Por Viviane Carvalho
SEXTA-FEIRA, 23 DE SETEMBRO: A quadra do Ginásio do Colégio Marista São José foi o local escolhido para o debate entre os candidatos e candidatas à Prefeitura de Montes Claros.
Todos os seis candidatos compareceram ao convite feito pela Arquidiocese e Colégio Marista, promotoras do debate– Gláucia Eliana, Humberto Souto, Jairo, Jéssica Viana, Leninha e Ruy Muniz. Foram apresentadas pelos mesmos suas prioridades, propostas e planos de ação para se eleitos, governarem o município de quase 400 mil habitantes.
Na abertura, o Arcebispo Metropolitano, Dom José Alberto Moura saudou todos os candidatos, agradeceu a parceria do Colégio pela acolhida e pediu ao público que ouvissem com atenção as propostas ali apresentadas. Falou sobre a importância daquele ato para o exercício da cidadania. “Não viemos aqui para fazer torcida nem a favor e nem contra. Viemos para ouvir as propostas de ação, para que esclarecidos tenhamos discernimento em quem depositar nossa confiança no dia da eleição”. Lembrou que os Papas que já passaram pela Igreja Católica sempre pediam: “A maior maneira de fazer caridade é fazer a boa política sempre”. “Se a política não for bem encaminhada as elites serão mais favorecidas porque não abrem mão dos interesses para ajudar a cidadania”.
Ao final do debate o pastor da Igreja Particular de Montes Claros apresentou a todos o compromisso que em seguida seriam assinados por todos. Ali constavam pontos fundamentais como: saúde, educação, segurança, meio ambiente e atenção especial à comunidades das zonas urbanas e rurais que precisam de maior atenção do gestor público.
O evento, organizado pela Arquidiocese e pelo Colégio Marista, teve por objetivo contribuir com a democracia e conscientização dos cidadãos montesclarenses, em especial dos representantes das paróquias e estudantes do Colégio.
O debate foi dividido quatro blocos: no primeiro todos os candidatos se apresentaram, no segundo houve uma rodada de perguntas e respostas entre os candidatos, no terceiro eles responderam as perguntas do público e no último bloco fizeram suas considerações finais.
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***Viviane Carvalho – Assessoria de Imprensa Arquidiocese de Montes Claros
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O Corpo de Cristo vive na Terra, onde há liberdade para organizar a conduta humana. A Política deve estar ordenada à Fé. EuPolítico: Combate, palavras, notícias, idéias e anúncio.
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terça-feira, 27 de setembro de 2016
D. José Alberto Moura. Corrupção
Deus advertiu Moisés sobre a corrupção do povo a quem Ele tinha feito muitos prodígios para ajudá-lo a conquistar a terra prometida. De fato, o povo estava adorando bezerro de ouro no lugar do verdadeiro Deus (Cf. Êxodo 32,7-14). Mas, ao invés de castigar os judeus, o Senhor perdoou seu pecado a pedido daquele patriarca.
Quanta corrupção em nossa sociedade! Até parece um tecido social apodrecido! É possível mudar isso? Felizmente temos os intercessores e pessoas de bem que ainda temem a Deus e têm força para mudar, contando com a ação divina através deles. Precisamos estimular todas as forças vivas da sociedade para isso, a começar da educação em família, formando o caráter das pessoas desde o nascimento, para a vida com valores humanos, éticos e cristãos. A formação para a alteridade é fundamental. Aí vão se respeitar a vida, a verdade, o bem, a justiça, a honestidade, o bem comum e a relativização do ter em vista do ser.
O Apóstolo Paulo se coloca como exemplo para todos, devido à misericórdia de Deus para com Ele (Cf. 1 Timóteo 1,16). Oxalá haja também conversão de todos os que lesam o povo, principalmente os pobres, devido à sua conduta desonesta na política, na economia e em tantas outras instituições. Enquanto isso não acontece de forma abrangente, os que são lesados precisam usar seu potencial de força transformadora através do voto, da pressão popular, da fé comprometida com a transformação social, embasada na Palavra de Deus, na oração e na doutrina da Igreja. A fé deve transformar a polis, a política, para que ela seja, com os bons políticos e o povo consciente, um real e bom serviço ao bem comum.
Nas parábolas da ovelha perdida e do filho pródigo o Mestre ensina sobre a misericórdia divina em relação aos perdidos e de desvio de conduta (Cf. Lucas 15,1-32). Ele quer o bem de todos e dá o perdão a quem quer voltar. Ele insufla os que não o querem para reverem sua posição. Ele condena o pecado, mas quer o bem do pecador. Jesus não compactua com o erro e o desvio de conduta. Insiste para não pecarmos, pois, é um mal para nós mesmos e a sociedade. Confia aos discípulos a missão de também irem e ensinarem aos que estão afastados de seu caminho para se converterem. Felizes os que ouvem esses discípulos e voltam para o bom caminho. Além de fazerem o bem para si mesmos, contribuem para uma convivência de justiça e harmonia. Deste modo, todos terão vida digna. Não faltará o pão para o alimento material e espiritual. Todos se envolverão para tornar o convívio de inclusão na vida realmente humana e cidadã.
