Rodrigues, entre outros. Assuntos como política, religião, preconceito e felicidade são colocados à mesa para um papo de boteco com filósofos. 

Sem medo de ser desagradável, o autor atropela com uma ironia afiada um comportamento que veio para ficar. Dos ecologistas de butique aos democratas, ninguém escapa de suas espinafradas. 

Para o filósofo, a vida é basicamente infeliz, as mulheres gostam mesmo é de homem que tem dinheiro, o aeroporto se tornou um churrasco na laje e o mundo corre o risco de se tornar brega. 

Autor do best-seller Contra um Mundo Melhor, Luiz Felipe Pondé é filósofo, professor universitário e colunista do jornal Folha de S. Paulo.

Em entrevista ao SaraivaConteúdo, Pondé comenta algumas polêmicas e desabafa sobre como o comportamento politicamente incorreto lhe dá arrepios. Quem nunca caiu neste pecado que atire a primeira pedra.

Por que você considera o politicamente correto uma praga?

Pondé. Este livro é um ensaio que usa a ironia. Uso a expressão “praga” quando me refiro a pessoas com medo de discutir determinadas coisas. Hoje, produzir uma reflexão pode se transformar num risco. Todo mundo tem medo de falar. O politicamente correto é quando se percebe que, atrás de uma argumentação, existe uma intensa moral escondida, que acaba se transformando numa censura de pensamento.

Você falou que o filósofo Rousseau é o pai do politicamente correto e que seu pensamento se alinha mais ao de Hobbes. Você acha o Rousseau um chato?


Pondé. Neste livro, apresento o Rousseau como uma espécie de ancestral do politicamente correto. Ele produz uma filosofia meio aguada, que diz que o ser humano é bonito, maravilhoso e tem natureza pura. Eu digo que prefiro o Hobbes, porque ele tem uma natureza humana mais dramática.

A sua visão do discurso feminista é a de um crítico mordaz. Você não acha que simplificou um pouco essa bandeira?

Pondé. A maioria dos leitores que falam comigo são mulheres. Eu não me refiro às formas óbvias de repressão feminina. Dizer que não existe sofrimento é falso. Mas acho que a relação entre homem e mulher tem dificuldades hoje que talvez não tivesse no passado. Esse discurso politicamente correto não quer mostrar as dificuldades porque acha que discuti-las é você ser machista. Por exemplo, se você faz uma conversa franca sobre esse assunto, vai ficar muito claro que as meninas não querem homens fracos e inseguros. A mulher continua querendo um parceiro companheiro, sólido e maduro.
Você coloca o dedo na ferida e critica o discurso que se refere aos negros, índios e gays como “a minoria”. Qual é o cuidado que as pessoas têm que ter com isso?

Pondé. Acho complicado fazer piadas de mau gosto. O que critico é a ideia de vitimização. Temos que ensinar às crianças que as pessoas são iguais, mas diferentes. Em nenhum momento eu me refiro que elas são melhores do que outras.

Fonte: Livraria Saraiva

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Programa "Painel", da Globo News, com Luiz Felipe Pondé, Reinaldo Azevedo e Bolívar Lamounier, sob o comando de William Waack.

"Existem direita e esquerda por aqui? Por que todos os políticos e partidos se dizem de centro-esquerda? Por que alguns grupos ideológicos reivindicam o monopólio da virtude? O conservadorismo é necessariamente reacionário? Direita liberal e extrema direita se confundem?"

Vídeo 1


Vídeo 2

Fonte: Reinaldo Azevedo
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...