Muitos não têm consciência de seu erro. Por isso, precisam ser admoestados, como Paulo o foi por Jesus. A admoestação deve ser feita, sem dúvida, por Deus, que o faz também através de quem, por causa dele, se preocupa com o bem dos errados e de toda a sociedade. A admoestação se faz através do voto, da pressão popular, do processo legal, do aconselhamento... Não podemos nos omitir ou lavar as mãos. Temos que, juntos e individualmente, procurar meios para isso.
D. José Alberto Moura, CSS -Arcebispo Metropolitano de Montes Claros, MG
Fonte: ArquiMoc
Quanta corrupção em nossa sociedade! Até parece um tecido social apodrecido! É possível mudar isso? Felizmente temos os intercessores e pessoas de bem que ainda temem a Deus e têm força para mudar, contando com a ação divina através deles. Precisamos estimular todas as forças vivas da sociedade para isso, a começar da educação em família, formando o caráter das pessoas desde o nascimento, para a vida com valores humanos, éticos e cristãos. A formação para a alteridade é fundamental. Aí vão se respeitar a vida, a verdade, o bem, a justiça, a honestidade, o bem comum e a relativização do ter em vista do ser.
O Apóstolo Paulo se coloca como exemplo para todos, devido à misericórdia de Deus para com Ele (Cf. 1 Timóteo 1,16). Oxalá haja também conversão de todos os que lesam o povo, principalmente os pobres, devido à sua conduta desonesta na política, na economia e em tantas outras instituições. Enquanto isso não acontece de forma abrangente, os que são lesados precisam usar seu potencial de força transformadora através do voto, da pressão popular, da fé comprometida com a transformação social, embasada na Palavra de Deus, na oração e na doutrina da Igreja. A fé deve transformar a polis, a política, para que ela seja, com os bons políticos e o povo consciente, um real e bom serviço ao bem comum.
Nas parábolas da ovelha perdida e do filho pródigo o Mestre ensina sobre a misericórdia divina em relação aos perdidos e de desvio de conduta (Cf. Lucas 15,1-32). Ele quer o bem de todos e dá o perdão a quem quer voltar. Ele insufla os que não o querem para reverem sua posição. Ele condena o pecado, mas quer o bem do pecador. Jesus não compactua com o erro e o desvio de conduta. Insiste para não pecarmos, pois, é um mal para nós mesmos e a sociedade. Confia aos discípulos a missão de também irem e ensinarem aos que estão afastados de seu caminho para se converterem. Felizes os que ouvem esses discípulos e voltam para o bom caminho. Além de fazerem o bem para si mesmos, contribuem para uma convivência de justiça e harmonia. Deste modo, todos terão vida digna. Não faltará o pão para o alimento material e espiritual. Todos se envolverão para tornar o convívio de inclusão na vida realmente humana e cidadã.
Muitos não têm consciência de seu erro. Por isso, precisam ser admoestados, como Paulo o foi por Jesus. A admoestação deve ser feita, sem dúvida, por Deus, que o faz também através de quem, por causa dele, se preocupa com o bem dos errados e de toda a sociedade. A admoestação se faz através do voto, da pressão popular, do processo legal, do aconselhamento... Não podemos nos omitir ou lavar as mãos. Temos que, juntos e individualmente, procurar meios para isso.
D. José Alberto Moura, CSS -Arcebispo Metropolitano de Montes Claros, MG
Fonte: ArquiMoc
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Dom José Alberto Moura. Saber Administrar
O profeta Amós chama atenção para se tratar bem os mais pobres. Um dia Deus vai pedir contas de quem os lesou e procurou “comprá-los” por pequenos favores, submetendo-os como verdadeiros “cabrestos” (Cf. Amós 8,4-7).
Ao contrário, quem sabe administrar bem seus empreendimentos, coisas e funções, usa de boa fé e da sabedoria que vem de Deus para beneficiar o semelhante e toda a sociedade. Neste ano de eleições municipais precisamos, de modo especial, usar a consciência, para tirar dela a ciência de Deus, e analisarmos se estamos usando a vida para promovermos o bem a todos. Não podemos nos mancomunar com quem faz política de roubo do voto, de corrupção e descompromisso com o bem comum. Votar em quem não presta, porque recebeu algum favor dele, é lesar o bem da sociedade e a própria consciência cidadã. Vamos prestar contas a Deus pelo mal que fazemos à sociedade com nosso voto mal dado.
O Senhor nos chama a sermos bons cidadãos, que usam da inteligência e dos outros dons recebidos para colocá-los a serviço de todos. Teremos, como efeito, o bem para nós mesmos. Quem amplia, criativamente, o serviço aos outros, recebe mais intensamente a chuva de grandeza de caráter para si mesmo, sendo, de modo abundante, reconhecido pelos outros e por Deus. Ao contrário, quem mente, é corrupto, imoral e egocentrista, procura buscar vantagem de tudo e de todos para si, descumprindo o projeto de Deus, em desvantagem para si mesmo, porque lesa o bem dos outros. Este só é elogiado pelos próprios comparsas. Um dia surgem, aqui mesmo nesta vida, os efeitos de suas mentiras, engodos e roubos. O que dirá diante do Criador?! Ninguém leva vantagens materiais para a eternidade. Há até o ditado popular: “Quem semeia vento colhe tempestade”!
Ao contrário, quem sabe administrar bem seus empreendimentos, coisas e funções, usa de boa fé e da sabedoria que vem de Deus para beneficiar o semelhante e toda a sociedade. Neste ano de eleições municipais precisamos, de modo especial, usar a consciência, para tirar dela a ciência de Deus, e analisarmos se estamos usando a vida para promovermos o bem a todos. Não podemos nos mancomunar com quem faz política de roubo do voto, de corrupção e descompromisso com o bem comum. Votar em quem não presta, porque recebeu algum favor dele, é lesar o bem da sociedade e a própria consciência cidadã. Vamos prestar contas a Deus pelo mal que fazemos à sociedade com nosso voto mal dado.
O Senhor nos chama a sermos bons cidadãos, que usam da inteligência e dos outros dons recebidos para colocá-los a serviço de todos. Teremos, como efeito, o bem para nós mesmos. Quem amplia, criativamente, o serviço aos outros, recebe mais intensamente a chuva de grandeza de caráter para si mesmo, sendo, de modo abundante, reconhecido pelos outros e por Deus. Ao contrário, quem mente, é corrupto, imoral e egocentrista, procura buscar vantagem de tudo e de todos para si, descumprindo o projeto de Deus, em desvantagem para si mesmo, porque lesa o bem dos outros. Este só é elogiado pelos próprios comparsas. Um dia surgem, aqui mesmo nesta vida, os efeitos de suas mentiras, engodos e roubos. O que dirá diante do Criador?! Ninguém leva vantagens materiais para a eternidade. Há até o ditado popular: “Quem semeia vento colhe tempestade”!
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
D. José Alberto Moura: Oposição e Vitória
Muitos acham que se vencem os opositores maquinando e realizando atos, projetos, armadilhas, processos, calúnias, difamações e até mentiras e outros meios desonestos. Dessa forma, podem constranger, vingar-se e tirar da concorrência os de diferentes idéias, ideais e pleitos. Na política isso acontece com muita freqüência. Julgam, assim, que vencem na marra, porque se apropriam do lugar concorrido por outros. Confundem, mesmo propositalmente, conforme a conveniência, adversários com inimigos. Aliás, a boa concorrência é salutar quando realizada dentro da ética, da lei e do respeito aos outros.
A vitória, no entanto, não é simplesmente a de quem ganhou, lícita ou ilicitamente. É sim de quem contribui para o benefício social, dentro das regras do humanismo e do respeito à dignidade humana, mesmo perdendo uma disputa de cargos e funções. Jesus é o maior vencedor, mesmo na aparente derrota imposta por quem conseguiu matá-lo. Do alto da cruz pediu ao Pai o perdão para seus algozes. Sua ressurreição foi a maior vitória. Seguindo-O, aprendemos a ganhar quando damos vez e até perdoamos a quem nos faz o mal. Ensina-nos a pagar o mal com a misericórdia e a realização do bem a quem nos ofende. O ganho não está na vitória em relação a um pleito disputado. Está mais na grandeza de se esforçar para servir e colaborar com os opositores para eles realizarem o maior benefício à coletividade. Concorrer com meios éticos e métodos cidadãos, mesmo perdendo, vale mais do que a vitória com meios desonestos, ilegais e imorais. Só a pessoa de bom caráter sabe usar os meios lícitos para a disputa.
Na época do profeta Jeremias, ele foi perseguido por dizer e defender a verdade. Colocaram-no em cisterna com barro para ele morrer de fome. Foi salvo porque foi defendido por pessoas de bem (Cf. Jeremias 38,4-10). Estas foram instrumentos divinos para salvar um inocente das mãos de pessoas vingativas e maldosas.
A carta aos hebreus lembra o quanto Jesus sofreu e suportou a infâmia, enfrentando a oposição por parte dos pecadores, dando o exemplo para a pessoa de bem não se abater nem desanimar. É preciso resistir à tentação da corrupção e do pecado (Cf. Hebreus 12,1-4), não caindo na armadilha de quem usa meios anti-cidadãos para vencer a qualquer custo.
O desafio de Cristo é grande para se conviver e se impor em relação aos que usam de meios imorais para se projetarem. Ele até diz: “Eu vim lançar fogo sobre a terra... vim trazer a divisão” (Lucas 12,49.50). Seu método não é aceito por quem é egoísta e não pratica a justiça, opondo-se a quem promove o bem com honestidade, verdade e respeito aos valores morais. A vitória acontece para quem dá de si em proveito do semelhante, tudo fazendo para favorecer os outros de modo justo, solidário e fraterno. O ditado “rouba, mas faz” não está no dicionário de quem tem grandeza moral e não tira o que é dos outros em vantagem própria ou de grupos privilegiados. Roubar do próximo é roubar de Deus! A pessoa que assim o faz vai ter que prestar contas ao Criador.
Neste ano da Misericórdia, proclamado pelo Papa Francisco, precisa-se chamar a atenção dos que participam das eleições municipais, eleitores e elegíveis, para terem misericórdia da sociedade, principalmente dos mais deixados de lado na justiça social, para usarem dos meios éticos no eleger e serem eleitos. Comprar e vender votos é uma grande injustiça para com todos. Vence quem tem grandeza de caráter e contribui, com meios lícitos, para um bom pleito.
D. José Alberto Moura, CSS Arcebispo Metropolitano de Montes Claros, MG
Fonte: Arquimoc
A vitória, no entanto, não é simplesmente a de quem ganhou, lícita ou ilicitamente. É sim de quem contribui para o benefício social, dentro das regras do humanismo e do respeito à dignidade humana, mesmo perdendo uma disputa de cargos e funções. Jesus é o maior vencedor, mesmo na aparente derrota imposta por quem conseguiu matá-lo. Do alto da cruz pediu ao Pai o perdão para seus algozes. Sua ressurreição foi a maior vitória. Seguindo-O, aprendemos a ganhar quando damos vez e até perdoamos a quem nos faz o mal. Ensina-nos a pagar o mal com a misericórdia e a realização do bem a quem nos ofende. O ganho não está na vitória em relação a um pleito disputado. Está mais na grandeza de se esforçar para servir e colaborar com os opositores para eles realizarem o maior benefício à coletividade. Concorrer com meios éticos e métodos cidadãos, mesmo perdendo, vale mais do que a vitória com meios desonestos, ilegais e imorais. Só a pessoa de bom caráter sabe usar os meios lícitos para a disputa.
Na época do profeta Jeremias, ele foi perseguido por dizer e defender a verdade. Colocaram-no em cisterna com barro para ele morrer de fome. Foi salvo porque foi defendido por pessoas de bem (Cf. Jeremias 38,4-10). Estas foram instrumentos divinos para salvar um inocente das mãos de pessoas vingativas e maldosas.
A carta aos hebreus lembra o quanto Jesus sofreu e suportou a infâmia, enfrentando a oposição por parte dos pecadores, dando o exemplo para a pessoa de bem não se abater nem desanimar. É preciso resistir à tentação da corrupção e do pecado (Cf. Hebreus 12,1-4), não caindo na armadilha de quem usa meios anti-cidadãos para vencer a qualquer custo.
O desafio de Cristo é grande para se conviver e se impor em relação aos que usam de meios imorais para se projetarem. Ele até diz: “Eu vim lançar fogo sobre a terra... vim trazer a divisão” (Lucas 12,49.50). Seu método não é aceito por quem é egoísta e não pratica a justiça, opondo-se a quem promove o bem com honestidade, verdade e respeito aos valores morais. A vitória acontece para quem dá de si em proveito do semelhante, tudo fazendo para favorecer os outros de modo justo, solidário e fraterno. O ditado “rouba, mas faz” não está no dicionário de quem tem grandeza moral e não tira o que é dos outros em vantagem própria ou de grupos privilegiados. Roubar do próximo é roubar de Deus! A pessoa que assim o faz vai ter que prestar contas ao Criador.
Neste ano da Misericórdia, proclamado pelo Papa Francisco, precisa-se chamar a atenção dos que participam das eleições municipais, eleitores e elegíveis, para terem misericórdia da sociedade, principalmente dos mais deixados de lado na justiça social, para usarem dos meios éticos no eleger e serem eleitos. Comprar e vender votos é uma grande injustiça para com todos. Vence quem tem grandeza de caráter e contribui, com meios lícitos, para um bom pleito.
D. José Alberto Moura, CSS Arcebispo Metropolitano de Montes Claros, MG
Fonte: Arquimoc
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